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Esta pergunta, consta, terá sido feita várias vezes, diz que até em reuniões do conselho de ministros, por Victor Gaspar a um ou outro colega de governo quando estes resistiam aos cortes de verbas que o titular da pasta das finanças tentava impor aos seus ministérios. Esta expressão, a par da sua confissão de benfiquista deprimido, foram, assim que me lembre, as únicas ocasiões em que senti uma pequena dose de simpatia pela criatura. Mas, garanto, passou-me depressa. Mesmo sabendo que governar esta pocilga e ser adepto do Glorioso são duas condições muito penosas nos dias que passam. 
O orçamento rectificativo divulgado hoje contribui, ainda mais, para me fazer desconfiar dessa coisa da falta de dinheiro. Ou melhor. Para, também eu, evidenciar uma notória falta de clarividência para descortinar o significado dessa sequência de três palavras tão do agrado do benfiquista Gaspar. É que se a minha compreensão para trabalhar mais uma hora por dia, mesmo ganhando menos, ou para mais um aumento de impostos, apenas para assegurar o nível de benefícios de saúde que já existem, não era muito elevada, agora bateu todos os recordes negativos. 
E isto porque, mais uma vez e como sempre, a falta de dinheiro não é para todos. Para uns, nomeadamente em ano de eleições, vai-se sempre arranjando qualquer coisinha. Não tenho nada contra os autarcas - ou candidatos a isso  - do PSD. Desejo apenas que tenham, nestas e apenas nestas autárquicas, um resultado abaixo de miserável. Ao nível deste governo, portanto. 
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publicado às 17:49

Da frase “não há dinheiro” qual a parte que não percebe?
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publicado às 17:49

"Gaia não podeparar". É o que escreve no facebook, de forma entusiástica, ocandidato do PSD aquela autarquia. O mesmo que exortou os magrebinos,termo depreciativo que a bimbalhada usa para se referir aosportugueses que vivem a sul do Mondego, a curvarem-se perante avitória do clube de futebol do Porto no campeonato nacional dopontapé na bola. Obtida sem saber ler nem escrever e,inequivocamente, oferecida pelo adversário directo quando jáninguém esperava. Nem eles. Mas isso agora não interessa nada. Nemvem ao caso.
Estetipo de discurso nãoé novo. Pelo contrário. É coisarecorrente. Mesmo emtempo de crise, quando estamos todos fartos de saber –ainda que alguns se esforcem por ignorar - que não há dinheiro para pagartanto movimento e que estamos a pagar pelo excesso de velocidade. São muitos os que acham que “isto não pode parar”.Como acontece com ocavalheiro candidato. Mas só quando está em campanha lá pelonorte. Os ares do Magrebe fazem-no mudar radicalmente de opinião edefender exactamente o contrário. Deve ser porque é só no confortodo palácio magrebino que tem tempo de ler o relatório e contas daCâmara a que se candidata e concluir que dois anos inteiros dereceita mal chegam para pagar os quase duzentos e dezoito milhões de euros de divida da autarquia a que se propõe presidir.
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publicado às 23:16

Isto não pode parar?! Pois não, deve é cumprir o limite de velocidade.
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publicado às 23:16

O Benfica é como o ordenado...

