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Olha...Este blogue fez anos!

por Kruzes Kanhoto, em 28.02.14
Nem dei por isso – é o que dá não ligar nenhuma a essa coisa das datas – mas este blogue fez sete anos na semana passada. Isto na versão blogspot, porque desde Maio de 2005 que o Kruzes, antes alojado no Sapo, anda por aqui a postar opiniões irrelevantes nem sempre – quase nunca, vá – devidamente fundamentadas.
Não faço analises do que foram os anos que passaram. Nunca os fiz noutras ocasiões em que, por acaso, me lembrei da data de nascimento do KK e também não é agora que as vou fazer. Ficam apenas duas notas. A primeira para salientar que, ao contrário do que alegadamente terá acontecido com outros, nunca ninguém exerceu qualquer tipo de pressão em função das muitas criticas que ao longo deste tempo por aqui fui deixando. A outra para lamentar que apenas pessoas de fracos recursos intelectuais – daquelas que nem dão para armar o chito - tenham procurado entrar em polémica comigo. Excepto num caso, reconheço. Mas a esse, o que lhe sobra em intelecto, falta no resto.
Aos outros, os que vão passando regularmente por este espaço e em especial os que me honram com os seus comentários – concordando ou discordando daquilo que escrevo – prometo continuar a aborrecer. 
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publicado às 20:26

Olha...Este blogue fez anos!

por Kruzes Kanhoto, em 28.02.14
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Arte urbana. Um "Miró", quase.

por Kruzes Kanhoto, em 26.02.14

Abstenho-mede especular acerca dos malabarismos que terão sido necessáriospara fazer com que o canito arreasse o calhau em cima do pilarete.Prefiro, antes, realçar a imaginação do artista javardola.Artista, reitero, porque pôr o cão a cagar em locais improváveispode constituir uma nova tendência de arte urbana e, quiçá,revelar-se como um factor de atracção turística. Fica a sugestão. 
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publicado às 20:05

Arte urbana. Um "Miró", quase.

por Kruzes Kanhoto, em 26.02.14
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O fim das promoções

por Kruzes Kanhoto, em 25.02.14
Háquem tenha o topete de catalogar este governo de neo-liberal, liberalou, até mesmo, como ultra-liberal. Não estou a ver porquê. E a leianti-promoções, de que hoje se fala, está aí para o demonstrar.De facto não lembra a ninguém, muito menos devia lembrar a genteque alega defender a economia de mercado, que se condicionem destaforma os negócios entre particulares. Com a agravante, no caso, deprejudicar os consumidores no imediato e os produtores nacionais, quealegadamente se pretende proteger e que terão estado na origem dalegislação, num prazo não muito distante.
Quemesteja atento e aguarde que os produtos - aqueles que habitualmenteconsome, naturalmente - estejam em promoção numa das muitassuperfícies comerciais pode poupar mensalmente algumas dezenas deeuros. Pelo menos até agora. O que, presumo, não agrade a quem nosgoverna. De facto eles têm-se esforçado tanto por nos limitar opoder de compra, reduzir o consumo, deixar-nos com menos dinheiro naalgibeira e, depois, o pagode troca-lhes as voltas, poupa uns trocose minimiza as medidas que deram tanto trabalho a engendrar?!Estava-se mesmo a ver que tinha de sair uma leizinha qualquer aacabar com o regabofe.
Comohabitual cliente das promoções espero que também esta lei nãoseja para cumprir. Ou que lhe dêem a volta, como habilmente osportugueses fazem em quase todas as circunstâncias. 
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publicado às 20:00

O fim das promoções

por Kruzes Kanhoto, em 25.02.14
O fim das promoções
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publicado às 20:00

Não sejam piegas!

