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Frase do dia

por Kruzes Kanhoto, em 31.01.13

Marques Mendes na TVI 24:“Ser Socrático não é currículo. É cadastro.” 
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publicado às 22:54

Frase do dia

por Kruzes Kanhoto, em 31.01.13
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publicado às 22:54

Pérolas a porcos

por Kruzes Kanhoto, em 30.01.13

Num momentoparticularmente difícil é absolutamente assombroso e constitui para mim ummistério, para o qual não encontro explicação racional, que umas quantaspessoas – muito mais do que é suposto ser o número natural de malucos – sepreocupem com assuntos sem importância nenhuma e que no campo das ralações deveriamestar, numa escala de zero a cem, no lugar cento e cinquenta.
Vem isto a propósito desucessivas ondas de indignação causadas por assuntos menores normalmenteenvolvendo animais. Primeiro contra a decisão de abater o cão que matou umacriança. A causa motivou um apreciável número de palermas, meteu as habituaispetições e envolveu até figuras públicas na discussão quanto à necessidade depreservar a vida do bicho. Depois, serenada a anterior, uma nova polémicasurgiu motivada por um vídeo onde é possível vislumbrar um militar da GNR a pontapearum porco que teimava em não abandonar o asfalto, na sequência do tombo docamião onde era transportado. Agressão que deixou à beira de um ataque denervos os sensíveis frequentadores do facebook, que não tardaram a espalharpelos seus amiguinhos  as imagens dabrutalidade policial.
Está tudo parvo. Só pode.Esta gentalha parece não ter mais nada com que se preocupar. Podiam, digo eu,horrorizar-se com coisas um bocadinho mais importantes. Assim, sei lá, aausência de paz no mundo, as criancinhas com fome, a extinção do lince naMalcata ou outra causa igualmente nobre. Como a crise do Sporting, por exemplo.Sim, porque convém não elevar muito a expectativas quanto ao nível de problemasque podem interessar a esse pessoal. E depois ainda criticam a jove da mala channel… É pá vão-se mazécatar, ou o camandro!
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publicado às 22:06

Pérolas a porcos

por Kruzes Kanhoto, em 30.01.13
Pérolas a porcos
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publicado às 22:06

Quem foi ao mar... perdeu o lugar!

por Kruzes Kanhoto, em 29.01.13

Tal como muitas outraslocalidades também Évora foi afectada pelo mau tempo que recentemente se fezsentir. Entre as vítimas do temporal está a estátua do navegador Vasco da Gama,abalroada e atirada ao chão por uma árvore de grande porte que não aguentou aforte ventania.
Provavelmente incomodadocom a demora no regresso do herói dos descobrimentos ao seu pedestal, um munícipemais impaciente tratou de arranjar um substituto. O Vasco. Um canito de louçaque esta manhã ocupava o lugar do celebre marujo. Podia, digo eu que não sou deintrigas, ter colocado ali um Obama. Cão de água português, para quem nãoperceba a tentativa de piadola, Sempre estava mais de acordo com a temática que o monumentopretende homenagear. 
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publicado às 19:30

Quem foi ao mar... perdeu o lugar!

por Kruzes Kanhoto, em 29.01.13
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publicado às 19:30

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 27.01.13

O largo da República foi, em tempos, um dos locaismais policiados de Estremoz. Quiçá do país. Um ou dois agentes da PSP, às vezesaté mais, passavam por ali o dia inteiro para irritação de comerciantes eautomobilistas. Situações como esta eram, portanto, quase impensáveis. Hoje nãoé assim. Seja pela crise, a escassez de efectivos ou outro motivo qualquer, jánão se vêem polícias naquele local. Nem noutro, agora que penso no assunto.Deve ser por isso que o proprietário desta bomba se sentiu à vontade paraestacionar na passadeira, em contra-mão e em cima do passeio.  Secalhar foi só comprar qualquer coisinha que não conseguia carregar até aoRossio…

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publicado às 21:45

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 27.01.13
Estacionamento tuga
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Tropa não!

