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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Estranho conceito de democracia...

por Kruzes Kanhoto, em 31.10.15

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Bastou um grupo de três indivíduos, cada um por si, ter a ideia de sugerir a realização de uma manifestação em frente à Assembleia da República contra um eventual governo de esquerda, para deixar os comunistas e outros esquerdalhos à beira de um ataque de nervos. Pelos vistos a rua é da esquerda. O direito ao protesto é da esquerda. O direito à liberdade de expressão só pode ser exercido se for para exprimir opiniões favoráveis à esquerda. Apenas a esquerda se pode manifestar nas ruas. Tem o exclusivo, devem achar as criaturas. Era assim em setenta e cinco. Pelos vistos querem que assim continue em dois mil e quinze. E isto ainda sem estarem no governo...

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Há silêncios que valem por mil palavras

por Kruzes Kanhoto, em 30.10.15

Mário Soares é um gajo que gosta de dizer coisas. Daí que seja mais do que estranho o silêncio a que se remeteu desde o dia 4 de Outubro. Deve ter perdido o pio. Ou, o mais provável, estar em choque. Não é para menos. Mas lá que o silêncio do homem é ensurdecedor, lá isso é.

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Costa, a serpente.

por Kruzes Kanhoto, em 30.10.15

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Toda a gente já reconheceu que o actual impasse na vida politica portuguesa se deve a uma birra do individuo que chefia o PS. O homem – em termos políticos, evidentemente – não presta. O seu percurso fala por si. Mas não o culpo em exclusivo a ele. Todos os que viram – ou, apesar de tudo, ainda veem - ali um Messias, uma espécie de salvador da pátria, também são culpados. Em termos pessoais o senhor até pode ser uma jóia de criatura mas politicamente não vale nada. É pior do que as cobras. Daqueles que nem a história julgará. Não vai lá ter lugar. Terá, isso sim, um lugar destacado no anedotário nacional.

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Refeições, fruta e transferências bancárias.

por Kruzes Kanhoto, em 29.10.15

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Acho mal – do pior, mesmo – isso das ofertas aos árbitros. Inclua o rol do ofertório canetas, camisolas, fruta, refeições ou apenas uma bebida num bar qualquer. Ou, até, coisas de menor importância como depósitos em dinheiro nas contas bancárias dos homens da arbitragem. Estou, portanto, do lado dos indignados que exigem a descida de divisão dos clubes ofertantes. E a despromoção não seria para a segunda divisão. Iam era direitinhos para os distritais.

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Convicções, ilusões e alguns parvalhões

por Kruzes Kanhoto, em 28.10.15

Admito que exista muita gente satisfeita com a perspectiva de existir no país, quarenta anos depois, um governo que envolva os comunistas e os radicais de esquerda. Uns por convicção, outros por ilusão e mais uns quantos pela expectativa de ver no que dá. Respeito todos eles. Por achar que a experiência vai outra vez correr muito mal discordo em absoluto mas, reitero, reconheço que têm todo o direito a estar do lado errado.

O que já não aceito, nem muito menos respeito, são os anormais de merda – ou umas bestas do caraças, para ser mais simpático – que andam por essa Internet fora com aquela treta do “Costa, Catarina e Jerónimo 4ever”, “para sempre” ou outra idiotice qualquer que envolva a enternização daquela trupe no poder. Gente que, a julgar pelo slogan, gosta pouco de democracia. Ou, então, é simplesmente parva.

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Koisas que m'atormentam

por Kruzes Kanhoto, em 27.10.15

Sim, nós sabemos que os comunistas já não comem - mas alguma vez comeram? - criancinhas ao pequeno almoço. E eles, os comunistas, sabem?

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Estes estudiosos dão-me azia

por Kruzes Kanhoto, em 27.10.15

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Estudos há muitos e para todos os gostos. Ou desgostos, depende. Agora é sobre os enchidos e as carnes em geral. Diz que são prejudiciais à saúde. É provável que sim. Se eles, os sábios, o dizem não serei eu a duvidar. Mesmo acreditando nos estudiosos não será por isso que vou passar a comer tofu. Nem virar vegetariano. Até porque o ar que respiramos, desconfio, também nos deve estar a matar e, mesmo assim, vou esforçar-me por continuar a respirar.

