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Endividar-se é um direito adquirido!

por Kruzes Kanhoto, em 30.09.12


Ainda há quem nãotenha percebido a realidade que em vivemos e insista em pensar que podecontinuar a fazer a mesma vida de sempre como se – bem ou mal, isso agora nãovem ao caso – nada se tivesse passado. O pior é que são pessoas comresponsabilidades directas pelo estado a que chegámos, que esturraram dinheiro comose não houvesse amanhã e que agora – pasme-se – exigem que lhes seja permitidocontinuar pelo mesmo caminho. Ou seja, gastar o que não podem pagar e continuara endividar alegremente o país.
Estou areferir-me, entre outros, aos autarcas portugueses. Reunidos ontem em congressoaprovaram uma moção que exige – o termo é particularmente interessante erevelador da solidariedade que manifestam para quem está a “penar” com asmedidas de austeridade – a revogação da lei dos compromissos, que os impede de contrair maisdividas do que aquelas – muitas – que já fizeram e que não são capazes depagar. Alegam, entre outras coisas, ingerência do poder central da autonomiados municípios e que a dita lei coloca em causa a governabilidade dasautarquias. Tudo porque – que ideia mais parva – a legislação em vigor desdeFevereiro apenas permite adquirir aquilo que se pode pagar no prazo máximo de90 dias.
É por demaisóbvio, que a preocupação essencial da maioria dos autarcas que protesta são aspróximas eleições autárquicas e a dificuldade, para os que se preocupam com alegalidade das suas decisões, em ter obras para inaugurar por essa altura. Seassim não fosse batiam com a porta e iam-se embora ou, na pior das hipóteses jánão se candidatam a próximo mandato. A opção que chegou a ser sugerida – e queteria imensa piada – seria levar a população a manifestar-se em sua defesacontra o que chamam de asfixia do poder local. Teria, repito, a sua piada. Comalguma sorte contariam com alguns funcionários para a manifestação. E erapreciso que fosse durante o horário laboral…
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publicado às 11:46

Endividar-se é um direito adquirido!

por Kruzes Kanhoto, em 30.09.12
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publicado às 11:46

Vou esperar sentado

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.12


Por estes diasmuitos municípios estão a aderir ao PAEL. Um programa que, recorde-se, vaipermitir às autarquias aderentes pagar parte significativa da divida antiga e,ao mesmo tempo, constituirá uma espécie de balão de oxigénio que permitirácontinuar a mesma vidinha que têm vindo a fazer ao longo dos últimos vinteanos. Ou seja contrair mais dívidas. Em consequência da adesão a esse programagovernativo o IMI, o preço dos diversos serviços cobrados na factura da água etodas as taxas municipais serão substancialmente aumentados.
Não satisfeitoscom o esbulho que os cidadãos estão a ser vitimas os autarcas, reunidos emcongresso, segundo as noticias veiculadas pela comunicação social estarão aestudar a hipótese de introduzir novas taxas. A pagar pelos munícipes, obviamente.
Aguardo que, aqualquer momento, os manifestantes que por esta hora desfilam até ao Terreirodo Paço comecem a gritar palavras de ordem contra todas estas medidas que nosvão roubar mais um mês de salário por ano. 
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publicado às 15:38

Vou esperar sentado

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.12
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publicado às 15:38

Somos mesmo espertos

por Kruzes Kanhoto, em 28.09.12


O nível deconhecimento acerca dos seus direitos evidenciado pelos portugueses éverdadeiramente notável. Raro é o dia em que nas televisões não aparece alguéma reclamar “os meus direitos”, por vezes em circunstâncias dramáticas –reconheça-se – mas com um tom, por mais justo que seja aquilo que reclama – e,sublinho, admito que a matéria reclamada constitua algo da mais elementar justiça– dá logo vontade de embirrar. Podiam, acho eu, reclamar tão-somente que secumpra o que a lei prevê na situação em causa. Mas não. Enchem a boca com “osmeus direitos” e isso, visto de fora, provoca de imediato a sensação de que afrase estará incompleta pela falta de alusão à parte dos deveres. Que,parece-me, devia andar sempre associada aos direitos.
Mas se muitosterão motivos mais do que suficientes para invocar os seus direitos, outros háque quando o fazem mais valia estarem calados. Foi o caso de um gajo,entrevistado por uma televisão que acompanhava a acção de uma equipa de fiscaisda Carris, apanhado a viajar de autocarro sem estar munido do respectivo títulode transporte. O homem, apesar do aspecto parecer evidenciar que não tratariade alguém especialmente letrado, falou com desenvoltura dos direitos que lhe assistiam,mostrando um vastíssimo conhecimento da legislação aplicável à infracção queacabara de cometer. Garantido que pagar a coima não era com ele e que daí nãoadviriam consequências de nenhuma espécie.
Somos, parecelicito concluir, um povo que sabemos tudo acerca dos nossos direitos e que, tal como escrevi aqui, adoramos o dever. Assim mesmo. Os primeiros no plural e osegundo no singular. Somos mesmo espertos.
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publicado às 19:02

