Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Depois não digam que ninguém avisou...

por Kruzes Kanhoto, em 30.06.15

11667500_10153488298603993_5275331865920247130_n.j

 

Compartilhar no WhatsApp

A teia

por Kruzes Kanhoto, em 30.06.15

100_4243.JPG

 

Quanto tempo e quanta paciência serão necessários para construir uma teia?! Muito, presumo. De ambos. Nomeadamente se a teia em causa envolver toda a estrutura que se pretende dominar.  Mas, concluída a obra, temos de aceitar que terá valido a pena. Com aquilo, fica tudo sob controlo.

Compartilhar no WhatsApp

Mudança...Que é como quem diz, regresso ao passado.

por Kruzes Kanhoto, em 29.06.15

Mudança, dizem eles. Qual mudança, qual quê. Eles, os socialistas, querem é regressar ao passado. Aquele passado que uns quantos desmemoriados não lembram e que outros tantos desmiolados fingem não lembrar. E, depois, há aqueles para quem os números são uma maçada. Escudam-se naquela coisa, que em rigor não quer dizer absolutamente nada, que o importante são as pessoas e que estas não são números. São os mais insuportáveis. Falam, falam, escrevem, escrevem mas, na verdade, nunca ninguém os viu a fazer nada. Pelo menos de jeito. Porque, quando tiveram oportunidade para isso, fizeram mal.

Compartilhar no WhatsApp

Olha se a moda pega...

por Kruzes Kanhoto, em 28.06.15

Os sócios do Sporting acabam de expulsar de sócio do clube um antigo Presidente da agremiação por alegada má gestão financeira. A decisão foi anunciada aos jornalistas e povo em geral pelo Presidente da Assembleia Geral da instituição. Jaime Marta Soares, de sua graça. Personalidade que, recorde-se, durante cerca de trinta e sete anos - até 2013 – exerceu o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares. Per capita, uma das mais endividadas do país...

Compartilhar no WhatsApp

Crise humanitária?! Ponham mais ATM's que isso passa.

por Kruzes Kanhoto, em 28.06.15

Muito se tem falado e escrito, nomeadamente nas últimas semanas, a propósito da crise humanitária que, segundo a opinião publicada politicamente correcta – logo alinhada com a esquerdalha – estará a assolar a Grécia. É provável que as coisas estejam difíceis por lá. Estranho seria o contrário. Mas convém não exagerar. Até porque os exageros, por norma, conduzem ao ridículo. Crise humanitária é um conceito que, digo eu, nos suscita imagens de gente esfomeada em busca de comida. Ou em fuga de conflitos armados. Da Grécia as noticias que nos chegam referem uma corrida da população ao levantamento dos depósitos bancários e, agora, de filas intermináveis em tudo o que é multibanco na esperança de colocar os euros a salvo dos malucos do Syriza. Crise humanitária?! Tomaram a maioria dos habitantes deste planeta...

Compartilhar no WhatsApp

Eu também sou muito supersticioso

por Kruzes Kanhoto, em 27.06.15

100_4246.JPG

 

A julgar pela quantidade à venda todas as semanas no mercado cá do sitio, das duas uma: Ou o terreno na zona das quintinhas é extremamente fértil e proporciona uma safra fantástica, ou existe por lá um entreposto especializado na comercialização de alhos. A presença da policia é que parece incomodar ligeiramente os vendedores deste produto agrícola. Nada que me admire. Eu também tenho azar a fardas.



Compartilhar no WhatsApp

Esta gente só tem ralações... Agora é um gato chamuscado. Valha-me um burro aos coices!

por Kruzes Kanhoto, em 26.06.15

A indignação, mais do que um direito, constitui um desporto nacional. É vê-los nas redes ditas sociais – que às vezes mais parecem ati-sociais – a destilar indignaçãozinha da boa por todos os poros. A vitima, hoje, é uma pacata aldeia onde, na falta de melhor diversão, os habitantes têm por hábito divertir-se a fazer umas patifarias aos gatos. A um, apenas. E só uma vez por ano. Ao que consta o bichano nem, sequer, chega a esgotar uma das suas sete vidas mas, ainda assim, os indignados da praxe não perdoam. Queixas, processos e autoridades em bolandas são, para já, as consequências conhecidas. A conta, essa, é paga pelo contribuinte. Sim que isto não é de borla.

