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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Arranjem lá outra coisa para se indignarem...

por Kruzes Kanhoto, em 30.03.14


(imagem descaradamente roubada a um gajo que a publicou na internet)

Parece-meum bocadinho a atirar para o estranho a indignação e o espanto que leio por aía propósito de alguns beneficiários doRSI perderem aquela prestação social por terem mais de cem mileuros no banco. A ver se nos entendemos. Onde é que está aadmiração que certa malta que recebe o “Rendimentuuu” possa terdepósitos desse valor? Não percebo. Se eles são vistos a chegar àsestações dos correios ou aos bancos montados em “bombas” topode gama, caras como o caraças só em manutenção, é óbvio que têmde ter dinheiro aos montes. Qual é a dúvida?! Até os que seindignam com estas coisas sabem isso...
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Arranjem lá outra coisa para se indignarem...

por Kruzes Kanhoto, em 30.03.14
Arranjem lá outra coisa para se indignarem...
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E do Volvo V60 da TVI, ninguém diz nada?!

por Kruzes Kanhoto, em 29.03.14
Umprograma televisivo, daqueles popularuchos de domingo à tarde, vaisortear um carro de luxo. Para o pagode se candidatar a tãofantástico prémio basta telefonar e pronto, fica desde logohabilitado a ganhar o carrão. De salientar que a candidatura, que écomo quem diz a chamada telefónica habilitante, custa sessentacêntimos. Mais IVA, acho eu.
Presumoque o negócio seja, para a TVI, um fiasco. Duvido que alguémconcorra. Os jornais e os activistas do Facecoiso já devem, por estaaltura, estar a promover uma campanha de esclarecimento da opiniãopública acerca dos avultados custos anuais de manutenção daviatura a sortear. É que nisto de contas, como bem sabemos, os tugassão especialistas. Do melhor que há.
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E do Volvo V60 da TVI, ninguém diz nada?!

por Kruzes Kanhoto, em 29.03.14
E do Volvo V60 da TVI, ninguém diz nada?!
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Tal cão, tal dono.

por Kruzes Kanhoto, em 28.03.14

Quandoouço alguém dizer que ao seu bichinho de estimação só faltafalar, por norma, acredito. Mesmo sem conhecer o animal. Nem épreciso. Sabendo que a certos donos só falta andar com as quatropatas no chão, convenço-me com facilidade, por comparação, quequalquer canito pode discursar fluentemente. Quiçá, até, escrever. 
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Tal cão, tal dono.

por Kruzes Kanhoto, em 28.03.14
Tal cão, tal dono.
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E contudo eles votam...

por Kruzes Kanhoto, em 27.03.14

Sou,em termos estatísticos, católico. Mas ainda bem que é apenas nessacoisa da estatística. É que se fosse à séria,daqueles mesmo praticantes, seria minha obrigação ir todos os anosa Fátima a pé em sinal de reconhecimento por Deus não me teratribuído o impressionante nível de imbecilidade que profusamentedistribuiu entre uma quantidade significativa de portugueses. O graude estupidez que por aí se vai vendo é tanto que talvez não fossesuficiente uma simples deslocação em marcha acelerada. A forma demanifestar todo o meu agradecimento teria de ser ao pé-coxinho ou derecuas. Exemplos? Bom, talvez os seguintes sejam suficientes... Masse não forem arranjam-se mais.

(Tudo isto a propósito do sorteio dos carros do fisco!)











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E contudo eles votam...

por Kruzes Kanhoto, em 27.03.14
E contudo eles votam...
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E se os credores, esses malandros, formos nós?!