por Kruzes Kanhoto, em 26.05.13

Com esta maniado politicamente correcto quase não se pode, hoje em dia, contar umaanedota, dizer uma piada ou mandar umas larachas sem correr o riscode ofender meio mundo. Nem, pior, de no retorno ser valentementeofendido, ameaçado ou – o mal menor - alvo da promessa deapresentação de queixa na justiça. A menos que a anedota, apiadola ou o dichote tenha como protagonista um alentejano. Aí acoisa passa a ser encarada como obra do mais fino recorte e o seuautor considerado possuidor de um refinado sentido de humor.
Livre-se alguémde se meter com paneleiros ou fufas. É, de imediato, consideradohomofóbico. Seja lá o que for que isso signifique. Com pretos ouciganos nem pensar. Será logo apelidado de racista. Piadas sobrereligião, excepto se for para implicar com padres e freiras, émelhor pensar duas vezes e olhar outras tantas para o lado não váalguém rebentar com o candidato a piadista. Ou, se sobreviver, nãose escapa da acusação de fomentar o ódio religioso. Restam aspiadolas sobre futebol. Mas, também nesse campo, é melhor não irpor aí. Despertam uma ira cega e irracional no adepto adversário,pouco compatível com o comportamento de uma pessoa civilizada.
Toda esta genteé incapaz de ter a mesma reacção dos alentejanos perante asanedotas que a toda a hora têm de aturar. Somos, como poucos,capazes de nos rirmos de nós próprios. Isto quando as piadasenvolvem apenas a nossa condição de nascidos no Alentejo, porque noresto somos iguais aos outros. É lamentável que seja sobrepolitica, religião, futebol ou outra coisa qualquer não consigamostodos reagir com o mesmo distanciamento e sentido de humor.
Termino com umapiada do Pinto da Costa. Um individuo que eu, enquanto benfiquistaferrenho, não suporto. Contudo, por mais que as suas indirectas mecustem a engolir, a verdade é que o homem às vezes tem piada. Aúltima do gajo é genial. Diz ele que “o Benfica é como oordenado. Vai-se tudo nos descontos.” Brilhante. Mesmo vindo deonde vem. Mas que, aposto, já deve ter indignado muitos milhões debenfiquistas.

PS - O Benfica perdeu mais um troféu. Mas hoje o problema não foram os descontos. Foi a sobretaxa.

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publicado às 15:08

O Benfica é como o ordenado...

por Kruzes Kanhoto, em 26.05.13
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publicado às 15:08

Inevitabilidades

por Kruzes Kanhoto, em 25.05.13

A propósito dopost anterior, questiona-me o único visitante que o comentou – o “Jony” -  se eu “ia”. Concluindo de imediato que “ia masera o tanas”. Referindo-se, presumo, à minha apetência paraaceitar um desses trabalhos que não há quem queira fazer. Isto seestivesse no lugar dos desempregados que não aceitam trabalhar naagricultura.
Ainda que achepreferível ganhar pouco e trabalhar muito a não ganhar nada e nadafazer, digo-lhe que, assim de repente, nem desconfio se “ia” ouficava. Isto apesar de viver numa região onde até há pouco tempo –para aí uns quarenta anos, o que praticamente foi ontem – aspessoas se deslocavam, sazonalmente, para trabalhar fora da sua zonade residência quando por cá não havia trabalho. Recordo-me defamílias inteiras – meus vizinhos, à época – que iam durantesemanas para o Ribatejo fazer a apanha do tomate. Ou em sentidoinverso, mas disso lembrar-se-à o meu pai, os beirões que vinhampara o Alentejo na altura de ceifar as searas.
Isto para dizerque esta realidade que pensávamos ultrapassada não constitui, pelomenos para muitos de nós, uma grande novidade. Convivemos com ela e,quase de certeza, vamos voltar a encontrá-la por aí um destes dias.Se fico satisfeito com esse reencontro? Obviamente que não. E quemme lê com regularidade fará a justiça de o reconhecer. Agora que éuma inevitabilidade para que nos devemos preparar, disso nem vale apena ter dúvidas.
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publicado às 16:11

Inevitabilidades

por Kruzes Kanhoto, em 25.05.13
Inevitabilidades
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publicado às 16:11


Nos tempos quecorrem a noticia da falta de mão de obra para trabalhar só podeconstituir uma espécie de piada. De mau gosto, no caso. Neminteressa saber onde é o trabalho ou no que consiste. Quando odesemprego atinge os níveis dramáticos que se conhecem, parecepouco razoável que um empregador tenha de recorrer a estrangeirospara ver satisfeitas as suas necessidades laborais.
Trabalhar nocampo não é fácil. Ganha-se mal – miseravelmente, reconheço –mas, ainda assim, será seguramente menos mau do que não ter empregonem dinheiro para sobreviver. Que, também reconheço facilmente, éo máximo que se pode fazer com os ordenados que se praticam naagricultura e noutro sectores pouco exigentes em matéria dequalificações. Embora isso, vendo o que oferecem aos licenciados,seja muito relativo.
Estamos,nalguma parte do sistema, a cometer um erro qualquer. Identificá-loestá, naturalmente, fora da minha órbita de conhecimento. Acabar comtodo o tipo de apoios sociais, para obrigar quem deles beneficia aaceitar qualquer tipo de trabalho, não será a solução. Fazê-loseria criminoso. Mas, quando existem desempregados a “dar com umpau” a mendigar empregos aos presidentes das câmaras e, mesmo aolado, um empregador não consegue arranjar quem queira trabalhar,também não me parece um coisa muito séria. Por muito que issocuste a uma elite bem pensante e que, como dizia o Jerónimo, sabe“lá o que é vida”.
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publicado às 20:49

