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Esclarecimento importante (ou nem por isso)

por Kruzes Kanhoto, em 30.04.13

A propósito dos comentários queforam feitos em relação a este post entendo por convenienteesclarecer o seguinte:
- O responsável pelo estadolastimável do terreno sou eu. Enquanto proprietário cabe-me, defacto, a responsabilidade por permitir a existência de toda aquelaerva. E, já agora, de muita mais que não coube na fotografia;
- Como será fácil calcular,conforme saliento naquele e noutros escritos acerca do tema, origoroso e prolongado Inverno foi o culpado pela proliferação deervas daninhas. Pior ainda. As chuvas contínuas impediram que,sequer, pudesse tratar do que lá cultivei dado que o acesso aoterreno ficou impraticável;
- De salientar que a fazenda ficanum ermo a uma dúzia de quilómetros do local onde moro não sendo,por isso, um sitio onde me possa deslocar todos os dias;
- Naturalmente que tudo aquilo serácortado. Em seu devido tempo, como é evidente. A cortar agoravoltariam a crescer. O que, isso sim, representaria um potencialperigo de incêndio quando, no Verão, secassem;
- Finalmente, recordo que nada arde por combustão espontânea. Por mais inflamável que seja o pasto emque esta erva se vai tornar apenas arderá se alguém lhe deitarfogo. Coisa que, diga-se, acredito perfeitamente um ou outro“vizinho”, que de vez em quando por ali se deslocampropositadamente à procura de algum item, possa fazer.
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publicado às 19:00

Esclarecimento importante (ou nem por isso)

por Kruzes Kanhoto, em 30.04.13
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publicado às 19:00

Moda Verão 2013

por Kruzes Kanhoto, em 29.04.13


Por algumarazão, de certeza muito válida mas que escapa ao meu entendimento, a rapaziada gosta deusar as calças ao fundo do rabo com uma parte dos boxers à vista de todos.Será, segundo algumas teorias, uma moda relacionada com tiques de paneleiragem.Seja como for, isso é lá com eles. As calças são deles, os boxers também,portanto usem-nos lá como lhes dê maior satisfação.

Há, noentanto, sempre quem esteja disposto a ir mais além. A inovar, digamos. E ocampo da moda é propicio a inovações e a ir sempre mais longe. Presumo que sejaisso que o jove mais à direita nafotografia está a fazer. Quiçá a ditar as novas tendências da moda verão 2013.Exibir a roupa interior já era. A moda vai ser mostrar a peida. O que não teránada de mais. O cú é deles. Assim sendo que façam com o dito o que mais lhesagradar. 
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publicado às 18:30

Moda Verão 2013

por Kruzes Kanhoto, em 29.04.13
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publicado às 18:30

Anda por aí uma malandragem...

por Kruzes Kanhoto, em 28.04.13

Tenho alguma dificuldade em perceber o objectivo de certos roubos.Furtos, vá. Os motivos porque alguém arrisca, se apanhado com a mão na massa,levar uma tareia para furtar ninharias constitui desde sempre um enigma apenasvagamente justificado pela imbecilidade do meliante.
Não estou a pensar em quem rouba uma lata de atum ou um pão porquetem fome. Embora, na generalidade dos casos em que isso acontece, quase semprese faça um drama quando a realidade, na maioria das circunstâncias, apresenteuma configuração bastante diferente.
Recordo-me, por exemplo, quando há trinta anos atrás a malta aindaera pobre e andava de motorizada. Daquelas de barulho irritante e acessíveis atodas as bolsas que pouco tinham a ver com estas todas sofisticadas ecaríssimas que agora por aí circulam. Nesse tempo roubavam-se, nunca soubeporquê, as tampas dos depósitos de gasolina das motoretas. Apesar de, mesmopara a época, o preço ser praticamente insignificante chegavam a gamar dúziasdelas de uma só vez.
Neste fim-de-semana prolongado furtaram os tampões das rodas –embelezadores, parece que é assim que se diz - do meu rodinhas. Ao meu e a maisuns quantos automóveis estacionados no mesmo parque. Uma parvoíce, porqueaquilo não vale nada. Um conjunto de quatro coisas daquelas custa nove euros enoventa no Continente. Duvido, por isso, que algum esfomeado ou vitima daspoliticas de direita e da sociedade capitalista – expressões que ficam semprebem para justificar a pequena criminalidade - consiga matar a fome, sua ou dosseus, com o que me gamou. Mas que lhes façam bom proveito. A ele e ao Belmiro.
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publicado às 20:25

