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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Sondagens que valem o que valem

por Kruzes Kanhoto, em 28.09.15

Há reacções a isto das sondagens que me conseguem deixar ainda mais perplexo que o seu próprio resultado. Argumentam alguns experts que os estudos baseados em entrevistas telefónicas – telefone fixo, no caso - desvirtuam a análise influenciando, dizem, o resultado da coligação de direita. Por acaso também acho. Principalmente se os ditos inquéritos forem feitos em horário laboral. Neste caso os sondados serão, maioritariamente, reformados e desempregados. Dois grupos sociais onde, segundo os que desconfiam das sondagens, o descontentamento com o governo será maior. Ora se, ainda assim, o PAF tem uma vantagem de meia dúzia de pontos percentuais é, de facto, caso para desconfiar. Outra hipótese é o país dos comentadores, jornaleiros e intelectualidade urbano-deprimida pouco ter a ver com o país real. Mas isso já não é novo. Tem sido, pelo menos nestes últimos quarenta e um anos, quase sempre assim.

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Pelo sim pelo não chamar-lhe-ia Mau-mé-mé...

por Kruzes Kanhoto, em 27.09.15

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Adoptar um porco como animal de estimação e chamar-lhe, sei lá, Maomé ou outro nome qualquer como Bin Laden, Mustafa ou Abdul é coisa que, nesta ditadura do politicamente correcto, ainda é admissível?! Ou terei de lhe chamar Cavaco, Pinto da Costa ou Jesus (Jorge ou Cristo, tanto faz)para toda a gente achar imensa piada?!

 

O texto abaixo, publicado no Blasfémias.net, é capaz conter a resposta...

 

Desde o 11/Setembro que aprendemos todos, que existe uma certa cultura/religião que não podemos ofender, caso contrário arriscamos ser mortos e a culpa será inteiramente nossa. Assim, para vivermos sem medo e receio só temos que fazer o seguinte: calar a nossa religião, calar a nossa liberdade de expressão, calar a nossa capacidade critica…em suma viver numa auto censura permanente com medo de hostilizar os militantes da dita cultura/religião, que os lideres ocidentais nos juram a pés juntos ser a mais pacifica e bela de todas...”

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Arrepios

por Kruzes Kanhoto, em 26.09.15

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Arrepios. É, garante António Costa, o que os portugueses sentem perante a perspectiva da coligação de direita ganhar as eleições. Talvez sim. Ou talvez não. Depende. Nomeadamente daquilo que arrepia cada um. Palhaços sem graça, pântanos e um país de horrores – tudo coisas que associo a socialistas - causam-me muito mais arrepios.

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Um mau comunicador estraga sempre uma boa ideia...

por Kruzes Kanhoto, em 25.09.15

Custa-me a acreditar que António Costa e a sua trupe consigam perder as eleições. Se isso acontecer será um caso de estudo. Algo que servirá de exemplo durante muitos anos sempre que se pretenda demonstrar o que não deve fazer um politico, um partido ou uma candidatura que, de facto, pretenda ser eleito. Nomeadamente quando o adversário é daqueles a quem até o Pato Donald dava uma coça.

Aquilo é cada tiro cada melro. A começar pela tralha que gravita à volta do homem. Gente que cada vez que abre a boca convence cem eleitores a votar noutro partido. Qualquer que ele seja. Depois a maneira de comunicar. Absolutamente incapaz de transmitir uma ideia com clareza, de forma convincente e que faça os ouvintes acreditar que a proposta é séria, exequível e justa.

Veja-se, a titulo de exemplo, aquela coisa das prestações não contributivas ficarem sujeitas à condição de recurso. Uma excelente intenção e, acrescente-se, uma medida da mais elementar justiça. No entanto até mete dó a incapacidade - ou o medo, talvez - dos socialistas explicarem isto de forma a que o eleitorado perceba. Teria a sua piada se uma boa proposta, como esta é, fosse um dos principais motivos para a derrota do seu proponente. Ou, talvez, apenas revelador da qualidade do eleitorado.

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Os europeus é que têm a culpa. Não tinham nada de estar enterrados ali!