Não me revejo nestas selvajarias. Nem noutras como ter cães ou gatos enclausurados em apartamentos, touradas, praxes académicas ou abandono de idosos. Mas, porra, há que relativizar um bocadinho as coisas. E, se calhar, é capaz de haver no país, na Europa e no mundo temas que nos deviam preocupar muito mais. Hoje, por sinal, até aconteceram umas quantas. Diz que houve uns quantos atentados onde até morreram umas largas dezenas de pessoas. A boa noticia é que nenhum gato se chamuscou.

Compartilhar no WhatsApp

O jantar da brigada do reumático

por Kruzes Kanhoto, em 25.06.15

Sintomático das dificuldades porque, alegadamente, estarão a passar as pessoas que se manifestam contra a austeridade é a maneira como protestam. Um jantar parece-me assaz original. E revelador, também, do nível de sofrimento que os desgraçados comensais manifestantes estão sujeitos.

Os militares reformados, que hoje optaram por promover um jantar de desagrado, protestam de barriga cheia. Em todos os sentidos.  

Compartilhar no WhatsApp

Sopas depois de almoço...

por Kruzes Kanhoto, em 25.06.15

Está na moda dizer mal do Cavaco. O ainda Presidente. O homem, de facto, não consegue proporcionar motivos para que se diga bem dele mas, porra, fazem-lhe cada acusação que não lembra nem ao careca. De tudo, ou quase, a criatura tem culpa. Tenho, até, a fundada esperança que alguém ainda o acuse – nem sei como é que o Bruno de Carvalho ainda não se lembrou – de ser o culpado por o Sporting não ganhar o campeonato há catorze anos.

Li hoje uma espécie de carta aberta que um esparveirado qualquer escreveu e que uns quantos ignorantes trataram de divulgar, como se a missiva constituísse um tratado sobre a governação cavaquista. Diz-se, a dado passo, que os seus governos destruíram, em obediência à então CEE, o tecido produtivo nacional. Essa época não foi, efectivamente, lá muito boa para o que ainda restava do tal tecido produtivo português. E sublinho AINDA RESTAVA DO TECIDO PRODUTIVO. Pelos vistos a cambada de idiotas que assume isso como uma verdade histórica desconhece que esse tal tecido foi arrasado em 1975 pelos comunistas e esquerdalha em geral. E sublinho ARRASADO.

Esta tese, além de parva, é assaz hilariante. Nomeadamente quando defendida por gente que beneficiou de forma descarada dos subsídios que desaguavam em Portugal vindos directamente dos cofres de Bruxelas. Havia dinheiro para tudo e mais alguma coisa que estivesse ao alcance da imaginação mais delirante. E muita, muita gente a beneficiar dele. Curiosamente sem que ninguém se questionasse quanto ao que ia acontecer a seguir. Agora é fácil. Sopas depois de almoço, como diria a minha avó.

Compartilhar no WhatsApp

Emigrem para a Grécia, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 24.06.15

Enternecedor – ou patético, dependendo do ponto de vista – o que se ouve e lê, dito e escrito por uns quantos figurões, a propósito do quase certo acordo entre a Grécia e a troika. Ou, antes, com as três instituições. O que, como se sabe, é completamente diferente de "troika", com a qual o heróico Siryza tratou de correr.

Os gregos, coitados, vão ser vítimas de mais um valente apertão. O acordo proposto está a ser alvo de forte contestação interna dentro do partido que apoia o governo local mas, mesmo assim, para uma certa esquerdalha nacional trata-se de uma vitória memorável. Até parece que aquilo que foi imposto à Grécia, ao longo de não sei quantos resgates, é bastante mais aceitável do que o programa de assistência português! Se calhar o melhor é fazerem as malas e irem explicar isso ao povo grego. Ficávamos todos a ganhar.