por Kruzes Kanhoto, em 26.01.13

Foi o governo decoligação PSD/CDS, com Paulo Portas em ministro da defesa – e de mais umaquantidade de coisas – que o serviço militar obrigatório acabou. Tarde,demasiado tarde, diga-se. Já à época não se justificava a quantidadeabsolutamente parva de gente que era mobilizada. Para nada. A não ser, talvez,justificar um imenso batalhão de empregos bem pagos e generosos em mordomias. Daíque me pareça assombroso que sejam os mesmos protagonistas a ressuscitá-lo. Seriade um nível de coerência fantástico até para quem se dedica à política. Que,como se sabe, são pessoas que mantêm com ela – a coerência – uma relação praticamenteinconciliável.
Passei lá dezasseis mesesda minha vida de que não guardo saudade nenhuma. Foi um tempo absolutamentedesaproveitado, em que não fiz nada de útil nem à sociedade nem a mim próprio.Até mesmo o argumento que mais ouço “ah e tal, fazem-se amizades e isso” nãocolhe.  Isto porque nunca podemos saberas amizades que se deixaram de estabelecer pelo facto de estar na tropa e não afazer outra coisa qualquer. A trabalhar, por exemplo, como era o meu caso. Oque, para além de outros aspectos não menos relevantes, me fez perder oordenado no quase ano e meio em que fui forçado a ir brincar aos soldadinhos.
Repugna-me, por tudo issoe muito mais, a ideia – que espero não passe disso mesmo – de regresso do serviçomilitar obrigatório. Para o diabo que os carregue. Que vão para a puta que ospariu. Se não têm dinheiro para sustentar as forças armadas, nos moldes em queestão, então que as privatizem. Ou contratem a Prossegur. Ou o raio que osparta. Ou façam uma gestão racional. Talvez deixar de mandar pessoas para areforma – reserva, como lhe chamam - aos quarenta e poucos anos não fosse máideia. E fechar quartéis também não.
Se a idiotice de retornarao SMO – muito do agrado da esquerda, convém recordar – for por diante, acabará,muito provavelmente, por ser declarada inconstitucional. Mas se isso nãoacontecer irá provocar um êxodo ainda maior dos jovens em idade de seremchamados para a tropa. É que, hoje em dia, pouquíssimos terão paciência paraaturar aquele atraso de vida. Será mais um bom motivo para bater em retirada.Estratégica. 
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publicado às 17:57

Tropa não!

por Kruzes Kanhoto, em 26.01.13
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Mais um endividado

por Kruzes Kanhoto, em 24.01.13

Que me recorde nãovoltei a escrever acerca das tropelias de José Sócrates, também conhecido comoo coveiro do país, desde que o suposto engenheiro deixou de ser primeiro-ministro.Nem, a bem dizer, o pensava fazer. Até hoje e à fantástica revelação damanchete do Correio da Manhã. O homem, a acreditar no matutino, seráactualmente apenas mais um português endividado. Terá, tal como inúmerosconcidadãos, contraído dividas para viver acima das suas possibilidades. Istoé, fazer uma vida luxuosa que de outra forma não podia pagar. Tudo isto, claro,a fazer fé na parangona do dito jornal. É lá com ele, dirão. Pois será. Que nãotemos nada a ver com isso. Pois não. A menos que não pague o que pediu aobanco. Aí é que o caso é capaz de mudar de figura e a conta acabar por ser apresentadaaos do costume. Assim como assim já estamos habituados.
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publicado às 20:34