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.14
Não compreendo a indignação causada pelas declarações de vários fulanos ligados ao PSD sustentando que, apesar de os portugueses viverem hoje pior do que viviam antes da vinda da troika, o país está melhor do que estava. Obviamente que está melhor. E podia estar ainda muito melhor. Bastava para isso que os velhos não insistissem em não falecer, que os doentes fossem menos mariquinhas e deixassem de acorrer aos hospitais e que os funcionários públicos se suicidassem. Também ajudava um bocadinho se os jovens e os desempregados que ainda por cá estão, saíssem da sua zona de conforto e se fizessem à life. Para a Alemanha, para a China ou para outro sitio qualquer onde não aborreçam. Mas não. Toda esta cambada insiste em não colaborar com o esforço patriótico do governo. Com um povo destes é, convenhamos, difícil fazer melhor.
Já a outra parte, a de que os portugueses estão pior, não sei se concorde. Talvez não. Se estão não se nota muito. O popó – refiro-me, naturalmente, aos pequenos percursos - ainda não foi trocado pela bicicleta ou pela deslocação a pé, os hábitos de consumo não aparentam uma mudança significativa e os gastos, públicos e privados, em itens não essenciais continuam a iguais ao que eram antes. Até mesmo a poupança – veja-se o caso das facturas e a sua dedução em IRS – é desprezada. Isto para não falar dos concertos, das festarolas ou dos carnavais que continuam como se nada fosse. E, se calhar, ainda bem. Mas depois não sejam piegas...  
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publicado às 19:35

Não sejam piegas!

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.14
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Coisas que me fazem espécie

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.14
Faz-me confusão – espécie, como diria a minha avó – a maneira como os portugueses devoram toda a qualidade de palha que lhe põem na gamela. Que é como quem diz, não questionam as parvoíces que são veiculadas pela comunicação social ou por aqueles que têm interesse em levar as pessoas a acreditar em determinadas narrativas.
Vejam-se dois exemplos recentes. Os Tordos, primeiro. O Tordo mais velho levantou voo em direcção a paragens mais quentes e prósperas, fez questão que toda a gente soubesse e tentou fazer disso um caso politico. O mais novo tratou de escrever uma carta de despedida e, talvez ultrapassado pelas circunstâncias, quando deu por ele havia uma legião de parolos a partilhar a dita missiva. Gente que, motivada pelos alegados factos que não se deram ao trabalho de confirmar se eram ou não verdadeiros, desatou a vomitar disparates.
O segundo tem a ver com a capa de ontem do Correio da Manhã. Escreve o tablóide, em letras garrafais, que serão cinquenta e seis os reformados que auferem mais de dezasseis mil euros de pensão por mês. Levando-nos querer que isso constituiria um grande problema para a segurança social. Logo abaixo, em letras muitíssimo mais pequenas, escreve que dois milhões de pensionistas receberão a pensão mínima. Trezentos e sessenta e quatro euros cada um. Logo, como seria de esperar, os ânimos se exaltaram. Há que acabar com as pensões milionárias e aumentar as mínimas, proclamava-se enquanto se ia partilhando a indignação.
Em ambos os casos, os jornalistas e os indignados, esqueceram-se de fazer contas. Daquelas fáceis. De multiplicar. De merceeiro, vá. Se o fizerem vão ver, no tema das reformas, de que lado é que está o problema. Ou, quanto ao cantante, que a historieta está muito mal contada. É muito mais fácil engolir a palha toda, mandar umas bacoradas e voltar à vidinha como se nada fosse. O tuga no seu melhor, portanto, para quem pensar e fazer contas são coisas que ultrapassam o limite do aborrecimento. 
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publicado às 15:23

Coisas que me fazem espécie

por Kruzes Kanhoto, em 22.02.14
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Este inverno vai sair-nos caro...

