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O homem do bloco

por Kruzes Kanhoto, em 28.02.15

Na posse do seu inseparável bloco é visto com regular e preocupante frequência nos locais e horários mais improváveis.

Ao certo ninguém sabe o que aponta nem as notas que toma. E, ainda menos, para que servem. São poucos os que sabem o que faz. Desenvolve iniciativas garantem alguns. Promove sinergias juram outros. Os mais brincalhões asseguram que compra tudo feito.

Sabe-se contudo que, seja lá o que for, o faz correndo riscos. Daqueles que fazem perigar a integridade física. Principalmente a sua. Há quem garanta que o nosso homem teve mesmo de efectuar já uma ou duas retiradas estratégicas. Tudo alegadamente, claro.

Certezas apenas que não é de esquerda. Nem consta que escreva em qualquer jornal.

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publicado às 21:05

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 28.02.15

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Apesar do Rossio Marquês de Pombal, em Estremoz, ser uma das maiores praças do país, ainda assim é pequena para alguns artistas do estacionamento, para quem os dez centímetros de altura do lancil não são suficientes para retirar o prazer de estacionar na relva.

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publicado às 16:48

Austeridade e falta de memória

por Kruzes Kanhoto, em 28.02.15
Convém recordar aos mais esquecidos que a austeridade não começou com o Parvus Coelho. Talvez tenha é atingido a esmagadora maioria dos actuais indignados durante o seu governo. Foi no governo do Partido Socialista – de que António Costa era o número dois – que foram tomadas algumas medidas profundamente injustas. Lembro, só a titulo de exemplo, o corte no abono de família a quem ganhava o fantástico ordenado de setecentos euros. Medida que não suscitou nenhum pedido de inconstitucionalidade, ao contrário que sucedeu quando os atingidos pelos cortes foram aqueles que detinham rendimentos bem superiores. Mas percebe-se. Isto há que atender aos que conseguem fazer mais barulho.
Por mim sou e sempre foi contra este tipo de politica. Está escrito nas páginas deste blogue. E também de outros. Onde, por causa desta posição aqueles que agora se indignam com as medidas austeritárias e que antes as defendiam com a mesma arrogância com que agora as criticam, já me chamaram de tudo. Menos pai, acho eu.  
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publicado às 14:01

Pilha galinhas

por Kruzes Kanhoto, em 28.02.15

Ao contrário de outras localidades, Estremoz não apresenta ainda problemas sérios de criminalidade. À excepção de alguns conhecidos "pilha-galinhas", indivíduos cuja propensão para cobiçar os bens alheios parece ser uma partida da genética, não existem por cá meliantes em quantidade, nem qualidade, para fazer desta terra um lugar inseguro. Não obstante este estado de coisas, começam a ser preocupantes alguns comportamentos de um certo grupo de cidadãos. E chamemos-lhe assim para não ferir susceptibilidades, porque ser cidadão pressupõe respeitar as regras da cidadania. Coisa que os seres em causa nem desconfiam o que seja. Vá lá saber-se porquê, o aglomerado de pessoas em espaço fechado parece provocar nessas criaturas o estranho desejo de embirrar com quem lhes está mais próximo e encontrar um pretexto para provocar conflitos. E estes, os conflitos, podem ter resultados muito mais trágicos do que a fuga de umas quantas galinhas da capoeira de uma qualquer vizinha.

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publicado às 13:44

A oração, a missa e a sesta.

por Kruzes Kanhoto, em 28.02.15

Sabe-se que, mesmo quando trabalham nos países ocidentais, os muçulmanos interrompem a laboração várias vezes ao longo do dia para as suas orações. De rabo para o ar e virados para Meca, como também se sabe. A moda parece estar agora a chegar ao cristianismo. De tal forma que parece haver cristãos que tiram algum tempo do seu dia de trabalho para assistir, ou "fazer" como agora se diz a propósito de tudo, uma missinha. Cá por mim acho muito bem. Tal como se pretende institucionalizar um período para a sesta, coisa que segundo dizem revigora o corpo apesar de deixar na boca um sabor a papéis de música, porque não reservar também um tempinho para as coisas do espírito?

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publicado às 09:40

Vernissages

por Kruzes Kanhoto, em 27.02.15

Vá lá saber-se porquê, uma distinta e honorabilissima organização de carácter social e humanitário insistiu durante algum tempo em convidar-me para as suas "vernissages". Logo a mim. Um gajo sem cultura geral, que só lê "A Bola" e, mesmo assim, apenas quando o Benfica ganha. É por isso que, apesar da gentileza do convite, sempre dignifiquei as vernissages com a minha ausência.

