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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Isto anda tudo ligado

por Kruzes Kanhoto, em 07.04.17

Isto já nada é o que era. Nem os "Verdes", aquela agremiação esquisita com assento parlamentar apesar de nunca ter tido um único voto, são o que foram.  Até estes, agora, parecem gostar de produtos químicos. Pelos menos de alguns. Daqueles que são utilizados pelas pessoas certas, nomeadamente.  

 

Como escrevi na ocasião em que a coisa "me soou", o governo vai avançar com um programa municipal para, alegadamente, melhorar as condições de vida das pessoas de etnia cigana e promover a sua integração social. Por mim, apesar disso poder colidir com a liberdade que cada um tem de não se pretender integrar,  acho bem. Já vem tarde, tal medida. Daí não entender que a mesma, apesar de anunciada, apenas avance após a eleições autárquicas. Deve ser uma esperteza saloia qualquer. Espero é que os candidatos aos órgãos autárquicos, nos seus programas eleitorais, digam claramente se aderem ou não a este programa. Cá os da terra, caso o não façam, tenciono questioná-los quanto a isso.  

 

Mais um atentado. Na Suécia, desta vez. Nada de surpreendente. Nem as reações. Lamentações diversas, fingimentos vários e consternações patéticas como sempre. Tretas, em resumo. Amanhã continuará tudo na mesma. Mudança nos discursos e nas atitudes apenas e só quando as vitimas tiverem mais peso. E não, não estou a pensar numa carnificina de obesos.  

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Alegada vitima de racismo alegadamente homofobica

por Kruzes Kanhoto, em 25.05.16

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Sabe-se como as minorias protestam contra a discriminação de que, alegadamente, serão vitimas. Não gostam de se sentir discriminadas. Conseguiram, até, que a mais pequena referência à sua condição minoritária fosse considerada como um crime. Lá terão – e o legislador também – as suas razões.

Esta legislação é potencialmente causadora de situações assaz curiosas. Hilariantes, mesmo. Em muitas circunstâncias, presumo, capazes de deixar horrorizados os bem-pensantes do politicamente correcto. Nomeadamente quando os alegados discriminados se vitimizam e insultam em simultâneo. Como aquela cidadã de etnia cigana que, indignada, terá berrado com quanto ar tinha nos pulmões: “Racista! És um paneleiro! Queres é levar no cú!”. Isto, alegadamente, contra um pacato cidadão que não é nem uma coisa nem outra e que, para o lado do traseiro, nem uma seringa gosta de ver apontada. Se uma coisa destas chegasse a tribunal estaríamos, se calhar, perante um imbróglio jurídico.

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