Anda por aí uma malandragem...

por Kruzes Kanhoto, em 28.04.13
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publicado às 20:25

Erva.

por Kruzes Kanhoto, em 25.04.13

Um matagal onde só amuito custo se conseguem lombrigar as couves, alhos, ervilhas,espinafres e outras hortícolas, foi no que a prolongada e rigorosainvernia transformou a fazenda. A reforma agrária – no sentido dereformar o aspecto do terreno agrícola - terá de passar por aquinos próximos tempos. Talvez até uma revolução. Para revolucionara aparência da courela, claro. 
Lamentavelmente esta erva não é da que se fuma. Se fosse estava rico. Ou preso, se calhar. 
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publicado às 15:00

Erva.

por Kruzes Kanhoto, em 25.04.13
Erva.
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publicado às 15:00

Não há dinheiro, não há pópó...

por Kruzes Kanhoto, em 24.04.13

Lamentava-se hoje umpresidente de junta de não poder assegurar o transporte – para aescola, presumo - a umas quantas crianças da sua freguesia. Estavavisivelmente triste, o senhor. Acrescentava, agastado com a situação,que as criancinhas não têm culpa nenhuma e que coisas destas nãose fazem. Tudo culpa da politiquice pré-eleitoral, quase quesugeria.
Estive prestes asolidarizar-me com o autarca. As ideias para um post, a desancar nospatifes que obrigam os fedelhos a andar a pé, começavam já afervilhar quando chegou a segunda parte da noticia. Não haviatransporte porque um credor mais impaciente tratou de penhorar ascarrinhas da junta para garantir o pagamento do que lhe será devidoe que a autarquia, alegadamente, não terá pago. Foi por essa alturaque a minha solidariedade mudou de campo. Passou, definitivamente,para o lado do credor. Os lamentos do homem afinal mais não eram doque lágrimas de crocodilo e as suas queixas apenas desculpas de maupagador.
Acredito que apenas odesconhecimento, o deixa-andar que ainda caracteriza grande partedos empresários ou o medo de perder futuros negócios, estará afazer com que as autarquias não estejam já paralisadas por teremgrande parte dos seus bens alvo da penhora dos credores. E também,convém não esquecer, por o governo revelar uma incapacidadeconfrangedora em aplicar as medidas previstas no memorando com atroika para o sector da justiça.


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publicado às 22:50

Não há dinheiro, não há pópó...

por Kruzes Kanhoto, em 24.04.13
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publicado às 22:50

Ai aguenta, aguenta...

por Kruzes Kanhoto, em 23.04.13

Há, obviamente, espaçopara muitos cortes na despesa pública. Todos somos capazes deidentificar inúmeras situações de gastos do Estado onde umavalente tesourada seria muitíssimo bem aplicada. Principalmentequando os afectados são os outros. Não fujo, tal como toda a gente,a esta tendência. Reconheço, no entanto e ao contrário da maioria,que isso de cortar em motoristas, gabinetes, mordomias diversas ou noBPN, por mais moralidade que revele, não passa de trocos e épreciso ir muito mais fundo.
Saúde, educação,segurança social e autarquias são alguns dos sectores onde énecessário cortar a sério. Não concebo, por exemplo, que apesar denão haver dinheiro se continuem a fazer abortos - sem ser pormotivos de saúde - completamente gratuitos. Ou porque não seprivatizam serviços de saúde aplicando o mesmo principio da ADSE.Tenho também dificuldade em perceber que, na educação, não haja coragem – comoparece que, afinal, não há – de acabar com aquilo a que chamamactividades de enriquecimento curricular. Ou porque se insiste emconstruir escolas onde não existem crianças. Faz-me igualmenteespécie, quanto à segurança social, que não se mexa nos subsídios de toda a espécieatribuídos sem qualquer controlo. Ou de retirar as reformas,pequenas ou grandes, a quem nunca descontou e tem contas bancáriascom muitos zeros do lado certo da virgula. E, no que respeita ao poder local, nem é bom falar daincapacidade de moralizar os autarcas que, alheios ao mundo que osrodeia, continuam a esturrar dinheiro como se não houvesse amanhã.
Um dia, mais cedo doque tarde, com este governo ou com outro – por mais patriótico ede esquerda, seja lá o que for que isso signifique - vamos chocarfrontalmente contra um cofre vazio. O que, lamento dizer, não seránecessariamente mau. Parece ser a única maneira de, finalmente,percebermos o significado da frase “não há dinheiro”. Pena éque vamos todos no mesmo autocarro. 
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publicado às 21:45

