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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

São supersticiosos ou as fardas dão-lhes azar...

por Kruzes Kanhoto, em 31.07.14

Obviamente que nem todos os ciganos são meliantes, mal-educados ou incapazes de viver em sociedade. Um ou outro não será. No entanto a tendência para a generalização torna-se mais ou menos inevitável. Manias de quem tem o azar de os ter por perto, que os outros, aqueles que insistem em imaginar realidades, não compreendem.
Quase diariamente vão-se ouvindo relatos de mau comportamento – chamemos-lhe assim – que estas comunidades, alegadamente, irão praticando nos locais que frequentam. O curioso é que todas estas “estórias” terminam no dia em a polícia passa a estar em permanência no local. Não que passem a comportar-se melhor, mas porque simplesmente deixam de lá pôr os pés.
Foi assim na piscina cá do sítio. Até à presença em permanência da PSP muito frequentada pela comunidade cigana e, amiúde, palco de conflito com os restantes utentes. O mesmo numa grande superfície comercial que há pouco tempo se mudou para as imediações do resort. Em ambos os casos a probabilidade de lá encontrar um cigano é agora pouco menos que remota. Não devem gostar de fardas, presumo. Mas, seja como for, enalteça-se a solução encontrada. Discreta, eficaz e sensata.
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São supersticiosos ou as fardas dão-lhes azar...

por Kruzes Kanhoto, em 31.07.14
São supersticiosos ou as fardas dão-lhes azar...
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Os malucos devem ser levados a sério. Não por eles, mas por nós.

por Kruzes Kanhoto, em 30.07.14
Faz-me espécie a ausência de preocupação, no ocidente em geral e em Portugal em particular, com o crescente expansionismo islâmico e as suas ameaças de conquista de território. Incluindo, por mais que os média o escondam, a península Ibérica. Este propósito constitui uma ameaça à paz mundial, ao nosso estilo de vida e às liberdades individuais como a actual geração de portugueses nunca viu. Nem, provavelmente, todas as que nos precederam.
A inclusão do seu país na lista de conquistas de uma entidade terrorista internacional, que dispõe de uma força militar muito superior à das forças armadas portuguesas, não parece constituir ameaça que preocupe o cidadão comum. Pelo contrário. Mostra, até, alguma simpatia e compreensão pelas causas dos terroristas. Mesmo que estes se proponham cometer as maiores barbaridades em nome de um Deus qualquer.
Preocupante para a generalidade da opinião pública são os comportamentos bélicos de americanos e israelitas. Nomeadamente, por estes dias, dos últimos. Coitados. Não percebem que isto é como os ciganos. Só quem tem a sorte de morar longe deles é que os defende…
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Os malucos devem ser levados a sério. Não por eles, mas por nós.

por Kruzes Kanhoto, em 30.07.14
Os malucos devem ser levados a sério. Não por eles, mas por nós.
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E o sol brilhará para todos nós...

por Kruzes Kanhoto, em 29.07.14
Promessas, promessas e mais promessas. Ele é aumento do salário mínimo - já vai em quinhentos e vinte e dois euros e a coisa promete não ficar por aqui - ele é redução de impostos, reposição das pensões entretanto reduzidas, incentivos à natalidade, investimento a fazer lembrar outros tempos, reabertura de serviços que foram encerrados e garantia de crescimento como antes nunca visto. Só coisinhas boas, portanto. O que é bom e a malta aprecia. A começar por mim, que exulto de tanta esperança pelos amanhas que cantam aos meus ouvidos.
Por outro lado, nem uma referência, por mais breve que seja, a explicar de onde virá tanta abundância. Que é como que diz, o dinheiro que irá pagar tudo isso. Ou, em alternativa e quanto a mim de preferência, quem é que dentro do aparelho do Estado será metido na ordem. Presumo que não o fazem porque a escolha seria difícil. Só mesmo escolhendo alguém que não vote…
Entretanto, no país das promessas fáceis e de outras irresponsabilidades, a divida continua crescer. Só por conta das empresas municipais o aumento nos primeiros meses do ano foi de oitenta milhões. Uma bagatela. 
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E o sol brilhará para todos nós...

por Kruzes Kanhoto, em 29.07.14
E o sol brilhará para todos nós...
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Desta vez foi o Tyson. Mais um mártir para os desmiolados defensores dos animais.

