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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Podemos não saber o que queremos...mas nós, cidadãos, já não damos para esse peditório.

por Kruzes Kanhoto, em 30.05.15

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Vai por aí um inusitado entusiasmo com os resultados eleitorais obtidos pelos movimentos políticos alternativos, constituídos por cidadãos alegadamente fartos dos partidos tradicionais, nas recentes eleições espanholas. Também já assim foi com o Siryza. Mesmo que a chegada ao poder daqueles malucos não tenha trazido nada de novo. Nem, sequer, conseguiu surpreender aqueles – entre os quais me incluo – que sempre acharam que aquilo ia dar, ainda mais, para o torto.

Admito que possa ser o meu cepticismo a escrever mais alto mas, por mais que me esforce, não consigo lobrigar motivo para tanto entusiasmo. É que nós - em alguma coisa havíamos de ser pioneiros - já passámos por idêntica experiência. Há trinta anos, mais coisa menos coisa, tivemos o PRD. Um partido que teve o alto patrocínio do general Eanes, então Presidente da Republica, com uma retórica muito semelhante à destes “cidadãos” que tantos desejam ver replicados por cá. Deu no que deu. Ou seja, em nada. Daí que o país real, aquele que não anda pelas redes sociais e se está cagando para a intelectualidade bem pensante, não ligue peva a essa malta. Eles que vão fumando umas brocas enquanto discutem entre si se os unicórnios voam ou não. Nisso, reconheço, são bons e estão muito acima do comum dos mortais.

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Comove-me tanta generosidade

por Kruzes Kanhoto, em 29.05.15

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O Facebook é um lugar de indignação. Toda a gente se indigna por tudo e mais um par de botas. Parece assim uma espécie de doença contagiosa. Ontem foi a vez de um destacado militante socialista, ex-ministro e comentador residente de uma televisão, se manifestar indignado por um quadro famoso, obra de um não menos afamado pintor, ter sido vendido em leilão.

Defendia o senhor que o dono da pintura, em lugar de se ter abotoado com os trezentos e cinquenta mil euros que o novo proprietário lhe pagou, devia ter cedido o quadro a um museu onde pudesse ser apreciado pelo povo. Generoso, o homem. É notável o desprendimento da criatura relativamente aos bens materiais. Nomeadamente em relação aos que não são de sua propriedade. Como quase todos os socialistas, afinal.

Curioso é a quantidade de apoiantes que a causa granjeou em pouco tempo. Bem que podiam passar das palavras aos actos e tratar de, entre todos, fazer uma “vaquinha” para comprar o quadro e ofertá-lo a um qualquer museu. Ou, melhor ainda, sugerir que uma fundação dessas que se fartaram de receber apoios do Estado o compre. Isso sim, é que era uma boa malha!

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A mania que esta gente tem de fazer estudos sobre minorias...

por Kruzes Kanhoto, em 28.05.15

Um desses estudos que agora aparecem todos os dias a propósito de tudo e de nada, garante que os casamentos mais felizes são aqueles em que o homem é cinco anos mais velho que a mulher e menos inteligente do que esta. É capaz. Ou não, sei lá. Mas isso, para o caso, é o que menos importa. Ao ler a noticia o que mais me apoquentou é os homofóbicos dos estudiosos se terem esquecido, aparentemente, de estudar as parelhas do mesmo sexo. Se, com este estudo, todos – pelo menos aqueles e aquelas que estão no mercado – ficaram a saber quem escolher para ter uma relação feliz, é uma crueldade que a rapaziada seguidora de outra cartilha fique sem orientações claras quanto ao parceiro ideal. Uma discriminação inqualificável. Não se faz. De certeza que um qualquer deputado já estará a tratar de fazer aprovar uma lei a proibir este tipo de estudos por atentatórios à liberdade de desorientação sexual de cada um...

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Destaque!

por Kruzes Kanhoto, em 28.05.15

Este post sobre as pensões e a segurança social esteve hoje em destaque no Sapoblogs. Se outro motivos não houvesse – e houve uns quantos – já valeu a pena a mudança para esta plataforma. Obrigado Sapo!

