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Acontratação de espectáculos com o Tony Carreira surge sempre, aquipelo Kruzes e não só, como mau exemplo do esbanjamento de dinheirospúblicos. De tal maneira que já por aqui tive leitores – no casoforam mais leitoras – a insurgirem-se contra aquilo queclassificaram de obsessão da minha parte relativamente aos gastoscom a criatura em questão. Contra os quais nada tenho, como tambémjá tive ocasião de referir, se forem feitos por agentes privados.
Outros,nomeadamente gente que se preocupa com isso do esturrar dinheiro público de forma inglória, têm a mesma opinião. Nada queinteresse muito a quem procura angariar votos entre as fêmeas lusas das classes D e E”. Quem quiser seguir os links podeconfirmá-lo. 
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publicado às 09:00

O contributo dos portugueses para o senhor Carreira já irá em mais de um milhão de euros
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publicado às 09:00

40 horas e um feriado. Pelo menos.

por Kruzes Kanhoto, em 30.08.13
Avontade de voltar ao assunto não era grande mas a recente publicaçãoda lei que prolonga o horário de trabalho na função pública paraas oito horas diárias reacendeu a minha indignação acerca do tema.Continuo a achar esta medida inútil, geradora de maior despesas defuncionamento e que em nada beneficiará os contribuintes. Mas dissojá dei conta noutros posts pelo que não vou maçar que me lê com arepetição dos meus argumentos.

Prefiro,desta vez, dedicar uma palavra para aqueles que rejubilam com aimposição deste horário aos funcionários públicos. Rejubilemenquanto podem. Porque também rejubilaram quando perdemos ossubsídios de férias e de Natal, lembram-se? E não se esqueçamque, adaptando à ocasião o que dizia o outro, nenhum trabalhador éuma ilha. Não se admirem,por isso, que as consequências do que agora aplaudem se repercutam,mais cedo do que tarde, em vossemecêses.

A propósito e como isto anda tudo ligado, ainda que ninguém –pelo menos que me tenha apercebido - falasse no assunto mas, se éque estou a ler bem, a lei agora publicada pode também ter acabadocom o feriado de terça-feira de Carnaval. Diz lá, a páginastantas, que “ A observância dos feriados facultativos previstosno Código do Trabalho, quando não correspondam a feriadosmunicipais de localidades estabelecidos nos termos da lei aplicável,depende de decisão do Conselho de Ministros, sendo nulas asdisposições de contrato ou de instrumento de regulamentaçãocoletiva de trabalho que disponham em contrário”. Ora se istonão se destina a colocar um ponto final nas manigâncias que, umpouco por todo o lado, iam permitindo contornar a decisão do governode não conceder tolerância de ponto pelo Carnaval, então não seipara que serve.


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40 horas e um feriado. Pelo menos.

por Kruzes Kanhoto, em 30.08.13
40 horas e um feriado. Pelo menos.
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publicado às 09:00

Chumbo qualificado

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.13

Areacção do PSD, pela voz de um ex-lider e ex-primeiro ministro, aochumbo da lei dos despedimentos dos funcionários públicos peloTribunal Constitucional é assaz curiosa. Diz o cavalheiro que “épreferível despedir funcionários a reduzir prestações sociais”.Hesito quanto a isso. Dependerá dos funcionários a mandar para oolho da rua e de quem recebe os apoios do Estado. Mas para o PSD nãoserá assim. Para os laranjas é melhor correr com trabalhadores, mandriões ou não, do quer deixar de pagar prestaçõessociais a reformados ricos que pouco ou nada contribuíram para asegurança social, a ciganos e a drogados. Escolhas. Cada um fará asua. E o PSD, pelos vistos, já escolheu a sua base social de apoio.
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publicado às 21:58

Chumbo qualificado

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.13
Chumbo qualificado
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publicado às 21:58

...

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.13


Convinhaque quem elabora os programas eleitorais fosse politicamente honesto.Era igualmente de bom tom, antes de prometer fosse o que fosse,tentar perceber quanto custaria o cumprimento das suas promessas.Melhor ainda seria perceber se o Município a que se candidata tem ounão margem financeira que permita, uma vez eleito, realizar, no todoou em parte, o programa com que se apresenta aos eleitores. Ou, emalternativa, anunciar onde pensa arranjar o dinheiro para financiar aimplantação das suas ideias. Convir, convinha. O pior é que poucos - e, se calhar, estou a ser optimista - o farão.
Épor isso que, por melhores e mais merecedoras de aplausos que sejamas intenções dos candidatos, propostas deste tipo não podem serlevadas a sério. No caso em apreço, de acordo com os documentos deprestação de contas de 2012, este município arrecada uma receitaanual que não atinge os dezanove milhões de euros. Ostenta, nomesmo período, uma divida a fornecedores que vai para lá dos vintee dois milhões e empréstimos que quase chegam aos dezoito milhõesde euros.
Perante este números parece difícil alguém acreditar naconcretização daquelas propostas. Dá mesmo para desconfiar queaqueles que as fazem não conhecem a realidade financeira dainstituição que pretendem governar. Ou então acham que podem,impunemente, não pagar a divida. Mas se acham isso é por que sãoignorantes. É que o mundo mudou, ainda que alguns não tenham dadoconta.   
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publicado às 09:00