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.15

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Acho desde sempre que esta história da migração em massa de muçulmanos para a Europa vai acabar mal. Para nós, nomeadamente. Ou, pelo menos, para aqueles que tiverem o azar de viver no tempo em que eles já tenham islamizado o velho continente. O que, felizmente, não vai ser o meu caso.

Parece enraizada em certas mentes a ideia que a Europa tem a obrigação de acolher toda a gente. Pior, que deve tolerar todos os seus usos e costumes ainda que estes esbarrem de frente com todas as tradições europeias ou mesmo que afrontem os nossos princípios pacifistas. Parece até estarmos dispostos a abdicar deles só para mostrarmos a nossa tolerância face à ausência de princípios dos que chegam.

Ver gente acampada em cemitérios, sentada ou a caminhar por cima de sepulturas - para mais estando num país estrangeiro - é coisa que me choca. Mas, presumo, isso deve ser defeito meu. Será, provavelmente, algo absolutamente normal – tal como deixar um rasto de imundície por onde vão passando – para as pessoas oriundas daquelas paragens. Perto deste pagode os habitantes cá do resort são um modelo de urbanidade.

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O multiculturalismo é uma coisa muito linda...

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.15

Vede, vede, amiguinhos dos animais que são simultaneamente apoiantes da causa árabe, tolerantes com a barbárie islâmica ou, simplesmente, multiculturalistas convictos. Vede como são tratados os cães na rua muçulmana. O que se pode ver neste vídeo, presumo, também deve ser culpa dos americanos, dos israelitas e do ocidente em geral.

 

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Outra vez a moenga dos cofres cheios

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.15

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Continua a haver quem insista em bater na tecla dos “cofres cheios”. Uma ofensa aos portugueses, garantem. Assim de repente não estou a ver porquê. E mesmo sem ser de repente também não. A mim o que me ofende – e muito – é existirem políticos que parecem apenas entender a actividade politica como a missão de esvaziar os cofres.

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Selfie stick

por Kruzes Kanhoto, em 21.09.15

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O pau de selfie deve ter sido dos objectos mais vendidos este Verão. Não há vendedor ambulante que se preze que não tenha disso às paletes. O resultado é gente por todo o lado com a mão no pau. De selfie.

Mas isso é nas cidades. A moda ainda não chegou ao campo. Nada que impeça os saloios ou os camponeses do norte de, também eles, tirarem uma selfie...

 

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Nem a caixa das esmolas escapou...

por Kruzes Kanhoto, em 20.09.15

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A venda de itens – chamemos-lhes assim – como o da fotografia em feiras de velharias, mercados ou locais congéneres suscita-me umas quantas questões. Todas inquietantes, a meu ver. Mas deve ser só a mim que estas dúvidas se colocam. Se fosse assunto que preocupasse muita gente de certo o cenário não se repetia todos os dias e onde eventos destes se realizam...

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Será uma auto-critica?

por Kruzes Kanhoto, em 19.09.15

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Há coisas com piada. E depois há outras verdadeiramente hilariantes. Uma delas é um politico publicar mensagens como a que a imagem demonstra na sua página do Facebook. Nomeadamente quando o politico é um daqueles que estourou com as finanças da autarquia que dirigiu. Um estouro que terá profundas repercussões nos bolsos dos munícipes durante anos e que, a par de obras de inutilidade mais do que evidente, constituirá um verdadeiro manual do que o país deve evitar no futuro.

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Então e aquela coisa de não publicar fotos de criancinhas? Agora já não vale?!

por Kruzes Kanhoto, em 18.09.15

Passaram ainda poucas semanas sobre a polémica acerca da publicação de fotografias de crianças nas redes sociais. Havia, então, uma quase unanimidade quanto à necessidade de preservar a imagem dos petizes e protege-los de uma quantidade quase infinita de coisas más que os podiam apoquentar se a sua foto fosse divulgada. Tudo isso agora parece que não interessa nada. Uns dias depois, hipocritamente, toda a gente desatou a publicar e partilhar imagens explicitas de crianças refugiadas. Há, nisto, qualquer coisinha que se me está a escapar...Mas sou tentado a admitir que quem antes defendeu a teoria da não publicação e agora publica ou partilha essas fotos é um filho da puta de um racista.

