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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Frase do dia

por Kruzes Kanhoto, em 31.01.13

Marques Mendes na TVI 24:“Ser Socrático não é currículo. É cadastro.” 
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Frase do dia

por Kruzes Kanhoto, em 31.01.13
Frase do dia
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Pérolas a porcos

por Kruzes Kanhoto, em 30.01.13

Num momentoparticularmente difícil é absolutamente assombroso e constitui para mim ummistério, para o qual não encontro explicação racional, que umas quantaspessoas – muito mais do que é suposto ser o número natural de malucos – sepreocupem com assuntos sem importância nenhuma e que no campo das ralações deveriamestar, numa escala de zero a cem, no lugar cento e cinquenta.
Vem isto a propósito desucessivas ondas de indignação causadas por assuntos menores normalmenteenvolvendo animais. Primeiro contra a decisão de abater o cão que matou umacriança. A causa motivou um apreciável número de palermas, meteu as habituaispetições e envolveu até figuras públicas na discussão quanto à necessidade depreservar a vida do bicho. Depois, serenada a anterior, uma nova polémicasurgiu motivada por um vídeo onde é possível vislumbrar um militar da GNR a pontapearum porco que teimava em não abandonar o asfalto, na sequência do tombo docamião onde era transportado. Agressão que deixou à beira de um ataque denervos os sensíveis frequentadores do facebook, que não tardaram a espalharpelos seus amiguinhos  as imagens dabrutalidade policial.
Está tudo parvo. Só pode.Esta gentalha parece não ter mais nada com que se preocupar. Podiam, digo eu,horrorizar-se com coisas um bocadinho mais importantes. Assim, sei lá, aausência de paz no mundo, as criancinhas com fome, a extinção do lince naMalcata ou outra causa igualmente nobre. Como a crise do Sporting, por exemplo.Sim, porque convém não elevar muito a expectativas quanto ao nível de problemasque podem interessar a esse pessoal. E depois ainda criticam a jove da mala channel… É pá vão-se mazécatar, ou o camandro!
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Pérolas a porcos

por Kruzes Kanhoto, em 30.01.13
Pérolas a porcos
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Quem foi ao mar... perdeu o lugar!

por Kruzes Kanhoto, em 29.01.13

Tal como muitas outraslocalidades também Évora foi afectada pelo mau tempo que recentemente se fezsentir. Entre as vítimas do temporal está a estátua do navegador Vasco da Gama,abalroada e atirada ao chão por uma árvore de grande porte que não aguentou aforte ventania.
Provavelmente incomodadocom a demora no regresso do herói dos descobrimentos ao seu pedestal, um munícipemais impaciente tratou de arranjar um substituto. O Vasco. Um canito de louçaque esta manhã ocupava o lugar do celebre marujo. Podia, digo eu que não sou deintrigas, ter colocado ali um Obama. Cão de água português, para quem nãoperceba a tentativa de piadola, Sempre estava mais de acordo com a temática que o monumentopretende homenagear. 
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Quem foi ao mar... perdeu o lugar!

por Kruzes Kanhoto, em 29.01.13
Quem foi ao mar... perdeu o lugar!
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Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 27.01.13

O largo da República foi, em tempos, um dos locaismais policiados de Estremoz. Quiçá do país. Um ou dois agentes da PSP, às vezesaté mais, passavam por ali o dia inteiro para irritação de comerciantes eautomobilistas. Situações como esta eram, portanto, quase impensáveis. Hoje nãoé assim. Seja pela crise, a escassez de efectivos ou outro motivo qualquer, jánão se vêem polícias naquele local. Nem noutro, agora que penso no assunto.Deve ser por isso que o proprietário desta bomba se sentiu à vontade paraestacionar na passadeira, em contra-mão e em cima do passeio.  Secalhar foi só comprar qualquer coisinha que não conseguia carregar até aoRossio…

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Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 27.01.13
Estacionamento tuga
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Tropa não!