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publicado às 20:07

Diz que é uma espécie de racismo positivo

por Kruzes Kanhoto, em 27.02.15

Diz-se, mas provavelmente será mentira, que os membros de uma minoria étnica fortemente implantada entre nós, apesar de conduzirem tão mal como os restantes portugueses, não pagam multas de trânsito. Ou raramente o fazem. Consta que haverá - coisa em que não acredito - alguma relutância em autuar esses cidadãos, que como todos sabemos são pessoas educadas, com boas maneiras e que irradiam simpatia, respeito pelos outros e pelas leis do país. No entanto, se por um infeliz acaso algum deles é detectado, com o seu Mercedes, BMW ou outro veiculo topo de gama, a cometer uma infracção e o agente não pode de todo em todo "fechar os olhos", o autuado é, ao que parece, de imediato informado, pelo próprio autuante, que deve dirigir-se à primeira assistente social que encontrar para que esta ateste a sua condição de pobreza por forma a que a multa seja considerada sem efeito. Diz-se, mas provavelmente será mentira. Até porque a ser verdadeira, esta situação de clara discriminação, há muito que teria merecido a denuncia de organizações como o SOS Racismo, do Bloco de esquerda e de outras associações de defesa das minorias.

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publicado às 16:03

Rivalidades

por Kruzes Kanhoto, em 27.02.15

A rivalidade entre vizinhos, sejam pessoas, localidades ou instituições, sempre existiu e, a menos que surge uma significativa mudança no comportamento humano provocada pelas alterações climáticas ou qualquer outro problema da moda, continuará a existir enquanto o homem povoar o planeta.

Argumentarão alguns que essa rivalidade é salutar e mostra que as pessoas amam aquilo que é seu e valorizam-no aos olhos dos outros. Pode ser. No entanto o passado ensina-nos que esse sentimento nunca trouxe nada de bom.

Não faz por isso qualquer sentido que se fomentem estas rivalidades, principalmente quando os motivos para rivalizar são pouco mais que ridículos e não vão além da mercearia que fia mais que a outra, da tasca da esquina que tem os melhores coiratos dos arredores ou do campo de berlinde que tem os buracos mais fundos.

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publicado às 11:59

IRS ao fundo

por Kruzes Kanhoto, em 27.02.15

Numa iniciativa aparentemente simpática, alguns municípios tem vindo a reduzir a sua participação no IRS, aliviando assim os contribuintes residentes na sua área de jurisdição de algumas dezenas ou, conforme os rendimentos ou o valor da redução, centenas de euros.

Esta medida não se deve ao facto de os cofres municipais estarem sem espaço para acomodarem mais notas nem, ao que se sabe, à situação financeira das autarquias ter evoluído de tal forma que exista um excedente de receita.

O argumento mais frequentemente utilizado é o do combate à desertificação e à necessidade de fixar população ou, até mesmo, chamar novos habitantes seduzidos com uma redução do imposto que pode chegar até ao cinco por cento.

A bondade desta medida não poderá ser constatada a curto prazo. Parece no entanto pouco provável que os jovens, terminados os estudos, se fixem na sua terra se esta em vez de emprego apenas tiver para lhes oferecer uma redução de impostos. Ou que um trabalhador, daqueles que pagam impostos, faça a sua opção profissional em função dessa variante.

Arrisco-me a prever que esta medida pode quando muito contribuir para fazer retornar à sua terra, em termos de morada oficial, um ou outro reformado que em busca de melhores condições de vida, ou simplesmente porque lhe apeteceu, a abandonou enquanto jovem.



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publicado às 08:57

Colinho e palmadas no rabiosque

por Kruzes Kanhoto, em 26.02.15
Na comunicação social escrita, falada e televisionada reina um estranho consenso em redor de dois assuntos. O governo e o Benfica. Relativamente ao primeiro não há comentador – ou são raríssimos – que não desanque em todos os ministros e em cada medida que o governo toma ou deixa de tomar. Isto enquanto, na falta de opositores de jeito cá dentro, vai endeusando o Syriza, o Tsirpas e o Varoufakis. Gente de reconhecida competência, prestes a passar a certidão de óbito ao país que lhes confiou o poder. Mas isso é lá com eles. São gregos, entendam-se.
Também o Benfica, para os jornaleiros e comentadeiros de serviço, constituiu uma espécie de saco de pancada. Principalmente desde que perceberam que o lagartedo, como é hábito, não vai a lado nenhum e o clube do putedo, apesar dos charters de espanhóis e dos contentores de euros despejados no estádio do Ladrão, está a ter dificuldades inesperadas para ganhar alguma coisa.
Quanto ao Benfica tenho a certeza que a canzoada a quem é dado tempo de antena na comunicação social não convence ninguém. Já quanto ao governo não sei. Mas ou muito me engano ou ainda é capaz de provocar efeitos contrários ao pretendido. É que isto às vezes tanto se bate no ceguinho que a malta fica com pena...





