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OZico, um cão que ficou famoso aqui à atrasado por ter morto umacriança, já não vai ser abatido. Assim o decidiu um tribunal comtempo e competência para decidir coisas importantes. Nomeadamenterelacionadas com canideos. A fera foi entregue a uma associação deamiguinhos dos animais que agora irá tratar do seu futuro. Uma vidanova, portanto. E para isso nada melhor do que mudar o nome do bicho.Vai, diz uma gaja que manda na associação, passar a ser chamado deMandela. Não que o cão seja preto mas porque é, segundo acriatura, tal como o verdadeiro, um símbolo da liberdade. Receberáainda cuidados médicos especializados porque, acrescenta, pode terficado traumatizado pelo longo cativeiro.
Achoenternecedor o que o pessoal das associações de defesa da bicharada faz para melhorar a vida dos animais. Nada me podia interessar menosdo que o destino que vão dar à porra do cão. O que me irrita éque tribunais percam tempo e gastem o nosso dinheiro com palermicesdestas. É que, desconfio, deve haver gente à espera de ver decididosproblemas realmente importantes há mais de sete meses.
Quantoao novo nome do cão e aos argumentos utilizados, são dignos de umabesta. Das verdadeiras.
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publicado às 23:12

Que fofinho que é o Mandela. Afinal só matou uma criança. Que, se calhar, até estava mesmo a pedi-las.
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publicado às 23:12

Preferências esquisitas

por Kruzes Kanhoto, em 31.07.13
Gostei daentrevista de Rui Rio ontem na RTP. Plena de oportunidade,nomeadamente no que se refere à candidatura de Luís Filipe Menezesà Câmara Municipal do Porto. O que, tal como se esperava, provocouum elevado nível de urticária entre os apaniguados do edil de Gaia.O que não surpreende. O que verdadeiramente espanta é não ver todaesta malta nas manifestações contra a troika, o governo e a berrarimpropérios contra a austeridade.
A hipocrisiapartidária, como muito bem assinalou o ainda presidente da autarquiaportuense, parece ser profundamente incompatível com a consistênciaética e moral que devia pautar a vivência em sociedade. Apenas numcontexto de loucura absoluta se compreende que o candidato oficial doPSD seja quem é. Por todos os motivos que se conhecem. Pior apenasse o homem, como as sondagens sugerem, for o escolhido peloeleitorado. Aí, então, estaremos perante um caso de insanidadecolectiva de difícil explicação. Ou então não. Será tão-somentea prova que faltava para confirmar que a generalidade dos portuguesesé burra. Ou paneleiros. Gostam é de quem os tem andado a enrabar. 
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publicado às 13:09

Preferências esquisitas

por Kruzes Kanhoto, em 31.07.13
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publicado às 13:09

Discriminação há muita, seu palerma!

por Kruzes Kanhoto, em 30.07.13
Numtexto que li recentemente, o seu autor, homem assumidamente deesquerda, lamentava o facto de em Portugal os pretos – era aexpressão utilizada – não ocuparem lugares de relevo. Na opiniãodo articulista, apesar de representarem uma parte significativa dapopulação, aos indivíduos de raça negra, certos meios parecemestar-lhes vedados. E, além de cargos políticos, dava como exemploa apresentação de televisão ou a participação em campanhaspublicitárias.
Terá,se calhar, o senhor alguma razão naquilo que escreve. Mas um olharmais atento constatará que a cor da pele tem muito pouco a ver com aescolha dos protagonistas televisivos ou publicitários. Senãoveja-se o caso dos velhos. Apesar de serem muitos parece-me quenenhum apresenta programas de televisão. Ou dos carecas. Faixapopulacional quase inexistente nos canais televisivos e escassamenterepresentada em anúncios. E gordos/gordas? Tirando o Fernando Mendesnão estou a ver outro avantajado que mereça protagonismo naspantalhas nacionais. E marrecos?! Também não há nenhum. Ah, poisé...
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publicado às 22:34

Discriminação há muita, seu palerma!

por Kruzes Kanhoto, em 30.07.13
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publicado às 22:34