Não há trabalhadores?! Experimentem pedir colaboradores, pode ser que resulte.
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publicado às 20:49

1000 maneiras de esturrar o nosso dinheiro

por Kruzes Kanhoto, em 23.05.13

Os disparates,as loucuras ou a simples parvoíce em forma de promessa eleitoralestão surgir por todo o lado, em ritmo cada vez mais acelerado, àmedida que as eleições autárquicas se aproximam. Complementando,porque isto não pode parar, o muito que neste âmbito tem vindo aser feito por este país fora. Até 22 Setembro, a acreditar nosempre bem informado professor Marcelo, iremos ficar a conhecer milnovas maneiras – ou até mesmo mais - de esturrar o nossodinheiro.
Uma delas -talvez a número um, mas isto nunca se sabe o que esta malta é capazde prometer – fez um dia destes noticia num jornal diário. LuísFilipe Menezes, o homem que colocou Gaia num dos lugares do topo dosmunicípios mais endividados e que agora se prepara para promoverigual proeza no Porto, teve uma ideia mirabolante. Campo em que,faça-se justiça, o homem é um génio. Desta vez, o candidato àinvicta idealizou a construção de um túnel a ligar as duas margensdo Douro. Algo, assim por alto, para uns cinquenta e quatro milhões.Uma bagatela, portanto. Para a qual, pasme-se, até já terárealizado uns quantos estudos e elaborado uns esboços.
Tenhoaguardado, desde que a noticia foi publicada, por reacções mais oumenos enfurecidas contra esta ideia. Nomeadamente manifestações deprotesto, buzinões ou, no mínimo, gente a cantar a “Grândola”onde quer que LFM se desloque. Em vão. Ninguém pia. Devem estar aguardar a indignação para quando chegar a hora de alguém ter depagar a conta de mais este investimento público.
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publicado às 19:56

1000 maneiras de esturrar o nosso dinheiro

por Kruzes Kanhoto, em 23.05.13
1000 maneiras de esturrar o nosso dinheiro
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publicado às 19:56


Em nome daalegada sustentabilidade do sistema, anuncia-se mais um ataque aovencimento dos funcionários públicos e às pensões dos reformadosda função pública. Um novo aumento do desconto de trabalhadores eaposentados para a ADSE. Só, e apenas, porque o governo sabe quecom esta medida arrecada mais uns cobres enquanto, demagogicamente,vai mantendo vivo, entre a população, o sentimento de aversão aquem trabalha para o Estado. Isso e o espírito de vingança que estápresente nas mentes tacanhas daquela gente, ainda com o acórdão doConstitucional por digerir.
Obviamente quenão está em causa a viabilidade da ADSE. Como está amplamentedemonstrado, este é um sub-sistema que permite ao Estadogastar muitíssimo menos com a saúde dos seus beneficiários do quegastaria se estes optassem pelo SNS. Mas, mesmo admitindo que aqueleorganismo tenha problemas de viabilidade financeira sem este aumentoda contribuição de quem dele beneficia, então o governo que deitemão de outros recursos. Nomeadamente cobrar aquilo que os municípiosdevem a esta entidade. A titulo de exemplo, só para se ter a noção da dimensão do regabofe que por aí vai, uma Câmara alentejana deveráà ADSE – a acreditar na informação publicada no respectivo site- cerca de um milhão e quatrocentos mil euros. Que o governo,diga-se, não recupera porque não quer. Prefere ir aos bolsos dos docostume. Mas é disto que o povo gosta!
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publicado às 20:25

Os javardolas do poleiro podiam, de vez em quando, ser sérios.
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publicado às 20:25

Cuidado com o que (com)prometes!

