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Deputados mal educados e outras criancices

por Kruzes Kanhoto, em 25.03.17

O governador do Banco de Portugal não será um figura pública que reúna a admiração de um número significativo de portugueses. Mas, apesar disso, devia ter sido evitada a humilhação pública a que foi sujeito no Parlamento. Expô-lo à má-criação de gaiatos arrogantes que nunca fizeram nada de útil na vida, foi prestar um péssimo serviço à democracia e, até, ao apuramento seja do que for que querem apurar. Serviu, isso sim, apenas para mostrar ao país inteiro a falta de consideração que as gerações mais novas e os políticos em geral têm pelos mais velhos. O homem tem idade para ser avô daqueles deputados e, só por isso, já merecia ser tratado com respeito. Além do mais, tem também, uma carreira profissional que lhe permitiu chegar ao lugar que ocupa. Tudo coisas que gente como aqueles deputados nem sonham o que é.

 

Li por aí umas comparações parvas acerca do crime de ontem, o assassinato à facada de quatro pessoas em Barcelos, e acções terroristas na Europa envolvendo igualmente o uso de facas. Estão - coitados, que isto da cabecita não dar para mais é uma chatice - a comparar o cú com a feira de Borba. Um dia destes ainda os vou ver a escreverem que os presos políticos, libertados pelo 25 do A, não passavam de reles criminosos de delito comum.

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publicado às 11:58



9 comentários

De Fatyly a 25.03.2017 às 19:18

Não li e nem ouvi o que referes no primeiro assunto. Mas acredito no que dizes e realmente são coisas inadmissíveis e maus exemplos que dão a quem os ouvem. Por vezes parecem uma turma de rebeldes e malcriados.

Quanto ao segundo tema, mal abri a televisão e estava a dar a notícia, desliguei, mas essa comparação que fizeram é por demais e não consigo dizer mais nada.

Hoje foi mais uma mulher em Esmoriz e até agora não abri a televisão.

Prefiro ler do que entrar em roda livre na repetição de imagens e do blá, blá trinta e um de boca, porque em Portugal a vitima (homem e ou mulher, mas mais mulheres) é que deixam de ter liberdade de tudo e quem pratica tais actos continua na boa porque as penas são tudo...menos pesadas.

A justiça é igualmente branda com outro terror: a pedofilia.

Não há cadeias que cheguem? Que as façam e que lhes cortem todas as mordomias!

Beijocas

De Kruzes Kanhoto a 25.03.2017 às 20:26

Anda tanta gente a reclamar pela falta de investimento público, bem que podiam fazer cadeias...senão, com tanto crime, um dia destes não chegam os cemitérios.

Quantos aos deputados...às vezes nem é tanto o que se diz é a maneira como se diz. E, no caso, aqueles fedelhos foram - são sempre, a bem dizer - extremamente malcriados. São gente que não vale nada, sempre viveu à conta do Estado e que ou muito me engano ou nunca soube o que é trabalhar. Meteram-se nas jotas partidárias e assim vão ganhar a reforma...que de certeza não será após quarenta e oito anos de descontos.

De alvaro silva a 25.03.2017 às 21:53

Não sei se os meus caros comentadores têm reparado no "relatório anual da criminalidade" que é parido "sem dor" todos os anos pelo ministério da Administração Interna. Apresenta o dito, desde há 30 anos até ao presente, as mesmas e repetitivas conclusões: "A criminalidade violenta diminuiu 20% em relação ao ano anterior" anunciado regularmente por farfalhudos cívicos e potentes ministros, por sinal este ano uma ministra, mas a "queda da criminalidade" não muda, nem inverte, está sempre a diminuir. Eu que vou andando atento quanto posso, pergunto:
-Quando é que vão fechar as cadeias deste país , por falta de criminosos e matadores? Estou há espera que lhes aconteça como ás escolas primárias espalhadas por este país, que viram ruínas ou turismo de habitação, por falta de alunos e quebra da natalidade.
-Com tanta diminuição de criminalidade devemos estar ao fim de trinta anos muito perto dos zero crimes, não acham?
Meus caros, não sei quem anda desfocado ou com a cabeça na lua, serão os que fazem as estatísticas? ou perdem os papeis quando entregam o relatório no MAI?

De Kruzes Kanhoto a 26.03.2017 às 13:48

Nisso das estatísticas estou com diz o outro: "Os número quando torturados dizem o que nós quisermos..."

De pito a 27.03.2017 às 13:16

Com o cagaço, a criminalidade tem vindo a diminuir na 'malta'.
Como quem não tem cu, não tem medo, a criminalidade tem vindo a aumentar nos poderosos que, até e puro acaso, não contam nas estatísticas.
Levar, ou não, no cu é opção sem estatística.
A especialidade é o gamanço — do jogo Gamão — que tem muitos aficionados neste país. Olé! E, complementando o som castelhano, neste jogo começa-se por ser encornado. Olé! Na minha experiência de vida, o grande aficionado tem que ser corno. Olé!
Por isto, e mais uns temperos, isto é um país de cornos.

De Kruzes Kanhoto a 27.03.2017 às 13:34

E eu culpo o pito por isso...

De pito a 28.03.2017 às 13:54

BOA!

De Avogi a 25.03.2017 às 23:34

Eu quando vi a notícia até arregalei os olhos e pensei que se referiam a algum caso passado.
Afinal era bem recente
Kis :=}

De Kruzes Kanhoto a 26.03.2017 às 13:49

O pessoal anda com especial apetência para a facada. Ele é nas goelas dos outros, no matrimónio...

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