Campanha baratinha

por Kruzes Kanhoto, em 29.07.13

Dizque, por causa da crise, os candidatos autárquicos vão privilegiaros contactos directos com os eleitores e apostar em campanhas maispoupadas. Por mim acho bem isso da poupança. Com certeza não serápor gastar um pouco menos do que o habitual que os dedicadoscandidatos colocarão menos entusiasmo nas acções de campanha. Jáquanto a essa coisa dos contactos directos entre candidatos eeleitores manifesto algumas reservas. Tudo depende do grau decontacto. Ou da intensidade, como dizem os comentadores da bolaquando analisam o empurrão que deu origem a um penalti. E também dojeitinho. Que fica sempre bem. Na Cunheira e em todo o lado.
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publicado às 20:11

Campanha baratinha

por Kruzes Kanhoto, em 29.07.13
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publicado às 20:11

Esplanada com vista para a merda

por Kruzes Kanhoto, em 28.07.13

Borba,sábado à tarde, uma esplanada na praça central da cidade. Podia, éverdade, ser outro sitio qualquer. Ou noutro dia qualquer. Mas não.No caso o monte de merda de cão estava mesmo junto a uma esplanada,ontem e no centro de Borba. Isto enquanto ao lado se depenicam oscaracóis, beberricam umas “mines” ou saboreia um café. Emboraaparentemente não sejam muitos os que se incomodam com estas coisas,as mesas daquele lado não eram as preferidas dos clientes. Vá lásaber-se porquê.
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publicado às 11:36

Esplanada com vista para a merda

por Kruzes Kanhoto, em 28.07.13
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publicado às 11:36

Espanha vai nacionalizar o Sol...

por Kruzes Kanhoto, em 26.07.13
Aocontrário do que julgávamos o Sol quando nasce, afinal, não épara todos. Literalmente. Em Espanha – para já, porque certamentenão faltará quem pretenda seguir o mesmo modelo – o astro rei vaiser nacionalizado. O governo espanhol prepara-se para criarlegislação que visa taxar a energia gerada e consumida no mesmoedifício. Ou seja, quem investiu nas energias alternativas pensandoem poupar uns cobres vai, caso esta ideia brilhante se concretize,gastar ainda mais dinheiro do que se recorrer ao consumo através darede eléctrica. Mais vinte sete por cento, ao que adiantam algumasestimativas. E se fizer a coisa à surrelfa sujeita-se a uma multaque pode ir até aos trinta milhões de euros. A ideia, assumidapelos governantes espanhóis, é proteger as empresas do sectoreléctrico, coitadas, precavendo uma provável desestabilizarão domercado da energia por utilização excessiva desta forma de geração.Que é como quem diz, evitar que os lucros das empresas do ramodiminuam.
Poucome surpreende se por cá, mais dia menos dia, alguém num momento derara sagacidade tiver ideia semelhante. Ou, quiçá, até pior. Umimposto sobre a electricidade gerada a partir da energia solar aindaé capaz de ser pouco. Há que ir mais longe. Porque não fazer omesmo relativamente aos painéis para aquecimento de água, paracompensar as empresas de gás?! Ou, melhor, sobre a utilização deestendais para secar a roupa? Os fabricantes de secadores iam ficarsatisfeitos. E, num rasgo de ousadia, que tal taxar a malta que pornas praia, piscina, no quintal ou mesmo na rua, se farta de trabalharpara o bronze? Um imposto sobre o bronzeado é que era!
Orol de hipóteses parece infindável. Portanto, com um pouco deimaginação, teremos o problema das contas dos Estados resolvidosnum ápice e os accionistas de um incontável numero de empresastodos contentinhos. E isto é apenas o começo. Certamente seseguirá o vento, a chuva e o ar que respiramos.



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publicado às 19:40

Espanha vai nacionalizar o Sol...

por Kruzes Kanhoto, em 26.07.13
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publicado às 19:40

Queo PS queira antecipar as eleições legislativas ainda percebo.Pretendem voltar as meter as mãos no pote e, mesmo com a Alemanha amandar nisto, acalentam a esperança de conseguir enganar a Merkel epoder continuar a esturrar dinheiro à força toda. Coisa que,obviamente, não vai ser possível. O que já não percebo é ainsistência de comunistas e bloquistas em quererem, também eles, iràs urnas mais cedo. Terão, pelo menos quero acreditar nisso,inteligência suficiente para perceberem que, na melhor dashipóteses, ganharão dois ou três deputados e que a sua capacidadede influenciar seja o que for se manterá exactamente igual à quetêm agora. Ou seja, para eles e para os portugueses em geral, nadamudará com eleições antecipadas, adiadas ou mesmo sem elas. Podemmudar as varejas mas o resto continuará igual.
Forados partidos, entre os cidadãos normais, não falta também quemreclame por eleições. Ingenuamente acreditam que isso mudará orumo do país ou que, pelo menos, atenuará o nível das malfeitoriasque estes javardolas nos andam a fazer. Desengane-se quem assimpensa. Não temos, enquanto país, dinheiro nem autonomia paradecidir seja o que for acerca do nosso futuro. Mas estamos em estadode negação e recusamos-nos a aceitar que isso seja verdade. Deveser esse o motivo porque nos preparamos para colocar outra vez nopoleiro aqueles que, ainda há pouco tempo, achávamos insuportáveis. 
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publicado às 21:16