por Kruzes Kanhoto, em 25.03.14

Obviamenteque não questiono a sapiência, quanto a esta matéria, dos setentae quatro subscritores do manifesto a pedir a reestruturação dadivida. Saberão, naturalmente, muito mais dessas coisas do que eu.Até porque, à beira dessa gente, não passo de um iletrado. Há, noentanto, algo que me incomoda. Me atormenta, digamos. Partesignificativa da divida está nas mãos de bancos nacionais ou aoperar no país, da segurança social e de muitos portugueses queinvestiram as suas poupanças em certificados na esperança de algumretorno que lhes compense o que lhes está a ser roubado pelo cortesnas reformas e vencimentos. Daí me parecer que esta malta estará aquerer arranjar mais uns quantos BPN's e acabar de vez com aseconomias dos portugueses. Digo eu, que não percebo nada disto e queacredito não ser o pagode que subscreve estes manifestos parvo detodo. Embora, assim de repente, quase pareça...
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E se os credores, esses malandros, formos nós?!

por Kruzes Kanhoto, em 25.03.14
E se os credores, esses malandros, formos nós?!
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E não se arranja um sistema de multas assim tipo via verde?

por Kruzes Kanhoto, em 24.03.14

Construiruma avenida em linha recta quase a perder de vista, com um pisofantástico e depois obrigar os condutores a circular no máximo àestonteante velocidade de cinquenta quilómetros por hora, constituiuma maldade ainda maior que o arruamento. Uma provocação, quase.Está bem, pronto, é a lei que não deixa andar mais depressa dentrodas localidades mas, porra pá, estão mesmo a pedi-las. Ásvelocidades, claro. Se é para andar devagar mais valia uma veredatoda manhosa. Sempre ficava mais barata aos contribuintes. 
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E não se arranja um sistema de multas assim tipo via verde?

por Kruzes Kanhoto, em 24.03.14
E não se arranja um sistema de multas assim tipo via verde?
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É fazer a conta...

por Kruzes Kanhoto, em 23.03.14
Diz que os portugueses bebem, em média 2,5 cafés por dia. Setenta e três por cento dos quais em cafés, restaurantes, pastelarias e espeluncas congéneres. Admitamos que o estudo está correcto. Para simplificar as contas admitamos também os portugueses são exactamente nove milhões e meio. No final do dia teremos bebido qualquer coisa como vinte e três milhões setecentos e cinquenta mil cafés. Dos quais, os tais setenta e três por cento, em cafés, restaurantes, pastelarias e espeluncas congéneres. O que dará o simpático número de dezassete milhões trezentos e trinta e sete mil e quinhentos cafés beberricados, nos tais estabelecimentos.
Para a coisa não assumir contornos ainda mais aterradores e tornarmos os números mais redondos, vamos presumir que dez por cento são oferta da casa. Serão, assim, vendidos dezasseis milhões de cafés por dia. Dos quais, atendendo ao que se constata, talvez sejam facturados sessenta por cento. Acreditemos, generosamente, que sim. O que dá seis milhões e quatrocentos mil por facturar. A, vá, sessenta cêntimos cada um. Valor que inclui onze cêntimos de IVA. Significará isto que ficarão, todos os dias, setecentos e quatro mil euros de impostos por entregar ao Estado. Duzentos e cinquenta e seis milhões e novecentos e sessenta mil euros, ao fim de um ano.
Perante estes números hesito em continuar a culpar o Parvus Coelho, o Sócrates, o Cavaco ou a Merkel. Até mesmo o Rendeiro ou o Gonçalves me parecem uns meninos na arte do “desenrascanço”. Se calhar, perante estes dados, os verdadeiros culpados serão outros...
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É fazer a conta...

por Kruzes Kanhoto, em 23.03.14
É fazer a conta...
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De boas intenções...

por Kruzes Kanhoto, em 22.03.14

Aintenção governativa, veiculada pelo secretario de estado dodesenvolvimento regional, de limitar o acesso ao próximo pacote deapoios comunitários às autarquias endividadas, parece do maiselementar bom senso. Faz, até, confusão como é que ainda ninguémse tinha lembrado disso. Provocará, de certeza, muita brotoeja entreos autarcas caloteiros, esbanjadores de recursos públicos porvocação e amados pelos eleitores por isso mesmo. Será precisa muita coragem para concretizar a medida, porque o lobi autárquicovai-lhes cair em cima. Mas há que tê-la. Se outros, antes, já ativessem tido talvez não tivéssemos chegado a este triste estado. Ese ainda não for desta o mais provável é um dia destes irem-nos aos bolsos outra vez para pagar mais uma porrada de “investimentos”inúteis, despropositados e que pouco mais servem do que para enchero ego de alguns à custa do esvaziamento das carteiras de todos.
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De boas intenções...