por Kruzes Kanhoto, em 21.05.13

Desconheço sealgum candidato, ou candidato a candidato, a um dos muitos lugares deautarca que vão estar em disputa nos trezentos e oito municípios emais de três mil freguesias é leitor do Kruzes. Se o for ainda bem. Vou, em jeito de serviço público, lembrar um pequeno detalhe –uma insignificância, quase – que dá pelo nome de Lei dosCompromissos e Pagamentos em Atraso e que todos eles deverão ter emconta na altura, que deve estar quase a chegar, de preparar oprograma eleitoral.
Diz a dita lei– a 8/2012, de 21 de Fevereiro – que as entidades públicas “nãopodem assumir compromissos que excedam os fundos disponíveis”. Ouseja, de forma resumida, que não possam pagar nos noventa diasseguintes. Titulares de cargos políticos ou dirigentes responsáveispela contabilidade das organizações que o façam incorrem em“responsabilidade civil, criminal, disciplinar e financeira,sancionatória e ou reintegratória”. Estarão, portanto, a cometerum crime pelo qual, mais tarde ou mais cedo, serão chamados aprestar contas. Para os mais cépticos quanto à necessidade de darcumprimento a estas normas recordo que o Isaltino continua preso eque o Tribunal de Contas vai, de vez em quando, aplicando umasmultazitas.
Nestascircunstâncias mandará a prudência uma certa contenção acercadaquilo que se vai prometer. O mesmo se deve também dizer quanto aoque podemos e devemos – nós, os eleitores – exigir aos que sevão apresentar como candidatos a governar em nosso nome. Daí queera capaz de não ser má ideia revelar um pouco mais de contençãona hora de reclamar o subsidio, o passeio, as festarolas, o empregopara o filho ou a obra faraónica igual à do concelho vizinho. Parao bem de todos. Porque os compromissos deles somos nós que ospagamos.


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publicado às 18:49

Cuidado com o que (com)prometes!

por Kruzes Kanhoto, em 21.05.13
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publicado às 18:49

FDP (Fidalgo, desleixado e poluidor)

por Kruzes Kanhoto, em 20.05.13

Andavahá meses para fotografar este chaço. Calhou hoje. Lamentávelapenas o ângulonão ser o melhor e existir outro veículo pelo meio. Questiono-meacerca da possibilidade de uma viatura nestas circunstâncias passarna inspecção.Ou, se não tiver passado, dos motivos porque não foi aindainterceptado pelas autoridades com competências em matéria detrânsito e ambiente. Até porque, recorde-se, a GNR tem uma brigadaespecialmente dedicada – e, a julgar por outros casos,particularmente atenta – às questões ambientais.
Nãome interessa se o individuo em questão tem ou não dinheiro para teroutro carro. Se não tiver que ande a pé. Ou a cavalo, como faz devez em quando. Sempre polui menos. Agora andar impunemente aenvenenar os transeuntes é que me parece muitíssimo mal. E NÃO HÁNINGUÉM QUE TRATE DISTO, PORRA?! 


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publicado às 19:27

FDP (Fidalgo, desleixado e poluidor)

por Kruzes Kanhoto, em 20.05.13
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publicado às 19:27

Cagadela monumental

por Kruzes Kanhoto, em 19.05.13

Este vistoso montede merda, de proporções épicas de que a foto não transmite a real dimensão, podia ser contemplado hoje pelamanhã na Urbanização do Monte da Razão, em Estremoz. O autordesta proeza será, presumo, este mastim preto propriedade de um morador na vizinha Quinta das Oliveiras, vulgarmente conhecidacomo Urbanização dos Currais. Trata-se de um cão de enorme porte,gordo como um texugo e com alguma dificuldade de locomoção, peloque só é visto nas imediações quando se trata de arrear o calhau.Coisa que faz diariamente nas artérias circundantes mas sempre a umarazoável distância da casa da família. É esperto o bicho. Diriaaté que o que sobra em inteligência ao animal falta em civismo aosdonos. 
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publicado às 13:01

Cagadela monumental

por Kruzes Kanhoto, em 19.05.13
Cagadela monumental
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publicado às 13:01