Eleições?! Bom, também há quem acredite no pai natal...
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publicado às 21:16

Autárquicas 2013

por Kruzes Kanhoto, em 24.07.13

Aseleições autárquicas constituem, a cada quatro anos, um momentoímpar. No campo da galhofa, nomeadamente. No caso de hoje – oBarreiro – menos mal que os autores do cartaz não exigem amudança...

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publicado às 22:45

Autárquicas 2013

por Kruzes Kanhoto, em 24.07.13
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publicado às 22:45

Noticias do mais interessante que há...

por Kruzes Kanhoto, em 23.07.13

Seme é difícil entender a histeria dos ingleses por causa donascimento do filho de uns príncipes quaisquer, a importância quepor cá os órgãos de comunicação social pretendem dar ao realrebento provoca-me náuseas. A principal vitima da irritação queestas parvoíces me causam tem sido, de tanto uso, o comando datelevisão. Se a saga continua por muito mais tempo o desgraçado écapaz de vir a sofrer danos irreparáveis. É que não se pode. Tudo,desde a gravidez da gaja até ao peso do gaiato, serve de notícia. Opior é que, desconfio, a coisa tenderá a piorar. Pelo menosenquanto não se souber o nome do catraio, se dorme bem, se mamamelhor e mais um infindável rol de informações que contribuemtanto para a nossa felicidade como a chuva que cai por esta altura,ou noutra qualquer, em Cabul.
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publicado às 19:55

Noticias do mais interessante que há...

por Kruzes Kanhoto, em 23.07.13
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publicado às 19:55

Há que tomar providências...

por Kruzes Kanhoto, em 22.07.13
Asentença que condena a ministra Cristas e o também ministro Álvaro,ao pagamento de uma multa diária na ordem dos quarenta e três eurosaté que as obras de umas estradas no Baixo Alentejo estejamconcluídas, ou repostas as condições anteriores, é, no mínimo,sui generis. Por muitas razões que outros, melhor capacitados para ofazer do que eu, certamente se encarregarão de escalpelizar.
Pormim, podia divagar sobre a falta de dinheiro para concretizar qualqueruma das opções determinadas pela sentença. Ou estranhar que quemavançou para a realização das obras, mesmo sabendo que não haviadinheiro para as fazer, não tenha merecido igual condenação. Masisso sou eu, que não percebo nada dessas coisas da justiça nem esperoque alguém dessa área entenda alguma coisa de números.
Peranteesta decisão judicial, o que me apetece – e se tivesse jeito paraisso já a estava a fazer – é, também, meter umaprovidência cautelar. É que isto de repor as condições anterioresnão se pode apenas aplicar a obras paradas. Deve, igualmente,aplicar-se às nossas vidas. Se a circulação nas vias em causa éagora um tormento causado pelas decisões do governo, a nossa vidanão o é menos por causa de outras decisões do mesmo governo. Que os impostosregressem aos valores anteriormente cobrados. Que tudo o que nos foitirado seja reposto. Não há dinheiro para isso?! Não interessa. Senão há, faz-se. Não se pode fazer? Quem disse? Mete-se umaprovidência cautelar para acabar com essa proibição parva. Entãonão querem lá ver...
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publicado às 21:26

Há que tomar providências...

por Kruzes Kanhoto, em 22.07.13
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Pomba doida

por Kruzes Kanhoto, em 21.07.13

Deveter sido uma aterragem de emergência. Ou, antes, causada por umassunto que não podia esperar mais. Longe do ninho e na falta demelhor, o vaso deve ter surgido a esta pomba – de “corrida”,embora isso não se perceba na foto – como um último recurso. Máescolha. Ou talvez não, porque desconheço o desfecho da aventura.
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publicado às 22:47

