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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Roubalheira!

por Kruzes Kanhoto, em 19.11.11
Pagaré algo que me desagrada. Quando se trata de impostos, então, nem sefala. Nomeadamente quando daí não se retira qualquer lógica paraalém da mais descarada roubalheira. É o caso dos cinco euros queeste mês me estão a ser cobrados a titulo de imposto de selo pelautilização do cartão de crédito. Mais uma invenção doscriativos das finanças – no caso os outros que lá estiveram e dosquais estes que lá estão agora em nada diferem – encontraram paranos sacar dinheiro. Os espertalhões arranjaram um esquema manhoso emque – pasmai – mesmo não tendo qualquer valor em divida e estejaa decorrer o prazo para o pagamento do extracto mensal, o portador docartão de crédito é sempre obrigado a pagar uma percentagem sobreo valor das compras. Ainda que pague a totalidade dentro do prazoestabelecido.
Poralguma razão, que segunda-feira vou tratar de averiguar, apesar dalegislação já ter mais de um ano, este foi o primeiro mês que obanco de que sou cliente se aproveitou da marosca. O roubo estálegitimado por esta jóia da arte de sacar dinheiro:“Crédito utilizado sob a forma de conta corrente, descobertobancário ou qualquer outra forma em que o prazo de utilização nãoseja determinado ou determinável, sobre a média mensal obtidaatravés da soma dos saldos em dívida apurados diariamente, duranteo mês, divididos por 30”. Portantocrédito gratuito por cinquenta dias foi coisa que passou àhistória. Tal como o meu cartão de crédito. Logo que pague oextracto deste mês vou entregá-lo ao banco. Não estou paraengordar gulosos.
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