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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Demagogia feita à maneira...socialista.

por Kruzes Kanhoto, em 07.10.13
Esta história das pensões de sobrevivência está, como muitas outras histórias que vão ocorrendo na politica nacional, muitíssimo mal contada. O que dá, como acontece sempre nestas circunstâncias, origem a declarações demagógicas e, não raras vezes, a verdadeiras bacoradas. Inclusivamente daqueles que aplaudem de forma efusiva de cada vez que o governo ataca os funcionários públicos mas que agora, se calhar porque lhes toca, já não acham assim tão bem.
Cortes, estes ou outros que envolvam rendimentos das pessoas, estão errados, não resolvem nada e servem para degradar, ainda mais, a actividade económica. Escrevo isto desde que o governo do Sócrates me roubou o abono de família. Sim, porque isto de cortar não é de agora nem foi inventado por estes palermas que lá estão. Vem já, embora pareça que uns não se lembram e outros não se querem lembrar, do tempo em que o Partido Socialista era governo. Com o resultado que se tem visto.
E o abono de família constitui um bom termo de comparação com a chamada pensão de sobrevivência. Na altura os socialistas entenderam como justo retirar aquela prestação social, cerca de sessenta euros, a um casal com dois filhos e mil e poucos euros de rendimento. Mantendo, porque assim lhes pareceu acertado, a pensão de sobrevivência – viuvez, ou lá o que seja – a quem, sem ninguém a cargo, aufere os mesmos mil e tal euros de vencimento ou pensão. Justo, certamente, do ponto de vista socialista. Por mim estão os dois errados e um não desculpa o outro, mas que diabo, não sejam demagogos nem digam bacoradas!
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