Mais um endividado

por Kruzes Kanhoto, em 24.01.13
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Dividazinha da boa

por Kruzes Kanhoto, em 23.01.13
Vai por aí uma grande animação com aquilo a que chamam o “regresso aosmercados”. Que é o nome que se dá agora a pedir emprestado. Aparentemente a notícianão é má. Tendo em conta que há ano e meio ou dois anos não havia quem nosquisesse emprestar dinheiro parece, até, uma coisa boa. O pior é o resto.Nomeadamente aquela parte em que temos de reembolsar quem nos empresta. Ou aoutra da utilização que damos ao graveto que nos emprestaram e que, diz, vaiser para pagar anteriores idas ao mercado. Não esquecendo também que o nossofiador, um tal de Banco Central Europeu, é capaz de estar de olho em nós.
Mal comparado estamos, enquanto país, como aquele gajo que tem dez empréstimosbancários e trinta cartões de crédito com o planfond estourado que, prometendodeixar de almoçar, conseguiu convencer alguém a emprestar-lhe dinheiro. Esperemosé que o indivíduo do exemplo não fique desempregado.
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publicado às 20:13

Dividazinha da boa

por Kruzes Kanhoto, em 23.01.13
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Coisas com uma actualidade do caraças

por Kruzes Kanhoto, em 22.01.13

Publiquei o texto que aseguir transcrevo no dia vinte e um de Maio de dois mil e seis quando o Kruzesdava os primeiros passos – tinha um ano, mais coisa menos coisa – e ainda estavaalojado no Sapo. O tempo encarregou-se de nos dar razão. A mim e ao Dr.Agostinho Branquinho. Ao então dirigente social-democrata pelo esclarecimentocom que olhava para os seus correlegionários e a mim pela apreciação que fizdas suas palavras. O pior é que isto de ter razão antes do tempo começa a aborrecer-me.Quase tanto como a incapacidade de muitos em ver o óbvio.
“Em todas as organizações há sempre alguém que,mesmo nas horas difíceis, mantém alguma clarividência. Dentro do PSD esse papelparece caber ao Presidente da Comissão Distrital do Porto. Disse hoje o senhor,Agostinho Branquinho,  de seu nome que "se o PSD, por um qualquerazar do destino, fosse chamado à governação do país, não estava preparado paragovernar". Nota-se.

PS - O "nota-se" fazia mesmo parte do texto escrito na data indicada. Há quase sete anos... 
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publicado às 22:31

Coisas com uma actualidade do caraças

por Kruzes Kanhoto, em 22.01.13
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Festanças

por Kruzes Kanhoto, em 21.01.13

A comunicação socialnacional deu hoje ampla cobertura noticiosa à acusação do ministério públicocontra o ex-presidente socialista da Câmara do Alandroal. Segundo a acusação oautarca, conhecido pela sugestiva alcunha de João Festança, ter-se-á dedicado aactividades menos próprias – pecaminosas, digamos - no âmbito de diversasviagens que terá efectuado durante o exercício do cargo. Tudo istoalegadamente, claro.
De resto, aconfirmarem-se as acusações porque até ver o homem é inocente, seriainteressante saber se a sua actuação trouxe ou não benefícios para o concelhoque então representava. Ainda que de uma forma pouco ortodoxa ele terá feitochegar o nome do Alandroal aos lugares mais improváveis. Onde o mais certo énunca antes ninguém ter ouvido falar dessa localidade. E o conhecimento, como sabemos,não tem preço. Paga-se, é verdade, mas isso é outra história que, por norma,quem vem atrás é que tem de contar.
Embora episódios destanatureza, a confirmarem-se, não constituam regra nas autarquias nacionais averdade é que a sua ocorrência apanha pouca gente de surpresa. Somos um povo dedesconfiados complacentes. Quase sempre, perante passeatas ou outrasiniciativas mais dadas à especulação quanto aos seus motivos, verifica-se umaenorme tolerância da parte dos eleitores relativamente a estas práticas. Daíque não surpreenda se nas próximas eleições, a que será candidato, o senhor emcausa volte a ocupar a cadeira do poder.  O eleitorado, mais do que as traquinices dosseus autarcas, zanga-se é com os injustificados privilégios de que desfrutam osmalandros dos funcionários públicos.

