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Os saqueadores são uma espécie que me aborrece

por Kruzes Kanhoto, em 30.11.13

Portugalestá – desde há muitos anos – a saque. E, por mais que aministra da justiça proclame que a impunidade acabou, aquilo quecontinuamos a constatar é que vivemos num país de saqueadores.Verdade que uns sacam mais que outros. Há quem saque milhões e quemsaque tostões. Cada um saca o que pode, portanto. Desde o gajo que, alegadamente, se afiambrou a toneladas de euros do BPN até ao espertalhão que, não menos alegadamente, sevai escapulindo ao pagamento da renda, da água ou da luz queconsome. Num e noutro caso cá estão os dos costume para pagar. Mas estes sem essa coisa do alegadamente. Atéum dia que se aborreçam de tanto ser sacados. Nessa altura, aocontrário do que gostariam uns quantos velhotes, nem vai ser precisoandar à porrada. Quando o dia do aborrecimento chegar isto cai devez. Nas calmas. Mas, se calhar, com estrondo.
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publicado às 13:26

Os saqueadores são uma espécie que me aborrece

por Kruzes Kanhoto, em 30.11.13
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publicado às 13:26

Em busca da pesquisa perdida

por Kruzes Kanhoto, em 29.11.13

Poralgum motivo que me escapa, as pesquisas efectuadas no Google já nãoaparecem nos contadores de visitas. Deve ter algo a ver com amelhoria do serviço ou assim. Perde-se, por causa disso, informaçãorelevante da qual os administradores de bloggers e outros sitesextraíam importantes conclusões quanto à melhor forma de manter ecativar a audiência.
Osrestantes motores de busca, por enquanto, não adoptaram estapolitica. No entanto, dado o número residual de utilizadores que aeles recorrem, não é a mesma coisa. De certeza que entre aspesquisas a que agora já não tenho acesso estarão expressões maisinteressantes e curiosas do que a “grande puta tuga” - daqual, espero, o autor tenha encontrado o rasto – ou do leitor gagoque pesquisou “n n nuas”.
Depoisde me terem saneado do adsense, agora isto. Palhaços. Acho que voumudar de motor de busca. Não é que eles se importem. Mas eu tambémnão. 
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publicado às 22:15

Em busca da pesquisa perdida

por Kruzes Kanhoto, em 29.11.13
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publicado às 22:15

De hipocondríacos a amantes das novas tecnologias.

por Kruzes Kanhoto, em 28.11.13

Nãovai longe o tempo em que clínicas e outros espaços onde se realizamexames complementares de diagnósticos ou, até mesmo, centros desaúde estavam cheios de gente. Velhos e novos, doentes ou a vendersaúde, não havia cão nem gato que não fizesse toda aespécie de exames médicos.
Hojeestes locais estão praticamente vazios. Inclusivamente os serviçosde urgência estão, a maior parte do tempo, quase às moscas. Deveser, presumo, mais uma nefasta consequência da crise. Ou, então,trata-se de uma espécie de milagre em que a nossa saúde melhorou aomesmo ritmo que a carteira se foi esvaziando.
Oque, estranhamente, continua cheio são os centros comerciais. O quepode questionar isso da carteira estar mais vazia. No últimofim-de-semana os tablets, telemóveis daqueles todos catitas e LCD'sde dimensões XXL saiam a uma velocidade estonteante da Worten cásitio. Tudo coisas sem as quais, obviamente, já não podemos viver.Por mais que a crise nos afecte. A crise ou as nossas prioridades.
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publicado às 20:41

De hipocondríacos a amantes das novas tecnologias.

por Kruzes Kanhoto, em 28.11.13
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publicado às 20:41