por Kruzes Kanhoto, em 22.03.14
De boas intenções...
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É o medo que guarda a vinha...e não falta quem queira que tenhamos medo!

por Kruzes Kanhoto, em 21.03.14
Num artigo publicado aqui há atrasado no jornal Expresso era abordada a postura dos portugueses perante o sorteio de automóveis pelo fisco e se isso os motivava ou não a pedir factura com número de contribuinte. Haverá, segundo o articulista, dois tipos de consumidores. Os “NIFomaníacos” e os “NIFóbicos”. Ainda segundo o autor do artigo os primeiros são os que pedem factura de tudo o que compram e os segundos aqueles que se recusam a pedir factura por medo de ver a vida exposta aos olhos do fisco.
Desconheço se o objectivo do articulista era ou não divertir os seus leitores. Por mim achei-lhe piada. Depreciar a atitude cívica de quem pede factura só merece mesmo uma risada. De escárnio, no caso. Ou de dó perante tanta alarvidade. Propagandear argumentos ridículos acerca do pretenso “Big Brother” em que potencialmente se transformará este processo é, também, motivo mais que suficiente para umas quantas sonoras gargalhadas. Ainda que mais contidas, porque desde pequeno que me ensinaram a não rir dos pobres de espírito ou dos que sofrem de algum retardo.
Que ao cidadão comum surjam dúvidas e receios acerca deste assunto pode, até, ser tolerável. Agora que um jornalista – alguém com um nível de conhecimentos, supostamente, acima da média – não contribua para as desmistificar é que já me parece risível. Podia, ao menos, ter esclarecido que sim, o fisco fica a saber onde um incauto cidadão jantou. Mas se pagar com cartão o banco também. Ou, se pagar em dinheiro, em que ATM fez o levantamento. Tal como o Belmiro e os seus parceiros sabem o que comemos, o que bebemos, o que vestimos e, para os que usam preservativos, a frequência com que se enrolam com a patroa. É que, como se lamentava em certa ocasião uma cigana, eles com os computadores sabem tudo da nossa vida. Mesmo sem factura.
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É o medo que guarda a vinha...e não falta quem queira que tenhamos medo!

por Kruzes Kanhoto, em 21.03.14
É o medo que guarda a vinha...e não falta quem queira que tenhamos medo!
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O drama... o horror... a tragédia... o roubo... o IMI!

por Kruzes Kanhoto, em 19.03.14
Um antigo primeiro-ministro, conhecido pela manifesta incompetência com que governou o país, disse em determinada altura que a Sisa era o imposto mais estúpido do mundo. Era capaz de, nessa apreciação, ter acertado. Hoje a Sisa já não existe. Ou melhor, mudou de nome. Chama-se IMT e é, basicamente, a mesma coisa.

No campo dos impostos sobre o património temos também o IMI. O imposto mais injusto que se conhece. O roubo transformado em algo legal. Tudo o que se quiser no domínio da injustiça e do saque aos nossos bolsos. Agravado, mais uma vez, este ano. No meu caso em cerca de sessenta por cento. A nota de liquidação já disponível no portal da Autoridade Tributária e quem se quiser aborrecer à conta de uma surpresa desagradável pode dar uma espreitadela para confirmar a dimensão da roubalheira.

O pior é que o produto do saque vai ter um fim triste. Esturrado ao desbarato, como quase todos os outros impostos. O que significa, mais tarde ou mais cedo, a invenção de um novo tributo. Mais estúpido, mais injusto e, provavelmente, mais parvo. 
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O drama... o horror... a tragédia... o roubo... o IMI!

por Kruzes Kanhoto, em 19.03.14
O drama... o horror... a tragédia... o roubo... o IMI!
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