P.S - Como isto anda tudoligado, recomendo vivamente a leitura dos dois posts anteriores…
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publicado às 21:12

Festanças

por Kruzes Kanhoto, em 21.01.13
Festanças
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Ora aí está uma boa pergunta…

por Kruzes Kanhoto, em 20.01.13

…Lançada pelo CASPER umblogger – ou bloguista, vá – atento aos desvarios que se vão cometendo lá pelasua terra. Para ver mais é seguir a ligação. Vale a pena. O susto é garantido.

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publicado às 21:46

Ora aí está uma boa pergunta…

por Kruzes Kanhoto, em 20.01.13
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A ideia é uma boa ideia

por Kruzes Kanhoto, em 20.01.13

Quando um dia for feito oranking dos piores políticos pós 25A Luís Filipe Menezes terá nele um lugar dedestaque. Na categoria de pior líder do PSD arrebatará o primeiro lugar, semdificuldade a grande distância da concorrência e na de pior autarca não andará,também, muito longe dos primeiros lugares. É precisamente este conjunto deatributos que o tem feito vencer sucessivas eleições autárquicas e que,provavelmente, o tornará o próximo Presidente da Câmara do Porto.
Surpreendentemente, paraa campanha que se avizinha, o homem apresentou uma ideia que, de tão boa esensata que é, o poderá levar a perder as eleições. Unir, numa só cidade, Portoe Gaia. Coisa que faz todo o sentido, que fará poupar larguíssimos milhões deeuros, mas que a julgar pelo folclore que se tem visto em torno das freguesiasnão reunirá consensos. O debate está centrado na junção de pequenas autarquiasdispersas e a união de municípios populosos com sedes quase contíguas não estános horizontes de praticamente ninguém. Luís Filipe Menezes constitui umaexcepção e tem, do meu ponto de vista, toda a razão no que propõe.
Apesar dos condicionalismoslegais em vigor – recorde-se que os titulares de cargos políticos já podem serresponsabilizados civil, financeira e criminalmente pelas suas decisões – as próximasautárquicas deverão ter um número recorde de candidatos a presidente de câmara.Não sei o que move esta gente para, assim, colocar em risco o seu património,bom nome e, em último caso, até a sua liberdade. Para além de um grande amor àssuas terras e uma enorme ânsia de contribuir para o bem-estar das populações edesenvolvimento dos seus concelhos, claro está. Talvez, mas isso eu aespecular, um enorme sentimento de impunidade…
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publicado às 14:28

A ideia é uma boa ideia

por Kruzes Kanhoto, em 20.01.13
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Cuidado com o que desejas...

por Kruzes Kanhoto, em 18.01.13

“Dar obraço a torcer” não me custa absolutamente nada. Faço-o com toda a naturalidadequando reconheço que os argumentos que contrapõem aos meus são melhores, maislógicos e capazes de inequivocamente me convencerem da razão que lhes assiste. Aocontrário poucas coisas me irritam mais do que o argumentário baseado emconvicções duvidosas, escorado quase sempre em preconceitos e deformado porinvejas, que acaba frequentemente com alegações do tipo porque sim, porque nãoou em disparates ao nível de crianças da pré-primária.
É porisso que estou com pouca paciência para continuar a aturar opiniões parvas,principalmente vindas de gente que não sabe do que fala ou escreve, acerca doeventual fim da ADSE. Não vou continuar a dar trela a todos os que defendem ofim deste regime de assistência à saúde dos funcionários públicos. Deixo apenaso desafio para que façam o seguinte exercício: O governo quer deixar de gastaros 800 milhões que o funcionamento da ADSE consome ao Orçamento do Estado.Estará, no entanto, disposto a prescindir dos 200 milhões das quotizações dosbeneficiários? Irá, assim sem mais nem menos, aumentar a dotação orçamental doSNS de forma a acomodar a entrada de mais um milhão de beneficiários? Não vosparece que ao governo pode ocorrer a ideia de alargar a toda a gente aobrigação de contribuir com um impostozinho -1,5%, por exemplo, como já descontamos FP’s - para financiar o Serviço Nacional de Saúde? É que se não for assim vaiser de uma maneira parecida… 
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publicado às 19:29