por Kruzes Kanhoto, em 19.02.14

Todos se queixam dos altos preços da electricidade. As culpas de tamanha carestia são distribuídas por uns quantos, desde o Mexia aos chineses, passando por outros capitalistas igualmente nojentos. Por mim hesito quanto ao leque de culpados. Atente-se na imagem acima. Os valores retratados foram recebidos, durante o ano de 2012, por um pequeno município do norte do país. Ventoso e simultaneamente solarengo, presumo. Façam-se umas contas de multiplicar – tendo em conta a pequenez do exemplo – e talvez se perceba melhor a razão porque a conta da luz nos custa os olhos da cara. Mas não digam nada. Que não convém saber-se que andamos todos a pagar o vento que sopra.
Entretanto os autarcas dos municipios destinatários de verbas desta grandeza podem ir esturrando milhões enquanto proclamam aos seus eleitores – como faz o da terrinha em questão - que “a troika não manda aqui!”. E a malta, em êxtase, aplaude a genialidade do homem.   
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publicado às 19:45

Este inverno vai sair-nos caro...

por Kruzes Kanhoto, em 19.02.14
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publicado às 19:45

Tenhomanifesta dificuldade em entender as reservas de uns e as criticas deoutros relativamente ao sorteio do fisco. Posso, até, entender aignorância evidenciada nas ruas por parte da população. Ailiteracia financeira é transversal a todas as faixas sociais eetárias, pelo que não surpreendem as parvoíces que se vão ouvindoa este respeito.
Percebo,igualmente, a relutância dos comerciantes. É que isto de pagarimpostos é uma coisa muito chata. Nomeadamente para quem sehabituou, ao longo de toda a vida, a passar àmargem desse sacrifício. Colocadosperante esta nova realidade nãoescondem – às vezes fazem até questão de exibir - o desagrado eo incomodo sempre que lhes é solicitada a emissão de uma factura.Pormim, estou como o outro. Habituem-se.
Acreditoque o tempo perdido a tratar dessas burocracias fosse mais útil seaplicado noutras coisas. Como, alguns, gostam de referir. Argumentoque, curiosamente, não aplicam quando são eles a comprar. Éfrequente – pelo menos por cá, que nos conhecemos todos uns aosoutros – encontrar um ou outro renitente à emissão de factura, nacaça às promoções das superfícies comerciais. Com o carrinhocheio de compras, por norma. Para ele, enquanto particular, e para asua actividade comercial, provavelmente. Fazendo, chegado à caixa,todos os outros clientes “perder o tempo que podiam estar a fazeralgo de útil” porque o senhor não abdica da facturazinha – unae indivisível - das compras para casa e para o boteco. Com númerode contribuinte, evidentemente.
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publicado às 13:41

A ver se eu percebo. Pedir factura é coisa de bufo, a menos que quem a peça seja comerciante, é isso?! Se for assim corram já para o hospital mais próximo porque está tudo doido...
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Mais um esquema manhoso!

por Kruzes Kanhoto, em 15.02.14
Bomdia mor, puz o nosso vídeo aqui (link..) saca e dame um toque paratirar dai. Vai ao face quando poderes. bj”
Hojepela manhã recebi esta sugestiva mensagem no meu telemóvel. Assimde imediato pensei tratar-se de um engano. Todos os indíciosapontavam nesse sentido. Primeiro porque as actividades quedesenvolvi na véspera não envolveram nada relacionado com vídeos.Segundo, mesmo que tivessem envolvido e já não me lembrasse, o meu“mor” estava mesmo ali ao lado. Terceiro, o meu “mor” escrevecorrectamente e não dá pontapés deste calibre na gramática.
Masnão. Não era nenhum lamentável equivoco. O sms era mesmo para mim.Como bom tuga não resisti a ir bisbilhotar o link. Trata-se de umesquema que faz o download de um ficheiro rar que traz lá dentro umexecutável que, calculo, instalará um vírus ou outro malwarequalquer no computador do pacóvio que cair na esparrela. Que atépodia ser eu. Podia, se não usasse Linux. Assim gosto sempre deabrir estas coisas para depois mandar um mail aos espertinhos adesfazer-me em elogios à maezinha deles.
Fica,portanto, o alerta para os mais desprevenidos. Eles andam aí. Sãointeligentes, simultaneamente espertos - o que os torna pessoasperigosas - e querem saber coisas acerca de nós. Se por e-email estaé uma prática corrente e todos os dias a caixa de correio éinvadida por mensagens deste género foi, para mim, uma novidade orecurso a sms por parte de quem se dedica a este tipo de crime.Atenção, pois!
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publicado às 16:15

