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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Alguém que os tem no sitio...

por Kruzes Kanhoto, em 08.07.14
Só não tiro o meu chapéu ao Presidente da Câmara da Vidigueira por que não uso. Mas talvez passe a usar só para o poder tirar. O ilustre autarca merece. Não é qualquer um que tem coragem de correr com os habitantes indesejáveis, párias e causadores de conflitos permanentes com a restante população. Por mais popular junto do seu eleitorado que a iniciativa se revele. Tanto não é fácil que o seu exemplo não frutifica. Infelizmente.
Claro que afastar esta malta provoca uma imensa comichão na intelectualidade bem pensante e naqueles, que não sendo propriamente intelectuais nem bem pensantes, têm a mania que o são. Aquele tipo de gente que aprecia imenso as qualidades da minoria em causa e que não hesita em tecer uma quantidade de comentários banais acerca dos sentimentos racistas de quem, vivendo por perto ou sendo obrigado a conviver, não gosta de ser ofendido, roubado, agredido ou simplesmente incomodado por essa espécie.
A solução para a urticária desses alarves é muito simples. Levem-nos para casa. Deixem-nos montar as “barrecas” no quintal. Ou melhor, cedam-lhes os montes, que alguns desses moralistas têm no Alentejo, para eles viverem. E, já agora, ponham os filhos nas mesmas escolas. Depois disso, então, falem ou escrevam sobre as maravilhas da convivência com esse pagode. Até lá o melhor é não mandarem bacoradas sobre o que desconhecem, nem fazerem juízos de valor acerca de quem tem a fatalidade de ser obrigado a aturar aqueles energúmenos.
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Coisas que m’atormentam

por Kruzes Kanhoto, em 07.07.14
Relativamente ao resort cá do sítio há coisas que me deixam inquieto. A começar pelo número inusitado de jovens grávidas e/ou com uma prole extremamente numerosa. São mais que muitas. Todas miúdas que aparentam não ter mais de dezassete ou dezoito anos. Algumas, mesmo sem lhes ver os dentes, quase sou capaz de garantir que não terão mais do que treze ou catorze. Embora a quebra da natalidade constitua um problema sério, não acredito que isso seja motivo de preocupação para aquele pagode. Deve ser mais trabalhar para o rendimento.
Ainda que a comunidade residente no resort seja constituída por várias centenas de elementos, raramente se dá conta da morte de algum deles. Mesmo com o aumento da esperança média de vida, da estadia forçada que alguns entre os mais velhos farão em locais mais recatados, não deixa de ser estranho que apenas muito esporadicamente – tão esporadicamente que ninguém, entre aqueles a quem perguntei, se lembra do último - se dê conta da realização de funerais de pessoas ali residentes. Coisa que, dada a exuberância que caracteriza da cerimónia fúnebre, dificilmente passaria despercebida. Estranhíssimo, sem dúvida…
Não menos estranho, também, o modo anormalmente calmo e pacifico com que umas quantas habitações do dito resort foram demolidas. Nem um protestozinho acompanhado das lamurias habituais nestas circunstâncias… Será que têm a promessa de ir para um sítio melhor?! 
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Coisas que m’atormentam

por Kruzes Kanhoto, em 07.07.14
Coisas que m’atormentam
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Tralha!

por Kruzes Kanhoto, em 05.07.14

Desta manchete do Correio da Manhã podem ser tiradas várias ilações. De natureza diversa, também. As positivas é que o homem se está a esforçar por combater o desemprego. Ou, se quisermos ver o copo meio cheio, que em vez de trinta podiam ser ainda mais os bois socialistas na autarquia lisboeta. A bem-dizer até são poucos.
Olhando a coisa pelo lado negativo facilmente concluímos que este é igualzinho aos outros. O que contraria o messianismo que para aí vai em redor da criatura. É mais um que faz exactamente a mesma merda que os demais. Na Câmara agora, no governo depois. 
Finalmente a justificação para as nomeações:“Filiação partidária não pode lesar pessoas”. Dificilmente se encontra explicação mais estúpida. Podiam ter argumentado que para os lugares a desempenhar são, aqueles, os mais competentes ou que dão melhores garantias quanto ao desempenho do lugar e que o facto de serem socialistas é apenas mera coincidência. Até podiam justificar que escolheram aquelas pessoas apenas porque sim. Porque lhes apeteceu. Ou, simplesmente, porque todos fazem o mesmo. Mas não. Tinham de se armar em espertos. Estamos bem entregues, estamos. 
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Tralha!