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Burrice engravatada

por Kruzes Kanhoto, em 16.09.15

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Ultimamente tenho utilizado o facebook para comentar os assuntos de actualidade que os diversos órgãos da comunicação social vão publicando naquela plataforma. Comentários jocosos, tentativas de piadola - que aquilo só os parvos levam a sério – e muito de vez em quando um ou outra opinião mais fundamentada constituem a matéria que ocasionalmente vou deixando por lá. Sempre, mas sempre, com um link para o Kruzes. Que isto todos os blogueiros, por mais que escrevam o contrário, gostam é de ter visitas.

Sei há muito tempo que vivemos numa ditadura do politicamente correcto e que qualquer opinião que se desvie dos padrões que a moral – ou a falta dela – actualmente vigente é desconsiderada e o seu autor alvo de ofensas, insultos e ameaças diversas. Nestes tempos esquisitos que vivemos a qualquer um é reconhecido o direito a gostar de levar no cú – o que, naturalmente, é lá com ele – mas nunca lhe é reconhecido o direito a ver respeitada uma opinião discordante da tendência pretensamente generalizada.

Por mim não é coisa que me incomode. Ando nisto há anos mais do que suficientes para, sequer, me aborrecer. Pelo contrário. Aprecio com indisfarçável gozo a estupidez de uma imensa chusma de gente que se esforça por parecer culta e tolerante mas que, como dizia a minha avó, não passam de burros com gravata.

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A diferença só está no preço...

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.15

Ao contrário do que está a acontecer com o BPN, foi prometido aos portugueses que não teriam de pagar um único cêntimo com a salvação do BES. Mentira, grita a oposição a uma voz. Vai-nos sair muito caro, garantem. Porque – e este é o melhor argumento que ouvi – se os bancos tiverem de arcar com o prejuízo isso traduzir-se-à em menos lucros e consequentemente pagarão menos impostos. O que, dizem e muito bem, implicará uma perda de receita fiscal e, por consequência, uma perda para os contribuintes.

Por mim não posso estar mais de acordo com este argumento. Dizem, de uma maneira muito clara, aquilo que ando a tentar verbalizar há dezenas de anos. Quando um qualquer patrão – recuso-me a chamar-lhes empresários - usa o dinheiro da empresa para ir às putas isso representa uma diminuição dos lucros e, consequentemente, menos impostos pagos. Ou seja, que tal como os gajos da banca nos está a copular a todos.



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Mistificações...

por Kruzes Kanhoto, em 13.09.15

Que o cidadão ainda a desempenhar as funções de primeiro ministro queira, a titulo individual, organizar uma vaquinha para ajudar os alegados lesados do BES a recorrer aos tribunais é coisa que não me incomoda. É lá como ele. Cada um faz as figuras tristes que entende. Por mim, como é óbvio, não dou para esse peditório.

A ideia é, de facto, parva. Daí não faltar uma panóplia de indignados a salientar a idiotice de quem a proferiu. Convém, ainda assim e mais uma vez, não ter memória curta. É que enquanto o Coelho sugeriu ajudar com os seus recursos, o presidente do PS, Carlos César, prometeu resolver a situação dos tais lesados com o dinheiro do Estado. E na solução socialista eu não tenho escolha. Terei mesmo de contribuir.

Há entre as duas ideias parvas dos dois políticos uma pequena diferença. Que, parece-me, toda a gente percebe. Até, desta vez, os mais ofuscados pelo brilhantismo de certos Messias...

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Há muita falta de memória...

por Kruzes Kanhoto, em 12.09.15

Escrevi em inúmeras ocasiões que os portugueses nada aprenderam com a crise. Nada. Nadinha. Népia. A maioria não percebe a ponta de um corno de politica, são iletrados em matéria financeira e, quase todos, uns perfeitos ignorantes da nossa história. Mesmo da mais recente. Além de que padecem de outro problema. São terrivelmente esquecidos e apenas conseguem reter na memória as recordações de curtíssimo prazo.