Sucedem-senoticias de autarquias que disponibilizam serviços de pequenasreparações ao domicilio. Tudo o que diz respeito a carpintaria,electricidade ou canalizações pode ser consertado por pessoalhabilitado, para o efeito disponibilizado pela respectiva autarquialocal. De forma gratuita e discriminatória. Bom, talvez não sejabem assim. Nomeadamente na parte do gratuito. Porque a menos que opresidente da câmara pague do bolso dele alguém está a pagar. Edesconfio que são os discriminados a quem isso da gratuitidade nãose aplica. Inconstitucionalidadezinha da boa, parece-me.
Nãosei se a dificuldade cada vez maior em encontrar um carpinteiro,canalizador ou electricista para fazer uma pequena reparaçãoestará, ainda que vagamente, relacionada com tão inteligente medidade apoio social. Talvez não esteja. O pessoal é que está cada vezmais preguiçoso e não se quer dedicar a actividades que envolvamesforço físico. Deve ser isso.
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publicado às 12:00

Não há almoços grátis. Nem reparações à borla.
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Ainda isso das quarenta horas

por Kruzes Kanhoto, em 24.11.13

Estremozserá, alegadamente, a única câmara do distrito e uma das poucas nopaís a aplicar a lei que estabelece o horário de trabalho da funçãopública em quarenta horas semanais. Nada de mais. Lei é lei e,tanto quanto se sabe, é para cumprir. Daí que tal atitude nãoconstitua, na minha modesta opinião, motivo para elogios ou reparos.É assim e pronto.
Omesmo não digo de certas vozes que, cá pelo burgo e também noresto do país, não contêm o seu regozijo de cada vez que osfuncionários públicos vêem piorar a sua situação profissional efinanceira. Deviam, digo eu, ter percebido – até porque muitos jáo sentem na pele – que qualquer patifaria feita pelo governo àfunção pública se reflecte, inevitavelmente, no resto dacomunidade. Mais ainda numa terra pequena onde a dependência doEstado é esmagadora.
Sea perda de rendimentos conduziu à quebra do consumo e consequentediminuição das vendas, o aumento do numero de horas de trabalhoestá a piorar ainda mais o cenário. É, pelo menos, do que sequeixam alguns comerciantes da cidade. Coisa que devia preocupar –no lugar deles preocupava-me – os que olham com satisfação asatitudes persecutórias do governo. Até porque elas podem significarmais encerramentos de lojas, despedimentos e o resto a que já vamosestando habituados. Mas se o povo gosta...
Peranteesta evidência reconheço que me equivoquei quando,  aqui há atrasado,me pronunciei contra a extinção de uns quantos feriados. Afinal ogoverno tinha mesmo razão. Mais dias de trabalho corresponderão,necessariamente, a um aumento do produto interno bruto. Assim como,inversamente, na sequência da mesma lógica, menos horas de descanso– ou sem trabalhar – diminuirão o consumo. O pequeno comérciolocal atesta a eficácia da teoria.
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publicado às 13:10

Ainda isso das quarenta horas

por Kruzes Kanhoto, em 24.11.13
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publicado às 13:10

As varandas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 23.11.13

Porcausa da crise ou de outra coisa qualquer é cada vez maisfrequente encontrar alfaces, couves ou outros vegetais comestíveis em locais onde antes apenas existiam ervas ou flores. É o caso destavaranda no centro da cidade. Com a vantagem, relativamente ao meuquintal, da plantação estar a salvo de lesmas e outra fauna como aque arruína a minha “horta”.
Épor causa dessa bicheza que, também eu, aderi à “agricultura devaso e garrafão”. Primeiro foram os morangos e, agora, umcriadouro de alfaces. Que, a seu tempo, serão também plantadas novasilhame estrategicamente espalhado pelo quintal. A salvo, espero,de toda a espécie de rastejantes, criaturas aladas e gatosincontinentes.