Ai aguenta, aguenta...

por Kruzes Kanhoto, em 23.04.13
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Minoria ruidosa

por Kruzes Kanhoto, em 22.04.13

Vai uma grande aziaentre os poucos adeptos do pontapé na bola que não torcem pelo Benfica.Nomeadamente entre os dez ou quinze por cento que têm os leões ou oclube do porto como emblemas da sua preferência. Só grandespenalidades não assinaladas diz que foram para aí umas dez. Oumais. Jogadores de vermelho vestidos que deviam ter sido expulsos econtinuaram em campo consta que também foram uns quantos. Umalástima de arbitragem, portanto. Responsável, garantem, por estaderrota dos verde e brancos. Das outras, e esta época já foram maisque muitas, não se conhece a paternidade. Mas isso agora, parece,não interessa nada.
É surpreendente aexigência que os adeptos – os oitenta por cento de apreciadores dopontapé na bola que torcem pelo Glorioso são igualmente assim –colocam no rigor e na qualidade do trabalho dos árbitros.Impressionam as atitudes de pessoas aparentemente normais e ajuizadasquando estão em causa futilidades como o futebol. Se fizéssemos omesmo relativamente às decisões dos políticos e manifestássemos amesma intolerância quando considerássemos que estes agiam de formaerrada, teríamos, de certeza um país muito melhor. Mas não. Oserros do árbitro é que nos chateiam. 
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publicado às 21:49

Minoria ruidosa

por Kruzes Kanhoto, em 22.04.13
Minoria ruidosa
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publicado às 21:49

Mas esta malta pensa que ainda estamos no PREC?!

por Kruzes Kanhoto, em 21.04.13

Não gosto de touradas.Nem de fados. Apesar disso não me incomoda, nem considero que devaser proibida, a realização de espectáculos de nenhuma dessasactividades artísticas  Ou de outras. Incluindo o lançamento deanões. Isto desde que não seja o dinheiro dos contribuintes, o talque não há para a saúde ou a educação, a financiar a suaexistência, promoção ou divulgação.
O que já me desagradaé a maneira como os promotores destes espectáculos – e de outros,diga-se – promovem os eventos. Espalham impunemente cartazes portodo o lado. O que, para além do impacto visual extremamentenegativo, causa com frequência danos em bens públicos e privadoscuja conta raramente é apresentada aos responsáveis pelos estragos. Omesmo não acontece ao cidadão comum. Esse todos os meses paga, nafactura da água, o lixo que produziu durante o mês. Ou, mesmo quetenha reciclado tudo, aquele que a entidade cobradora acha que teráproduzido.
No caso da imagem, seninguém fugiu com a receita da bilheteira, provavelmente sobrará“algum” para pagar a multa. Sim, porque neste caso nem duvido queos serviços competentes foram-no de facto e agiram em conformidade. 
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publicado às 10:51

Mas esta malta pensa que ainda estamos no PREC?!

por Kruzes Kanhoto, em 21.04.13
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Se a moda pega... (isto anda mesmo tudo ligado)

por Kruzes Kanhoto, em 19.04.13

Um alegado grupo dealegadas esposas de Viseu resolveu criar um blogue onde pretendedenunciar publicamente os alegados clientes das alegadas prostitutasalegadamente estabelecidas na alegada cidade de Viriato. Até aquinada de mais. O pior é o método escolhido. As alegadas esposamestão a divulgar matriculas de automóveis que, alegadamente,pertencerão a alegados clientes. O que é, acho eu, uma insensatez.Nomeadamente se o alegado freguês e pretenso prevaricador se tiverdeslocado até ao local da alegada prevaricação num carroemprestado, roubado, ou, simplesmente, sem que a respectivatransferência de propriedade tenha sido efectuada. Isto para nãofalar de matriculas falsas, erros de digitação da matricula edeficiente leitura da mesma. Até porque estas actividades sãopredominantemente nocturnas e, como se sabe, de noite todos os gatossão pardos e as matriculas mais difíceis de ler.
Sugiro, portanto, sealguma destas alegadas esposas me ler, uma mudança de estratégia.Fotografem os automóveis e coloquem as imagens no blogue. Ou, melhorainda, filmem ou tirem fotografias aos alegados frequentadores daalegada fornicação pecaminosa que, alegadamente por aí se pratica.E publiquem-nas. Quem se sentir incomodado que recorra aos tribunais.É para isso que eles servem. Alegadamente, claro.
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publicado às 20:39