Mais um esquema manhoso!

por Kruzes Kanhoto, em 15.02.14
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Poluidor

por Kruzes Kanhoto, em 14.02.14


Onegócio dos frangos assados já deve ter conhecido melhores dias.Ou, então, é o cavalheiro que se faz transportar por este chassofumegante que não revela grande queda para a arte de bem assargallus domesticus. Será, provavelmente, uma dessas ajustificação para que o senhor se desloque nesta velha carcaçapoluidora que, digo eu olhando para a fumarada de que a imagem mal dáconta, só por um milagre daqueles antigos merecerá a aprovaçãode qualquer centro de inspecções. Isso e o facto de, felizmente, araspadinha que deixei esquecida no tasco da esquina e que esteindividuo poderá ter “achado”, não estar premiada.
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publicado às 21:33

Poluidor

por Kruzes Kanhoto, em 14.02.14
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E a segurança dos bichos, pá?!

por Kruzes Kanhoto, em 13.02.14


Háquem não se consiga separar dos seus animais de estimação e que os leva consigo para todo o lado. Deve ser o caso deste ciclista.Ainda que o seu amor pelos companheiros de quatro patas não o leve ater para com eles o cuidado que tem relativamente à sua segurança.Atendendo ao modo precário como os transporta - em notórioequilíbrio instável - bem que podia ter-lhes, também, arranjado umcapacete. É que, ao contrário dos gatos, os cachorros não caiem depé nem têm sete vidas.
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publicado às 20:25

E a segurança dos bichos, pá?!

por Kruzes Kanhoto, em 13.02.14
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Mezinhas

por Kruzes Kanhoto, em 12.02.14

Dizque é bom para a tosse. Deve ser, deve. Tão bom, mas tão bom, que ela gostatanto que não se vai embora…
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publicado às 20:37

Mezinhas

por Kruzes Kanhoto, em 12.02.14
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E você, não se esqueceu da licença do seu cão?

por Kruzes Kanhoto, em 11.02.14
Cães,merda de cão e donos javardolas são coisas que abundam por aí. Emdemasia, até. E, como já escrevi em inúmeras ocasiões, deviamconstituir uma apreciável fonte de financiamento das autarquiaslocais. Nomeadamente das freguesias. Principalmente daquelas em que os seus presidentes passam a vida a lamentar a ausência de recursose a chatear o respectivo presidente da câmara para lhes ir dando unstrocos.
Nãoserá, admito, uma tarefa fácil. Mas há que começar por algumlado. Avisar os proprietários mais esquecidos que devem tratar dalicença do seu amiguinho de quatro patas pode ser um bom principio.Como estes de memória aparentemente mais fraca...
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publicado às 20:03

E você, não se esqueceu da licença do seu cão?

por Kruzes Kanhoto, em 11.02.14
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A Stephanie também passou por aqui

por Kruzes Kanhoto, em 10.02.14
A Stephanie, essa tempestade que os portugueses fizeram questão de receber condignamente, fez uns quantos estragos. Menos, felizmente, do que se temia. Mas, ainda assim, avultados.
Quando invadiu o meu quintal já não era mais do que uma borrasca. Daí que os estragos tenham sido limitados. Um vaso tombado e uma cadeira da esplanada de pernas para o ar foram as consequências da invasão. Pouco nefastas, portanto.
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publicado às 22:34

A Stephanie também passou por aqui

por Kruzes Kanhoto, em 10.02.14
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Totó, não te esqueceste de ninguém?