Confusões que ninguém acha útil explicar

por Kruzes Kanhoto, em 28.08.13
Anoticia que ontem ocupou grande parte dos noticiários e esteve emdestaque em toda a imprensa é mais um exemplo da forma enviesada decomunicar do executivo, da ainda pior qualidade da informação quepor cá se pratica e do oportunismo politico que se faz em torno deum qualquer não assunto. Tudo junto.
Dizia-seque o governo teria impedido as universidades de se financiarem comreceitas próprias. O que, está bem de ver, seria uma estupidez quea ninguém ocorreria por mais desmiolado que seja. E nesse âmbitoestamos bem servidos em termos governativos.
Afinalo que estava em causa era que previsão da receita própria ainscrever no orçamento para 2014 não podia ser superior à receitacobrada em 2012. O que indiscutivelmente é uma medida do maiselementar bom senso e uma regra fundamental para evitar que a sobreorçamentação conduza ao aumento do endividamento. Podiam terexplicado, nem sei por que ninguém o fez, que uma coisa é o que seprevê cobrar e outra, raramente coincidente, o que efectivamente secobra. Um previsão de 100 nada impede uma cobrança de 200. Ou ocontrário. Parece, até para um jornalista, não ser uma coisa muitodifícil de entender.
Quantoa mim – mas isso deve ser da minha visão distorcida destasmatérias – o que estará em causa será algo completamentediferente. O governo pretende, com este tipo de restriçãoorçamental, forçar as entidades públicas a despedir funcionários.Obrigar, do lado da receita, a um orçamento igual a 2012 quando, nadespesa, é necessário acomodar mais dois meses de vencimentos e oaumento de 18,75% nas contribuições para a CGA é um exercício dequase impossível resolução que outro objectivo não pode ter que aredução de efectivos. Mas isso não convém que se saiba.Principalmente em vésperas de eleições. 
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publicado às 11:44

Confusões que ninguém acha útil explicar

por Kruzes Kanhoto, em 28.08.13
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publicado às 11:44

Que nem uns nem outros cheguem ao céu...

por Kruzes Kanhoto, em 27.08.13

Aoque consta esta magnifica avenida, recentemente construída ondeantes passava a linha do caminho de ferro, será o paraíso dosaceleras locais. Diz que se faz por ali, de quando em vez, um ououtro teste à potência dos motores e à sua capacidade de aceleração. Coisas de malta extremamente inteligente que, aproveitando os mais de mil metros do percurso, gosta de pôr à prova a sua viatura e a capacidade de a conduzir a elevada velocidade. Dizem, repito,porque  dessas aventuras nada sei. O que sei, relativamente a esteespaço, é que será uma pena se algumas vozes que “exigem” acolocação de bandas sonoras ao longo da via “chegarem ao céu”.
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publicado às 15:07

Que nem uns nem outros cheguem ao céu...

por Kruzes Kanhoto, em 27.08.13
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Quando dar a cara não significa ter coragem

por Kruzes Kanhoto, em 26.08.13
Amorte de António Borges suscitou, entre os amigos, correlegionários,compangnons de route e políticos em geral, as reacçõeshabituais nestas circunstâncias. O elogio do carácter, competência,a inteligência e a frontalidade com que se exprimia, são realçadosunanimemente.
Nuncagostei das ideias que o falecido não se cansava de considerar comoimprescindíveis para solucionar os problemas do país. O que,obviamente, não exclui o reconhecimento pelas qualidades queeventualmente o senhor possa ter tido em vida. Até porque outros, decerteza tão inteligentes, competentes e de igual verticalidade decarácter têm, sobre os mesmos assuntos, ideias completamentediferentes.
Oque acho de todo deplorável são os comentários abjectos, nojentose reveladores do baixo nível intelectual de muitos utilizadores dasredes sociais. Nomeadamente nas caixas de comentários de blogues enessa parede de casa de banho pública dos tempos modernos que dápelo nome de facebook.
Nãoapreciar as ideias do economista e manifestar o desacordo em relaçãoa elas é legitimo, mas escrever o que muita gente com idade para terjuízo anda por aí a publicar acerca da morte do homem é para lá de lamentável. Alguns sãoos mesmos que não se coíbem de criticar “os que não têm coragemde dar a cara e se escondem cobardemente atrás do anonimato”. Pormim hesito na escolha. Não sei se é pior um anónimo cobarde se umcobarde sem vergonha de mostrar as suas ventas de javardo.  
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publicado às 12:41