Se a moda pega... (isto anda mesmo tudo ligado)

por Kruzes Kanhoto, em 19.04.13
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publicado às 20:39

Férias de Natal

por Kruzes Kanhoto, em 18.04.13

Se eu fosse umchalaceiro como os gajos do governo, diria, assim a jeito de graçolade oportunidade, que a passagem dos duodécimos do subsidio de natala subsidio de férias, com este a ser pago pelo natal e a “levar”com o acerto do irs, estaremos em presença de um subsidio de fériasde natal. Pequenino, como as férias que alguns gozam por essaaltura.
Podia, em alternativa,dizer que estamos perante mais uma palhaçada. Que não constituiqualquer surpresa, diga-se. Nada de muito diferente seria de esperarvindo do conjunto de palhaços que – enquanto povo – colocámosno poder em substituição dos palhaços que lá estavam antes. 
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publicado às 20:31

Férias de Natal

por Kruzes Kanhoto, em 18.04.13
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publicado às 20:31

Comer sem pagar

por Kruzes Kanhoto, em 17.04.13

Os agricultores sãouns chatos. Reclamam de tudo. Da chuva e da falta dela, do calor, dovento, dos produtos espanhóis e, agora, dos impostos. Nomeadamentedaqueles que não querem pagar. Acham-se, vá lá saber-se porquê,no direito de viver à margem do sistema fiscal e de não contribuirpara o funcionamento do país.
Alegam que é ridículopassar uma factura quando vendem uma alface, uma couve ou um molho decoentros. Será. Mas, passando facturas ou não, terá de haver umaforma de colocar esta gente a pagar impostos sobre o rendimento,muito ou pouco, que obtêm com os seus negócios. E não havendofacturação parece-me que há-de ser difícil fazê-lo.
Enquanto isso vãoexigindo mais subsídios para a sua actividade. Ou seja. Querem comeruma fatia cada vez maior de um bolo cada vez mais pequeno. E o pior éque não querem contribuir com farinha nenhuma para a sua confecção.Nem com qualquer outro ingrediente. Uns lambões, portanto.
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publicado às 20:34

Comer sem pagar

por Kruzes Kanhoto, em 17.04.13
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Tudo à borla!

por Kruzes Kanhoto, em 15.04.13

Desdetempos imemoriais que ando a lamentar a ausência de juízo e aincapacidade de muita gente para perceber a realidade em que vivemos.Nomeadamentedaqueles que, tendo responsabilidade na gestão de dinheirospúblicos, o fazem de forma absolutamente descuidada. Chamemos-lhe,simpaticamente, assim.
Se,por um lado, o governo – estejamos ou não de acordo quanto àreceita aplicada – procura reduzir de forma drástica a despesa doEstado, por outro, as autarquias esforçam-se por fazer exactamente ooposto. Gastar o mais que podem. Os espectáculos sucedem-se, oseventos multiplicam-se e o “investimento” prolifera. Emconsequência disso os credores desesperam e os contribuintes vêemos seus rendimentos esmifrados para pagar o desvario instalado. Masacabar com este estado de coisas deve ser, presumo, claramenteanticonstitucional. E pouco popular entre os eleitores, talvez.
Vamoslá, o tempo já está bom, a inscrição é gratuita,há transporteaté ao local e lancheno final. Não há desculpa para ficar em casa!”.Escrevia, no seu espaço no facebook, o presidente de uma dascâmaras mais endividadas da região, visivelmenteempenhado em divulgar um evento promovido pela sua autarquia.Não será, obviamente, por causa desta iniciativa que a tesourariamunicipalficamais aflita doque já estará.O pior é o exemplo. Foia falta dele emuitíssimos milhares de iniciativas como esta quecontribuírampara nosfazerchegar até aqui. Mas,toda a gente sabe, a culpa é do Gaspar e da troika. Nem me passapela cabeça insinuar que “gestores” destes possam ter a maisleve responsabilidade. Atéporque é distoque o povo gosta! E quea brigadado croquete aplaude!
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publicado às 20:53