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publicado às 23:46

Consumidor protegido

por Kruzes Kanhoto, em 26.02.15

Os consumidores portugueses estão cada vez mais exigentes e atentos, fazendo valer os seus direitos sempre que se sentem lesados. Há até mesmo quem, não sendo atendido da forma que lhe parece mais correcta, parta o equipamento do comerciante, destrua a mercadoria exposta, dê uma sova no empregado, um enxerto de porrada no patrão, distribua uns valentes tabefes pela restante clientela e, antes de sair, no uso dos seus direitos de cidadania, exiga o livro de reclamações.

É claro que o pacato consumidor pode sempre contar com o apoio da família e das autoridades, caso o comerciante se arme em parvo e se lembre de recalcitrar.

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publicado às 23:02

Tuga tecnológico

por Kruzes Kanhoto, em 26.02.15

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O verdadeiro tuga está sempre contactável e pronto para contactar alguém. Nem que seja para fazer a pergunta que mais se repete ao telemóvel. O clássico "onde estás?".

Tuga que se preze está sempre atento às últimas novidades deste ramo da tecnologia. Depois do telemóveis que tiram fotografias, filmam, fazem tostas ou servem para cortar as unhas, eis que surge o último grito da moda. O telemóvel à prova de água, com o qual pode fazer e receber chamadas enquanto dá um mergulho.

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publicado às 14:54

Envelopar é o que está a dar!

por Kruzes Kanhoto, em 26.02.15

Ganhar dinheiro facilmente e sem sair de casa é o que nos prometem centenas de anúncios publicados diariamente nos mais variados jornais e revistas. Dobrar e meter circulares em envelopes parece ser, a acreditar no que se anuncia, uma actividade altamente rentável e com um largo pontencial de crescimento no nosso mercado. Só assim se compreende que se prometam lucros de 750, 1.000 ou mesmo 2.000 euros por semana!!!

A continuar assim, um destes dias, é coisa para ser mais lucrativa que o negócio das "massagens", do "relax" e de outros "divertimentos" cujos anúncios vão enchendo as páginas dos classificados.

Tanta oferta é sinal que a procura também será muita. O que nos pode levar a concluir que afinal há por aí muito dinheiro para gastar. Ou então que vivemos num país de tansos.

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publicado às 09:07

Acasalar é preciso...

por Kruzes Kanhoto, em 25.02.15

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Cálculo que o autor da mensagem estivesse num estado de desespero total. Talvez até mesmo à beira da morte e necessitasse imperiosamente de deixar descendência. Só isso justifica o recurso a este método de publicidade agressiva. Ou então estava sem dinheiro para comprar o "Correio da Manhã" e dar uma (!!!) vista de olhos pelos classificados...

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publicado às 22:00

Pois que não posso crer!

por Kruzes Kanhoto, em 25.02.15
Dizque a Câmara Municipal de Alandroal terá recebido a visita de umaequipa da Policia Judiciária. A diligência dever-se-á, segundo aspalavras da presidenta da autarquia publicadas em diversos órgãosde informação da região, a investigações que visarão esclarecermatérias que terão a ver “essencialmente com a realizaçãode obras por parte da câmara, com funcionários, com recursoshumanos da câmara e com recursos materiais, máquinas e viaturas dacâmara ao serviço de particulares, neste caso na realização deobras que segundo está denunciado, seriam obras realizadas empropriedades privadas e é isso que se está a tentar apurar”.
Lamentávelperda de tempo e esbanjamento de recursos públicos é o que me aprazescrever sobre o assunto. Refiro-me, como é óbvio, à investigação.Toda a gente sabe que este tipo de procedimentos não é praticadopelos autarcas. Nunca acontece. Ou quase nunca. Bom, vá, podeacontecer de forma muito ocasional numa ou noutra câmara lá donorte… Mas nunca, como sabemos, por estas planícies.



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publicado às 20:53

O génio da carripana

por Kruzes Kanhoto, em 25.02.15

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Cá por mim só desejo que o auto-proclamado génio e provável tuga agricultor, proprietário desta sucata ambulante, receba subsídios suficientes para comprar uma carripana nova.

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publicado às 19:44

Masturbação intelectual

por Kruzes Kanhoto, em 25.02.15

Já dizia a minha avó – essa sábia senhora que não me canso de citar - que a casamentos e baptizados só vão os convidados.