Pomba doida

por Kruzes Kanhoto, em 21.07.13
Pomba doida
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publicado às 22:47

Não percebo!

por Kruzes Kanhoto, em 20.07.13
Acabode ouvir o secretário geral do partido socialista defender, num tominflamado, que quando chegar ao governo criará legislação quepermita à banca pagar directamente aos fornecedores do Estado.Resolverá assim, diz ele, os problemas de liquidez de muitasempresas enquanto para a divida pública a operação tem um efeitonulo porque, garantiu, trata-se “apenas” - aspas minhas – desubstituir divida a fornecedores por divida à banca.
Apesarde, aparentemente, a ideia não ser das piores, suscita-me umasquantas questões. A primeira tem a ver com essa coisa dos juros, oulá o que é, que os bancos costumam cobrar nestas ocasiões. O queme faz recordar, quase de imediato, certas criticas que à esquerdase fazem aquilo a que chamam negociatas entre o estado e a banca eque, por norma, servem de argumento para tudo e mais qualquer coisa.Por outro lado esta intenção envolve, à boa maneira de maupagador, empurrar o problema para a frente. Ou seja, pagar a dividade hoje a longo prazo para continuar a gastar no imediato. Parece-me,se não estou enganado, que foi mais ou menos isso que nos fez ficarnesta tragédia.
Porúltimo, esta proposta, a não ser que eu não perceba mesmo nadadisto, revela uma incoerência sem limites do senhor Seguro. A menosque já tenha deixado cair a promessa feita aos autarcas de revogar alei dos compromissos mal chegue ao poleiro. É que esta lei temprecisamente por finalidade acabar com os pagamentos em atraso porparte do Estado... 
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publicado às 15:20

Não percebo!

por Kruzes Kanhoto, em 20.07.13
Não percebo!
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O morango da crise

por Kruzes Kanhoto, em 17.07.13

Osmorangos são, por esta altura do ano, das raras plantas quesobrevivem no meu quintal. Poucos, ainda assim. É por isso que acolheita deste exemplar de proporções épicas constitui facto dignode ser relatado ao mundo. Nomeadamente aos leitores deste blogue, comquem faço questão de partilhar estas coisas. Estes pequenosacontecimentos, entenda-se. Porque quanto ao morango vou comê-lo eu.Se me despachar, claro.
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publicado às 23:04

O morango da crise

por Kruzes Kanhoto, em 17.07.13
O morango da crise
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Os figos da crise

por Kruzes Kanhoto, em 16.07.13

Aprodução das figueiras lá da propriedade é, este ano, bastanterazoável. A juntar a isso há igualmente a salientar a aparentediminuição das investidas das forças terrestres que, por normanesta altura do ano, se encontravam particularmente activas na zona. Já no que respeita aos ataques aéreos está tudo na mesma. Ospatifes dos pássaros gostam mesmo de figos!
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publicado às 23:31

Os figos da crise

por Kruzes Kanhoto, em 16.07.13
Os figos da crise
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publicado às 23:31

Semáforo stressado

por Kruzes Kanhoto, em 15.07.13

Qualquerequipamento é susceptível de avariar. Hoje calhou a este. Deu-lhe oamok e ficou assim. Com o laranja e o verde sempre ligados. Se istofosse uma daquelas cidades com muito movimento seria imprescindívelum policia sinaleiro. Ou, se por aqui houvesse gente com espíritoempreendedor, um gajo a controlar a sinalização alternada nointerior das “portas”. A troco de uma moedinha, claro.
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publicado às 19:47

Semáforo stressado

por Kruzes Kanhoto, em 15.07.13
Semáforo stressado
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publicado às 19:47