por Kruzes Kanhoto, em 26.01.13

Foi o governo decoligação PSD/CDS, com Paulo Portas em ministro da defesa – e de mais umaquantidade de coisas – que o serviço militar obrigatório acabou. Tarde,demasiado tarde, diga-se. Já à época não se justificava a quantidadeabsolutamente parva de gente que era mobilizada. Para nada. A não ser, talvez,justificar um imenso batalhão de empregos bem pagos e generosos em mordomias. Daíque me pareça assombroso que sejam os mesmos protagonistas a ressuscitá-lo. Seriade um nível de coerência fantástico até para quem se dedica à política. Que,como se sabe, são pessoas que mantêm com ela – a coerência – uma relação praticamenteinconciliável.
Passei lá dezasseis mesesda minha vida de que não guardo saudade nenhuma. Foi um tempo absolutamentedesaproveitado, em que não fiz nada de útil nem à sociedade nem a mim próprio.Até mesmo o argumento que mais ouço “ah e tal, fazem-se amizades e isso” nãocolhe.  Isto porque nunca podemos saberas amizades que se deixaram de estabelecer pelo facto de estar na tropa e não afazer outra coisa qualquer. A trabalhar, por exemplo, como era o meu caso. Oque, para além de outros aspectos não menos relevantes, me fez perder oordenado no quase ano e meio em que fui forçado a ir brincar aos soldadinhos.
Repugna-me, por tudo issoe muito mais, a ideia – que espero não passe disso mesmo – de regresso do serviçomilitar obrigatório. Para o diabo que os carregue. Que vão para a puta que ospariu. Se não têm dinheiro para sustentar as forças armadas, nos moldes em queestão, então que as privatizem. Ou contratem a Prossegur. Ou o raio que osparta. Ou façam uma gestão racional. Talvez deixar de mandar pessoas para areforma – reserva, como lhe chamam - aos quarenta e poucos anos não fosse máideia. E fechar quartéis também não.
Se a idiotice de retornarao SMO – muito do agrado da esquerda, convém recordar – for por diante, acabará,muito provavelmente, por ser declarada inconstitucional. Mas se isso nãoacontecer irá provocar um êxodo ainda maior dos jovens em idade de seremchamados para a tropa. É que, hoje em dia, pouquíssimos terão paciência paraaturar aquele atraso de vida. Será mais um bom motivo para bater em retirada.Estratégica. 
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Tropa não!

por Kruzes Kanhoto, em 26.01.13
Tropa não!
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Mais um endividado

por Kruzes Kanhoto, em 24.01.13

Que me recorde nãovoltei a escrever acerca das tropelias de José Sócrates, também conhecido comoo coveiro do país, desde que o suposto engenheiro deixou de ser primeiro-ministro.Nem, a bem dizer, o pensava fazer. Até hoje e à fantástica revelação damanchete do Correio da Manhã. O homem, a acreditar no matutino, seráactualmente apenas mais um português endividado. Terá, tal como inúmerosconcidadãos, contraído dividas para viver acima das suas possibilidades. Istoé, fazer uma vida luxuosa que de outra forma não podia pagar. Tudo isto, claro,a fazer fé na parangona do dito jornal. É lá com ele, dirão. Pois será. Que nãotemos nada a ver com isso. Pois não. A menos que não pague o que pediu aobanco. Aí é que o caso é capaz de mudar de figura e a conta acabar por ser apresentadaaos do costume. Assim como assim já estamos habituados.
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Mais um endividado

por Kruzes Kanhoto, em 24.01.13
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Dividazinha da boa

por Kruzes Kanhoto, em 23.01.13
Vai por aí uma grande animação com aquilo a que chamam o “regresso aosmercados”. Que é o nome que se dá agora a pedir emprestado. Aparentemente a notícianão é má. Tendo em conta que há ano e meio ou dois anos não havia quem nosquisesse emprestar dinheiro parece, até, uma coisa boa. O pior é o resto.Nomeadamente aquela parte em que temos de reembolsar quem nos empresta. Ou aoutra da utilização que damos ao graveto que nos emprestaram e que, diz, vaiser para pagar anteriores idas ao mercado. Não esquecendo também que o nossofiador, um tal de Banco Central Europeu, é capaz de estar de olho em nós.
Mal comparado estamos, enquanto país, como aquele gajo que tem dez empréstimosbancários e trinta cartões de crédito com o planfond estourado que, prometendodeixar de almoçar, conseguiu convencer alguém a emprestar-lhe dinheiro. Esperemosé que o indivíduo do exemplo não fique desempregado.
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Dividazinha da boa