Cuidado com o que desejas...

por Kruzes Kanhoto, em 18.01.13
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publicado às 19:29

Pilha-galinhas

por Kruzes Kanhoto, em 16.01.13

Aindaque, enquanto contribuinte, me insurja com frequência contra a relaçãodesabrida que muitos autarcas mantêm com o dinheiro de todos nós, não comungode alguma satisfação mal disfarçada que a notícia da perda de mandato doPresidente da Câmara de Faro tem provocado. Principalmente porque do homem temsido transmitida a imagem – ignoro se verdadeira, mas quero acreditar que simpor tantas vezes repetida – de alguém rigoroso e exigente na forma de gerir osrecursos financeiros e os humanos. O que, como se sabe, não traz por normamuitos amigos.
Ospecados do autarca terão, como tem sido amplamente noticiado, ocorrido no exercíciode idênticas funções noutro município algarvio. Terá, ao que se conhece,violado algumas normas legais por permitir umas quantas construções em zonas dereserva agrícola e ecológica. Grande coisa! Nomeadamente num país em que sepaga a agricultores para não produzirem e onde o fundamentalismo dosecologistas conseguiu impor à sociedade legislação com restrições para lá de ridículas.  
Serão,portanto, questões de mera lana-caprinaque levaram – recursos à parte – à destituição do edil. Parece, assim visto delonge, que a justiça terá caçado um pilha-galinhas. São desconhecidas consequênciasdesastrosas resultantes das decisões que levaram à perda de mandato. Estarão tambémpor esclarecer, pelo menos em termos públicos, quantas couves ou alfaces é quedeixaram de ser produzidas e é igualmente desconhecido se as minhocas ou osgas daregião sofreram alguma espécie de trauma.

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publicado às 21:18

Pilha-galinhas

por Kruzes Kanhoto, em 16.01.13
Pilha-galinhas
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Crise?! Só se for para nós.

por Kruzes Kanhoto, em 15.01.13


Ide, ide ver quanto é que eles estão a "bater".
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publicado às 21:32

Crise?! Só se for para nós.

por Kruzes Kanhoto, em 15.01.13
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Querem ter animais? Vão para o campo!

por Kruzes Kanhoto, em 13.01.13

O Zicoé por estes dias o cão mais famoso do país. A tentativa palerma de evitar o seuabate guindou-o a um mediatismo de todo evitável e indesejável promovido porum grupo de pretensos bem-pensantes. O animal, protagonista involuntário datrágica morte da criança, não tem naturalmente qualquer culpa nem o seu abate nãose trata de nenhuma execução sumária. Não é isso que está em causa. Pena que,de forma demagógica e atirar para o parvo, os signatários não queiram perceberque o que a lei pretende precaver nestas situações são a saúde e a segurançapública.
Culpados,neste e noutros casos que se repetem com frequência demasiada, são os donos etodos os que toleram a existência de animais desta natureza. Não me parece queexista qualquer vantagem na produção destas raças nem, ainda menos, utilidadeda sua posse por pessoas que vivem em apartamentos exíguos. Faz-me até muitaconfusão como é que se consegue partilhar o espaço de uma habitação com animais.Desta ou doutra natureza. Surpreende-me igualmente que os restantes condóminos,os proprietários no caso do arrendamento ou os Municípios no caso da habitaçãosocial, permitam a existência de cães, gatos ou outros animais exóticos dentrodos edifícios.
Causa-metambém algum espanto que, por vezes, seja relatada a existência de cães degrande porte e de raças perigosas em bairros de cariz social. Na posse,portanto, de pessoas que alegadamente viverão com dificuldades de ordemeconómica. Ter um animal daqueles não deve sair barato. O que, a par de outrossinais exteriores de riqueza, deveria levar à intervenção de quem manda nestascoisas no sentido de libertar a casa para quem, de facto, tivesse mesmonecessidade de auxilio. 
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publicado às 14:44

Querem ter animais? Vão para o campo!