Boas contas

por Kruzes Kanhoto, em 14.07.13
Dadosrecentemente divulgados revelam que, no espaço de apenas um ano, osmunicípios nacionais reduziram o total da divida autárquica em maisde mil milhões de euros. Ainda que neste número possameventualmente estar contidos alguns esquemas contabilísticosdestinados a mascarar as contas, a verdade é que este resultado,mesmo assim, é digno de registo e merecedor de uma palavra de apreçorelativamente aos autarcas. Convém lembrar que no mesmo período asreceitas municipais tiveram uma quebra bastante acentuada, o quevaloriza ainda mais os resultados obtidos. De realçar, também, queesta diminuição do endividamento, apesar das circunstâncias, nãoprejudicou os serviços que são prestados às populações nem pôsem causa, que se saiba, o funcionamento de nenhuma autarquia.
Podeargumentar-se que o facto de muitos funcionários municipais nãoterem recebido os subsídios de férias e natal contribuiu para estadiminuição da divida. Verdade que sim. Mas isso não foi o factordecisivo. A melhoria das contas deve-se, no essencial, a doisfactores: Por um lado uma gestão bastante mais rigorosa do que vinhaacontecendo motivada pela pressão dos credores através dageneralização do recurso a meios de cobrança muito maispersuasivos, chamemos-lhe assim. O segundo factor, não menosimportante, foi a implementação da Lei dos compromissos epagamentos em atraso. Terá sido, também, graças a esta lei, apenas ignorada por 26 dos 308 municípios, que responsabilizacriminal, civil e financeira dos eleitos e dirigentes municipais, que se conseguiu operar este pequeno milagre. Deve ser por isso que o Totó Inseguro já prometeu acabar com ela mal chegue ao poder...
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publicado às 09:46

Boas contas

por Kruzes Kanhoto, em 14.07.13
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Que bonita está a minha rua!

por Kruzes Kanhoto, em 13.07.13

Testemunhasoculares garantem que o mastim que adoptou este sitio como espaço deeleição para largar as suas monumentais cagadas – os vestígiosdo anterior alivio ainda são bem visíveis - tem como dono ummilitar da GNR na situação de reforma. Mas há também quem garantaque é propriedade de uma professora primária aposentada. Ou deambos, sabe-se lá. Por mim, que não presenciei a ocorrência, não posso afiançar que assim seja. Desconfio é queisto tem tudo para correr mal. Os populares ouvidos no local parecemestar furiosos e, até, capazes de fazer...coisas.
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publicado às 13:04

Que bonita está a minha rua!

por Kruzes Kanhoto, em 13.07.13
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Eles não sabem...nem sonham!

por Kruzes Kanhoto, em 11.07.13
Écostume olhar-se, especialmente em altura de eleições, para aspromessas dos autarcas ou para a maneira como estes esturraram odinheiro ao longo do(s) mandato(s). Esta perspectiva, ainda que tambémusada aqui no Kruzes, parece manifestamente redutora. Embora sejameles que administram os recursos e tomam as decisões, afinal foipara isso que foram eleitos, também se afigura de todo o interesseanalisar as críticas que vão sendo tecidas por aqueles que se vãocandidatar e pelos que não se candidatam mas que gostavam de sercandidatos se houvesse alguém que se arriscasse a candidatá-los.
Aesmagadora maioria dos reparos à actuação dos executivos emfunções – vindas da parte de potenciais ou putativos candidatos –envolvem a falta de investimento. Por mais que se gaste, parece quenão falta quem ache que ainda é pouco. Atente-se nalguns exemplos.O país vive numa permanente overdose de cultura, basta ver os sitesdos municípios ou a publicidade a eventos de toda a espécie em quese tropeça permanentemente, mas, ainda assim, acham que é pouco. Constroem-se escolas por todo o lado, mesmo onde não existemcrianças – é uma festa, como dizia a outra – mas, apesar disso,querem mais. Ainda que se tenham construído piscinas, pavilhões,parques de feiras e exposições, casas de cultura, multiusos,rotundas e estradas nos lugares mais inóspitos, para esta gente tudoisso continua a ser pouco. E o rol podia continuar...
Aoler as declarações de muitos candidatos - ou candidatos acandidatos ou não candidatos desgostosos por não serem candidatos –fico com a sensação que se trata de pessoas que chegaramrecentemente a Portugal vindas directamente de um local qualquer ondenão chega informação sobre o país. Ou, então, são gastadorescompulsivos a divagar acerca do que fariam se pusessem as mãos nopote. Seja num ou noutro caso eles parecem não saber – nem sonhar– que, tal dizia o gajo que estuda em Paris, o mundo mudou e queisso do gastar hoje e pagar quando calhar já não é coisa destemundo. A menos que estejam ansiosos por ir fazer companhia aoIsaltino.
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publicado às 18:55

Eles não sabem...nem sonham!

por Kruzes Kanhoto, em 11.07.13
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publicado às 18:55