Há fronteiras e fronteiras

por Kruzes Kanhoto, em 19.05.13

Há fronteiras,ficámos um dia destes a saber, que Paulo Portas não transpõe. Paraum ministro dos negócios estrangeiros a analogia não seria a maisfeliz não se desse o caso das fronteiras que se recusa a transpornão fossem poucas. Apenas uma. A que imporia – ou imporá,sabe-se lá – um corte nas reformas da segurança social. Porqueoutras fronteiras, as que vão diminuir vencimentos ou baixar pensõesaos aposentados da função pública, essas, ele salta com a maiordas descontracções.
Sabe-se que o lídercentrista gosta de reformados. Tendência que nem me atrevo acriticar. Até porque, enfim, isso é lá com ele. Lamento é quefaça discriminações entre reformados de um ou de outro regime. Ou,igualmente deplorável, que não goste de quem trabalha para oEstado. Podia, digo eu, discriminar em função do tamanho. Doordenado. Mas não. Para ele o tamanho não importa. Tudo lhe serve.Para cortar.
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publicado às 10:00

Há fronteiras e fronteiras

por Kruzes Kanhoto, em 19.05.13
Há fronteiras e fronteiras
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publicado às 10:00


Sabe-se desde hámuito – se calhar desde sempre – que a resolução dos problemasdo país – de todos os países, talvez – raramente ocupa osprimeiros lugares da agenda politica. À cabeça das prioridades,seja de quem está no poleiro seja dos que aspiram a ir para lá,está sempre o eleitor. E isso até nem seria necessariamente mau secada eleitor se sentisse e fosse tratado como um contribuinte e cadacidadão tivesse, também ele, a consciência que é o seu dinheiroque financia as ambições pessoais e as brincadeiras dos políticos.Mas não. Não é isso que acontece. Nem era preciso as últimassondagens darem como certo o regresso do Partido Socialista ao poderpara sabermos isso. Basta a vivência do dia a dia.
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publicado às 12:57

Não havia nada mais importante para tratar lá pelo parlamento...
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Poupar, um verbo de difícil conjugação.

por Kruzes Kanhoto, em 17.05.13

Poupança não éuma palavra que rime com autarca. Principalmente em ano de eleições.Ainda assim, porque as excepções confirmam a regra, numa ou noutralocalidade é possível encontrar sinais de que a autarquia lá dositio estará a fazer um esforço no sentido de gastar um poucomenos. E, nalguns aspectos, nem é necessário possuir uma elevadadose de genialidade para implementar soluções que permitem pouparmuito dinheiro. O caso da iluminação pública é um dos maisevidentes. Manter acesos pontos de luz, todos seguidos, em locaisonde durante a noite ninguém passa não é, seguramente, das ideiasmais brilhantes. 
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publicado às 22:03

Poupar, um verbo de difícil conjugação.

por Kruzes Kanhoto, em 17.05.13
Poupar, um verbo de difícil conjugação.
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Xicos-espertos

por Kruzes Kanhoto, em 16.05.13
Se não está tudo louco deve andar lá perto. Ou, então, ainda são mais incompetentes do que aquilo que se pode supor. E o que se supõe, já de si, não é pouco. Isto a propósito do que a Unidade Técnica de Apoio Orçamental diz acerca das últimas medidas tomadas pelo governo no âmbito da suposta consolidação das contas públicas. É que, segundo a UTAO, “os valores de algumas das medidas não se encontram líquidos dos respectivos impactos de redução de receita fiscal e contributiva, nem consideram as despesas acrescidas com os custos das indemnizações por rescisão”.
Nada, a bem-dizer, de muito surpreendente. Afinal quando do corte dos subsídios de férias e Natal fizeram exactamente a mesma coisa. À loucura e incompetência referidas acima junto uma terceira e, admito, mais provável hipótese. Que, bem visto, até entronca nas outras duas. A ideia será enganar a troika. Fazê-los acreditar que cumprimos o que nos impõem sem, na verdade, o fazer. Ou, dito de outra forma, tentando adiar o mais possível a inevitabilidade de passar a tal fronteira. Xico-espertismo tuga ao mais alto nível, é o que é.
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publicado às 19:32

Xicos-espertos

por Kruzes Kanhoto, em 16.05.13
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publicado às 19:32