Quando dar a cara não significa ter coragem

por Kruzes Kanhoto, em 26.08.13
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Vespas enormes!

por Kruzes Kanhoto, em 25.08.13

Nãogosto do aspecto deste bicho que hoje aterrou no meu quintal. Verdadeque nada percebo de entomologia mas, assim à primeira vista, oinsecto que abati não parece uma vespula vulgaris. Não ousoafirmar que o ameaçador himenóptero é um exemplar da tão temidavespa assassina – até porque nunca vi nenhuma - mas que, enquantoviva, a sua presença era um pouco inquietante lá isso era.
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publicado às 18:30

Vespas enormes!

por Kruzes Kanhoto, em 25.08.13
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Hoje, em Lisboa, é dia de brincar aos bombeiros

por Kruzes Kanhoto, em 25.08.13

Opaís está a arder. Enquanto isso, em Lisboa, assinala-se mais umaniversário do incêndio do Chiado. Com mobilização de meios decombate a incêndios, bombeiros e tudo o mais que pareça relacionadocom a efeméride. É a dinâmica do poder local no seu melhor.Entretanto a paisagem que vá ardendo...
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publicado às 11:02

Hoje, em Lisboa, é dia de brincar aos bombeiros

por Kruzes Kanhoto, em 25.08.13
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publicado às 11:02

O homem é um santo!

por Kruzes Kanhoto, em 24.08.13
Luís Filipe Meneses terá dado dinheiro a uma velhinha.Nada de especial. A intenção terá sido, segundo os apaniguados que já vieram emdefesa do homem, auxiliar a idosa a pagar as rendas em atraso. Um coração demanteiga, este LFM. Um poço de generosidade. Um filantropo incapaz de resistiràs dificuldades evidenciadas pelos eleitores. Tudo o que um autarca deve ser,portanto.
Este tipo de atitude não é novo. É mesmo muito comum emperíodo eleitoral. Tanto que não suscita entre a generalidade dos portugueses umareacção demasiado crítica. Pelo contrário, não falta gente, dentro e fora daclasse política, a considerar que o candidato não fez nada de mal e que setratou apenas de um acto de carácter humanitário. Eu também manifesto a minhacompreensão para com este comportamento. Ou para com outro qualquer. Em lugarda velhinha até podia ter investido o dinheiro a comprar o voto de umaprostituta auxiliado uma prestadora de serviços de carácter sexual commanifesta falta de clientes e notória dificuldade em regularizar as contas.  
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publicado às 14:00

O homem é um santo!

por Kruzes Kanhoto, em 24.08.13
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publicado às 14:00

Já não há propaganda como havia antigamente...

por Kruzes Kanhoto, em 22.08.13
AComissão Nacional de Eleições estará a colocar diversasrestrições ao uso das novas formas de comunicação, para fins de divulgação de propaganda eleitoral. A ideiapode, até, consubstanciar um conjunto de boas intenções. O pior éque este organismo do Estado – que, se calhar, nem sejustificará muito que continue a existir – parece não ter aindareparado que o mundo mudou. Seja nos meios à disposição dospartidos para fazer chegar a sua mensagem junto do eleitorado ou naquantidade de dinheiro considerada aceitável para gastar nestasactividades.
Verdadeque telefonemas, e-mail ou sms não constituem um meio especialmenteeficaz para aproximar o candidato ao eleitor. Mas isso não éproblema nosso. Nem da CNE. É lá com eles, os que propõem servir opovo. Até porque podem sempre fazer como, alegadamente, terá feitoaquele candidato – eleito Presidente e desde há muitos anos ausufruir de uma generosa reforma – que segundo reza a lenda, porqueisto já lá vai um quarto de século, terá calcorreado sozinho oconcelho onde se candidatava. Não terá havido velhinha com quem nãotivesse comido uma cachola ou umas migas – as eleições nessaaltura eram no inverno – nem velhote com quem não tivesse apanhadoum pifo. Isso sim é que eram campanhas à séria. 
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publicado às 19:10

Já não há propaganda como havia antigamente...

por Kruzes Kanhoto, em 22.08.13
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publicado às 19:10