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publicado às 13:30

As varandas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 23.11.13
As varandas da crise
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publicado às 13:30


Sou um inculto.Revelação que, diga-se, não constitui novidade para ninguém.Muito menos para mim. Mas, fiquei a saber desde esta semana, não souo único por estas paragens. A julgar por aquilo que tenho lido naInternet os habitantes de Estremoz, todos sem excepção, padecem deuma profunda falta de cultura. Isto porque, pasme-se, nem um só residente desta terra foi assistir a um espectáculoespectacularmente espectacular que estava agendado para o fim-de-semana passado.
Sim, é verdade. Nem umestremocense se dignou a fazer companhia ao único actor que ia subirao palco do teatro cá do sítio. E isso, compreensivelmente,indignou o pessoal envolvido na peça – que se propôs virapresenta-la por sua conta e risco – e, incompreensivelmente, unsquantos fulanos que, nas redes sociais, desataram a encontrarculpados pela total ausência de público. Tudo tem servido parajustificar o fracasso. Nomeadamente a ofensa reles a funcionários doMunicípio, a atribuição da culpa pela situação ao presidente dacâmara e um argumentário de nível abaixo de idiota quanto àpretensa falta de divulgação do evento. Nada que surpreenda muito.Porque, como se sabe, para o pessoal da cultura – esses seresiluminados e de inteligência superior – a culpa é sempre dosoutros e nunca deles.
Em momento algum aquelamalta equaciona a hipótese de o espectáculo não ser assim tão bomou admita que nesta terra não exista público para aquele tipo detrabalho. Nem - pelo menos isso - reconheça que temos o direito de,enquanto consumidores seja de cultura ou de outra coisa qualquer,comprar apenas o que nos apetece. Por melhor que seja o produto quenos estão a tentar vender. O que, se calhar, nem era o caso.


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publicado às 18:51

O cliente tem sempre razão...excepto nisso da cultura!
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Ainda o horário de trabalho da função pública

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.13

De entre as coisas queme aborrecem a xico-espertice é uma das que ocupa os lugarescimeiros da lista. O xico-esperto é um daqueles seres – emabundância neste país - que não me merece nenhum tipo de respeitoe que desprezo profundamente.
O que se está a passarrelativamente à questão do horário de trabalho da função públicaé, apenas, mais um exemplo do xico-espertismo nacional. O que pensoacerca do assunto está mais que explanado em vários posts quedediquei ao tema e, por isso, não faço hoje considerações sobre abondade, ou falta dela, da decisão de pôr a função pública atrabalhar oito horas.
Aquilo que deixa os meuspoucos cabelos em pé é atitude deplorável dos sindicatos e deoutros agentes políticos perante a matéria. Primeiro, porque nãoestou a ver a razão objectiva – subjectivas até vejo muitas –para recursos e providências cautelares. A lei é clara, não deixamargens a interpretações manhosas e não constitui qualquer tipo dediscriminação entre trabalhadores do privado e do público. Ogoverno legislou – foi, de resto, para isso que os portugueses oelegeram – e não devem ser outras instâncias, por mais legítimasque sejam, a decidir sobre assuntos da esfera politica. Até porquenão me lembro – mas admito que a minha memória me esteja aatraiçoar – de ter ido votar para a eleição de qualquertribunal. Constitucional ou não.
Depois, porque a lutapolítica em redor do assunto é apenas baseada no oportunismo eprotagonizada essencialmente por xicos-espertos. Veja-se o recentecaso da greve protagonizada pelos trabalhadores dos transportescolectivos do Barreiro contra a aplicação das oito horas detrabalho por parte daquela autarquia. Liderada, recorde-se, pelopartido comunista. Neste caso, a luta contra a imposição do novohorário não terá merecido grande simpatia, muito menossolidariedade, dos sindicatos e pessoal afecto ao poder camarário.Está-se mesmo a ver que a cor política da autarquia não tem nada aver com isso… os gajos dos autocarros é que devem ser uns beras docaraças de quem ninguém gosta.