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Um dia a esplanada vem abaixo...

por Kruzes Kanhoto, em 27.05.15

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As arribas da costa algarvia, tal como o país, ameaçam desmoronar-se a qualquer momento. O perigo de derrocada está devidamente assinalado e quem, ainda assim, ousar colocar a vida em risco, nomeadamente abancando nas imediações, está sujeito a ser penalizado com uma coima que é para não se armar em infractor. Mas isto, ao que parece, é só para quem fica por baixo. Por cima, a julgar pela esplanada, a segurança estará garantida apesar de situada sobre a zona assinalada como sendo de potencial risco. A menos que se acredite que, em caso de desmoronamento, a parte superior fica incólume. Ou isso ou o red bull é à descrição...

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Sinto-me um benfeitor...

por Kruzes Kanhoto, em 26.05.15

Era inevitável. A questão das reformas teria de vir, mais cedo do que tarde, de novo à discussão. Pena é que não se consiga fazer de forma séria e que uma questão desta natureza seja tratada como mera questiúncula politica. Lamentável, igualmente, que os cidadãos não percebam o que está em causa e, menos ainda, aceitem que o sistema está prestes a colapsar.

Particularmente irritante – pelo menos para mim – é a retórica politicamente correcta, que vai da direita mais à direita até à esquerda mais à esquerda, que não se pode cortar nas pensões. Como se não fosse o que tem andado a ser feito nos últimos anos. A minha reforma, a que hei-de ter daqui por uns anos, já foi mais do que retalhada. Mas essa parece que não faz mal. Pode-se cortar à vontade. Nas de quem se reformou com a idade que tenho agora – e mais novos, até – é que não se pode tocar. Ou seja, sou triplamente penalizado. Desconto mais, trabalho muitos mais anos e, no fim, tenho uma reforma mais baixa. Isto para garantir o conforto de quem trabalhou menos, descontou menos e recebe uma pensão maior. Estranho conceito de justiça social, este.



 

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A importância do camaleão

por Kruzes Kanhoto, em 25.05.15

Aquilo das construções clandestinas nas ilhas da Ria Formosa, lá para os Algarves, tem a sua piada. Primeiro pela ideia genial de uns quantos em construir ali uma casinha, num terreno que não é seu – deles – e, depois, por acharem que têm um qualquer direito divino a ocupar a aquele espaço. Mas, ainda assim, o mais engraçado nem é isso. Piada tem mesmo essa coisa dos camaleões. Enquanto se tratou de expulsar pessoas não houve problema, mas quando se descobriu que andavam por lá esses pequenos bicharocos – provavelmente introduzidos no local por algum dos indivíduos a escorraçar – é que foi uma chatice. É a confirmação que nos estranhos tempos que vivemos - de ainda mais estranhas leis e esquisitas mentalidades – os bichos são muito mais importantes que os homens. Assim vamos longe, vamos.

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Envergonhar a natureza

por Kruzes Kanhoto, em 24.05.15

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Por pior e mais parva que seja uma ideia para entreter velhotes, animar a juventude ou outra maneira qualquer que envolva esturrar o dinheiro dos portugueses, ela é, quase no imediato, replicada por este país fora. Agora é esta coisa de vestir as árvores. Manias. Neste caso, nem vou sugerir que há piores. Esta é suficientemente má. É por isso que aguardo ansiosamente pelo dia em verei esta aberração a cobrir – de vergonha – todas as árvores que ladeiam o Rossio cá do sítio.

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Compreendi-te...

por Kruzes Kanhoto, em 23.05.15

Segundo António Costa o PS propõe-se aumentar a despesa e, simultaneamente, baixar a despesa. Garante também o mesmo personagem – e sem se rir – que as ideias socialistas para a governação passam igualmente por fazer crescer a receita e, em simultâneo, diminui-la. Percebi tudo. É mais ou menos o mesmo que dizia o outro. Aquele do BES que financiava isto tudo. “Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”. Ou o contrário, não sei ao certo.

