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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Outra vez a moenga dos cofres cheios

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.15

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Continua a haver quem insista em bater na tecla dos “cofres cheios”. Uma ofensa aos portugueses, garantem. Assim de repente não estou a ver porquê. E mesmo sem ser de repente também não. A mim o que me ofende – e muito – é existirem políticos que parecem apenas entender a actividade politica como a missão de esvaziar os cofres.

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Há muita falta de memória...

por Kruzes Kanhoto, em 12.09.15

Escrevi em inúmeras ocasiões que os portugueses nada aprenderam com a crise. Nada. Nadinha. Népia. A maioria não percebe a ponta de um corno de politica, são iletrados em matéria financeira e, quase todos, uns perfeitos ignorantes da nossa história. Mesmo da mais recente. Além de que padecem de outro problema. São terrivelmente esquecidos e apenas conseguem reter na memória as recordações de curtíssimo prazo.

Tanto assim é que se preparam para colocar outra vez o PS no poder e eleger toda a tralha de incompetentes que nos levou à falência. Outro sinal – tão preocupante como o primeiro - é que, a julgar pela amostra de hoje, se puderem vão às trombas ao Parvus Coelho. Já não se lembram que o último politico que levou nas fuças foi Presidente da República durante dez anos quando, na campanha em que foi escovado, não tinha mais de oito por cento das intenções de voto...



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As sondagens valem o que valem. Nomeadamente quando não nos agradam.

por Kruzes Kanhoto, em 20.06.15

Uns ingratos estes eleitores. Promete-se-lhes tudo e mais um par de botas e, mesmo assim, os patifes preferem votar nos outros. Não se faz. Se calhar, digo eu que não sou de intrigas, o melhor é calarem-se. Fazerem-se de morto. Talvez assim subam nas sondagens. Experimentem, já que a fazerem-nos de parvo não está a resultar.

Entretanto a opinião publicada continua a esforçar-se por convencer a opinião pública que um empate é melhor do que uma vitória por poucochinho. Já agora, diga-se, é uma chatice isto de ser a segunda e não a primeira a escolher quem governa. Ou, até mesmo, a ser auscultada numa simples sondagem.

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