por Kruzes Kanhoto, em 09.02.14
Totó Inseguro, que é como quem diz o pouco carismático líder do PS, prometeu, mal se apanhe no poleiro, acabar com os cortes nas reformas voltando estas ao valor que tinham anteriormente.
Ontem, o mesmo senhor, garantiu que logo que seja eleito o seu governo tratará de reabrir todos os tribunais que o actual governo vier a encerrar.
Há uns tempos tinha igualmente prometido, assim que o ponham ao comando dos destinos do país, revogar a lei que extinguiu umas quantas freguesias e repor o quadro vigente antes da pseudo-reforma administrativa de 2013.
Do que não me lembro – mas, admito, pode ter-me escapado – é deste coninhas com aspirações a primeiro ministro ter sequer colocado a hipótese de, quando o seu partido tornar à gamela do poder, eliminar os cortes nos vencimentos dos funcionários públicos voltando a pagar-lhes o ordenado por inteiro.
São opções. E cada um toma as que entende. Mas é bom que estas coisas não vão caindo no esquecimento. Até porque no próximo ano todos temos que fazer opções eleitorais. Funcionários públicos incluídos...



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publicado às 15:55

Totó, não te esqueceste de ninguém?

por Kruzes Kanhoto, em 09.02.14
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Deixem a porra do sinal em paz!

por Kruzes Kanhoto, em 08.02.14

Osinal que este poste sustenta será, provavelmente, o mais odiado dacidade. O desgraçado já foi mandado a baixo pelo menos três vezes.E a próxima, a julgar pelo aspecto do cimento que o prende ao chão,não deve tardar. Trata-se de um “stop” pelo qual algum vizinho –sim, isto é aqui para os meus lados – mais apressado não nutreespecial simpatia. Compreendo o aborrecimento de ter que parardurante uns segundos. É chato. Se fossem os outros a fazê-lo,tivessem ou não pressa, seria muito melhor. Mas caro leitor – ajulgar pelo comentário deixado no post que escrevi da outra ocasiãoem que o sinal foi derrubado, o autor da proeza deve dar uma olhadelapelo Kruzes de vez em quando – indigne-se antes com a profusão de“sentidos proibidos” que espalharam nesta zona da cidade. É quegraças aos burros que decidiram quedevíamos andar às voltinhas pelo bairro, já devemos, cada um dosmoradores, ter percorrido, nestes seis ou sete anos, uns largosmilhares de quilómetros. Para ir ter ao mesmo sitio.
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publicado às 15:59

Deixem a porra do sinal em paz!

por Kruzes Kanhoto, em 08.02.14
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publicado às 15:59


Este país é impossível de governar. Não vale a pena. Ou se arranja depressa um ditador que ponha ordem nisto ou o melhor é nomear uma comissão liquidatária. Como se não fossem suficientes os acórdãos do Tribunal Constitucional e as suas divagações, as providências cautelares a propósito de tudo e nada, lançadas apenas para adiar qualquer decisão, temos agora a procuradora geral a declarar a sua mais firme intenção de contrariar a politica governativa. A senhora acha que lhe compete decidir quanto aos destinos dos quadros do tal Miró.
Curiosamente, ou talvez não, nunca nenhum destes seres iluminados pela inteligência e banhados pelo bom gosto em matéria cultural, teve a preocupação de questionar a legalidade das decisões ruinosas dos governos de Guterres e Sócrates. Ou, pelo menos, declarar a inconstitucionalidade e opor-se firmemente à nacionalização do BPN.
Tanto quanto se sabe, os portugueses votaram livremente e escolheram, por sua expressa vontade, um parlamento de onde saiu um governo maioritário. Não votaram em juízes. A estes cabem, num país de gente normal, outras funções que não as de governar. E ainda bem. Porque se governassem, a julgar pelas decisões judiciais que se vão conhecendo, estaríamos a viver uma tragédia de proporções ainda mais épicas.