Outro estudo qualquer garantirá que a esmagadora maioria dos óbitos acontece na cama. É, por mais voltas que se lhe dê, o sitio onde quase toda a gente falece. Surpreendentemente todos continuam a deitar-se sem qualquer preocupação perante este dado estatístico incontornável. Depois queixem-se. Se puderem.

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Onde é que eu já ouvi isto?!

por Kruzes Kanhoto, em 26.10.15

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Qual é a pressa? Sim, qual é a pressa?!

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Esta proposta eleitoral do PCP parece-me um caso de estimulação precoce...

por Kruzes Kanhoto, em 25.10.15

Não sei se os entusiastas da maioria de esquerda leram com atenção – ou apenas na diagonal, vá – o programa eleitoral dos comunistas. Propõem-se os camaradas, entre outras coisinhas boas, estimular a poupança dos portugueses. Ora de estímulos quase todos gostamos e, ainda que o estimulo envolva apenas a area da poupança, não há quem não goste de se sentir estimulado.

O pior é que a vontade comunista de dar estímulos ao pagode acaba mais ou menos a meio da página 37 do dito programa comunóide. Também ela, a página, perto do meio do citado conjunto de intenções do PCP. Aí se prevê a criação de um imposto, com uma taxa de 0,5%, que incidirá sobre quem possua património mobiliário superior a cem mil euros. Ou seja, estimular sim, mas só até certo ponto. Pode igualmente dizer-se que o estimulo se vai demasiado depressa...

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O que a malta se vai divertir...

por Kruzes Kanhoto, em 24.10.15

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Cavaco, por muito que lhe custe, terá mesmo de nomear o derrotado Costa como chefe de um governo composto, ou apoiado, pelos perdedores das eleições. Passos e Portas não estarão dispostos, segundo alguns círculos próximos da coligação, a manterem-se num governo de gestão. A ideia será, no parlamento, CDS e PSD votarem contra tudo e mais alguma coisa proposta pelo governo, deixando assim o PS nas mãos do PCP e do BE. Vai ser bonita a festa, pá.

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Tudo é relativo. Mas há coisas mais relativas do que outras.

por Kruzes Kanhoto, em 23.10.15

Leio e ouço com frequência que o país está numa espécie de emergência social. Pode ser que sim. Mas tendo a desconfiar que isso da emergência é capaz de ser manifestamente exagerado. Nomeadamente quando os exemplos apontados vão num sentido bastante diferente daquilo que por aí se vai vendo.

Atente-se no caso dos reformados. Uma “classe” que, vá lá saber-se porquê, é permanentemente apontada como a principal vitima da pretensa malvadez do governo. Admito que, como quase todos os portugueses, tenham fundados motivos de queixa das opções de quem governa. Convém, contudo, relativizar as coisas. Se consultarmos as páginas pessoais no Facebook de muitos reformados, os lamentos que lá vão deixando relativamente aos alegados maus tratos governativos de que estão a ser alvo, não são compatíveis com as numerosas fotografias de convívios gastronómicos, viagens, cruzeiros e outros eventos manifestamente dispendiosos onde constantemente marcam presença. Nada, obviamente, tenho a ver com isso. Acho até muitíssimo bem que pratiquem essas actividades e todas as outras que lhes dê na real gana. O que me desagrada é que se queixem da miséria para onde foram atirados quando, se calhar, estão a gozar de privilégios que nenhuma geração teve antes e que, a seguir, mais nenhuma terá.

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Cavaco mau...

por Kruzes Kanhoto, em 23.10.15

A esquerda ficou histérica com a decisão do Cavaco. Nada de surpreendente. Apenas incoerência, como quase sempre. Para a malta da esquerdalha o Costa governar, mesmo amplamente derrotado nas eleições, é legítimo. E, perante a lei vigente, de facto é. O Presidente equacionar manter em gestão um governo que não passe no parlamento, embora legítimo perante a lei em vigor, não é. Coisas…

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Alguém que lhe diga para pôr mais tabaco naquilo...

por Kruzes Kanhoto, em 21.10.15

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Ainda mal tinha acabado de escrever o post de ontem - vaticinando tempos divertidos à conta do futuro governo dos perdedores - e já Catarina Martins, a pequenota de olhos esbugalhados e olhar alucinado, revelava ao mundo as preocupações que o seu partido pretende ver reflectidas no programa de governo dos derrotados nas eleições. Ficámos assim a saber que a anulação das recentes alterações à lei do aborto e um problema qualquer relativo às parelhas do mesmo sexo, constituem as preocupações maiores da pequena líder.