por Kruzes Kanhoto, em 13.01.13
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Onde pára a indignaçãozinha?!

por Kruzes Kanhoto, em 12.01.13

A notíciada prematura – aos quarenta e oito anos, para este efeito, é quase uma jove - aposentação da presidente daCâmara de Palmela não está a suscitar nas redes sociais e na opinião publicadaa costumeira indignação sempre que vêm a publico denúncias de situaçõessemelhantes. Nem, tão pouco, a inspirar os seus frequentadores para as ofensashabituais ou os opinion makers cá do sítioa discorrerem longamente sobre os privilégios dos políticos e outros palhaços.
 Não quero acreditar que o facto de a senhoraser comunista tenha alguma coisa a ver com essa ausência de reacção. Atéporque, também entre a malta da direita, o assunto é tratado com pinças. Ontemum daqueles indivíduos sempre prontos a reclamar a diminuição das pensões, dosordenados dos funcionários públicos e a diminuição dessa praga conhecida pordireitos adquiridos, referindo-se à aposentação da autarca, usou por diversasvezes o termo populismo para caracterizar eventuais condenações da conduta dacriatura. É, acrescentou, um direito adquirido que ela tem e que não pode serposto em causa. Ao contrário do que acontece com os comuns dos mortais,acrescento eu.
Desdehá um tempo a esta parte nunca mais se falou de reformas douradas. Nem daquelasverdadeiramente obscenas. Não será por isso de estranhar que esta também passepelos pingos da chuva sem, sequer, se salpicar. Os indignados do costume nadadizem porque ela é uma ovelha do seu rebanho e outros também não porque estãono mesmo barco. Daí que – e face ao que tenho escrito sinto-me particularmenteà vontade para o afirmar – Parvus Coelho e os seus sequazes tenham toda a razãoao pretender cortar as reformas mais elevadas. Pecam, isso sim, por cortarpouco. Lamento a minha falta de sensibilidade social mas não consigo sersolidário com gente desta ou como o ex-presidente do BCP. Por mais que possaadmitir que os cento e vinte e três mil euros de um mês de reforma, no casodeste último figurão, que vai perder – se o tribunal constitucional deixar -lhe dêem muito jeito. As sucessivas manifestações de solidariedade expressaspor comunistas, lutadores das causas sociais, gente do apenas porque não e outrosrevolucionários do facebook, já lhes devem chegar. 
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publicado às 12:57

Onde pára a indignaçãozinha?!

por Kruzes Kanhoto, em 12.01.13
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publicado às 12:57

Organizem-se...

por Kruzes Kanhoto, em 10.01.13



Trêscapas de outros tantos jornais publicados no mesmo dia. No país há, dizem eles,funcionários a mais. E, se calhar, será verdade. A julgar pela quantidade degente que nas últimas duas dezenas de anos tem sido encaixada na administraçãopública não me admira que o seu número seja manifestamente excessivo. Atéporque muito desse pessoal pouco mais faz do que coçar a micose.
Porcá, parece, haverá funcionários a menos numa escola. Será, suponho, um qualquerrácio que determina o número de funcionários por aluno que não estará a sercumprido. Não sei se assim é ou não. Nem isso me interessa muito. O que mepreocupa é a existência de parangonas desta natureza aparentementecontraditória. Que poderão significar muita coisa. Nenhuma delas especialmenteboa.
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publicado às 21:40

Organizem-se...

por Kruzes Kanhoto, em 10.01.13
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Um dia destes há-de resultar...