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O gato, a professora e os papás totós...

por Kruzes Kanhoto, em 22.05.15

A escola mudou muito desde os meus tempos de aluno. Para pior, receio. E, ao contrário do que muitas vezes parece que se quer fazer acreditar, não é por culpa dos alunos. Os pais são muito piores. Veja-se o caso do gato. Um exercício onde o autor pretendeu colocar uma pitada de humor, virou quase um drama nacional. Ou da professora toda jeitosa que dançava em cima de uma mesa enquanto se esfregava pelos alunos. O que, presumo, não terá afectado negativamente a rapaziada. E se afectou algum é porque qualquer coisa nele não funciona lá muito bem.

Ver os esparveirados dos papás preocupados com estes assuntos faz-me perder a esperança na humanidade. Afinal que receiam eles? Que comecem a chover pequenos felinos das varandas, colocando em causa a integridade pública dos transeuntes? Que alguma docente mais fogosa se estique para o lado dos seus “inocentes” meninos? É isto que preocupa o país?! Porra, pá. Tratem-se mas é...

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As cerejas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 21.05.15

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Alguns prognósticos mais pessimistas apontavam para a impossibilidade de me engasgar com os frutos desta árvore. Seria, digo eu, uma maneira de insinuar que poucas ou nenhumas cerejas daqui iria colher. Mas, contrariando esse vaticínio, tudo aponta para que este ano, mais uma vez, as previsões acerca da esterilidade da cerejeira cá do quintal tenham sido manifestamente exageradas.

Uma ameaça alada paira, no entanto, sobre a colheita. Melros. Mais que muitos. Uns quantos, desconfio, com ninho instalado nas cercanias. É o que dá a parónia, actualmente em voga, acerca da alegada protecção de tudo o que esvoace, rasteje ou tenha pernas e não seja humano. A continuar assim, pouco me admira que um dias destes o cenário daquele celebre filme do Alfred Hitchock se concretize.

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Fica-lhe bem a franqueza!

por Kruzes Kanhoto, em 20.05.15

A coerência e a honestidade ficam bem a toda a gente. Nomeadamente ao políticos. Que, como se sabe, são uma espécie a quem estes valores não dizem grande coisa. Por contrariar esta prática e dizer com toda a convicção ao que vem, o líder parlamentar do PS mostrou claramente que a seriedade também pode existir na politica. Garante o senhor que defende para Portugal – e o partido que representa também, parece licito concluir – os mesmos princípios e os mesmos valores que defendia há quatro anos. Ou seja, o que contribuiu para a intervenção da troika, a falência do país e, em suma, tudo o que nos trouxe até este triste estado de coisas. Ainda bem que avisa. Não é que não desconfiássemos mas, assim, apenas os distraídos  – daqueles mesmo muito distraídos – é que vão votar do Partido Socialista.

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Eles andem n'aí

por Kruzes Kanhoto, em 20.05.15

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Há mesmo necessidade de levar o cão para a praia? Ou é só uma estranha forma de exibicionismo?

por Kruzes Kanhoto, em 19.05.15

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Estou como o outro da estória da batata frita. Cada coisa no seu lugar. E o lugar dos cães não é na praia em ameno convívio com as pessoas como se fossemos todos da mesma espécie. Por alguma razão é proibido, sendo que essa proibição é bem visível nos acessos a todas as praias. Nada que importe a umas quantas bestas. Lá por entre eles e os bichos ser tudo ao molho e fé em Deus, não quer dizer que no espaço público tenha de ser assim. Mas destes não querem as autoridades saber...

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A idade do pombo

por Kruzes Kanhoto, em 18.05.15

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Duas noticias das últimas horas deixaram-me particularmente inquieto. Ambas envolvem idosos e retratam duas situações de penúria.

Uma refere-se às dificuldades de um velhote inglês que, coitado, teve de recorrer ao trafico de bebidas alcoólicas - que alegadamente revendia aos outros utentes do lar de idosos onde estava instalado – para conseguir suportar os encargos com as prostitutas que, amiúde, contratava. Para ele e para os amigos. Generosidade que a direcção do lar não apreciou e que o levou a ser expulso da instituição.