Tudo à borla!

por Kruzes Kanhoto, em 15.04.13
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Abre um dia destes, portanto.

por Kruzes Kanhoto, em 13.04.13

Asgralhas são lixadas. Estão por todo o lado. Inclusivamente - e atécom uma frequência inusitada – aqui pelo Kruzes. Mas quandoacontece aos outros tem muito mais piada. De resto as que vãopousando neste espaço quase não têm visibilidade enquanto as destamontra são vistas, diariamente, por largas centenas de pessoas. Sejacomo for o destaque não é por “mangação”. Que é uma belaexpressão infelizmente caída em desuso. É apenas porque não tinhanada de mais –nem de menos - interessantepara postar. 
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publicado às 11:09

Abre um dia destes, portanto.

por Kruzes Kanhoto, em 13.04.13
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Protestem, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 11.04.13

Presumoque por esta altura já Passos Coelho, todos os seus ministros esecretários de estado, deputados e restante malta dos partidos dacoligação, bem como toda a panóplia de comentadores que, para alémde comentar, recebem ordenado e ou pensões pagas pelo estado, tenhamdado indicaçõesaos serviços processadores que não pretendem receber o subsidio deférias. Éque isto a coerência é muito bonita e o exemplo émuito lindo.E era umamaneira eficaz de manifestar o desagrado que lhes vai na alma peladecisão dos juízes do Constitucional...
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publicado às 19:36

Protestem, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 11.04.13
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Não é que me importe, mas...

por Kruzes Kanhoto, em 10.04.13

Emconferênciade imprensa o presidente do Sporting – o Bruno, como écarinhosamente conhecido entre os sportinguistas – explicava quevai concretizar a promessa eleitoral defazer uma auditoria à forma como a instituição tem sido gerida.Pretende, com certeza, obter explicações quanto aos motivos quelevaram o clube – a SAD, ou seja o que for – a chegar a esteponto. Aideia, digo eu, será identificar os erros para, de ora em diante,mudar de vida e recolocar a agremiação no lugar que merece. Tarefadifícil espera o homem. Especialmentese a nova forma de gestão envolver essa coisa do rigor. Será,provavelmente, uma caminhada solitária. O que até pode ser bom. Nem todos oscompagnonsde route são boa companhia quando o trajecto a seguir não deixa espaço para fantasias. 
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publicado às 20:40

Não é que me importe, mas...

por Kruzes Kanhoto, em 10.04.13
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Alimárias

por Kruzes Kanhoto, em 09.04.13

Um quadrúpede perto de uma bomba de gasolina constitui um cenáriocapaz de proporcionar umas quantas piadolas. Se a isso juntarmos o proprietárioda alimária e os apreciadores do bicho – potenciais compradores, quiçá –estarão reunidos todos os ingredientes para meia-dúzia de dichotes a atirar para ojavardote. Coisa que, como se sabe, não constitui prática deste blogue. É porisso que o post fica por aqui. Curtinho. Antes que a coisa descambe. 
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publicado às 21:54

Alimárias

por Kruzes Kanhoto, em 09.04.13
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Dia do cidadão de etnia cigana

por Kruzes Kanhoto, em 08.04.13

Diz que se assinalouhoje o dia do cigano. Talvez tenha estado desatento - ou maispreocupado com isso da crise – mas não dei conta de comemoraçõesa assinalar a efeméride. O que, a não ter acontecido, se revela atodos os títulos inconcebível e me deixa deveras desapontado. Nãodigo a distribuição de casinhas, cheques do rendimento mínimo ou,para as mulheres ciganas, broches com a figura de um sapo. Não erapreciso tanto. Chegava uma festa, um almoço, um lanche ao menos. Masnão. Nada. Népias.
Vão ver esqueceram-se.Mas pior que o esquecimento é organizar debates, colóquios,simpósios ou o raio que os parta. E disso fizeram uns quantos. Aparticipação deverá ter sido intensa e as conclusões, presumo,brilhantes. Ou não fossem os ciganos conhecidos pela intensidade dassuas participações em coisas e pelo brilhantismo das suasconclusões. Acerca das coisas. Também. Talvez mais para a noite seouçam uns tiros. Para o ar ou noutra direcção qualquer. É, ao queconsta que eu não sei nada disso, a forma costumeira desse pessoalcomemorar datas importantes. Para eles, claro.
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publicado às 20:06