O que ela não sabia, morreu antes disso, é que mais tarde havia de aparecer a Internet e, com ela, haviam de surgir os blogues.

E, para visitar alguns blogues também é preciso ser convidado. O que até nem me parece mal. Embora, como dizia o outro*, um blogue sem leitores não passa de um acto de masturbação intelectual. São gostos. E esses não se discutem.

* O outro, neste caso, não é uma figura de estilo. Ele sabe do que eu estou a falar...

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publicado às 09:00

Foi bonita a festa, pá...

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.15
Podia ser cínico e escrever que tenho alguma curiosidade acerca do argumentário que vão utilizar, de ora em diante, os socialistas, bloquistas, António Costa e a restante multidão de admiradores do Syriza. Mas não. Não tenho mesmo curiosidade nenhuma. De certeza que não serão capazes de me surpreender. Nem, o mais provável, de tirar as devidas ilações da situação grega. Que por mais que se esforcem por dourar a pílula é, assim mal comparado, uma espécie de vacina para as promessas que alguns vendedores de amanhãs radiosos têm andado por aí a distribuir.
De repente muita gente acreditou que mesmo sem dinheiro continuaria a haver palhaços. Quando muito haverá ilusionistas. E muitos a deixarem-se iludir.
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publicado às 19:57

Teorias desconcertantes

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.15

As companhias de seguros tiveram, mais uma vez, lucros fabulosos. Parece que até que, em alguns casos, terão sido os maiores de sempre. Não obstante já nos vieram avisar que há uma necessidade premente de aumentar o preço dos seguros que nós, portugueses, subscrevemos.

Cá por mim confesso-me divido. Por um lado gosto do conceito de lucro, até me parece uma coisa interessante, não me agrada é que seja à minha custa. Por outro lado também aprecio a ideia de seguro, faz-me sentir confortável. É algo que me apraz.

O que me desagrada de todo é esse pequeno pormenor do aumento do preço. Dizem eles que é por causa da alta sinistralidade e da opção de muitos portugueses em fazer um seguro de saúde. Ou seja a culpa é nossa. Nada a que não estejamos habituados. Depois de um obscuro ministro afirmar que a culpa do preço da electricidade aumentar era dos consumidores, por que não há-de a culpa do aumento do prémio do seguro ser dos segurados?!

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publicado às 17:43

Especulações

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.15

Nos últimos dias de cada mês as estações de correios, de norte a sul ou de sul a norte para quem vem em sentido contrário, enchem-se de cidadãos de etnia cigana. Diz que entram com um vale de correio e saem com a carteira recheada de notas. Cá para mim, que não alinho em especulações pouco abonatórias quanto à pouca propensão que esses cidadãos demonstram para trabalhar, prefiro pensar que vão receber o reembolso do IVA relativo aos seus negócios.

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publicado às 13:58

Garrafões aos molhos

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.15

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Apesar da separação do lixo doméstico e sua posterior deposição no eco-ponto constituir já um hábito adquirido para um número muito significativo de pessoas, ainda há quem não o faça. Ou, como a imagem demonstra, deixe o "serviço" a meio. Apesar de todas as campanhas de informação e sensibilização é infelizmente comum encontrarem-se este tipo de embalagens junto aos contentores, o que revela um manifesto comodismo da parte de quem o faz.

O procedimento correcto podia até constituir uma terapia anti-stress totalmente gratuita.

Siga os seguintes passos:

- Olhe o garrafão olhos na rolha e imagine a cara do seu chefe, patrão, sogra, vizinho do lado ou outra besta qualquer;

- Aperte, como se fosse o pescoço do imaginado, até esmagar completamente ou, se preferir, salte-lhe em cima aos pés juntos;

- Finalmente, leve-o até ao eco-ponto mais próximo e faça-o desaparecer da sua vida.




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publicado às 08:53

Flexisegurança

por Kruzes Kanhoto, em 23.02.15

Não sei se ainda alguém se lembra da flexisegurança. Foi, em tempos, um coisa muito falada por cá embora nunca se tenha ao certo chegado a saber do que se tratava. Dizia-se, na época, que era um conceito inovador e todo modernaço que - e aqui residia a dificuldade do comum dos mortais em assimilar a bondade da coisa - ia facilitar os despedimentos contribuindo por isso para baixar o desemprego. Confuso? Bom a coisa funcionaria mais ou menos assim: Quando a secretária boazona engordasse uns quilitos, alterando por isso os pressupostos em que foi contratada, o patrão teria a flexibilidade da lei do seu lado e poderia despedi-la. Por seu turno a secretária boazona, que entretanto tinha deixado de o ser, com a miséria que receberia de subsídio de desemprego iria,seguramente,  emagrecer e recuperar rapidamente a(s) boa(s) forma(s). Em consequência desta genial medida, garantem os experts destas coisas, em cerca de quinze dias encontraria um novo emprego. Ainda que não necessariamente como secretária boazona.