por Kruzes Kanhoto, em 09.01.13

Orelatório do FMI tem, como não podia deixar de ter, mãozinha do governo. O que,também sem surpresa, já foi reconhecido por um tal Moedas. Um fulaninho com arde fuinha - secretário de estado, lacaio ou coisa parecida – que ciranda peloscorredores do poder. Não nos podemos espantar, portanto, que a receita seja ade sempre. Cortar. Se não resultou da primeira vez, pode ser que resulte àsegunda. Mas se não resultar não faz mal, estaremos cá para tentar umaterceira.
Nãovou, pelo menos por hoje, gastar o meu latim a chamar-lhes nomes. Nem aargumentar com os malefícios desta teimosia. Constatei horrorizado que, decerta maneira, padeço do mesmo mal. Talvez até para pior. Participo numasociedade que joga há cinco anos no euromilhões com a mesma chave e, desdetempos imemoriais, apenas compro cautelas das lotarias, popular e nacional,terminadas em cinco. Em ambos os casos com resultados deploráveis. Tal como osdas receitas da troika ou do governo. Mas, também como eles, não desisto. Antespelo contrário. Vou apostar a dobrar. Sei lá se é desta.
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publicado às 22:51

Um dia destes há-de resultar...

por Kruzes Kanhoto, em 09.01.13
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publicado às 22:51

As estranhas dúvidas do Provedor

por Kruzes Kanhoto, em 08.01.13

Quandoouvi a notícia conclui rapidamente que estava a ouvir mal. Coisas da idade,pensei. Ou da falta de pilhas no aparelho auditivo. Lembrei-me depois que nãouso aparelho para ouvir melhor e que a última audiometria que realizei demonstrou que tenhoouvido de tísico. Portanto aceitei, prestes a cair do espanto abaixo, que tinhaescutado bem o que o noticiava o jornalista de serviço.
O culpadoda hesitação quanto às minhas capacidades auditivas foi o Provedor de Justiça.Diz que o homem mandou para o Tribunal Constitucional algumas normas doOrçamento de Estado. Coisa muito na moda, diga-se. Terá o senhor Provedordúvidas quanto à constitucionalidade do corte do subsídio de férias…dospensionistas!!!!! Já quanto aos trabalhadores da função pública, curiosamente,a mesma dúvida não lhe assiste. Apesar de serem, também, vitimas de idênticasuspensão. E da entidade pagadora ser a mesma. Critérios assaz estranhos emuito pouco justos, convenhamos. E que a mim, que não sou de intrigas e nem tãosurdo quanto pensava, me deixa com a pulga atrás da orelha. O que, mais umavez, prova que isto anda tudo ligado.
O que é que a foto tem aver com o texto? Nada, nada…
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publicado às 22:15

As estranhas dúvidas do Provedor

por Kruzes Kanhoto, em 08.01.13
As estranhas dúvidas do Provedor
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Inovem, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 07.01.13

Poucacoisa me aborrece tanto como uma ida às compras. Pior ainda quando isso envolveuma deslocação compulsiva - por arrastamento, quase - a um qualquer antro deconsumo. O desagrado e a irritação assumem, então, proporções épicas. Daílamentar que por cá – e por lá, se calhar, também – os empresários que exploramessas superfícies comerciais não tenham pensado no segmento de visitantes emque me incluo. E que, a julgar pelas caras de enfado que se encontram à portadas lojas, não devem ser poucos. Diversificar a oferta, captar novospúblicos e tornar a visita atractiva para toda a família, devia ser umaprioridade para a gestão destes espaços. Nomeadamente em tempos de crise e,dizem, de quebra de vendas. Fica a sugestão. 
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publicado às 22:10

Inovem, pá!

por Kruzes Kanhoto, em 07.01.13
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publicado às 22:10

Pois. Isso mesmo.

por Kruzes Kanhoto, em 06.01.13

Aapreciação negativa do Tribunal de Contas relativamente aos gastos dosministérios e à forma como não estão a adoptar medidas restritivas no âmbito dadespesa, apenas pode surpreender os mais desatentos. Ou os ingénuos. Os políticos,e os portugueses de uma maneira geral, não sabem poupar. Têm uma noção deausteridade como sendo uma coisa, embora necessária no momento presente, apenasse aplica aos outros. Ou não fossemos nós os que, após o anúncio de umaqualquer medida que altere seja o que for nas nossas vidas ou na nossaorganização, começamos de imediato a magicar formas mais ou menos engenhosas de“dar a volta a isto”. Para que tudo fique na mesma, claro está. E para que osoutros, em vez de nós, continuem a pagar a crise.  
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publicado às 12:26