Outra elucida-nos acerca do montante que auferirá de reforma um conhecido maestro português. Duzentos e oitenta e oito euros mensais. Uma vergonha. De tal forma que o senhor terá de sair para “caçar” se quiser sobreviver nesta “badalhoquice” de país. Não se faz, de facto, uma coisa destas a tão grande vulto da cultura nacional.

No primeiro caso é de elogiar o dinamismo revelado pelo velhote. Precisava de algo que não conseguia pagar mas, não desistiu, foi à luta e obteve aquilo que pretendia. Um exemplo que as gerações mais novas deviam seguir. Ainda que, evidentemente, dando melhor uso aos proveitos obtidos.

O segundo é mais um exemplo da lusitana lamechice. As reformas são proporcionais ao que se desconta e para receber uma quantia tão irrisória é porque também não descontou grande coisa. Prática muito comum entre os chicos-espertos. Um bom exemplo, também, daquilo que não se deve fazer. E depois o “badalhoco” é o país...

 

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Alegrai-vos despesistas!

por Kruzes Kanhoto, em 17.05.15

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Depois de uma paragem de cerca de três anos voltaram as obras ao IP2 entre Évora e Castro Verde. Para gáudio dos que acham que o país deve ser um estaleiro permanente, daqueles para quem betão e desenvolvimento são sinónimos e dos despesistas em geral. Não digo que, num ou outro ponto do referido itinerário, a interrupção decretada há quatro anos não tenha criado situações de potencial perigo para os automobilistas e que a sua conclusão se impunha por questões de segurança. O pior é que, na generalidade dos casos, as intervenções iniciadas no tempo do delirante governo socialista pouco ou nada acrescentam à qualidade da estrada. Vamos ter, isso sim, é muito mais quilómetros de vias paralelas e viadutos a desnivelar entradas e saídas de e para lugar nenhum.

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Este peixe lembra-me alguém...

por Kruzes Kanhoto, em 16.05.15

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Promessas. Mais que muitas. Parece, até, que saiu um mega-hiper jackpot do euromilhões e agora não se sabe onde gastar tanto dinheiro. E nós, feitos parvos, a ir na conversa do tubarão...

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Pode ser que a moda pegue...

por Kruzes Kanhoto, em 15.05.15

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Ter uma ovelha como animal de estimação é, digamos, uma coisa a atirar para o esquisito. Colocar-lhe uma fralda, também. Mas, quanto a esta última parte, a esquisitice é de louvar. Se os donos dos canitos fizessem o mesmo teríamos um país muito mais limpo.

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Que merdas é que andam a fumar em Guimarães?

por Kruzes Kanhoto, em 14.05.15

Não sei se o glorioso vai ou não festejar o titulo de campeão no próximo Domingo. Nem, sequer, imagino se vai chegar a comemorar o quer que seja nos dias, semanas ou meses que se avizinham. Sei apenas que ouvi e li as declarações de uns quantos mentecaptos – alguns com mais responsabilidade que o comum adepto - garantir que não permitiriam festejos benfiquistas em Guimarães. Como se as bestas, aquelas ou outras, fossem donos da vontade dos outros cidadãos. Adeptos do Benfica ou de outro clube qualquer. Havia de ter piada se, por exemplo, os socialistas de Estremoz fossem proibidos de festejar aqui a vitória nas próximas eleições legislativas só porque a Câmara é de outra cor completamente diferente... Mas isto está tudo parvo ou quê?!

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Desacordo!

por Kruzes Kanhoto, em 13.05.15

Não estou de acordo com essa coisa do acordo ortográfico. Nem me sou submeter a regras parvas que quantos iluminados se lembraram de inventar. O corrector do Writer ainda está configurado para o português correcto e qualquer actualização que se proponha instalar um dicionário com a nova forma de escrever será liminarmente rejeitada. Para mim o “trânsito não para para ela passar”. Micto para essa cambada!

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