por Kruzes Kanhoto, em 05.07.14
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Vêm aí os mouros…outra vez!

por Kruzes Kanhoto, em 04.07.14
Umbando de criminosos organizados, quese autointitulamEstadoIslâmico doIraque e doLevante,divulgou um mapa com osseus desejos deconquistas para os próximos cinco anos. Nele, para além de vastasáreas do norte de África e do leste europeu, estabelece-se comoobjectivo a ocupação da península ibérica.
Aoassunto, tanto quanto me apercebi, não foi dada grande importância.Excepto um pequeno apontamento num telejornal do segundo canal da RTPe uma ou outra breve referência nos jornais, o tema não suscitouinteresse à comunicação social lusa. Fossem os protagonistasPutin, Le Pen ou Berlusconni e teríamos caso para abertura detelejornais durante dias seguidos e garantidas horas de debate com osmais variados especialistas em coisas. Critérios. Ou medo de ferir asusceptibilidade da malta da toalha enrolada aos cornos. Que, como sesabe, é um pessoal muito sensível.
Acreditoque, mais ano menos ano, tudo isto vai ficar entregue a essesbichos. Mas,seaquela escumalha for paciente, não será necessário disparar umúnico tiro. Nem precisam de para cá mandar javordolas todosarmadilhados. A demografia fará o seu trabalho. Ainda bem que atélá temos tempo suficiente para destruir o que resta do país…



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Vêm aí os mouros…outra vez!

por Kruzes Kanhoto, em 04.07.14
Vêm aí os mouros…outra vez!
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Cuidado com as carteiras!

por Kruzes Kanhoto, em 03.07.14
Culpar os municípios pelo incumprimento do défice parece-me manifestamente abusivo. Verdade que os autarcas são, por natureza e de uma forma geral, gastadores compulsivos que adoram distribuir dinheiro pelos eleitores esturrando dinheiro como se não houvesse amanhã. Mas há excepções. Ainda que possam não ser muitos, há municípios que têm as contas equilibradas graças a uma gestão, do ponto de vista financeiro, mais ou menos previdente.
Quanto aos outros – aos gastadores - não vale a pena. São um caso perdido. Ninguém, mas mesmo ninguém, os consegue controlar. Por mais legislação que se produza arranjam sempre maneira de lhe dar a volta. E se agora é assim, imagine-se o dia, não muito distante, em que um actual autarca, por sinal de uma das mais endividadas Câmaras do país, for o primeiro-ministro. Preparemos, pois, as carteiras. Comparado com o que, então, vai ser preciso, o actual saque fiscal não passa de coisa de meninos.
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Cuidado com as carteiras!

por Kruzes Kanhoto, em 03.07.14
Cuidado com as carteiras!
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Barata de sangue azul

por Kruzes Kanhoto, em 01.07.14


Estebicharoco – uma barata, no caso – sofreu um ligeiro acidente. Umacoisa de nada, quase. Digamos que se tratou de uma intersecção espaço-temporal com umsapato da qual resultou o seuesmagamento. Em função disso as entranhas da Blattodeadizque é esse o nome fino do rastejante – espalharam-se pelopavimento. Em tons de azul, como demonstra a imagem colhida instantesapós a ocorrência. O que suscita diversas e inquietantes questõesacerca dos hábitos alimentares do bicho. A menos que se trate de umabarata com ligações à realeza. No entanto as testemunhas ouvidasno local contrariam esta tese, inclinando-se mais para um eventualdesvio comportamental do insecto que o terá levado a ingeriralimentos pouco adequados à sua dieta tradicional. 
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Barata de sangue azul

por Kruzes Kanhoto, em 01.07.14
Barata de sangue azul
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