Dia do cidadão de etnia cigana

por Kruzes Kanhoto, em 08.04.13
Dia do cidadão de etnia cigana
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Agricultura da crise

por Kruzes Kanhoto, em 07.04.13

A agricultura da criseestá, também ela, em crise. A invernia, anormalmente rigorosa eprolongada, tem inviabilizado a aposta na produção hortícola. Dacourela há muito que não tenho noticia. O estado do terreno e amuita erva que entretanto cresceu não permitem sequer umaaproximação à área. Salvar-se-ão, presumo, os alhos da criseque, da última vez que foram avistados, estavam benzinho. Cá peloquintal só o faval tem aguentado as agruras do clima. O pior é quejá estamos em Abril e favas nem vê-las...
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publicado às 16:10

Agricultura da crise

por Kruzes Kanhoto, em 07.04.13
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Qual é o drama?! Sim, qual é a porra do drama?!

por Kruzes Kanhoto, em 06.04.13

O roubo de um mês devencimento – prefiro chamar-lhe assim – aos funcionáriospúblicos a que o Tribunal Constitucional finalmente pôs cobro era,insisto, uma opção apenas baseada na convicção ideológica de que é necessárioempobrecer os portugueses. A sua relevância para as finançaspúblicas não é, nem de perto, aquela que os partidos da áreagovernativa, a generalidade dos comentadores e outros parvos, lhequerem atribuir.
Está, de facto, emcausa muito dinheiro. Mas, como quase toda a gente sabe, um orçamentotem duas componentes. A receita e a despesa. E, por uma razãoqualquer que me escapa, toda a gente está apenas a olhar para asegunda em lugar de ter em conta a diferença entre ambas. Que, nocaso, é negativa originando o famigerado deficit. Os tais 1,2 milhões queo Estado terá de despender e com os quais não contava farão,naturalmente, aumentar a despesa inicialmente prevista. Mas – eparece que há muita gente a esquecer isso – mais de metade destevalor regressa aos cofres do Estado sob a forma de impostos econtribuições. O que significa um aumento de receita que, se ascontas do Orçamento foram feitas correctamente, não estaria nasprevisões.
Em termos líquidos, oque realmente conta para o deficit, serão seiscentos milhões deeuros. Muita massa, ainda assim. Mas Passos Coelho e os seuscomparsas deverão encarar isso como uma oportunidade. Com a falta dehábitos de poupança dos portugueses muito desse dinheiro irá fazercrescer as receitas do IVA. Ou, no caso dos mais poupadinhos,aumentar as contas bancárias. O que é bom na mesma. Melhora aliquidez dos bancos e diminui a necessidade de o governo lá injectarmais uns milhões.
Por último, mas nãomenos importante, também era bom que alguém explicasse por que raiotoda a gente achou uma esplêndida ideia a injecção de mil milhõesde euros nas autarquias, através do PAEL, e considere agoradramático, capaz até de pôr em causa a sobrevivência do país,que metade desse dinheiro seja colocado à disposição das famílias.A menos que achem que os autarcas gerem melhor o dinheiro que lhecolocam à disposição do que, por exemplo, eu faço a gestão dasminhas finanças. Mas isso já seria um caso do foro clínico.


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publicado às 12:53

Qual é o drama?! Sim, qual é a porra do drama?!

por Kruzes Kanhoto, em 06.04.13
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publicado às 12:53

Não percebo

por Kruzes Kanhoto, em 03.04.13

Essa coisa da filosofianunca foi a “minha praia”. Não sou dado a filosofices e detestoaquela malta que recorre sistematicamente a frases feitas, quasesempre desprovidas de sentido, pensando que estão a fazer uma grandefigura. Deve ser, admito, por ter manifesta dificuldade em entender afantástica mensagem que se esconde dentro de tão grandes tiradas.
Isto para dizer que nãoestou a ver onde quer chegar o líder do partido socialista quandonos garante que “há uma primavera a despontar, há um Abril anascer em Portugal”. Não percebo. A primavera já por cá anda vaipara quinze dias e chove como o caraças. Se isto é despontar vouali e já venho. O Abril, esse, vai no dia quatro. Para um mês detrinta dias não o podemos considerar propriamente um nascituro. Nem,sequer, um recém-nascido. Vá lá, com boa vontade, um puto daescola primária.
Prefiro os números.Não mentem e dificilmente se prestam a baboseiras como a proferidapelo aspirante – lagarto, lagarto, lagarto – a primeiro-ministro.Verdade que há quem diga que, sob tortura, dizem aquilo que nósquisermos. Até pode ser. Mas o torturador corre o sério risco defazer figura de parvo. Olhem, por exemplo, os apaniguados do maisrecente comentador da RTP.
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publicado às 21:41