por Kruzes Kanhoto, em 27.07.14

Caso já tivesse sido publicada em Diário da República, a lei que criminaliza os maus tratos a animais teria feito a sua primeira vitima. E, mesmo assim, não sei se o homem se safará de boa. Refiro-me ao policia que abateu a tiro um cão de raça perigosa, na sequência de uma intervenção policial motivada pela denuncia de um assalto que estaria a ocorrer à residência dos donos do mastim.
A corja do costume já deu inicio ao cerco e não faltam imbecis a pretender que o agente da autoridade seja punido. O coitado do homem, ou muito me engano, está feito ao bife. Nem sequer vai poder alegar legitima defesa, pois ao que consta o animal não estava armado. Por outro lado a reacção ao ataque foi claramente desproporcionada. Quando muito devia ter-se defendido à dentada. E, mesmo assim, apenas com a força necessária para imobilizar o atacante. Que, diga-se, nem precisaria ser grande porque, ao que os donos garantem, o cão era manso. Menos para quem entrava no quintal... Logo, por azar, precisamente o sitio onde o policia teve de entrar.
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Contentormobil

por Kruzes Kanhoto, em 26.07.14


Tal como na história do ovo e da galinha jamais saberemos, relativamente a esta viatura, o que terá acontecido primeiro. Se foi abandonada já com o lixo dentro ou se, depois de ter sido votada ao abandono, os resíduos lá foram sendo depositados. Seja como for pode sempre constituir uma boa alternativa ao contentor. Nomeadamente se este estiver cheio ou demasiado longe. A menos que se trate de uma experiência cientifica em curso. Hipótese a não descurar, dado o local onde está estacionada há larguíssimos meses. Anos, arriscaria. 
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Contentormobil

por Kruzes Kanhoto, em 26.07.14
Contentormobil
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Haja imaginação...

por Kruzes Kanhoto, em 25.07.14

É provável que existam na região algumas dezenas de pedreiras abandonadas. Como esta. Pena que ninguém invente um desporto radical qualquer para lhes dar uso. Ou aproveite para uma coisa cultural. Ou turística, até. Dessas que estão na moda. Desde que a partir de um encontro entre um antigo guarda fiscal e um contrabandista reformado fazem uma espécie de actividade de âmbito turístico, tudo o resto se afigura possível...
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Haja imaginação...

por Kruzes Kanhoto, em 25.07.14
Haja imaginação...
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Jardins verticais

por Kruzes Kanhoto, em 24.07.14
Imagens como esta são cada vez mais frequentes nos centros das cidades. Ainda assim, não parecem suficientemente deprimentes para demover uns quantos totós que insistem na ideia estúpida de aumentar o IMI, como forma de financiar o despesismo avassalador que impunemente continua a fazer escola no poder local alegadamente democrático.
Era capaz – digo eu, que gosto muito de dizer coisas – ser mais razoável isentar de IMI e de outros impostos os proprietários que recuperassem os imóveis e os colocassem no mercado. De venda ou arrendamento. E se, mesmo assim, não resultasse, então, que se demolissem os prédios. Sempre dava melhor aspecto. Ah, é verdade, não pode ser. Depois deixava de pagar IMI e lá se ia a verba para o Tony Carreira...
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Jardins verticais

por Kruzes Kanhoto, em 24.07.14
Jardins verticais
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Multiplicai-vos e pagareis menos impostos...

por Kruzes Kanhoto, em 23.07.14
Muito se tem falado e escrito ultimamente sobre a reforma do IRS. Nomeadamente acerca daquela coisa da natalidade e de como é urgente e necessário estimular os portugueses a procriar. Admito que a via fiscal possa constituir um incentivo a que os portugueses se reproduzam. Mas, por si só, não chega. Não passa de preliminares. Isto se, em simultâneo, não criar um sistema de fiscalidade ainda mais injusto do que o existente.
Se beneficiar fiscalmente quem tem filhos parece consensual, já não se afigura tão merecedor de concordância tratar, em sede de IRS, por igual um contribuinte que nunca teve descendentes e outro que, tendo tido porventura até uma extensa prole, já não inclui a descendência na sua declaração fiscal. A menos que se pretenda pôr o pessoal a fazer filhos durante toda a vida. Mas isso já depende, chamemos-lhe assim, do incentivo...
Embora acredite nas bondosas intenções de quem teve as ideias agora em discussão, creio – para não dizer que tenho a certeza – que nada disto contribuirá para os portugueses se reproduzirem em número razoável. As pessoas têm, actualmente, outros valores – se é que se podem chamar isso - de que não abdicam. São opções que, mais cedo do que tarde, vão pagar. E muito mais caras do que hoje podemos supor. 
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Multiplicai-vos e pagareis menos impostos...