As ervilhas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 14.05.13

Ao contrário do que inicialmente seperspectivava, a sementeira de ervilhas revelou-se um sucesso. Aameaça da passarada, primeiro, a muita erva que, depois, tomou contado espaço e a impossibilidade de tratar o mesmo por causa dasagruras do clima, não auguravam nada de bom. Isto para nãomencionar a inexperiência e a falta de “queda” para aagricultura. Dois atributos, em mim, mais que evidentes.
A imagem documenta o resultado dasegunda colheita. A primeira foi ligeiramente mais modesta e apróxima, que será simultaneamente a última, também não deveráatingir este nível. Ainda assim o número de bolinhas verdesarmazenado cá em casa deve ser suficiente para servir de ingredientea umas quantas refeições. Tudo sem qualquer produto químico, claroestá. 
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publicado às 19:50

As ervilhas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 14.05.13
As ervilhas da crise
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publicado às 19:50

Convergências

por Kruzes Kanhoto, em 11.05.13

Convergência. Tem sido,ultimamente, uma palavra muito utilizada sempre que o governopretende justificar mais um corte nos funcionários públicos.Aposentados ou não. Que os regimes de trabalho, no privado ou noEstado, tendam a convergir – naquilo onde tal é possível, atentasas especificidades de cada um – não me parece criticável. Que aspensões, pagas pela Segurança social ou pela Caixa de Aposentações,tenham um regime idêntico parece, também, algo que se afigura comosendo do mais elementar senso comum.
O pior é que as coisas não sãotão lineares quanto os javardolas que governam a espelunca nosquerem fazer crer. Relativamente aos valores das reformas, maisaltas no público do que no privado, convém não esquecer que osfuncionários públicos aposentados – e os actuais, também -descontaram onze por cento do seu vencimento para garantir aaposentação. O mesmo não se pode dizer dos privados. É que,convém não esquecer, a actual TSU resultou da fusão dos descontospara a Caixa de Previdência e Fundo de Desemprego. Ou seja, os onzepor cento que também descontam ao vencimento não são na totalidadepara a reforma, dado que incorporam uma parte que se destina asubsidiar o seu eventual desemprego. Pretender, agora, tratar deforma igual percursos contributivos tão diferentes parece-me algoque converge muito pouco com a legalidade.
O mesmo se pode afirmar quanto aosordenados. Há muito que se anuncia uma nova tabela salarial quetenda a, alegadamente, aproximar os vencimentos entre os sectorespúblico e privado. Esta intenção tem, como é óbvio, merecido osmais amplos elogios daqueles que vêem em cada funcionário públicoum privilegiado a quem devem ser retirados todos os direitos.Inclusive o de existir. Por mim, tenho dúvidas quanto a mais estaconvergência. Por um lado lamento que não se tenham lembrado delaquando, ainda não há assim tanto tempo, um pedreiro ganhavacinquenta ou sessenta euros por dia no privado, enquanto idênticoprofissional no Estado não auferia mais de quinhentos euros por mês.Por outro, mantenho alguma expectativa relativamente ao que vaisuceder a arquitectos, engenheiros e outros licenciados, a quem osector privado oferece, conforme se pode ver nas mais variadasofertas de emprego, o salário mínimo nacional e o Estado paga maisde dois mil euros por mês...
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publicado às 18:53

Convergências

por Kruzes Kanhoto, em 11.05.13
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publicado às 18:53

Grilo guloso

por Kruzes Kanhoto, em 10.05.13

Não sou especialista em insectos.Nem, tão pouco, na nobre arte da doçaria. A bem dizer não souespecialista em coisa nenhuma. A sê-lo – e à velocidade a que ogoverno contrata especialistas em qualquer coisa – já estaria aexercer funções na área da especialidade de lixar os portugueses.Mas isso agora não interessa nada. Até porque não vem ao caso. Ocaso é que, não sendo eu um entomologista, não tenho a certezaquanto à espécie de insecto que se delicia com os bolos demagnifico aspecto com que me deparei um dia destes. Assim de repenteparece um grilo. Um grilo guloso, portanto.
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publicado às 19:31

Grilo guloso

por Kruzes Kanhoto, em 10.05.13
Grilo guloso
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As favas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 08.05.13