por Kruzes Kanhoto, em 23.01.13
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Coisas com uma actualidade do caraças

por Kruzes Kanhoto, em 22.01.13

Publiquei o texto que aseguir transcrevo no dia vinte e um de Maio de dois mil e seis quando o Kruzesdava os primeiros passos – tinha um ano, mais coisa menos coisa – e ainda estavaalojado no Sapo. O tempo encarregou-se de nos dar razão. A mim e ao Dr.Agostinho Branquinho. Ao então dirigente social-democrata pelo esclarecimentocom que olhava para os seus correlegionários e a mim pela apreciação que fizdas suas palavras. O pior é que isto de ter razão antes do tempo começa a aborrecer-me.Quase tanto como a incapacidade de muitos em ver o óbvio.
“Em todas as organizações há sempre alguém que,mesmo nas horas difíceis, mantém alguma clarividência. Dentro do PSD esse papelparece caber ao Presidente da Comissão Distrital do Porto. Disse hoje o senhor,Agostinho Branquinho,  de seu nome que "se o PSD, por um qualquerazar do destino, fosse chamado à governação do país, não estava preparado paragovernar". Nota-se.

PS - O "nota-se" fazia mesmo parte do texto escrito na data indicada. Há quase sete anos... 
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Coisas com uma actualidade do caraças

por Kruzes Kanhoto, em 22.01.13
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Festanças

por Kruzes Kanhoto, em 21.01.13

A comunicação socialnacional deu hoje ampla cobertura noticiosa à acusação do ministério públicocontra o ex-presidente socialista da Câmara do Alandroal. Segundo a acusação oautarca, conhecido pela sugestiva alcunha de João Festança, ter-se-á dedicado aactividades menos próprias – pecaminosas, digamos - no âmbito de diversasviagens que terá efectuado durante o exercício do cargo. Tudo istoalegadamente, claro.
De resto, aconfirmarem-se as acusações porque até ver o homem é inocente, seriainteressante saber se a sua actuação trouxe ou não benefícios para o concelhoque então representava. Ainda que de uma forma pouco ortodoxa ele terá feitochegar o nome do Alandroal aos lugares mais improváveis. Onde o mais certo énunca antes ninguém ter ouvido falar dessa localidade. E o conhecimento, como sabemos,não tem preço. Paga-se, é verdade, mas isso é outra história que, por norma,quem vem atrás é que tem de contar.
Embora episódios destanatureza, a confirmarem-se, não constituam regra nas autarquias nacionais averdade é que a sua ocorrência apanha pouca gente de surpresa. Somos um povo dedesconfiados complacentes. Quase sempre, perante passeatas ou outrasiniciativas mais dadas à especulação quanto aos seus motivos, verifica-se umaenorme tolerância da parte dos eleitores relativamente a estas práticas. Daíque não surpreenda se nas próximas eleições, a que será candidato, o senhor emcausa volte a ocupar a cadeira do poder.  O eleitorado, mais do que as traquinices dosseus autarcas, zanga-se é com os injustificados privilégios de que desfrutam osmalandros dos funcionários públicos.

P.S - Como isto anda tudoligado, recomendo vivamente a leitura dos dois posts anteriores…
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Festanças

por Kruzes Kanhoto, em 21.01.13
Festanças
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Ora aí está uma boa pergunta…

por Kruzes Kanhoto, em 20.01.13

…Lançada pelo CASPER umblogger – ou bloguista, vá – atento aos desvarios que se vão cometendo lá pelasua terra. Para ver mais é seguir a ligação. Vale a pena. O susto é garantido.

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Ora aí está uma boa pergunta…

por Kruzes Kanhoto, em 20.01.13
Ora aí está uma boa pergunta…
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