Continua. (Amanhã ounoutro dia qualquer…)
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publicado às 21:06

Ainda o horário de trabalho da função pública

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.13
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Mais estacionamento tuga!

por Kruzes Kanhoto, em 18.11.13

Se isto da blogosferaainda desse dinheiro como dava antigamente, o “estacionamento tuga”era coisa para, só por si, constituir motivo mais do suficiente paracriar um blogue dedicado ao tema. Assunto para o alimentar nãofaltava.
Ao tuga de hoje pareceubem estacionar assim. De esguelha. A ocupar todo o passeio. Que, aoque sabe, ainda é o espaço reservado para circulação de peões.Pessoas a pé, portanto. A menos que, numa interpretação maismoderna da legislação que regulamenta esta matéria, se defenda queo código da estrada não se aplica aos passeios e, sendo assim, neleo automobilista pode fazer o que muito bem lhe apetecer.
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publicado às 19:23

Mais estacionamento tuga!

por Kruzes Kanhoto, em 18.11.13
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As laranjas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 17.11.13

Fruta.Muita fruta. Coisa suficiente para, se no quintal adequado, ganhardois ou três campeonatos. Como é no meu não vai além de unsquantos sumos. 
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publicado às 19:43

As laranjas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 17.11.13
As laranjas da crise
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Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 16.11.13


Noque ao acto de estacionar diz respeito, o tuga é um verdadeiromestre. Estaciona com mestria inigualável a carripana nos locaismais improváveis e mesmo que isso prejudique os outros, ao tugapouco importa. Eles que façam o mesmo. Desenrasquem-se.  
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publicado às 20:01

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 16.11.13
Estacionamento tuga
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E que tal cortá-los a eles?

por Kruzes Kanhoto, em 15.11.13

Odiscurso oficial começa a ser perigoso. Diria, até, a dar sinaispreocupantes de discriminação relativamente aos funcionáriospúblicos que já vai muito para além da demagogia oficial e do ódiolatente que grassa em muitos sectores da sociedade. Dizia ainda agoraum deputado da maioria, a propósito do orçamento de Estado para2014, que a “opção do governo foi cortar no Estado em vez decortar nas empresas e nas pessoas”. Assim. Sem tirar nem pôr.O que significa, face aos cortes previstos no diploma em discussão,que aos funcionários públicos e aposentados, segundo o ponto devista de PSD e CDS, não é atribuída a condição de pessoas.
Éeste tipo de gente – nem sei se lhe atribua este estatuto - quenos governa. Uns porcos. Que não respeitam o povo que governam. Sóme apetece mandá-los levar no cú. Mas é melhor não. Às tantasainda gostam. 
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publicado às 19:26

E que tal cortá-los a eles?

por Kruzes Kanhoto, em 15.11.13
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publicado às 19:26


Pelas notícias quetêm sido divulgadas nos últimos dias verifica-se que são muitos osmunicípios a reduzir as taxas e preços por si praticados.Nomeadamente, por ser a que mais pesa nos bolsos dos contribuintes,os valores que até agora vinham cobrando pelo IMI. É, sem dúvida,uma excelente medida para os contribuintes residentes nos concelhosque estão a optar por estas reduções. Pode também significar queos autarcas estarão, finalmente, a ganhar juízo e a perceber queisso do rigor nas contas públicas toca a todos. É que a diminuiçãode receitas que está associada a estas deliberações, acrescida aoscortes nas transferências do Estado e à diminuição natural deoutras receitas provocada pelo ajustamento no comportamento deempresas e cidadãos, vai provocar um rombo colossal nos orçamentosmunicipais. Para o qual, espera-se, todos terão de estar preparados.Porque isto, não sei se toda a gente sabe, a menos receita teráforçosamente de corresponder menos despesa. E isso, se desejável eindispensável, é capaz de não estar a ser assimilado peloseleitores. Nem, se calhar, pelos eleitos que assim decidem. Para alémde, quando o exercício de 2014 estiver a decorrer, a coisa sersusceptível de provocar reacções com um nível de entusiasmosignificativamente mais comedido…
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publicado às 14:30