Desconheço se, ao contrário do queacontece relativamente a outros itens, no que a favas diz respeito otamanho é igualmente importante. A sê-lo, estes exemplares,acabados de colher no quintal cá de casa, parecem-me capazes desatisfazer o mais exigente dos apreciadores. Digo eu, que não gostode favas. 
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publicado às 22:03

As favas da crise

por Kruzes Kanhoto, em 08.05.13
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O dedo que não é para aqui chamado

por Kruzes Kanhoto, em 07.05.13

Não se trata de uma lesãoincapacitante. Nem, excepto nos momentos seguintes à sua ocorrência,especialmente dolorosa. Apenas ligeiramente arreliadora. A bem dizernem se trata de uma lesão. Quando muito uma pequena e insignificantequeimadura que não está a causar arrelias de maior. Foi no que deucolocar o dedo em contacto com uma zona quente. Muito quente. Omotor da motosserra. A árvore, coitada, ficou muito pior. 
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O dedo que não é para aqui chamado

por Kruzes Kanhoto, em 07.05.13
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Bicicleta almofadada

por Kruzes Kanhoto, em 07.05.13


Não é novidade para ninguém que abicicleta constitui uma excelente alternativa para deslocaçõescurtas. Dentro ou fora da cidade. Era assim que, antes de todostermos ficado com a mania que éramos ricos, quase toda a gente sedeslocava para o trabalho. Hoje, embora por outras razões, volta aestar na moda. Mesmo para aqueles que se queixam dos incómodoscausados pelo assento pouco confortável que equipa qualquervelocípede mais rasca. Mas, como aqui se demonstra, há sempre apossibilidade de recorrer a uma almofada para proteger um rabiosquemais sensível!
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publicado às 00:01

Bicicleta almofadada

por Kruzes Kanhoto, em 07.05.13
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Anda por aí uma gatunagem...(II)

por Kruzes Kanhoto, em 05.05.13



Após longos anos a meter dó ocoreto cá da cidade foi, no ano passado, devidamente restaurado. Aocontrário do que, quase de certeza, aconteceria noutro local mais“evoluído” continua limpinho, limpinho. Não ostenta oshorríveis grafites nem pichagens de outra natureza que,infelizmente, é comum encontrar noutras paragens e que alguns parvosapelidam de arte urbana.
A intensa procura por materiaismetálicos está, no entanto, a ameaçar este equipamento. Parte dosparafusos que fixam o portão já foram retirados e a breve prazo omais certo é ir o resto. Sem que, convenhamos, se possa fazer grandecoisa para o impedir. Travar este tipo de crime é tarefa quaseimpossível e a única forma de o mitigar será a substituição doselementos furtados por outros que não despertem a cobiça dagatunagem. O que nem sempre será fácil, barato ou, sequer, viável.
Não faltará quem relacione estaactividade – ou outras – com a actual crise. Até pode ser.Tenho, contudo, certa dificuldade em aceitar que o gamanço destascoisas sirva no essencial para alimentar alguém ou que, quem rouba,não tivesse alternativa para arranjar comida. O problema talvezresida antes no facto de termos duas gerações de pobres – a dospais e a dos filhos – habituadas a dinheiro fácil que agora, derepente, lhes dizem que não há. Mas, independentemente das causasou das motivações, o que surpreende é não ver por aí surgiremempresas metalúrgicas a produzir enxadas, pás e forquilhas. Talvez seja por, digo eu, arranjar a matéria prima ser muito maisapetecível do que utilizar o produto acabado.
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publicado às 13:17

Anda por aí uma gatunagem...(II)

por Kruzes Kanhoto, em 05.05.13
Anda por aí uma gatunagem...(II)
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publicado às 13:17

Corta, corta!