por Kruzes Kanhoto, em 23.07.14
Multiplicai-vos e pagareis menos impostos...
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Só há estas. São para mim!

por Kruzes Kanhoto, em 22.07.14

Diz que a melancia, para além de outras igualmente benéficas, possui propriedades afrodisíacas. Poderá ser essa a explicação para o açambarcamento que este freguês tratou de fazer do, alegadamente, miraculoso fruto. Ou isso ou a despensa lá de casa estava mesmo a precisar de reabastecimento no âmbito da melancia. Seja como for, o certo é que o gajo levou o stock todo. Assim do género: “Só há estas. São para mim!”. 
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Só há estas. São para mim!

por Kruzes Kanhoto, em 22.07.14
Só há estas. São para mim!
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Uma campanha que me faz ter saudade do tempo em que os animais não falavam

por Kruzes Kanhoto, em 21.07.14
Ponto prévio, declaração de interesses ou o que lhe queiram chamar. Durante os mais de vinte e cinco anos que vivi no campo, mesmo à beira de uma movimentada estrada nacional, foram mais que muitos os cães e gatos abandonados que adoptei. Perdi-lhes a conta de tantos que foram. Não admito, por isso, lições de moral de ninguém acerca de como se tratam os animais. Muito menos da escória urbano depressiva, auto proclamada amiguinha da bicharada.
Isto para dizer que considero completamente estúpida, abjecta e de manifesto mau gosto a actual campanha contra o abandono de animais. Desejar a outrem a morte ou uma série de tragédias qual delas a pior, mesmo que esse outrem tenha cometido um crime - e abandonar um animal é disso que se trata, de um crime - não é digno de quem se proclama civilizado ou inteligente. Gente, diga-se, quase sempre tão tolerante relativamente a outros crimes que por aí se vão praticando.
Curiosamente ninguém reclama da dita campanha, continuando a mesma, despudoradamente, a ser emitida. O que, convenhamos, constitui um precedente deveras preocupante. Um destes dias será perfeitamente legitima a emissão de uma campanha nestes moldes – ou noutros muito piores, por serem crimes mais graves - contra a violência doméstica, a pedofilia, os homicídios ou o abandono de idosos.
Não pode valer tudo. Apesar de os animais terem voltado a falar, isto ainda não é a selva!
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Deixem trabalhar o homem, pá! Que é dos gajos que esturram dinheiro à fartazana que a malta gosta!

por Kruzes Kanhoto, em 21.07.14
Rondão de Almeida, seja lá qual for o papel que desempenha na Câmara de Elvas, tem uma longuíssima legião de admiradores naquela cidade. O resultado está à vista. Reeleições sucessivas, maiorias esmagadoras e, como sempre sucede relativamente a estas pessoas, gente capaz de por ele, como dizia a minha avó, dar o cú e mais cinco tostões. Entre os quais alguns eleitores de localidades vizinhas, manifestamente impressionados com a obra que o fulano ergueu na cidade raiana. Onde – prova da evidente modéstia do senhor – tudo se chama “Rondão de Almeida”. Desde faraónicos “coliseus” a parques de estacionamento. Passando, talvez, por algum sanitário mais catita.
Quando a lei travou a sua eternização no poder, inconformado com tamanha injustiça, o homem tratou de arranjar um delfim. Que agora, ao que rezam as crónicas, se aborreceu do seu papel. Secundário, ao que parece, pois o principal continua, alegadamente, a pertencer ao outro. Mas a busca de maior protagonismo por parte do presidente eleito não foi pacifica. Zangaram-se com ele por não se limitar a desempenhar o lugar sem aborrecer quem trabalha. Realmente não se compreende que um presidente eleito tenha o desplante de pretender mandar alguma coisa.
O que também não se compreende é o silêncio do líder do Partido Socialista relativamente a esta questão. Nem um pio do Tozé. Quando, acho eu, muito havia para explicar. A começar pelo facto de ter permitido a inclusão do antigo presidente – impossibilitado de se candidatar ao lugar – na lista de candidatos à Câmara. Só um cego não viu que o resultado, mais cedo do que tarde, ia ser este.
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Tuning rural

por Kruzes Kanhoto, em 20.07.14
Tuning rural
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