Boas noticias para alguns eleitores...para outros nem por isso.
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Retoma ao raiar do dia

por Kruzes Kanhoto, em 14.11.13

Teremos,alegadamente, saído da recessão. Uma boa noticia, concordemos. Emboa parte, ao que parece, também devido à melhoria verificada naprocura interna. Perante isto o que faz o governo? Prepara-se paravoltar a diminuir salários, obviamente. Como faria qualquer parvo.Que essa coisa da recessão não é para ser abandonada assim semmais nem menos. Até porque ninguém manda a malta ser alarve e andarpor aí às compras.
Porfalar em compras, procura interna e trapalhadas correlativas. O LIDLabriu hoje em Estremoz a sua nova loja. Para além dos visitantes jáesperados, provavelmente atraídos pela oferta do pequeno-almoço oudas castanhas, os clientes terão sido mais que muitos. O primeiro,parece, terá chegado quase de madrugada. Para, logo que a loja fosseinaugurada, ter a honra de ser o primeiro a fazer compras na novasuperfície comercial. Um consumidor motivado a contribuir para aretoma e a quem os cortes na pensão não tiraram a vontade deadquirir coisas, pelos vistos.
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publicado às 21:14

Retoma ao raiar do dia

por Kruzes Kanhoto, em 14.11.13
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Desiludidos?! Ninguém os manda ser parvos.

por Kruzes Kanhoto, em 13.11.13

As primaveras árabes,tão queridas da esquerda e da intelectualidade lusitana que não secansou de as comparar ao nosso 25 de Abril, contribuíram paradegradar ainda mais os direitos das mulheres. Na altura nãopartilhei do entusiasmo generalizado que corria pela blogosfera. Nãoera difícil prever que seria mais ou menos isso que acabaria porsuceder. Por mais que custe a aceitar a internautas ingénuos oucatraios que mal largaram os cueiros armados em comentadores demeia-tigela. Podiam, digo eu que nem gosto de dar conselhos, era serum bocadinho menos parvos e admitir que outros possam ter uma visãodiferente acerca do mesmo acontecimento. Menos académica, mas maisfundamentada na experiência de vida. E próxima da realidade, nocaso.
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publicado às 20:40

Desiludidos?! Ninguém os manda ser parvos.

por Kruzes Kanhoto, em 13.11.13
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publicado às 20:40

Prioridades leva-as o fumo

por Kruzes Kanhoto, em 13.11.13

Claro que nisto dosbairros sociais, como se calhar em todos os outros lugares, há gentede todas as condições. Ricos, remediados e pobres. Desde aquelesque, provavelmente num gesto ímpar de altruísmo, pagam onze mileuros de quotas em atraso aos seus camaradas de partido, até aos quenão têm dinheiro para, sequer, pagar coisas básicas como ofornecimento de energia e água. Ainda que, mesmo estes últimos e emmuitas circunstâncias, tudo se resuma a uma questão de prioridades.Como muito bem dizia uma senhora já velhota, igualmente residentenum bairro portuense que tem sido noticia ultimamente por razõesrelacionadas com calotes a empresas prestadoras de serviços. O quese confirma pelas declarações do vizinho que, garante, não paga aluz nem a água desde tempos imemoriais. Não tem dinheiro para isso,lamenta-se. Enquanto acende um cigarro e manda umas baforadas.
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publicado às 13:19

Prioridades leva-as o fumo

por Kruzes Kanhoto, em 13.11.13
Prioridades leva-as o fumo
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publicado às 13:19