Vêmaí mais milhões. Daqueles que a Europa nos envia para a maltafazer coisas. Desta vez a ideia, tão disparatada como qualquer outraonde já enterraram “charters” de euros, é esturrar o dinheiro aintegrar os cidadãos de etnia cigana. Para isso conta-se realizar uminvestimento a rondar os trezentos e cinquenta milhões de euros,financiados em oitenta por cento pelos fundos comunitários. Osrestantes vinte por cento – uns trocos, praticamente – são porconta do orçamento nacional.
Amaior parte do dinheiro terá como destino a qualificação dosalojamentos. Que é como quem diz, dar-lhes uma casa. Nisto osmunicípios terão um papel preponderante. De tal forma que oprograma tem como objectivo a sensibilização de 90% das autarquiascom população cigana para as especificidades da sua cultura e parao seu realojamento.
Ora,em altura de preparação de programas eleitorais e de inicio decampanha, seria bom que quem se candidata às autarquias esclareçaos eleitores acerca do que pretende fazer a este respeito.Nomeadamente que diga claramente se é sensível às especificidadesda cultura cigana. Em todas as suas vertentes, de preferência. Setolera os comportamentos anti-sociais que os elementos daquelascomunidades evidenciam nos espaços públicos, por exemplo. Ou queassuma perante os contribuintes e eleitores do respectivo concelhoque vai construir casinhas para os ciganos. Os contribuintes eeleitores que já perderam as suas casas e os que estão vias de asperder por incapacidade de cumprir com os pagamentos ao banco vão,de certeza, perceber a estratégia. E aqueles que trabalham uma vidainteira para as pagar, também. 
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publicado às 23:19

Estratégia: Em grego: strategía, em latim: estrategia, em francês: stratégie, em inglês: strategy, em alemão: strategie, em italiano: strategia, em espanhol: estrategia…
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publicado às 23:19

Esclareçam lá o Tozé sobre isso do IVA

por Kruzes Kanhoto, em 19.08.13
Jápor diversas ocasiões aqui expressei o quanto me aborrece alengalenga em torno do iva da restauração. Posso, até, admitir quea taxa aplicável à restauração seja desajustada. Constato, comoqualquer um que ande por aí, que as coisas não correm especialmentebem a este sector. Mas estou em total desacordo com os que culpam aelevada carga fiscal pelo encerramento de alguns estabelecimentos e oconsequente aumento do desemprego no ramo.
Aganância de muitos empresários – se calhar a maioria – que osleva a praticar preços que mais se assemelham a um assalto aoconsumidor terá, provavelmente, um efeito bastante mais nocivo doque a taxa de imposto. Até porque este, ao contrário do que éconstantemente afirmado, é pago pelo cliente e não pelocomerciante. Daí que a expressão “não ganho para pagar o IVA”não faça, quando proferida pelos taberneiros e correlativos,qualquer sentido e não passe de um enorme disparate. O IVA já foipago por quem consumiu. Previamente. Eles apenas têm de entregar aofisco algo que já cobraram e que não lhes pertence.
Achavaeu que quando as vendas caiem a solução, para voltar a vender mais,é diminuir a margem de lucro e praticar um preço mais baixo. Ajulgar pela amostra não é assim. Ou, então, crise é uma coisa quenão assiste a todos. Já nem digo o resto, mas café a um euro numaespelunca manhosa pode não ser um roubo, mas um furto é de certezaabsoluta.  
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publicado às 23:25

Esclareçam lá o Tozé sobre isso do IVA

por Kruzes Kanhoto, em 19.08.13
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Tuga(i)mobil

por Kruzes Kanhoto, em 17.08.13

Escritório,armazém ou pocilga. Isso ou outra coisa qualquer - contentor, porexemplo - é no que está transformado este carrinho. Triste fim paraquem já conheceu melhores dias. 
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publicado às 22:55

Tuga(i)mobil

por Kruzes Kanhoto, em 17.08.13
Tuga(i)mobil
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publicado às 22:55

Das profundezas do Alentejo

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.13
Quandoouço a referência a um tal Alentejo profundo dá-me vontade debater em alguém. Seja no gajo que primeiro a mencionou – umindividuo que, consta, residirá para os lados de Belém – ou emtodos os que, por uma qualquer razão a que não consigo atribuirnenhuma espécie de lógica, a utilizam para se referir a esta regiãodo país. O último a quem me apeteceu ir às trombas foi o pivot dojornal da noite da TVI quando ontem, a propósito da novela daestação que está a ser gravada por estas bandas, o cavalheiro deua noticia das gravações que por estes dias estão por a decorrer“em Estremoz, no Alentejo profundo”. Como fez questão de frisar.
Consultandoo dicionário on-line Priberan fica-se a saber que profundo significa“cujofundo está distante da superfície, da entrada ou da frente.Ora as filmagens objecto da reportagem decorreram ao nível do solo.Parece que existirão outras numa pedreira mas, ainda assim, adistância até à superfície não será nada de especial. Se ocritério para medir isso da profundidade foi o da distânciarelativamente à entrada no Alentejo, então o jornalista égeograficamente ignorante. Que saiba nunca disse, nem ele nem osoutros, que as comemorações do dia de Portugal decorreram em“Elvas, no Alentejo profundo”.
Aindasegundo o mesmo dicionário, em sentido figurado profundo poderásignificar medonho,escuro, que inspira terror.Mas, presumo, não deve ter sido com essa intenção. Éque se formos por aí a Estremadura profunda não será muito longedos estúdios da TVI.