Compreendo que a criatura pretenda satisfazer o seu eleitorado. Fica-lhe bem. O que já não me parece tão acertado é tornar as problemáticas relacionadas com as partes pudibundas a prioridade da acção governativa. É divertido, todos damos umas boas gargalhadas à conta disso mas, que diabo, é capaz de haver um ou outro assunto um bocadinho mais importante a tratar. Não sei, digo eu. Que, assim de repente e por comparação, até já começo a achar aquilo da educação de adultos, que inviabilizou o acordo do PS com os PAF's, uma coisa de extrema importância.

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Já vi este filme...

por Kruzes Kanhoto, em 20.10.15

A ideia de um governo à esquerda, constituído pelos derrotados das ultimas eleições, começa a agradar-me. É que isto de ser governado por comunistas e radicais de extrema-esquerda não é coisa que muitos europeus ocidentais já tenham vivenciado. Por cá os portugueses com menos de cinquenta anos nem sonham o divertimento que constitui ver o país gerido por essa malta. Por mim – que já vi este filme na versão a preto e branco – começo a estar em pulgas para assistir a esta nova reprise da tramóia. Vai ser divertido, isso garanto. E, sem pretender ser spolier, deve durar mais ou menos o mesmo tempo da outra vez e o final também não deverá ser substancialmente diferente.

Presumo que as diferenças estarão nos personagens. Todos eles mais cultos e com melhor aspecto que os originais. Desde os principais aos secundários. E, até mesmo, os figurantes apesar de igualmente parvos são um pouco melhor apessoados e menos brutamontes. Desta vez não haverá Libórios a organizar barricadas nem a disparar sobre automóveis. O resto vai ser igual. Uma comédia patética que rebenta com o orçamento mas que se revela um fracasso de bilheteira.

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Consultei o programa do PAN e não encontrei nada sobre isto...

por Kruzes Kanhoto, em 19.10.15

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Parece-me perfeitamente normal que muitos considerem o animal de estimação que têm em casa como mais um membro da família. É lá com eles. Cada um sabe de si e do grau de parentesco que o liga ao bicho com que coabita. O que não se me afigura muito dentro da normalidade é que, em situações como as da foto, os extremosos donos finjam que nem conhecem o animal. É, também por isto, que continuo sem perceber se é o cão que é da família deles ou eles é que são da família do cão.

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E o coiso do PCP não é um anti-democrata primário?!

por Kruzes Kanhoto, em 17.10.15

Jerónimo abdica de tudo e mais um par de botas só para ver o PS no governo. Quem não partilha dessa vontade é, na opinião do aprendiz de grande lider, um anti-comunista primário. Sim, é mesmo isso que sou. Anti-comunista. Primário, secundário ou o que ele quiser. E com muito orgulho. Por mim prefiro a democracia.

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Que façam um longo caminho até ao socialismo...e não voltem!

por Kruzes Kanhoto, em 16.10.15

Começo a ficar sem paciência para a cambada de comentadores da treta que pululam pelas televisões e para as conversas acerca de quem deve ou não governar. Menos ainda para os exercícios parvos, geralmente reveladores de elevado grau de demência, dos que procuram demonstrar que quem perdeu as eleições, afinal, as ganhou. Vão todos bardamerda. Decidam-se mazé a formar governo e a dar um rumo a isto. Num país a sério vinte e quatro ou quarenta e oito horas após as eleições os governos estão em funções. A bem dizer nem só nos países a sério é assim. Até naqueles onde a bandalheira é apenas relativa estas coisas são feitas mais depressa.