Compartilhar no WhatsApp

"Não mije, está a ser filmado"

por Kruzes Kanhoto, em 23.06.15

la-mejor-forma-de-disuadir.jpg

 (Imagem gamada num site qualquer)

 

 

Há quem tente de tudo para impedir que “naquela” parede ou “naquele” recanto – aparentemente recatado mas onde, afinal, toda a gente vê – os fulanos mais incontinentes tratam de verter águas. Ou de escorrer o caldo à couve. De mijar, a bem dizer.

Deve ser a pensar nesses casos que alguém inventou esta sinalética. E resulta, ao que parece. Consta que o número de criaturas a aliviar a bexiga nos locais onde os sinais foram instalados diminuiu drasticamente. Cá pela terrinha bem que se podia fazer a experiência. Lugares onde o pessoal aponta a minhoca à parede diz que não faltam. Fica a sugestão.

Compartilhar no WhatsApp

Queremos mais impostos!

por Kruzes Kanhoto, em 22.06.15

100_4233.JPG

 

Se bem entendo os jovens comunistas reivindicam a atribuição de mais bolsas de estudo e, simultaneamente, o pagamento de propinas mais baratas. Ou seja, mais despesa e menos receita. Logo parece-me que falta ali uma terceira reivindicação. Algo do género: “queremos mais impostos”!

Compartilhar no WhatsApp

Serão as bruxas corruptas? Ou os corruptos é que parece que são bruxos?

por Kruzes Kanhoto, em 21.06.15

As bruxas e a corrupção têm muito em comum. Parece, até, que ambas estão intimamente ligadas. Das primeiras – as bruxas - costuma-se dizer que apesar de não acreditarmos nelas, lá que a há, há. Já a corrupção acreditamos que existe mas, por mais que nos esforcemos, nunca a conseguimos ver. Curiosamente não é raro depararmos com coisas que nos parecem apenas possíveis graças a uma qualquer bruxaria. Ou, menos raro ainda, a situações que levam, mesmo ao mais ingénuo, a desconfiar da impossibilidade da coisa sem a intervenção de uma mãozinha corrupta. Seja como fôr a existência de bruxas e de corruptos, salvo uma ou outra bruxa menos discreta ou um ou outro corrupto mais descuidado, está ainda por demonstrar.

O que já está mais do que demonstrado e diariamente reafirmado é o apelo de autarcas, ex-autarcas com vontade de ser novamente autarcas, opositores a quem já cheira a poder e patos bravos em geral ao “investimento público”, ao “fim da austeridade” e, em suma, à abertura das torneiras do pote. Toda esta malta não esconde a ansiedade de voltar a esturrar o dinheiro do contribuinte. Tudo, garantem, para o bem do povo. O mesmo povo que não acredita em bruxas, mas que crê piamente na existência de corruptos. Mesmo que uns e outros permaneçam invisíveis. Para alguns.

Compartilhar no WhatsApp

As sondagens valem o que valem. Nomeadamente quando não nos agradam.

por Kruzes Kanhoto, em 20.06.15

Uns ingratos estes eleitores. Promete-se-lhes tudo e mais um par de botas e, mesmo assim, os patifes preferem votar nos outros. Não se faz. Se calhar, digo eu que não sou de intrigas, o melhor é calarem-se. Fazerem-se de morto. Talvez assim subam nas sondagens. Experimentem, já que a fazerem-nos de parvo não está a resultar.

Entretanto a opinião publicada continua a esforçar-se por convencer a opinião pública que um empate é melhor do que uma vitória por poucochinho. Já agora, diga-se, é uma chatice isto de ser a segunda e não a primeira a escolher quem governa. Ou, até mesmo, a ser auscultada numa simples sondagem.

Compartilhar no WhatsApp

Antes a pé...

por Kruzes Kanhoto, em 19.06.15

coule.jpg

 

Longe de mim pretender fazer piadolas a atirar para o javardote ou de manifesto mau gosto. Até pelo respeito que as circunstâncias impõem e que é devido a todos os envolvidos nos infelizes acidentes das últimas horas. Ainda assim, garanto, pensava duas vezes antes de viajar num veiculo com estes dizeres. Não é seja superticioso mas, pelo sim pelo não, preferia ir a pé...