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publicado às 19:22

Das profundezas do Alentejo

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.13
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O que será que eles queimam?

por Kruzes Kanhoto, em 15.08.13

Ofumo do costume, vindo do mesmo local de sempre e com origem nosfogaréus habituais. Trata-se, portanto, de um hábito ali para asbandas do resort. A porra é que eles podem. Como podem quase tudosem que ninguém os aborreça por isso. A lei que proíbe atear fogueiras por esta época do ano, tal como todas as que implicamdeveres, não aplicam a esta rapaziada. Outros cidadãos, por muitomenos, teriam a GNR e mais uma quantidade de instituições à perna.Assim não faz mal. É deixar arder. Talvez tenham esperança queeles ardam junto. 
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publicado às 11:10

O que será que eles queimam?

por Kruzes Kanhoto, em 15.08.13
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publicado às 11:10

Retoma?! Vamos lá acabar com essa parvoíce!

por Kruzes Kanhoto, em 14.08.13
Osindicadores divulgados hoje relativamente ao desempenho da economianacional constituem, aparentemente, boas noticias. Ainda que alguns,os da oposição as não apreciem nesta fase do campeonato e os dasituação se preparem para apagar qualquer luz que pareça estar aacender no fundo do túnel.
Dizer,como ouvi a alguns opositores ao governo, que a retoma se deve aochumbo dos cortes dos subsídios pelo Tribunal Constitucional é,para não escrever outra coisa, assim a atirar para o parvo. Osvalores repostos aos funcionários públicos foram comidos pelosimpostos e os outros, os do sector privado, viram os ordenadosreduzidos por causa do enorme aumento da tributação fiscal de quepoucos parecem lembrar-se.
Jádo lado do governo a vontade de continuar a escavar – nunca penseicitar o outro – mantém-se. Se a coisa está a recuperar então ésinal de que podemos carregar ainda mais na austeridade. Deve ser,presumo, a ideia que percorre as mentes iluminadas de governantes econselheiros especialistas que os rodeiam. Só isso pode explicar asmais recentes intenções da peste laranja que assola o país.
Pormim não sei se isto se assemelha a alguma espécie de retoma. O maiscerto é termos caído tanto que começa já a ser difícil ir maispara baixo. Mas talvez consigamos, ainda, ir mais fundo. Vontade queisso aconteça não falta a uns e ausência de jeito para nos trazerà tona sobeja a outros. 
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publicado às 20:01

Retoma?! Vamos lá acabar com essa parvoíce!

por Kruzes Kanhoto, em 14.08.13
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publicado às 20:01

Coisas de fazer inveja ao Bob. O construtor.

por Kruzes Kanhoto, em 13.08.13
Claroque não andámos a viver acima das nossas possibilidades. Obviamenteque toda a obra construída ao longo do país, pelos poderes centrale local, era absolutamente necessária. Naturalmente que haviadinheiro para a pagar. Ou se não havia ficava-se a dever econtinuava-se a fazer mais, e mais e mais obra. Até que chegámosaqui. Graças aos muitos "autarcas-construtores" que se fartaram de obrar. E a nós,também, que rejubilámos com tanto desenvolvimento e que osaplaudimos de cada vez que obravam. É por isso que estamos na merda.Mas gostamos.
Segue-se a transcrição de um excerto da newsletter do IFPM, onde são dados alguns exemplos - poucos - do que tem sido o desbaratar do nosso dinheiro.