Pois. Isso mesmo.

por Kruzes Kanhoto, em 06.01.13
Pois. Isso mesmo.
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publicado às 12:26

Uns chatos estes gajos do governo

por Kruzes Kanhoto, em 02.01.13

Sãojá mais do que muitas as demonstrações da pouca capacidade dogoverno – no seu todo ou de cada um dos seus membros – emcomunicar, em passar uma mensagem de forma clara e objectiva. Um dosúltimos exemplos foi um secretário de estado, secundado hoje porafirmações semelhantes do ministro que o tutela, que se lembrou depedir aos portugueses para não adoecer. O que até podia parecer serum pedido louvável, foi de imediato estragado pelo resto da frase.Para poupar dinheiro ao SNS, acrescentou desastradamente. Claro quenenhum dos governantes estaria a sugerir que falecêssemos, parapoupar dinheiro ao Estado. Mas, pela maneira como a ideia foitransmitida, não faltou quem assim o entendesse e sentisse que osgovernantes estariam a lamentar a relutância da população em batera bota.
Podiamter optado por apelar ao pessoal para que desatasse a apostar noeuromilhões e jogos que tais. Para além dos outros impostosassociados à jogatina, cada prémio acima de cinco mil euros vaipassar a pagar, desde ontem, vinte por cento de imposto de selo. Comos resultados da última extracção os primeiros 34.301,48 euros,dos 55 milhões previstos no orçamento, já estão garantidos. Pedirbons palpites aos portugueses teria sido, portanto muito maissimpático e, estou em crer, merecedor de uma resposta positiva porparte dos portugueses com uma ainda maior corrida às casas deapostas. Inclusivamente podia – e devia – ter sido lançado odesafio para ultrapassar o valor orçamentado. Mas não. Esta genteinsiste em nos aborrecer.
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publicado às 21:16

Uns chatos estes gajos do governo

por Kruzes Kanhoto, em 02.01.13
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publicado às 21:16

Habemus orçamento

por Kruzes Kanhoto, em 01.01.13

Foi,como se esperava, publicado ontem o Orçamento de Estado para 2013. Odocumento é – já se sabia – uma merda. Tal como tem vindo aacontecer nos últimos anos continua a lixar os do costume enquantooutros, como igualmente já nos habituamos, vão passando pelasentrelinhas orçamentais sem apertos dignos de grande registo. Ouseja, nada de surpresas que justifiquem o alarido que nas últimassemanas tem ocorrido em torno da promulgação do orçamento ou dasua eventual inconstitucionalidade.
Oprincipal problema é que temos de pagar as dividas. Caso não ofaçamos ninguém nos empresta um “chavo”. Há, portanto, desacar dinheiro aos nossos bolsos. De certeza que haveria outrasmaneiras de o fazer, outras áreas onde cortar e outra gente asacrificar. O pior é que a “malta” não quer. Acha que devemoscontinuar a fazer a mesma vidinha que fizemos nos últimos vinte anose que nos conduziu até esta desgraça. Ou melhor. Até admite que secorte em tudo, desde que não seja afectado. Se as vitimas foremapenas os funcionários públicos, então, a coisa quase atinge oêxtase em termos de concordância.
Quandoos mesmos que até há pouco guinchavam contra as reformas douradasse indignam com os cortes nas pensões mais elevadas, quando ninguémlevanta a voz contra os milhões que o conjunto das administraçõesterá estoirado em fogo de artificio ou não falta quem exija que oEstado continue a financiar a overdose cultural em que o país vive,está tudo dito acerca das capacidades intelectuais ou da honestidadecom que se discute o Orçamento.
Tenhampaciência. Isto vai doer. Bem-vindos ao clube.


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publicado às 13:33

Habemus orçamento

por Kruzes Kanhoto, em 01.01.13
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publicado às 13:33



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