Compartilhar no WhatsApp

Greve do Metro

por Kruzes Kanhoto, em 17.06.15

Nutro uma admiração muito especial por pessoas com sentido de humor. Até mesmo aquelas que apenas manifestam uma ligeira queda para a piadola fácil e alarve despertam em mim um sentimento de simpatia. É o caso dos sindicalistas, comunistas e esquerdalha em geral. São uns pândegos, os tipos. Toda esta malta consegue, em diversos canais de comunicação, fazer um humor de fino recorte a propósito da greve – deve ser a tricentésima octogésima nona – do Metropolitano de Lisboa. Segundo estes comediantes circenses o intuito de mais esta gloriosa jornada de luta é defender o interesse dos utentes. Por isso, no interesse de quem o usa e já pagou pelo serviço, nada melhor do que fechar aquilo. De certo todos os que pretendam utilizar o Metro e não o possam fazer, vão ficar agradecidos. Exultantes, mesmo. E ainda bem. Para tristeza já chega a funesta expectativa de um dia destes, só para atazanar o sentido aos passageiros, o serviço funcionar todos os dias.

Compartilhar no WhatsApp

Prioridades de um país de malucos

por Kruzes Kanhoto, em 16.06.15

Captura de ecrã - 16-06-2015 - 21:19:19.jpg

 

Captura de ecrã - 16-06-2015 - 21:22:39.jpg

 

Devo ser dos poucos a achar que, em Portugal, as prioridades estão todas trocadas. Isto, no fundo, é um país de invertidos. E de pervertidos, também. Nem vale a pena procurar exemplos que justifiquem esta afirmação. Antes pelo contrário. Ela é justificada pela ausência de exemplos que a contradigam.

Atente-se no Serviço Nacional de Saúde. Pode argumentar-se que ele reflecte as opções dos governantes e que são eles, os de agora e os que estiveram antes, os culpados. Poder, pode. Mas será pouco sério. É que as escolhas dos políticos espelham as nossas e se eles escolhem isto e não outra coisa é porque sabem que é isto que nós queremos. Os políticos, todos eles, querem agradar aos eleitores. Às pessoinhas,em geral.

Daí que se chegue a esta situação aterradora. O SNS faz abortos, à custa do contribuinte, como se não houvesse amanhã mas, em contrapartida, não possui os recursos necessários para efectuar exames clínicos que podem salvar vidas. Não tem porque faz opções. Escolhe. No caso opta pelo mais simpático, modernaço e que agrada ao povo. Invertido. Ou pervertido, sei lá.

Compartilhar no WhatsApp

Coisas que me apoquentam

por Kruzes Kanhoto, em 15.06.15

depilacao.jpg

Porquê um coelho? Admitamos que é uma coelha vá, mas, ainda assim, porquê? E branca?! Não podia ser, digamos, um pouco mais escurinha a modos que a condizer com as pilosidades que se pretendem remover? Tudo questões inquietantes para as quais tenho, até, receio de procurar uma resposta.

Compartilhar no WhatsApp

Moda

por Kruzes Kanhoto, em 14.06.15

5575c1f66f937.jpg

A moda é uma coisa chata. Sem piada. Nem sei como é que o gajedo – e uns quantos panilhas, também – perdem tanto do seu escasso tempo de vida a falar ou escrever acerca do assunto. Muito mais animado seria se os gajos do marketing conseguissem pôr o pessoal a trajar fatiotas como a da senhora da foto. O limite seria a criatividade dos designers...

 

Compartilhar no WhatsApp

E uma taxinha para isto, não se arranja?!

por Kruzes Kanhoto, em 13.06.15

100_4229.JPG

Há quem insista na defesa da aplicação da taxa reduzida de IVA nos produtos destinados à alimentação para animais de companhia. Não me parece boa ideia. Pelo contrário. A fiscalidade sobre este tipo de bens de luxo devia ser substancialmente agravada. Talvez cenas desagradáveis como esta não se repetissem a cada passo nas ruas das nossas cidades.

Compartilhar no WhatsApp

Pág. 1/2