Autarquiasendividadas e desertificadas
Endividadase desertificadas, mas com obra feita. As câmaras construíramequipamentos nos últimos anos sem que isso tenha servido, sequer,para fixar a população.
Fomosde Algodres, concelho com menos de cinco mil habitantes, liderava em2009 o 'ranking' das câmaras mais endividadas do País e nos últimosdez anos perdeu quase 700 moradores. Mas a fuga de população nãoterá acontecido por falta de investimento público: nos últimosanos, a pequena vila ganhou um novo Palácio da Justiça, um centrode saúde, uma central de camionagem, um novo quartel da GNR, umestádio de futebol, um quartel dos bombeiros e, mais recentemente,um centro escolar.
Alémde todas estas infraestruturas, o concelho ainda se pode orgulhar deter não um, mas dois espaços destinados à cultura. Até jáexistia um cine-auditório, construído para uma associação local,mas mesmo assim a câmara mandou fazer um novo centro cultural,inaugurado há cerca de cinco anos e que tem servido apenas paraalbergar um espaço internet.
Masexemplos destes espalham-se por todo o território Nacional. Os dezmunicípios mais endividados do país perderam, nos últimos dezanos, segundo os resultados dos últimos censos, quase sete milhabitantes. Foram construídos centenas de edifícios com ajuda deFundos comunitários sem que ninguém se tenha lembrado de que amanutenção dos mesmos iria sair do bolso dos munícipes. EmAlfândega da Fé, município que está em quarto lugar no 'ranking'do endividamento, há pelo menos um exemplo. Em 2008 foi inauguradoum Centro de Formação Desportiva que custou 1,7 milhões de euros.Obra possivelmente Seria necessária, mas muito provavelmente nãoseria prioritária.
EmOurique, o Cine-teatro Sousa Telles, inaugurado em 2009, representouum investimento de mais de 1,5 milhões de euros. Quase quatro anosdepois, só passa cinema de 15 em 15 dias. Além do cine-teatro, acâmara, que é sexta na lista do endividamento, também construiu umcentro de convívio que teve um custo de 1,2 milhões e umabiblioteca em que se gastou perto de um milhão de euros. Já opavilhão municipal, que é usado apenas seis vezes por ano, custou581 mil euros.

Fundos"a dar com um pau"
Bruxelasatribui fundos e mais fundos e as autarquias vão aproveitando parafazer obra. Em muitos dos casos, as câmaras só têm decomparticipar a obra em 20 por cento, mas esquecem-se de que mesmoessa fatia tem de ter retomo.
Oconcelho do Sardoal, no distrito de Santarém, perdeu quase 200habitantes na última década e está em 16.° lugar no 'ranking' doendividamento. A autarquia mandou erguer o Centro Cultural GilVicente, uma obra que custou três milhões de euros, comparticipadaem 75 por cento. O espaço foi inaugurado em 2004 (no mesmo dia emque abriu uma piscina coberta que custou mais de meio milhão deeuros), mas em 2011 só tinha projectado 13 filmes.
Em Penamacor,onde já só restam menos de seis mil habitantes, construíram-seumas piscinas aquecidas, orçadas em 1,35 milhões, que encerram aofim-de-semana.
NoAlentejo, Portalegre - que é capital de distrito -, perdeu mais demil habitantes, apesar dos avultados investimentos realizados . nosúltimos anos. O novo edifício da câmara, que também é centro decongressos, custou 7,4 milhões de euros. O museu da cidade implicouum investimento de 1,7 milhões e o centro de espectáculos 8,7milhões, segundo o gabinete de imprensa da autarquia.
Em Seia,que pertence à NUT da Serra da Estrela (a região do País que maishabitantes perdeu entre 2001 e 2010), construíram-se dois museus eum centro de interpretação. No mesmo município, na freguesia deSão Romão, um gimnodesportivo custou 1,9 milhões de euros.

Obraspara ninguém
Jáem Torre de Moncorvo gastaram-se 1,3 milhões de euros numa eco-pistapara "amantes de caminhadas", segundo o gabinete deimprensa da câmara. Na sede do município transmontano ainda hácinema uma vez por semana, no cine-teatro inaugurado em 2005 e quecustou cerca de 700 mil euros. Mas a média de assistência ébastante reduzida.
Acâmara de Nisa, que perdeu mais de 1.100 habitantes, também estána lista dos municípios mais endividados. Culpa, disse a presidenteao jornal "i", da construção de um complexo termal quecustou 10 milhões de euros, comparticipados em 25 por cento pelaautarquia, e que obrigou à contracção de um empréstimo. Quasequatro anos depois da inauguração, Maria Tsukamoto admite que oretomo não tem sido "o esperado", essencialmente por causada "crise que o País atravessa".
Jáa câmara do Fundão, nona no ranking do endividamento,-perdeu maisde dois mil habitantes na última década. Em 2005, segundo ogabinete de imprensa municipal, a autarquia inaugurou uma bibliotecaque custou 2,5 milhões de euros. No ano seguinte, ficou concluído oespaço cultural "A Moagem", que custou cinco milhões. Em2007, apareceu um novo museu que custou 750 mil euros. Em 2009 foirecuperado o Palácio do Picadeiro, cujas obras estavam orçadas em2,1 milhões de euros.
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Coisas de fazer inveja ao Bob. O construtor.

por Kruzes Kanhoto, em 13.08.13
Coisas de fazer inveja ao Bob. O construtor.
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publicado às 19:14