Entretanto, como chegou a crise, o mais prováel é ter emigrado.

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publicado às 20:00

O bufo

por Kruzes Kanhoto, em 23.02.15

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O bufo real é a ave de rapina nocturna de maior porte em todo o mundo, podendo atingir 1,70 metros de envergadura. Existe em Portugal e está actualmente em vias de extinção devido à perseguição humana. Escrevíamos assim em 29 de Outubro de 2005 na primeira versão do Kruzes Kanhoto.

Nessa altura estava longe de imaginar que os exemplares desta espécie, cada vez mais protegida, se iriam multiplicar desmesuradamente e que o seu habitat se tornasse tão diversificado. Hoje estão por todo o lado e, embora muita vezes não os consigamos identificar, sabemos que eles estão sempre por perto. Apesar de, eventualmente, em algumas circunstâncias poderem apresentar um aspecto cordial e afável não tenhamos ilusões, são uns seres execráveis relativamente aos quais há que manter uma distância segura. Ou seremos comidos que nem passarinhos.



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publicado às 18:48

Custos vs proveitos

por Kruzes Kanhoto, em 23.02.15

A cada dia surgem novos estudos "técnicos" acerca dos mais diversos assuntos e, invariavelmente, as conclusões apontam sempre no mesmo sentido. Diminuir custos, encerrar (seja o que for) ou despedir pessoas.

Não consta que até hoje tenha sido elaborado algum estudo que analise a produtividade dos politicos, a eficácia das suas decisões ou, até mesmo, os custos das instituições que dão emprego a toda uma vastíssima classe política. E tal estudo não foi feito porque, neste caso, não se trata de custos mas sim de proveitos, dirão alguns. Próprios, acrescento eu.

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publicado às 18:12

Colaborador é a tua tia, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 23.02.15

É do mais irritante que há esta nova mania dos administradores, gestores, patrões e outros manda-chuvas apelidarem de "colaboradores" os que trabalham por sua conta ou sob suas ordens. Numa rápida consulta a um dicionário de português pode-se constatar que: - "Colaborador" é o que, ou aquele, que colabora. Não se sabe ao certo com quê, mas colabora; - "Trabalhador" é aquele que trabalha para outrém. Sabe-se que trabalha e, normalmente, para quem; - "Assalariado" é uma pessoa cujo trabalho é retribuído por um empregador. Se o patrão não for filho da puta a frase corresponde por inteiro à verdade; - "Funcionário" chama-se a quem exerce funções sejam elas públicas ou privadas. Nenhuma dúvida portanto. - "Empregado" diz-se daquele que tem um emprego. Toda a gente percebe. Posto isto não parece difícil saber o que não se deve chamar a quem trabalha...Até o Gervásio da reciclagem entende!

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publicado às 10:09

Se bem me lembro a culpa era do lucro dos bancos...

por Kruzes Kanhoto, em 23.02.15
Sou do tempo em que os lucros escandalosos dos bancos eram asperamente criticados. Causa apontada pela generalidade da populaça que se gosta de pronunciar sobre estas coisas da economia, da finança e do estado do país em geral, como um dos grandes males que então nos afectavam.
Estranho que meia dúzia de anos depois, várias falências pelo meio e um sistema bancário periclitante – quase à beira do colapso, segundo alguns – estejamos ainda pior do que na altura dos alegados lucros. Curioso, curioso é que ainda não dei por ninguém se retratar. Ou, pelo menos, admitir que estava ligeiramente enganado. 
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publicado às 08:30

Laicismos

por Kruzes Kanhoto, em 23.02.15

A denominada Associação Cívica República e Laicidade pretende que, à semelhança das escolas públicas, os símbolos religiosos sejam removidos dos hospitais públicos. No caso os que simbolizam o cristianismo, pois a coisa piaria muito mais fino se o que estivesse em causa fossem os símbolos islâmicos. Aí seriamos todos muito mais tolerantes. Não tardará que se exija a retirada do Cristo Rei, pois a sua vista poderá ofender todos os não cristãos que atravessam a ponte ou se passeiam nas margens do Tejo, ou, até mesmo, que se mude o nome de umas quantas localidades, como por exemplo São João da Madeira e todas as freguesias com nomes de santos.

