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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Jardim iluminado

por Kruzes Kanhoto, em 21.11.11
Asluzinhas da Madeira, aquelas que vão alumiar a vaidade de AlbertoJoão, estarão prestes a acender. Diz que é próprio do natal e quesem elas a época não terá tanta piada. Estará, portanto,desculpado aos olhos de muitos que acharão esta despesa das menosmás quando comparadas com outras que o mesmo personagem temprotagonizado. Não partilho, obviamente, desta opinião. Os enfeitesnatalícios de ruas, praças e largos – pelo menos com aexuberância e ostentação que se conhecem – são relativamenterecentes, servindo essencialmente para alimentar os egos – quandonão outras coisas – dos seus mentores. Á custa, como é fácil decalcular, dos bolsos de todos. E, por mais que me tentem convencer docontrário, em pouco contribuem para a dinamização seja do que for.A menos, talvez, da carteira do gajo que vende as lâmpadas.
Noactual contexto uma iniciativa deste género mais parece umaprovocação. Queimar largos milhões de euros e não pagar asdividas, não direi que seja inédito. É, no entanto, umairresponsabilidade própria de um nababo que há muito tempo deviater sido afastado da proximidade de qualquer local onde existadinheiro público. Também por isto sinto-me cada vez mais satisfeitopor não ter colaborado nem com um cêntimo para a campanhade angariação de donativos organizada na sequência do temporal naMadeira. Verifico agora que o meu contributo não era necessário.Afinal dinheiro é coisa que não falta por lá.
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