Calamidades turisticas

por Kruzes Kanhoto, em 12.08.13
Parecede propósito. Estava tudo a correr tão bem, com o sector do turismoa obter resultados como há muito se não viam por estas paragens e,só para aborrecer, desatam a aparecer as más noticias. Ele émelgas aos milhões em Armação de Pêra, ele é merda a jorrar paraa praia em Quarteira... Cum caraças, pá! Isso não podia esperarmais um bocadinho? Sei lá, deixar acabar o Verão, ou isso.
Verdadeque as melgas têm uma tendência lixada para dar sinal de si quandoo tempo aquece e, de preferência, há água estagnada por perto.Pode ser igualmente certo que as infraestruturas, numa como noutralocalidade, estejam mais do que saturadas e tenham acabado por dar desi. Se calhar, digo eu, esturrar menos dinheiro nos Tonys Carreiras eapostar um pouco mais na manutenção de equipamentos era capaz deser uma aposta mais rentável. Pelo menos quando se pensa em criaçãode emprego e de riqueza. Mas isso, por esta altura, é o que menosinteressa. A reeleiçãozinha é muito mais importante.
Espera-seé que a coisa, em termos de calamidades turísticas, não vá apior. Mas duvido. Diz que anda por aí um peixe maricas que se atiraaos tomates dos banhistas. Garantem os especialistas que é de águadoce, mas nunca fiando.
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publicado às 20:49

Calamidades turisticas

por Kruzes Kanhoto, em 12.08.13
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publicado às 20:49

Passarões

por Kruzes Kanhoto, em 11.08.13

Chavez andará a esvoaçar por aí – lá, pela Venezuela – em forma depássaro. É o que garante o seu herdeiro politico. O mesmo herdeiro que, para melhor se concentrar, dorme de vez em quando junto ao mausoléu do amado e defunto líder. O que, assim de repente, me suscita uma série de questões. Desde logo que Chavez apenas reencarnará em pássaro durante o dia e ao cair da noite regressará ao conforto do seu túmulo. Não será, portanto, uma ave nocturna. Embora a espécie ainda ainda não tenha sido devidamente identificada sabe-se que chilreia que se farta. O estranho da coisa é Maduro não optado por recolher o tal passaroco em figura de Chavez – ou o contrário, sei lá – numa gaiola. Sempre podia levar o conselheiro para todo o lado. Mas, vendo bem, se calhar é melhor não. Ainda alguém ia pensar que o homem não batia bem...

Apesar de também não regularem lá muito bem, deve ser este tipo de sentimento que falta aos nossos governantes. Os vivos não se vão aconselhar junto dos túmulos de quem antes nos governou e os mortos, esses, não se transformam em aves canoras. Também era difícil para quem em vida sempre foi ave de rapina.

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publicado às 12:12

Por falar em baixa politica

por Kruzes Kanhoto, em 10.08.13
Cortes?Sou contra. Não admira. Contra até podia ser o meu nome do meio.Nomeadamente quando isso dos cortes envolve pensões e salários.Ando a escrever há não sei quantos anos que diminuir o orçamentoao pagode não resulta em nada de bom, que não é por aí que lávamos, mas, como vozes de burro não chegam ao céu, ninguém meliga. E os que ligam, na sua maioria, é para me lembrarem que nãopercebo nada disto e que o caminho tem de ser este. Pois. Tá-semesmo a ver que sim. O burro devo mesmo ser eu.
Aindaassim, reconheço, há cortes e cortes. Não é o mesmo cortarquinhentos ou trezentos euros a quem aufere, de ordenado ou depensão, cinco ou três mil euros ou tirar cem ou setenta euros aquem ganha setecentos ou mil. Os mesmos dez por cento produzem efeitoscompletamente diferentes. Para os primeiros a quebra de rendimentosrepresentará apenas um transtorno e, quando muito, colocará emcausa a realização de uma viagem ou umas quantas idas aorestaurante. No caso dos segundos poderá fazer toda a diferença erepresentar a ruptura orçamental do agregado familiar.
Olíder do PS também é contra os cortes. Mas enquanto eu posso sertão irresponsável quanto me apetecer, o suposto cabecilha daoposição não pode. Nem pode apregoar que abomina a baixa politicae, de seguida, garantir que se vierem a se aprovados os cortes naspensões, assim que chegar ao poder trata de repor tudo como antes.Sem, pelo menos, dizer a quem é que tira o montante equivalente.Isso, parece-me, é capaz de ser politica rasteira. Subterrânea,até. 
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publicado às 14:47

Por falar em baixa politica

por Kruzes Kanhoto, em 10.08.13
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publicado às 14:47