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publicado às 01:07

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

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O condutor tuga, perito na arte do estacionamento, arranja sempre uma solução para deixar o carro a escassos metros do local onde tem de se deslocar. É uma forma de poupar as calorias que mais tarde irá gastar no ginásio ou nas longas caminhadas de fim de tarde. Fica-lhe bem. É também uma maneira de manter em forma a sua barriguinha proeminente ou o seu colossal traseiro.

Convém esclarecer que o conceito de condutor tuga abrange todo aquele que conduz cá pelo rectângulo, homem ou mulher, de todas as cores, raças e nacionalidades. É que aqui pelo Kruzes não se discrimina ninguém.

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publicado às 20:03

Touradas e outras barbaridades

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

Como forma de protestar contra a realização de touradas a associação, grupo ou seja lá o que for "Acção animal", divulgou na Internet um vídeo onde alguns cidadãos - ocidentais no caso - simulam o apedrejamento de uma mulher, também ela ocidental. O objectivo é alertar consciências para tradições que consideram bárbaras e de gente pouco ou nada civilizada, como dizem ser a tourada ou a lapidação de mulheres. Se o espectáculo taurino é uma tradição pouco mais que ibérica e vagamente sul-americana, não virá mal ao mundo em ser criticado, contestado e até mesmo ridicularizado, já o mesmo não me parece da ancestral tradição muçulmana de lapidar mulheres que tenham cometido determinado tipo de crimes, segundo o abrangente conceito de crime da lei islâmica. A divulgação deste vídeo, que nem me atrevo a divulgar neste blogue, constitui quanto a mim uma grosseira ofensa a todos os muçulmanos e revela por parte dos seus autores um profundo desprezo pelo multi-culturalismo tão querido à civilização ocidental. Espero que estas imagens não venham a chocar o mundo islâmico e não façam recair sobre o nosso país a ira de extremistas que, aproveitando a dica de um conhecido militante socialista, rebentem com as pontes sobre o rio Tejo. Ou até mesmo coisa ainda pior.

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publicado às 17:00

Saco de plástico...sem taxinha.

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

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Uma preciosidade – um tesourinho, quase – de Maio de 2007. E não pagou taxinha...

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publicado às 15:29

A taxinha dos sacos de plástico (V)

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

Afinal não se aplica em todo o lado . Hoje, no mercado cá do sitio, os sacos de plástico continuavam a ser de borla. Porreiro, pá.

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publicado às 14:19

A taxinha dos sacos de plástico (IV)

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

Não há quem, de tão embevecidos que andam com a taxinha, se preocupe com os gajos - e as gajas, que eu não sou de discriminar ninguém - que trabalham nas fábricas que fazem sacos plásticos e que em breve irão engrossar as estatísticas do desemprego. Esses não contam. São, digamos, assim uma espécie de danos colaterais. Aqueles que temos de sacrificar em nome de um futuro glorioso e mais verde.

 

Glorioso e verde são coisas que não combinam. Nem quando o assunto é, alegadamente, a ecologia.

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publicado às 13:40

Socialistas syrizados

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

Há, já dizia o outro fulano, muita falta de memória na politica e nos políticos. Mas não só. Nos portugueses, em geral, também. De repente parece que todos esquecemos o que aconteceu antes de 2011. Olhamos para o presente como se não existisse passado e o mundo tivesse começado nessa altura. Daí que não reconheçamos nos criminosos – em termos políticos, bem entendido - que nos trouxeram até este triste estado, nenhuma responsabilidade. Pelo contrário. Somos idiotas, mas tão idiotas, que nos preparamos para os eleger. Logo a eles, um bando de hipócritas que em lugar de se solidarizarem com o partido irmão que levou uma valente coça eleitoral na Grécia, não se coíbem de manifestar o seu contentamento pela derrota dos seus congéneres socialistas. Estou mesmo a ver que caso – se os portugueses perdessem o pingo de vergonha que, presumo, ainda lhes resta – o Bloco de Esquerda ganhasse as eleições, o povo socialista saía para a rua a festejar...
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publicado às 12:16

Socialistas syrizados

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15
Socialistas syrizados
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publicado às 12:16

A taxinha dos sacos de plástico (III)

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

De todos os argumentos em defesa deste imposto aquele que mais gosto é que “no estrangeiro os sacos do lixo também se pagam”. Não sei de que “estrangeiro” estarão a falar. Nem isso me interessa. Até porque no estrangeiro fazem-se as coisas mais estranhas e não é por isso que nós, quero acreditar, as vamos importar para o nosso dia-a-dia. Como, por exemplo, prender os Madoff's desta vida..

