Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

E em casa, pode-se?!

por Kruzes Kanhoto, em 15.06.16

2016-02-26-naom_56cffe3ba240b.jpg

 

Os quatro leitores que seguem este blogue sabem que gosto de olhar para o outro lado da questão. Aquele que, normalmente, fica de fora na discussão mais acalorada dos diversos temas que vão constituindo a espuma dos dias. E, no caso do casal filmado a, alegadamente, ter relações sexuais na presença da filha menor, prefiro questionar outros aspectos que, a meu ver, são bastante mais inquietantes do que aquilo que, alegadamente, se vê no tal vídeo.

O primeiro é saber o que leva alguém, que visiona o vídeo no recato do seu lar, não conhece os intervenientes e não tem nada a ver com o assunto a telefonar para as autoridades da terra – a quatrocentos quilómetros do local de residência – onde, alegadamente, os factos terão ocorrido para denunciar os intervenientes. Gabo-lhe a paciência. Nomeadamente a que terá de arranjar para as muitas deslocações que fará até ao tribunal onde o assunto, se lá chegar, será julgado.

O segundo é o trauma da criança. Sabendo que os petizes tendem a imitar os adultos há, naturalmente, que existir da parte destes o cuidado necessário com o que fazem na presença dos mais pequenos. Seja na rua, seja em casa. Coisa a que, como está amplamente demonstrado, as autoridades competentes estão atentas. Portanto muito juizinho com o que se faz, também, no sofá. É que, embora isso pareça não constituir motivo de preocupação para as comissões todas modernaças que mandam nisto tudo, corremos o risco de, um dia destes, começar a ver meninos a apalpar as pilinhas dos outros meninos...

Compartilhar no WhatsApp

18 comentários

Comentar post