Diz que, por causa da greve da função pública,algumas autarquias do Alentejo estiveram de portas fechadas naúltima sexta-feira. Num dos casos onde isso ocorreu ficámos asaber, através de reportagem exibida pela SIC, que a iniciativa doencerramento das portas terá partido do sindicato. Por, dizia umasindicalista, o sindicato ter entendido que não estavam reunidascondições de segurança para o edifício estar aberto. Embora,salientou, tivesse sido autorizada a entrada aos trabalhadores quenão aderiram à paralisação. Era, digo eu, também o que maisfaltava. Ainda que, encerrar lá dentro quem decidiu exercer odireito a ir trabalhar, constitua uma evidente forma de pressãosobre os que optaram por não fazer greve.
Não sei se é só a mim, mas, assim de repente, parece-me que o facto de uma estrutura sindical a determinar o fechode um edifício público não será uma coisa muito legal. Maisespantoso é o chamado poder local democrático lá do sitio pactuarcom actividades deste género. Por mais simpatias partidárias queexistam entre uns e outros. É verdade que isto só acontece emmunicípios liderados pelo partido comunista. Onde, como todossabemos, existe democracia e essa coisa das perseguições e da faltade liberdade ficam à porta.  
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publicado às 19:58

Só posso ter ouvido mal. A "responsabilidade pelas instalações é do sindicato" ?! Mas o que é que andam a fumar em Évora?!
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publicado às 19:58

A sério?

por Kruzes Kanhoto, em 10.11.13

OAeroporto de Beja assume-se como um importante motor para odesenvolvimento económico e social da Região do Alentejo,contribuindo, de forma inequívoca, para o combate ao isolamento e àexclusão, constituindo um instrumento de grande eficácia napromoção de maior coesão social e territorial, tal como se assume,também, como uma infra-estrutura aeroportuária de relevâncianacional.
Não.Não encontrei esta pérola emnenhum site de anedotas. Nem mesmo desses com anedotas parvas e semgraça sobre alentejanos. Mas podia. Esta prosa brilhante einspirada está publicada num site institucional.Podiam teresturrado o nosso dinheiro à vontade mas não precisavam de noschamar parvos. Não havia necessidade. Podiam era ser sérios.Só umbocadinho, pelo menos.


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publicado às 21:41

A sério?

por Kruzes Kanhoto, em 10.11.13
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publicado às 21:41



Hojefoi dia de semear as ervilhas da crise. O que envolveu aquela tarefachata e desagradável de cavar a terra onde os ditos legumes iam sersemeados. Cavar – já devo por aqui ter escrito isto – é detodas as coisas que já fiz a que mais me aborrece. E, atrevo-memesmo a dizer, também das que ainda não fiz.
Ocenário piorou perante a quantidade de merda de gato com que medeparei durante a preparação do terreno. Desconfio que todos osfelinos do bairro vêm cagar ao meu quintal. Era cada cavadela cadabosta. Ou quase. Eram muitas, pronto. E, chamem-me o que quiserem,foram todas direitinhas para o meio da rua. Literalmente. Porque seeu não tenho gatos, nem vou cagar ao quintal dos outros, por queraio hei-de apanhar a merda que não é minha? Assim pode ser quealgum dos donos a pise. Ou, pelo menos, se sinta incomodado com ajavardice que ficou à vista de todos.
Jáagora, alguém conhece uma maneira eficaz de manter os bichanosafastados? Soluções demasiados drásticas serão liminarmenteignoradas, obviamente. 
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publicado às 15:07

Não podiam ter um animal doméstico que não aborreça? Uma tartaruga, por exemplo. Um hamster, talvez.
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publicado às 15:07