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publicado às 19:38

Custa assim tanto arranjar um ditador? Daqueles sanguinários, de preferência.
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publicado às 19:38

Dia do figurão

por Kruzes Kanhoto, em 06.02.14
O autarca de Toronto é sobejamente conhecido em todo o planeta. Resultado não da excelência do seu trabalho mas, sobretudo, das suas diabruras. Agora, num momento de rara sagacidade, lembrou-se de promover o “dia de Bob Marley”. Vá lá saber-se porquê. Embora, atendendo ao histórico de vida do senhor, o facto da ideia lhe ter ocorrido até possa fazer algum sentido.
Receio que a decisão possa fazer escola. Nomeadamente cá pelo rectângulo. Sabendo-se como os autarcas portugueses gostam de copiar as ideias uns dos outros e estão sempre prontos a inventar pretextos para novos eventos, temo que em breve sejamos surpreendidos por presidentes de câmara a anunciar, para as suas cidades,  “dias” dedicados a um figurão qualquer. Assim, de repente, não me estou a lembrar de muita gente merecedora desta honra mas, tenho a certeza, alguém lhes ocorrerá. Talvez Al Capone, Bernard Madoff ou Dominique Strauss-Kahn... 

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publicado às 22:22

Dia do figurão

por Kruzes Kanhoto, em 06.02.14
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Queria ser optimista mas o meu país não deixou

por Kruzes Kanhoto, em 05.02.14
Somos um país de gente louca, que não se governa, não se deixa governar e que faz o que pode para impedir aqueles que – mal ou bem – tentam gerir esta piolheira consigam fazer algo a que se possa chamar governação. Todos os dias temos exemplos disso. Ontem tivemos mais dois.
Um deputado usa da palavra durante cinquenta e nove minutos consecutivos. Pouco depois tenta repetir a brincadeira e quando, volvidos mais quinze minutos de discursata, lhe é retirada a palavra, o homem e todos os restantes camaradas socialistas abandonam a reunião. Não o deixam falar, argumenta. E é gente desta que se afirma como alternativa de poder. Gente que fala, fala, não faz nada e fica chateada por os outros não têm paciências para ouvir as suas parvoíces.
Foi igualmente pessoal desta qualidade que tratou de impedir a venda de uns quantos quadros. Verdade que a receita obtida não seria nada de por aí além, quando comparada com a imensidão do buraco que se tenta tapar. Mas, ainda assim, não se afigura justo pôr os portugueses todos a pagar as suas maluquices. Para essa malta o dinheiro pouco importa. Para eles outros valores alegadamente mais altos se levantam. O pior é que não há dinheiro para os pagar. Coisa pouco relevante para quem tem a mania de viver das aparências. 
O meu optimismo ficou, há muito, lá atrás. Comportamentos como os descritos anteriormente já pouco – nada, a bem dizer – me surpreendem. São o retrato fiel do país e de um povo irresponsável, que premeia os alarves, os incapazes, aprecia quem não é de boas contas e que não quer mudar este estado de coisas. Excepto, claro, se a mudança for no sentido de lixar o vizinho. 

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publicado às 13:36

Queria ser optimista mas o meu país não deixou

por Kruzes Kanhoto, em 05.02.14
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A canzoada, ao menos, paga a licença?

por Kruzes Kanhoto, em 05.02.14


Estafoto foi obtida um destes dias numa movimentada rua da cidade. A RuaBrito Capelo. Poucos moradores, quase nenhum comércio, mas local depassagem para muita gente. Provavelmente também passearão por alimuitos cães. Daí que, de cima a baixo e vice-versa, sejamincontáveis os cagalhões com que os transeuntes se deparam. Umaverdadeira gincana diária para evitar tanta poia é o que tem defazer quem por ali passa. O que nem sempre se consegue, comodemonstra a fotografia. Um porcaria. Uma javardice. E, se calhar, oscaezinhos nem estão devidamente registados na respectiva Junta deFreguesia, com a respectiva licença em dia. Digo eu, que dessascoisas nada sei. 
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publicado às 09:00

A canzoada, ao menos, paga a licença?