O Alentejo não é para jovens

por Kruzes Kanhoto, em 09.08.13
Nodistrito de Évora são, segundo dados recentemente divulgados, osconcelhos de Mora, Alandroal e Estremoz os que apresentam um maioríndice de envelhecimento da população. Mora, em primeiro lugar,com trezentos e vinte e oito idosos por cada cem jovens, Alandroal emsegundo com duzentos e sessenta e sete e, no último lugar do pódio,Estremoz com duzentos e quarenta e cinco idosos por cada centena dejovens.
Estesnúmeros, apesar de não surpreenderem por aí além, não deixam desuscitar algumas inquietações. Veja-se, por exemplo, o caso deMora. É o único concelho do distrito que tem incentivos ànatalidade e ainda assim os resultados são o que se vê. Furarpreservativos, distribuir viagra ou deitar qualquer coisinha na águaé capaz de ser mais eficaz. Pode, dado o grande número de idosos,não resultar mas, pelo menos, mal não faz e de certeza contribuiriapara animar a malta.
Jáquanto a Estremoz estes dados suscitam apenas duas questõespertinentes mas com que ninguém se parece importar. A primeira foi aenigmática decisão, do Estado português, de enterrar – nãoencontro palavra mais adequada às circunstâncias – vinte milhõesde euros na recuperação de escolas no concelho quando, os númerosassim o demonstram, não existem crianças para tanta sala de aula. Asegunda, não menos enigmática, que a misericórdia de Estremoz,apesar da elevada quantidade de velhotes, seja a única do distritoque, até à data, não possui um lar para idosos.
Alongevidade que se verifica nestes concelhos em particular e noAlentejo em geral pode ter, além de outras, uma explicação mais oumenos razoável. A de que o “investimento” municipal –nomeadamente em Mora e Alandroal - na saúde destes eleitores está adar resultado.



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publicado às 13:06

O Alentejo não é para jovens

por Kruzes Kanhoto, em 09.08.13
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publicado às 13:06


Faz-meconfusão esta mania de atirar dinheiro para dentro de água. Umlago, uma fonte, mesmo um poço decorativo no meio de uma rua de umavila em festa, parecem constituir locais privilegiados para otranseunte de ocasião se livrar das moedas que traz na algibeira.Verdade que elas não valem grande coisa. A bem-dizer nem sei se comos “pretos”, só por si, se compra seja o que for. Mas, acho eu,não havia necessidade. E nem vale a pena argumentar, como às vezesouço dizer, que é na brincadeira. Ensinamentos ancestrais garantemque há certas coisas com que não se deve brincar. E o dinheiro é uma delas.  
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publicado às 11:30

Substituir a caixa das esmolas por um balde com água talvez fosse boa ideia...
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publicado às 11:30

Desdehá muito que tenho opinião formada acerca do alargamento do horáriode trabalho da função pública, já a manifestei aqui em diversasocasiões e ela não é coincidente com a que o Alberto João daMadeira expressou acerca do assunto. Reconheço, contudo, que o homemtem razão naquilo que diz. Aprecio, por isso, a coerência com queassume não aplicar a medida lá no seu reino.
Defacto, parece assim um bocado a atirar para o parvo colocar osfuncionários públicos a trabalhar mais uma hora por dia quando, emsimultâneo, pretendem despedir uns quantos milhares detrabalhadores. Se é para despedir é porque não fazem falta. Se nãofazem falta é porque não há trabalho. Se não há trabalho não seprolonga o horário. Raciocínio mais lógico parece-me difícil. Pornorma, ainda que possam existir umas excepções mais ou menosmanhosas, é assim que as coisas funcionam onde impera o bom-senso.Mas isso é coisa que não se pode exigir aos rapazes do governo. Nemaos seus conselheiros especialistas que ainda mal largaram oscueiros. 
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publicado às 20:05

Nunca pensei dizer isto: O Alberto João tem razão.
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publicado às 20:05

Cuidado com o que prometes, ó Rosalino!

por Kruzes Kanhoto, em 06.08.13

Otema dos últimos dias, no âmbito das patifarias governativas, temsido o assalto às pensões dos aposentados da função pública.Parece, segundo as declarações daquele secretário de estado depenteado esquisito, que o corte no valor da pensão não irá alémdos dez por cento. E, mesmo assim, será temporário. Logo que que aeconomia nacional registar um crescimento de 3% em dois anosconsecutivos e o défice ficar em 0,5% do PIB, acaba-se esseaborrecimento dos cortes voltando tudo ao normal. Podem, portanto,sossegar os funcionários públicos aposentados. A coisa serápassageira. Preocupante seria se ele tivesse prometido que as pensõessó voltam ao normal quando o Benfica for campeão.
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publicado às 19:37

Cuidado com o que prometes, ó Rosalino!

por Kruzes Kanhoto, em 06.08.13
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publicado às 19:37

Algo...diferente. Ou não!

por Kruzes Kanhoto, em 05.08.13

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publicado às 13:11

Algo...diferente. Ou não!

por Kruzes Kanhoto, em 05.08.13
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publicado às 13:11


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