por Kruzes Kanhoto, em 04.05.13

A montanha pariu um rato. Pouco maisdo que isso me ocorre depois de ouvir o discurso de Parvus Coelho e oanúncio de um conjunto de medidas que, mais uma vez como o tempo seencarregará de demonstrar, de muito pouco servirão para endireitaras contas do país. Não diminui o número de deputados, não sereduz o número de cargos políticos, não se estabelecem limites àcontratação de assessores nem, sequer, se estabelece a proibiçãode contratação externa ao nível de empresas de trabalhotemporário, consultadoria e outras aquisições de serviços. Juntos, todos estes itens oneram muitíssimo mais os cofres públicos do queos vencimentos dos funcionários públicos que pretendem pôr no olhoda rua.
Nem tudo, no entanto, me parece malde todo. As mexidas no horário de trabalho e no regime de férias dafunção pública, por exemplo, só pecam por tardias. Devia ter sidoexactamente por aqui que se devia ter começado. Igualmente aintenção de mexer nos suplementos remuneratórios se afigura comoda mais elementar justiça. Há, de facto, de acabar com privilégiosabsurdos. Nomeadamente o suplemento de trinta por cento que, a titulode despesas de representação, acresce ao vencimentos dos titularesde cargos políticos e dirigentes da administração pública.  A não ser assim mais vale que lhes cortemos o pescoço.
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publicado às 13:14

Corta, corta!

por Kruzes Kanhoto, em 04.05.13
Corta, corta!
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publicado às 13:14

Prazo médio de pagamento dos municipios

por Kruzes Kanhoto, em 03.05.13

Embora não constitua, pela maneiracomo é calculado, um indicador com um elevado grau de exactidão, o prazo médio de pagamento divulgado pela DGAL não deixa deconstituir um elemento de referência quando se pretende analisar arelação de um município com os seus credores e a partir do qual sepodem tirar ilações quanto à forma como as autarquias sãogovernadas.
Cinco, entre os trezentos e oitomunicípios portugueses, segundo os dados divulgados demoram mais demil e duzentos dias a pagar aos fornecedores. É obra. E muito tempo,também. Entre as câmaras do distrito, Évora lidera - com o décimosegundo lugar a nível nacional - o ranking das más pagadoras com umPMP de quinhentos e quarenta e um dias. Seguem-se, no que dizrespeito ao distrito, os municípios de Borba e Alandroal num nadahonroso vigésimo quinto e vigésimo sexto lugar na tabela dos poucocumpridores a nível nacional. O atraso no cumprimento da obrigaçãode pagar é de, respectivamente, trezentos e oitenta e trezentos esetenta e sete dias.
No lado oposto da lista, aqueles quecumprem a tempo e horas, estão setenta e três municípios que pagamaos seu fornecedores a menos de trinta dias. Entre eles contam-secinco autarquias do distrito de Évora. São elas Arraiolos, Mora,Portel, Redondo e Viana do Alentejo.
Normalmente quando se fala, sejagoverno ou oposição, em politicas de crescimento, apoio àsempresas e combate ao desemprego, a solução envolve sempre esturrarmais dinheiro. Provavelmente, digo eu que não percebo nada disto,não era preciso. Bastava obrigar toda a gente a proceder como estesautarcas e a cumprir as obrigações que assume no prazo acordado.Talvez não houvesse tanta empresa a fechar, nem tantos portuguesessem trabalho. Mas isso, se calhar, não dá votos.
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publicado às 18:37

Prazo médio de pagamento dos municipios

por Kruzes Kanhoto, em 03.05.13
Prazo médio de pagamento dos municipios
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publicado às 18:37

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 02.05.13

Ninguém pára a luta...a luta éque pára onde não deve!
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publicado às 19:48

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 02.05.13
Estacionamento tuga
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publicado às 19:48

Nem o que tu queres...

por Kruzes Kanhoto, em 01.05.13

Compreendo o anarca anti-fascista borrador de paredes – javardola, por assim dizer – que passou por aqui.Também não nutro especial apreço por divindades, o sentimentopatriótico não me atinge com particular intensidade e não gostopor aí além de patrões.
Apesar da manifesta compreensãorelativamente à mensagem, recuso-me a admitir a mais pequenaafinidade com o mensageiro. Logo porque essa coisa da anarquia soa-meassim um bocado a atirar para o parvo. Depois porque desconfio dosque sentem necessidade de andar a proclamar que são anti-fascistas.Nomeadamente porque sei o que fizeram – e o mais que pretendiamfazer – quando o fascismo acabou.
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publicado às 16:31

Nem o que tu queres...

por Kruzes Kanhoto, em 01.05.13
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publicado às 16:31



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