Patifarias

por Kruzes Kanhoto, em 10.07.13
QuePortugal é um país de corruptos, vigaristas etrafulhas será apenas novidade para – e mesmoassim não tenho certezas absolutas quanto a isso – um ou outrohabitante das profundezas da selva ou de qualquer outro lugar remotoonde não cheguem as noticias cá da pocilga. Nesteâmbito temos, alegadamente, de tudo. Desde casos que movimentammilhões aos montes, como o BPN e outros parecidos, até aos que, porcomparação, envolvem apenas uns trocos. Assimtipo baixas por doença, subsidio de desemprego ou rendimento mínimo.Diria que neste campo da trafulhice em geral, eda fraude em particular, somos uns verdadeirosespecialistas. Nós e os que, vindos de outrospaíses, assimilam num ápice os nossos vastos conhecimentos nestasmatérias e aproveitam as fragilidades, sempre muito convenientes,dos nossos serviços públicos.
Umdos domínios em que nos especializamos desde há muitos anos foramos chamados casamentos brancos. Aqueles em que, a troco de dinheiro,alguém casa com um estrangeiro para que este tenha acesso a certosdireitos apenas reservados a cidadãos nacionais. A marosca tevealguma notoriedade quando envolvia futebolistas. Hoje estarámais direccionada paradesenrascar – outra coisa em que somos especialmente bons – arapaziada oriunda do espaço extra-comunitário.Nomeadamente a mourama. Os tais que odeiama sociedade ocidental mas que sabem tirar partido dos apoios sociaisque esta distribui de forma generosa e indiscriminada.
Umadas fraudes que aparenta revelar um crescimento acentuado é ocasamento de velhotes com mulheres substancialmente mais novas. Denacionalidade brasileira, muitas deles. A ideia será, paraalém de enquanto o gajo for vivo viverem à conta dele, beneficiaremda pensão de sobrevivência quando o idoso bater a bota. O quesignifica que o Estado poderá suportar os encargos referentes a umbeneficiário - entre o tempo que esteve reformado mais o tempo devida da beneficiária da pensão de sobrevivência – durantecinquenta, setenta ou mesmo mais anos. Isto se não estiver muitoenganado na idade de certos “casais” que encontro nossupermercados da cidade a abastecer a despensa. 
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publicado às 20:45

Patifarias

por Kruzes Kanhoto, em 10.07.13
Patifarias
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publicado às 20:45

O fogaréu do costume

por Kruzes Kanhoto, em 08.07.13

Domingo,pelas onze da manhã, esta fumarada erguia-se sobre a cidade. Vinha,claro está, do sitio do costume. Sinal de que o almoço no resort deve ter metidogrelhados. 
Não,não se trata do novo tema de estimação do Kruzes. A sucessão deposts envolvendo incêndios ou coisas potencialmente incendiáveis éapenas mera coincidência. Nada mais do que isso. 
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publicado às 19:46

O fogaréu do costume

por Kruzes Kanhoto, em 08.07.13
O fogaréu do costume
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publicado às 19:46

Apropósito do post de ontem – ainda que vagamente, porque a relaçãonão é grande – lembrei-me de uma entrevista a um populartransmitida durante uma reportagem televisiva acerca de um incêndioqualquer que estava a ocorrer na altura. Saliente-se, a talhe defoice, que nesta altura do ano os populares fartam-se de opinar. Eleé sobre os fogos, o calor ou o bem que se está na praia.
Mas,voltando à vaca fria, dizia o popular da tal entrevista que tinhaardido uma enorme extensão de terreno. Lamentava o acontecido mas,acrescentou, um pinhal ali da zona até devia era ter ido todo àvida. Ter ficado todo queimado, portanto. Pensei de imediato que oespaço em causa fosse de algum inimigo do nosso popular. Ou, pior,que a casa da sogra ficasse lá no meio. Mas não. De imediato ohomem esclareceu que o dono era o Estado e que devia ter ardido tudopara “eles” aprenderem.
Aguardocom alguma expectativa a próxima entrevista a Paulo Portas.Nomeadamente o que terá para dizer acerca dos 1,2 mil milhõeseuros, só em aumento de juros da divida, que custou a sua maisrecente birra. Não dirá, com toda a certeza o óbvio, que “eles”pagam isso. Mas lá que mostra o mesmo desprezo por “eles” que otal popular, lá isso mostra. 
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publicado às 15:56

"Eles" são sempre os mesmos. Mas alguns não sabem.
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publicado às 15:56

Corta, corta!