Já estou por tudo. Só para deixar de os ouvir. Constituam lá o vosso governo socialista-comuno-bloquista. Só espero que não me decepcionem. Comecem a tratar da reforma agrária nos campos do sul, a construir o TVG, o novo aeroporto de Lisboa, a terceira ponte sobre o Tejo e a dividir o país em regiões administrativas. E, já agora, não se esqueçam de regulamentar o trabalho sexual e enquadrar os respectivos profissionais num quadro legal que os proteja na sua actividade. E, também, os faça pagar impostos. Ah, e comecem a caminhar para o socialismo. Sem parar, de preferência. Ou, se pararem que seja quando estejam bem longe...

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Dar a volta à lei.

por Kruzes Kanhoto, em 15.10.15

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Obrigado pela troika ou motivado apenas por questões ideológicas, o governo que agora cessa funções adoptou medidas sem qualquer sentido. Inúteis, mesmo. Quando não, até, contraproducentes relativamente ao que, imagina-se, seria o objectivo das mesmas.

A redução dos feriados ou o aumento do horário de trabalho na função pública para quarenta horas semanais constituem apenas dois exemplos de politica reles, feita por políticos sem qualidade e que, no caso do horário, apenas agrada aos que defendem o quanto pior melhor relativamente aos funcionários públicos.

Neste último tema, o poder local, como acontece com tudo o que é lei que belisque os seus interesses, tratou de dar à volta à questão. Municípios houve que ignoraram liminarmente a medida sem que daí, saliente-se, tenha vindo mal ao mundo ou sanção a quem assim decidiu. Outros – muitos, ao que parece – trataram de assinar acordos que permitem a laboração nos moldes do horário anteriormente vigente.

Há, finalmente, um terceiro grupo. Os que preferem não fazer acordos e manter as quarenta horas. Tudo a bem, diz, dos seus trabalhadores. Que assim têm a oportunidade de complementar o parco salário através das horas extraordinárias que generosamente lhes são pagas. Sortudos os funcionários que, por via deste acréscimo salarial, podem melhorar o seu nível de vida, pagar a prestação do carro, fazer aquela viagem ou, simplesmente, esturrar o graveto naquilo que mais lhes aprouver. Não é que conheça autarquias onde isto aconteça, mas tenho ouvido falar que lá para o norte é muito frequente.

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Ganharam uma vez...Tantas quanto o PCP e mais uma que o BE!

por Kruzes Kanhoto, em 14.10.15

 

 

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Mesmo não apreciando as suas qualidades enquanto politico estou preocupado com o até agora Secretário-geral, Presidente, Chefe, Supremo líder ou lá o como se chama o cargo desempenhado por Garcia Pereira no MRPP. Diz que a restante camaradagem o suspendeu por, alegam, manifesta incompetência. Lá terão as suas razões. Mas, ainda assim, oxalá a coisa não descambe e acabem a acusar o homem de traição. Ou, pior, de ser um traidor incompetente.

De facto um gajo que disputa eleições há quarenta anos e nunca conseguiu ser eleito não parece ser lá muito competente. Mas, se calhar os mais novos já não se recordam e será por isso que pretendem correr com o senhor, o MRPP já fez parte do grupo de vencedores de uma eleição. Mas vencedores daqueles à séria. Não como estes que agora garantem ter ganho apesar de terem levado uma coça em toda a linha. Nem, tão pouco, como aqueles que também gritam vitórias eleitorais ainda que apenas consigam dez por cento dos votos. O MRPP fez parte dos que apoiaram a candidatura de Ramalho Eanes na sua primeira eleição como Presidente da República e, portanto, também pode reivindicar vitória.

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Até aborrece de tão inteligente que é...

por Kruzes Kanhoto, em 13.10.15

Também eu, feito alarve, tratei de encomendar a tal tomada da EDP. Aquela que, garante a publicidade, é inteligente e tudo. Presumo que seja verdade. Será até uma sumidade no âmbito da eficiência energética e possuidora de uma genialidade sem par no que toca a controlar o consumo dos aparelhos em stand-by. Mas, para o uso que pretendia dar-lhe, a mim bastava que fosse tão parva como as outras. Ou, vá, ligeiramente menos dotada de inteligência. Daquelas onde a gente liga o que tem a ligar e a corrente flui normalmente. Sem interrupções nem cortes indesejados. Coisa para a qual o artefacto em causa parece não estar destinado. Ou muito me engano ou está aqui, está ali. No lixo. Chinesices!

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