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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Discriminaçãozinha do mais positivo que há

por Kruzes Kanhoto, em 02.02.16

A discriminação é uma coisa que me aborrece. Toda. Seja ela de que espécie for. E então aquilo a que uns tontos resolveram chamar discriminação positiva tira-me do sério. Dá-me, até, vontade de partir para a violência sobre os seus mentores. Não fora eu um gajo pacifico – um pacato cidadão, por assim dizer – e já tinha dado um par de tabefes àqueles que usam o dinheiro dos contribuintes para discriminar. E, já que era para esmurrar, de caminho iam igualmente aqueles que defendem estas coisas como algo muito positivo.

Discriminações promovidas por autarquias locais, então, é um nunca mais acabar. Ele é desconto por ser jovem ou por ser velho. Ele é comes e bebes à borla. Ele são livros e mantinhas. Ele são viagens à pala para criancinhas e velhinhos. Sejam ricas ou pobres, não interessa nada. Há é que manter os eleitores mais velhos e tentar conquistar os mais novos. Já os do meio é melhor deixá-los de fora. São muito imprevisíveis.

No âmbito da discriminação diz que, lá para o norte que aqui não há disso, uma autarquia se terá lembrado de conceder descontos na recém construída casa mortuária. Apenas aos portadores do cartão jovem e do cartão de idoso, claro está. Os outros que paguem e não bufem. Mas é tudo legal, obviamente. E constitucional, também. Aquilo de sermos todos iguais perante a lei está, nestes casos, devidamente salvaguardado. É que estas discriminações estão todas previstas em regulamentos...

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