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publicado às 12:10

A taxinha dos sacos de plástico (II)

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

Dez cêntimos cada saquinho. Barato. Vinte escudos, mais coisa menos coisa. O que m'atormenta nem é o preço. Até porque não tenciono comprar nenhum. Mas, esclareço desde já, que não é para não pagar impostos ou por ser forreta. Nada disso. Trata-se apenas de uma questão de solidariedade. Não quero arranjar chatices ao Lelo das t-shirt's nem ao ti Manel das alfaces. Como é que eles depois se arranjavam para cumprir as obrigações fiscais decorrentes da utilização dos sacos de plástico no seu negócio?! 

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publicado às 11:15

A taxinha dos sacos de plástico

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.15

Uma estranha unanimidade percorre a sociedade portuguesa relativamente à implementação da taxinha sobre os sacos de plástico. Nem, estou em crer, o Parvus Coelho esperaria tanto consenso. Deve ser dessa coisa politicamente correcta de salvar o planeta e os peixes que se engasgam com os ditos sacos que, dizem, poluem os oceanos. E, presumo, também atrapalham a circulação dos submarinos.

Embora não pelas mesmas razões que tenho lido e ouvido, mas sim, admito que é uma boa medida. Logo por ser uma taxa – imposto, é capaz de ser mais apropriado – que só paga quem quiser. Depois porque constitui, ainda que poucos tenham referido este aspecto, mais uma arma de combate à evasão fiscal.

Desconfio é que em relação ao ambiente, pelo menos àquele que nos está mais próximo, os contras sejam maiores que os prós. Não estou a ver a maioria das pessoas a comprar sacos para o lixo. Ou muito me engano ou vai começar a ser tudo deitado ao molho nos contentores. Com as consequências para a saúde pública que não são difíceis de antecipar.



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publicado às 10:31

Ganda poda!

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

HPIM0096.JPG

 

A poda, temática já abordada na anterior versão do Kruzes, volta a merecer destaque. E com toda a justiça pois para se darem podas como estas é necessário muita técnica, muita concentração, segurança de movimentos e manuseamento perfeito da ferramenta. Coisas que não estão ao alcance de todos.

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publicado às 18:29

E que tal aplicar o principio do poluidor pagador?!

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

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Não há muito para acrescentar a tudo o que já escrevi acerca desta praga que assola todas as ruas de todas as cidades, vilas ou aldeias de todo o país. Está na moda ter cão, as pessoas preferem-nos aos filhos, arranjam sempre espaço para ter um ou mais, coisa que lhes falta para acolher os parentes mais velhos e, por isso não há mais nada a fazer senão uns "slalons" ou umas fintas de corpo, qual Cristiano Ronaldo, para evitar pisar esta nova espécie de detritos urbanos. Para quando, também aqui, o principio do poluidor pagador? Se não através de multas, porque isso será praticamente inexequível, pelo menos através do fortíssimo aumento do preço das licenças dos canídeos. É que quem tem dinheiro para ter um cão bem alimentado também tem para ajudar a pagar a limpeza do espaço que suja.

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publicado às 17:46

A taxinha dos sacos de plástico (V)

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

Afinal não se aplica em todo o lado. Hoje, no mercado cá do sitio, os sacos de plástico continuavam a ser de borla. Porreiro, pá. 
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publicado às 17:09

A taxinha dos sacos de plástico (V)

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15
A taxinha dos sacos de plástico (V)
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publicado às 17:09

Escrevi este texto em Março de 2007, era então Sócrates o primeiro ministro do governo socialista. Original aqui.

 

Por alegada falta de alunos, utentes ou população o governo vai fechando escolas, serviços de urgências, postos de policia e, num futuro próximo, Tribunais e Serviços de Finanças. Enquanto isso continua a financiar realizadores de cinema para estes fazerem filmes tão bons, mas tão bons que, segundo dados recentemente divulgados, não tiveram mais que umas míseras centenas de espectadores. Parece que um chegou mesmo a ser visionado pelo fantástico número de 24 pessoas...São insondáveis os designios governativos de Sócrates e "sus muchachos".

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publicado às 16:36

A açorda é fundamental!

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

A açorda alentejana tem sido o tema central de um "congresso" que anualmente se realiza numa vila alentejana e que, penso, se irá repetir um destes dias. Embora sejam sempre de aplaudir iniciativas que sirvam de pretexto para trazer pessoas ao quase desértico interior, não se compreende muito bem o que há para discutir acerca de uma das "sopas" mais pobres, miseráveis e intragáveis que se fazem pelo Alentejo. Mas "é fundamental fazê-lo" (!!!!) diz o autarca-mor lá do sitio. Bom apetite, digo eu!