Não percebo

por Kruzes Kanhoto, em 03.04.13
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publicado às 21:41


Este mastim é um dosprincipais responsáveis pelas cagadelas de proporções épicas que,não raramente, documentam a minha indignação perante a atitudeabsolutamente javardola de gente que se acha no direito de poluir oespaço que é de todos. Não é o único mas é, seguramente, omaior cagão das redondezas.
Intrigam-me os motivosque levam os gajos com responsabilidade neste país – a troika, ogoverno, os autarcas – a ignorar esta potencial fonte de receita.Se um imóvel, que é um bem indispensável a todos os cidadãos,paga centenas de euros por ano para o município – e, recorde-se,não provoca qualquer despesa aos cofres públicos – não sepercebe porque raio a posse de um cão não tem igual tratamento.Deve haver aqui algo que me escapa. A coisa é de tal forma surrealque eu pago à câmara uma taxa por causa do cabo que passa por cimado meu quintal, mas o dono do cão que vem cá cagar não paga nadapor isso. Estranhas as prioridadezinhas da malta que nos desgoverna.
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publicado às 21:15

E o principio do poluidor pagador não vos diz nada?!
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publicado às 21:15

Ontem foi mentira. Amanhã não garanto.

por Kruzes Kanhoto, em 02.04.13

Já dizia um figurãoqualquer que aquilo que hoje é verdade amanhã pode ser mentira.Ou o contrário. Por isso o post de ontem, que à data era mentira,pode muitíssimo bem transformar-se em verdade. Foi, de todo, impossível proceder a este esclarecimento mais cedo. O que faz comque lamente ainda mais os eventuais transtornos, nomeadamente aonível emocional, que esta inocente mentira do primeiro de Abrilpossa ter causado. É, reitero, mentira que venha aí a tal TMIP.Hoje. Amanhã não posso garantir.
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publicado às 18:46

Ontem foi mentira. Amanhã não garanto.

por Kruzes Kanhoto, em 02.04.13
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publicado às 18:46

TMIP. A nova taxa que vamos pagar um dia destes

por Kruzes Kanhoto, em 01.04.13

Os municípioscobram-nos taxas por tudo e por nada. Mas, na opinião dos autarcas,ainda não são as suficientes. Temos de pagar mais. Há quefinanciar o regabofe autárquico que não parece dar mostras de seconter perante a austeridade. A crise e a recessão forneceram atéuma janela de oportunidade para esturrar ainda mais dinheiro apretexto do combate às ditas e de um suposto auxilio às populações.Daí que - com crises ou sem elas, com austeridade ou não – serásempre necessário esmifrar os bolsos ao contribuinte. Pelo menosenquanto, como até aqui, a malta apenas se chatear com os ministrosdas finanças e for perdoando as tropelias dos seu autarcas.
Depois da inacreditáveltaxa sobre as dormidas que alguns municípios já estão a cobrar,cerca de um euro por noite e por pessoa em unidade hoteleira situadana área de circunscrição do respectivo município, pensou-se quejá não haveria mais para taxar na esfera das competênciasmunicipais. Puro engano. Vamos, em breve, ter mais uma. Lembraram-seuns génios auto proclamados que existe ainda um serviço prestadopelas autarquias que não é pago directamente pelos munícipes. Ailuminação pública. Trata-se de um serviço pelo qual osmunicípios pagam anualmente muitos milhões de euros, que requerinvestimentos avultados e do qual não têm qualquer retorno.Adivinha-se, por isso, que na factura da electricidade, um destesdias, apareça mais uma linha. A TMIP. Taxa Municipal de IluminaçãoPública. Para nos deixar um pouco mais às escuras.
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publicado às 00:30

TMIP. A nova taxa que vamos pagar um dia destes

por Kruzes Kanhoto, em 01.04.13
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publicado às 00:30



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