por Kruzes Kanhoto, em 06.07.13

Fuium destes dias alertado pela GNR – de forma simpática, sublinhe-se- para a necessidade de proceder ao corte dos pastos lá napropriedade, de forma a precaver a ocorrência de incêndios. Emuitíssimo bem. Porque, apesar de se tratar de um descampado no meiode nenhures, nada como prevenir as chatices antes que aconteçam.
Penaé que a jurisdição daquela força militar não se estenda a todo oterritório e fique, ao que parece, do lado de fora dos perímetrosurbanos. Sim, porque estou em crer que se assim fosse o proprietáriodeste olival, mesmo colado a um bairro residencial – o meu, só poracaso - teria recebido idêntico aviso. 
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publicado às 23:21

Corta, corta!

por Kruzes Kanhoto, em 06.07.13
Corta, corta!
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publicado às 23:21



Estemonumental monte de merda de cão podia ser apreciado hoje manhã naminha rua. O que causou, vá lá saber-se porquê, um elevado nívelde aborrecimento ao morador na casa junto à qual um dos mastinsresidentes nas cercanias evacuou este vistoso conjunto de cagalhões.Ficou, digamos, assim a atirar para o indignado. Com tudo e comtodos, dada a frequência com que a cena – as cagadas, portanto –se repete. Num estado de evidente irritabilidade prometeu, não sei ése terá coragem para isso, aparecer numa reunião de câmara paraprotestar contra esta praga que assola o bairro. Não sei se serágrande ideia. Mas, enfim, cada um lá sabe quanto do seu tempo está disposto a desperdiçar. Espero é que não leve as provas...
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publicado às 23:26

Quem foi o morador de Estremoz que perdeu estes objectos?
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publicado às 23:26

Válá entender-se esta gente. Antes refilavam porque passavam sobre asnossas cabeças aviões americanos carregados de terroristas,transportados à surrelfa depois de capturados ilegalmente. Era, pelomenos, o que afiançavam uns quantos auto proclamados defensores dosdireitos humanos. Agora estão aborrecidos porque alguém, do governoou outra autoridade qualquer, não permitiu que o nosso espaço aéreofosse cruzado por um aeroplano suspeito de transportar um passageiroclandestino. Bolas, que esta gente é chata!
Porfalar em chatos. Continuam alguns a pedir eleições antecipadas. Queo Tótó Inseguro o faça até compreendo. O lugar dá-lhe jeito, nãose ganha mal e ainda pode arranjar colocação para os amigos,companheiros, camaradas e outros palhaços. Mas que o PartidoComunista e o Bloco de Esquerda também o façam é que já me pareceuma coisa assim a atirar para o parvo. Para que querem eles a porradas eleições?! Só se for para voltarem a colocar no poder osmesmos que derrubaram há dois anos atrás. Devem estar arrependidos,eles. Tenho esperança de ainda os ver a tapar a cara do Sócrates noboletim de voto e a pôr a cruz no quadradinho em frente. Depois deengolido o sapo da ordem, claro.  
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publicado às 23:10

Sapos e aviões. Não necessariamente por esta ordem.
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publicado às 23:10

Revolução?! É pá não chateiem...

por Kruzes Kanhoto, em 03.07.13
Estranhamentenas últimas semanas – meses, talvez – tem-se falado muito eescrito ainda mais, acerca de uma tal revolução que o povodesejará. Basta estar atento a algumas palavras de ordem berradaspor manifestantes mal apessoados, ouvir opiniões proferidas natelevisão ou na rádio e ler os muitos artigos de opinião escritosem blogues considerados de referência. E já nem digo essa parede decasa de banho pública dos tempos modernos que dá pelo nome defacebook. Aí, então, é bacorada atrás de bacorada.
Nãosei ao certo – nem ao incerto, como me apraz dizer – é querevolução têm em mente. Nem a que povo, o que estará mortinho portal desiderato revolucionário, se referem eles. Nah...O povo nãoquer revolução nenhuma. Quer é dinheiro pró carro novo, paraférias na estranja, para umas petiscaradas ou, pelo menos, para abucha. Ah, e isso, de trabalho ou lá o que é. Revolução?! Sãotretas de intelectuais merdosos que, como dizia o camarada Jerónimoe muito bem embora noutro contexto, sabem lá o que é a vida!
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publicado às 23:09

Revolução?! É pá não chateiem...

por Kruzes Kanhoto, em 03.07.13
Revolução?! É pá não chateiem...
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publicado às 23:09


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