por Kruzes Kanhoto, em 05.02.14
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Em busca da má-fama perdida

por Kruzes Kanhoto, em 04.02.14

Sintoque este blogue tem vindo a perder a má-fama conquistada noutrostempos. O que me deixa profundamente desapontado. Esforço-me por serdesagradável, por aborrecer, por implicar e em, troca, não recebo omerecido reconhecimento. Há, portanto, que mudar de rumo. Rever alinha editorial, até. Regressar ao post da bosta de cão,porventura. Dai que vários textos sobre temas de actualidade tenhamacabado de ir para a reciclagem. Posts sobre praxes, Miró e outrosassuntos de relevante interesse nacional, coisas acerca dos quaisdissertei alarvemente, não irão ser publicados. Por estes diasoutros temas marcarão a agenda do Kruzes. Piores e ainda maisdesinteressantes que os anteriores. Mas, de verdade, é isso mesmoque se pretende. Este blogue tem uma reputação – má, mas issonão interessa nada - a defender e é isso mesmo que vai fazer. 
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publicado às 19:33

Em busca da má-fama perdida

por Kruzes Kanhoto, em 04.02.14
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O pé-de-meia do Nelson

por Kruzes Kanhoto, em 03.02.14

Dizque o testamento de Nelson Mandela foi, finalmente, revelado. Trêsmilhões de euros que os agora conhecidos herdeiros vão dividir deacordo com a vontade do herói do povo sul-africano. Uma fortunaapreciável para quem passou a maior parte da vida fechado numaprisão. Às tantas, enquanto engendrava um plano para fazer daAfrica do Sul um país melhor, era gajo para trabalhar num daquelesesquemas manhosos que envolvem aquela cena de trabalhar a partir decasa. Dobrar circulares e mete-las em envelopes ou coisa do género…
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publicado às 18:25

O pé-de-meia do Nelson

por Kruzes Kanhoto, em 03.02.14
O pé-de-meia do Nelson
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Os Geninhos não conhecem a lei da vantagem...

por Kruzes Kanhoto, em 01.02.14
Concordocom a exigência e o rigor e nutro especial simpatia por quem cumprede forma zelosa as funções em que foi investido. Há, no entanto,um limite. O do bom-senso. Isto, mal comparado, é como os penaltisno futebol. O defesa nem sempre tem culpa que a bola lhe bata na mão.Caberá ao arbitro interpretar as circunstâncias do lance e agir emconformidade, assinalando ou não a grande penalidade.
É,mais ou menos isso, que se espera de uma força policial quando postaperante uma situação de eventual infracção à lei. O caso quemotiva todo este paleio conta-se em poucas linhas. Um autocarroexpresso sai de Lisboa, com destino ao Alentejo, ao final da tarde.O trânsito intenso de uma sexta-feira não permitem uma saídarápida da capital. Durante o trajecto a chuva e, consequentemente, opiso molhado não proporcionam ao motorista a possibilidade derecuperar o tempo perdido. À saída da autoestrada, já perto dofinal da viagem, uma brigada da GNR manda encostar a viatura. Mais demeia-hora depois a marcha é retomada e o condutor leva consigo umauto de transgressão. Ou lá como se chama isso. O motivo? Iaatrasado...
Obviamenteque os transportes públicos tem obrigação de cumprir os horáriose que as empresas devem ser penalizadas quando não o fazem. Mas háque ter sempre presente o interesse dos passageiros. Manifestamentenão foi o caso. Primeiro não foram tidas em conta as razões queprovocaram o atraso e, depois, a actuação das forças policiaisacabou por provocar um atraso muito maior do que aquele que puniu.Próprio de gente, zelosa e apostada em cumprir a missão que lhe foiatribuída, portanto. Já quanto a essa coisa do bom senso...
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publicado às 16:32

Os Geninhos não conhecem a lei da vantagem...

por Kruzes Kanhoto, em 01.02.14
Os Geninhos não conhecem a lei da vantagem...
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publicado às 16:32



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