Tanto assim é que se preparam para colocar outra vez o PS no poder e eleger toda a tralha de incompetentes que nos levou à falência. Outro sinal – tão preocupante como o primeiro - é que, a julgar pela amostra de hoje, se puderem vão às trombas ao Parvus Coelho. Já não se lembram que o último politico que levou nas fuças foi Presidente da República durante dez anos quando, na campanha em que foi escovado, não tinha mais de oito por cento das intenções de voto...



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O futuro um dia destes

por Kruzes Kanhoto, em 10.09.15

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Chocantes as imagens de milhares de alegados refugiados a tentarem chegar aos países ricos do norte da Europa. Quase todos desesperados e sem documentos de identificação que, parece, têm muita tendência a cair ao mar. Ao contrário dos modernos telemóveis que ostentam, que ou são à prova de àgua ou possuem bóia incorporada.

Chocam-me essas imagens porque vejo nelas o futuro. O futuro da próxima geração de europeus a fugir, sabe-se lá para onde, dos filhos daqueles que agora generosamente acolhemos e que, num espaço temporal que dificilmente ultrapassará as escassas dezenas de anos, tratarão de nos expulsar das nossas casas, das nossas terras e dos nossos países. Por sorte Covadonga é já ali...



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Uns chatos, esses fogareiros!

por Kruzes Kanhoto, em 09.09.15

Percebo a indignação dos taxistas nesta questiúncula com a UBER. Provavelmente no lugar deles também ficaria indignado. Como ficaram, de certeza, muitos outros profissionais de outras tantas profissões que a evolução tecnológica, a mudança de hábitos de consumo ou a concorrência de outros negócios fizeram passar à história. Os taxistas podem, até, ganhar uma ou outra batalha mas jamais ganharão a guerra. É a vida.

Surpreende-me que estes cavalheiros ainda não tenham contestado, pelo menos de forma tão veemente, a existência de inúmeros sites de boleias e de partilha de viatura. Do ponto de vista deles será, igualmente, concorrência desleal. Objecto, mais dia menos dia tal como se quer fazer para a UBER, de regulamentação por parte do Estado, desconfio. Curioso, mas mesmo curioso, é que a opinião do principal interessado na matéria – o utilizador – parece não contar para nada...



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O Maxi Pereira faz o mesmo todas as semanas

por Kruzes Kanhoto, em 09.09.15

Os indignados de serviço estão hoje atirados às canelas da repórter de imagem húngara que rasteirou um emigrante clandestino – ilegal, portanto – que atravessava ilegalmente o território do seu país. Não estou a ver motivo para tanto basqueiro. O Maxi Pereira faz muito pior todas as semanas e ninguém se aborrece...

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Caça ao refugiado

por Kruzes Kanhoto, em 08.09.15

Nisto dos refugiados anda por aí tudo a acotovelar-se para mostrar que é mais solidário que o vizinho. Ofertas para alojar o pessoal vindo da Síria – parece que, de repente, toda a gente se esqueceu dos africanos – são mais que muitas. Câmaras, instituições de solidariedade social e outros beneméritos de ocasião já estão todos a chegar-se à frente. E, por enquanto, ainda não foram anunciados financiamentos comunitários destinados a programas de acolhimento. Quando forem, sabendo como nos babamos pelos fundos europeus, é que vai verdadeiramente abrir a caça ao refugiado. Só falta saber é se há algum que queira vir para cá..

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Prometer tudo a todos...

por Kruzes Kanhoto, em 07.09.15

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Depois de prometer o fim das portagens nas antigas scut's António Costa promete agora utilizar parte dessa receita para financiar o pagamento das reformas. Brilhante. Ou talvez não. Depende. Se conseguir enganar utilizadores e pensionistas – futuros e actuais – sou gajo para ficar visivelmente impressionado com o seu brilhantismo. Ou com a burrice de quem se deixar levar na conversa, sei lá.

O financiamento do sistema de pensões é uma coisa séria. Não deve ser objecto de graçolas. Menos ainda quando fraquinhas e feitas por gente que se pretende responsável. A continuar nesta senda ainda o vamos ouvir fazer a promessa – ou compromisso, como se diz agora – de financiar a segurança social com as moedas dos carrinhos de supermercado. Ou, mais original, com as moedas que o pagode tem a mania de deitar para os lagos, fontes e qualquer outro charco dos que abundam pelas nossas cidades.

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