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publicado às 16:00

O parlamento espanhol aprovou uma lei que permite aos "transexuais", como são actualmente conhecidos os paneleiros, bichas, rabetas ou panascas, mudar de nome e sexo no Registo Civil sem que para isso tenham de submeter-se a qualquer cirurgia. Após a entrada em vigor desta lei qualquer um(a) poderá, em qualquer altura, optar pelo nome e sexo que mais lhe convenha. Aguarda-se a qualquer momento que Francisco Louçã, ou até mesmo a Juventude Socialista, avançem com semelhante proposta na Assembleia da República...

 

Texto originalmente publicado aqui em 1-3-2007.

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publicado às 15:31

Lisboa profunda

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

A expressão “Alentejo profundo” utilizada quase sempre sem nexo, por ignorantes armados ao pingarelho, irrita-me solenemente. Aborrece-me, desagrada-me e é uma coisa que me chateia.

Mais uma vez, a propósito de um estudo recentemente divulgado e que associa a pobreza à desertificação, é dado o exemplo, em várias análises que se fizeram ao dito trabalho, de “S. Bento de Ana Loura freguesia do concelho de Estremoz, lá no Alentejo profundo...”.

Desconheço que unidade de medida é utilizada por estas bestas para medir a “profundidade” de um determinado local ou região do país, desconfio no entanto que, seja ela qual for, não está normalizada. Ou então nunca foi utilizada em zonas como o Bairro do Cabrinha, Musgueira, Chelas, Cova da Moura, Quinta do Mocho e outras lá para os lados da Lisboa profunda...

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publicado às 15:00

Ninguém lê blogs

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

Ninguém lê blogs. Não. Os motivos são mais que muitos e todos válidos. Desde um comedido “não costumo ver...”, um depreciativo “isso é coisa para quem não tem mais nada que fazer!”, até ao arrogante “não perco tempo com essas coisas!”, todos vão encontrando uma ou outra razão para desmentir os contadores que a generalidade dos bloggers tem instalado nos seus espaços na internet. No entanto muitos factos que são expostos na blogosfera quase de imediato são corrigidos. Vá lá saber-se porquê. É que ninguém lê blogs. Mas se calhar vêem os bonecos.

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publicado às 14:00

Exportar está dificil...

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

Está a revelar-se uma tarefa muito difícil exportar o Kruzes Kanhoto do blogspot para o Sapo. Deve ser mau jeito. Coisa que, obviamente, importa. Ao contrário do tamanho, ao que dizem. No caso a coisa coloca-se ao contrário. É que a quantidade de matéria a importar é tão grande que ao Sapo apenas chegam os links dos posts...Do resto, népia. E isso importa. Ainda que apenas a mim.
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publicado às 12:10

Exportar está dificil...

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15
Exportar está dificil...
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publicado às 12:10

Consumidor protegido

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

Os consumidores portugueses estão cada vez mais exigentes e atentos, fazendo valer os seus direitos sempre que se sentem lesados. Há até mesmo quem, não sendo atendido da forma que lhe parece mais correcta, parta o equipamento do comerciante, destrua a mercadoria exposta, dê uma sova no empregado, um enxerto de porrada no patrão, distribua uns valentes tabefes pela restante clientela e, antes de sair, no uso dos seus direitos de cidadania, exija o livro de reclamações.

É claro que o pacato consumidor pode sempre contar com o apoio da família e das autoridades, caso o comerciante se arme em parvo e se lembre de recalcitrar.

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publicado às 12:00

Depois das listas de caloteiros...

por Kruzes Kanhoto, em 21.02.15

O furto de produtos em superfícies comerciais está a deixar os seus proprietários à beira de um ataque de nervos. De tal forma que alguns equacionam já a hipótese de expor nas montras as fotografias dos larápios, em flagrante delito, obtidas através dos sistemas de vídeo-vigilância dos estabelecimentos. Quem rouba são pessoas de todas as idades ou extractos sociais e a maior parte das vezes sem motivo aparente ou suficientemente forte para o fazer. Um comerciante do norte do país relata mesmo o caso de um engenheiro que, após ser apanhado várias vezes “com a boca na botija”, se desculpou alegando que estava a tomar medicação que lhe provocava cleptomania! Mais recentemente e ainda segundo o mesmo comerciante, naquilo que considera o furto mais "sui generis" ocorrido na sua loja, um idoso terá passado pela caixa, escondida junto ao corpo, com uma lampreia retirada sorrateiramente da peixaria. E não, o referido ciclóstomo não estava congelado...

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publicado às 11:00


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