Não me apetece pagar as prioridades dos outros

por Kruzes Kanhoto, em 09.11.13

AEDP resolveu suspender os cortes de energia que vinha fazendo naregião do Porto aos supostos clientes que não pagam a conta ou,melhor ainda, puxam a energia do poste mais próximo. São boasnoticias. Nomeadamente para aqueles que não têm o pagamento dasdespesas básicas de uma casa no topo das suas prioridades.
Paramuita gente há, primeiro, que tratar do bólide topo de gama, daroupa de marca e de outras coisas igualmente essenciais à manutençãodo estilo de vida. Nem todos, como é óbvio, adoptarão este padrãode comportamento. Muitos estarão desempregados ou terão reformaspouco mais de miseráveis. Tal como acontece em qualquer outro pontodo país. Gente essa que cumpre, sabe-se lá com que sacrifícios, asobrigações que assumiu para poder viver com alguma dignidade.Sacrifícios que alguns não querem fazer porque acham que alguém osdeve fazer por eles. O que revela bem a falta de dignidade dessamalta.
Deestranhar é que as entidades oficiais pactuem com situações destegénero e pressionem uma empresa privada – se fosse pública erareprovável na mesma - para discriminar clientes. Sim, porque quandouns pagam e outros não estamos perante um acto discriminatório. Oque, presumo eu, deve ser inconstitucional. Pelo menos emcircunstâncias idênticas o tribunal especializado nisso daConstituição já decidiu nesse sentido.
Sejacomo for, por mim está decidido. Mal acabe a tarifa bi-horária voumudar de fornecedor de energia eléctrica. Não estou para continuara pagar a luz que não consumo.  
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publicado às 12:11

Não me apetece pagar as prioridades dos outros

por Kruzes Kanhoto, em 09.11.13
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publicado às 12:11


Oclube de futebol do Porto está indignado. O que é perfeitamentenormal dado que aquela rapaziada quando não ganha fica nesse estado.Mas a indignação deles, desta vez, é assaz original. Tem a ver coma decisão da Câmara de Lisboa de apoiar financeiramente aconstrução de uma estátua em homenagem a um antigo dirigente domaior clube português. O que, na opinião da agremiação nortenha,se trata de um luxo desnecessário e de um despropositado actodespesista da autarquia da capital. Pode, admito facilmente, atéser. Mas, recorde-se, estarão em causa cerca de cinquenta mileuros. Muitas, mas mesmo muitas vezes menos do que a Câmara de Gaiagastou no centro de treinos que construiu para usufruto do tal clubedo norte. Ou do que custaram as muitas recepções aos “Dragões” patrocinada pelo Menezes, o ex-autarca esbanjador da margem sul doDouro. Convinha, perante a desproporção dos valores em causa, terum certo sentido do ridículo. Mas isso deve ser pedir demais aovelhote gagá. Ou xexé, sei lá.
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publicado às 19:46

De repente, a norte, começaram a preocupar-se com o despesismo...
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publicado às 19:46


Quase todos achambem que o Estado reduza as suas despesas. Desde que isso, claro está,não os afecte. A polémica dos últimos dias em torno dofinanciamento do ensino particular vem, mais uma vez, evidenciar estenosso estado de espírito. A defesa desta opção do governo temvindo a ser feita de forma acérrima pelos mesmos que, ainda não hámuito tempo, defendiam o fim da Adse com o argumento que os impostosde todos não devem financiar privilégios de alguns. Menos aindaquando quem deles beneficia pode utilizar, como todos os restantes,as infraestruturas públicas de saúde.
É notável o nívelde incoerência dos defensores do chamado cheque-ensino ou destaespécie de PPP para a educação que a TVI recentemente denunciou.No caso da Adse o sistema é em grande parte sustentado pelosdescontos de quem dele usufrui e, como está amplamente demonstrado,fica mais barato ao Estado do que o SNS. No entanto, talvez por umódio cego aos funcionários públicos, defendem a sua extinção. Jáno que diz respeito ao ensino, sem que ninguém faça um descontoespecífico para isso, acham que o Estado deve suportar a opção dequem entenda colocar os filhos numa escola privada, ainda que ao ladoexista uma pública. Trata-se de liberdade de escolha, segundo eles.Mesmo que mais cara e que todos a paguemos. A mesma liberdade –eles chamam-lhe privilégio – que não querem reconhecer a quempaga para ter essa escolha. Coerente esta gentinha.
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publicado às 21:07

E é a isto que chegou o nível da discussão acerca das funções do Estado…
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publicado às 21:07


Hácoisas que me são extremamente difíceis de entender. Deve ser,presumo, da idade. A historieta do catraio que tem acessos de fúriaem plena sala de aula é uma delas. Ou melhor, até percebo que oputo espatife o mobiliário, faça um berreiro danado capaz de seouvir em Espanha ou morda quem lhe aparecer pela frente. O que jánão entendo é como é possível que reincida no comportamento nodia – ou dias – seguintes. Só a ausência de castigo adequado eproporcional ao desacato que provocou é que podem justificar areincidência. Se não o teve, então é óbvio que tem de sermantido afastado das pessoas normais, que estas não têm obrigaçãode aturar as bestas dos outros.
Ospais, provavelmente, serão do mesmo calibre e, por isso, incapazesde educar o gaiato. Mas disso não têm culpa os alunos, funcionáriose professores obrigados a partilhar o mesmo espaço com a fera. Muitomenos a ser vitimas passivas da sua má educação. Mas, graças àditadura do politicamente correcto em que vivemos, ninguém podetocar no fedelho. Quem o fizer está metido em sarilhos. E o pior éque esta maneira de encarar as coisas, apenas defendido por umaínfima minoria de anormais auto convencidos da sua genialidade, estáapenas a servir para criar delinquentes. Os mesmos que, espero, maiscedo do que tarde tratarão de lhes ir às trombas.
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publicado às 20:32

Ora aí está um puto capaz de desenvolver as competências adquiridas no âmbito do desacato.
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publicado às 20:32

E o louco sou eu?!

por Kruzes Kanhoto, em 05.11.13

O país está, hoje,certamente mais rico. Graças, entre outras coisas, ao facto detrabalharmos mais horas, mais dias por ano e, principalmente portermos ordenados mais baixos. A riqueza, aliás, vê-se em cadaesquina, em cada rua e em cada largo. Diria, até, que se vê cadavez mais ao longe e mais largo.
Tudo isto sem ter sidonecessário criar um Ministério da Felicidade Suprema como fez ooutro maluco - tão maluco que até faz parecer o Chavez um tiposensato - lá da Venezuela. De resto, nós nem temos por cá malucosdaquele quilate. Jamais teremos no governo um louco que nos garantaestarmos a viver um milagre económico, jure que existem linhasvermelhas para os sacrifícios que jamais serão ultrapassadas e queveja tantos sinais de retoma que até chateiam de tantos que são.
Não é que me esteja afazer ao lugar, mas ando desconfiado que já vi alguns desses taissinais de retoma. Inclusivamente um apareceu-me sob a forma de umpombo. Estava metido num buraco, olhou para mim, em seguida bateu as asas duas outrês vezes e desapareceu. Foi um sinal. Inequívoco. Daqueles quesó um louco não ia entender. 
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publicado às 20:46

E o louco sou eu?!

por Kruzes Kanhoto, em 05.11.13
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publicado às 20:46

Marmelada

por Kruzes Kanhoto, em 04.11.13

Apublicação de fotos intimas, escaldantes e capazes de fazerarregalar os olhos a qualquer um – ou qualquer uma, que não querocá discriminações - não tem sido prática regular aqui no Kruzes.Mas isto nem sempre nem nunca, como sabiamente dizia a minha avó.Daí que hoje divulgue uma imagem que é tudo isso. Intima, porqueobtida no recesso do meu lar; escaldante, porque acabadinha de sairda panela; e capaz de, pelo menos aos apreciadores, provocar umarregalar de olhos. Porque estes também comem.
Fica assim documentada, da forma possível, a qualidade da marmeladafeita por mim e pela minha Maria. E sim, estava tão boa quantoparece. 
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publicado às 19:55

Marmelada

por Kruzes Kanhoto, em 04.11.13
Marmelada
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publicado às 19:55


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