Somos mesmo espertos

por Kruzes Kanhoto, em 28.09.12
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publicado às 19:02

Há muita falta de memória...

por Kruzes Kanhoto, em 25.09.12


Manuela FerreiraLeite caiu, finalmente, nas boas graças dos portugueses. O discurso, em tommais ou menos arruaceiro, agradou à generalidade dos que se não revêem nasactuais opções políticas de quem nos governa e o descontentamento daídecorrente acabou por fazer o resto.  Rapidamentese esqueceram umas quantas tiradas mais ou menos infelizes - como a suspensãoda democracia ou a hemodiálise para os velhotes ficar reservada só para os quea possam pagar – e vá de elogiar a clarividência da senhora. Seja pela suaquase disponibilidade para participar em manifestações ou, principalmente, pelaferoz defesa que a criatura fez dos reformados. Os tais que, ainda um destesdias, ela achava que só deviam ter acesso a tratamentos médicos se os pagassem.
Devo ter sido oúnico, de entre os que não gostam de Passos Coelho, a achar as declarações daporta-voz de Cavaco um verdadeiro disparate. Um conjunto de baboseiras, abem-dizer. Primeiro porque me lembro que foi a senhora, no tempo em que ocupouo lugar de ministra das finanças, a congelar o vencimento dos funcionáriospúblicos para, ao que à época argumentava, controlar o défice. O resultado é sobejamenteconhecido. Tal como agora, o desequilíbrio das contas não parou de aumentar. E,convém não esquecer, tomou a mesma medida dois anos consecutivos. Como aquelemédico que lhe serviu de exemplo, também ela insistiu na receita apesar do estadode saúde do paciente se ter agravado.
Depois a questãodas reformas. Num momento de rara sagacidade, a ex-lider do PSD comparou osdescontos que os trabalhadores fazem ao longo da vida a um depósito bancário.Sugerindo que, por isso, as pensões não podem ser cortadas dado que o dinheiroque os pensionistas estão agora a receber é o que foram, ao longo da vidacontributiva, entregando ao Estado. Não é, obviamente, assim. A segurançasocial não funciona num sistema de capitalização do tipo PPR. Quem trabalha fazos seus descontos e estes servem para pagar aos reformados de hoje esperandoque, no futuro, a geração seguinte faça o mesmo.
Percebo que asenhora não goste de ver a sua pensão diminuída e aproveite o tempo de antenaque lhe dão para puxar a brasa à sua sardinha. Não precisa é de ser demagoga –até porque a sua carreira política já acabou – nem querer fazer dos outrosparvos. Teve, enquanto interveniente na vida política, sobejas ocasiões parafazer alguma coisa pelos reformados que vivem com reformas de miséria e, pormais que me esforce, não me ocorre nada de bom a que possa associar o seu nome.Pena que, tal como dizia o outro, haja tão fraca memória na politica e nos políticos.E nos portugueses de uma maneira geral.
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publicado às 19:49

Há muita falta de memória...

por Kruzes Kanhoto, em 25.09.12
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O dever acima de tudo

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.12


Esta crise quenos atormenta é culpa nossa. De todos os portugueses em geral e de alguns emparticular. Embora, como em tudo na vida, uns sejam mais culpados do que outrose a esmagadora maioria não passe de miseráveis cúmplices. Grupo este – o último– em que vergonhosamente me encontro incluído. E nem sequer é pelo facto de, nopassado, ter votado nos que lá estiveram, nos que lá estão agora ou, no futurovotar nos que hão-de ir para lá continuar a afundar o rectângulo. Digamos quesou cúmplice porque, cobardemente, nunca fui capaz de espetar um par de murrosnos cornos dos políticos quando eles anunciaram a intenção de realizar as obrasonde esturraram muitos milhares de milhões. Quem diz eu, diz os outrosquinhentos mil que andaram por aí a manifestar-se um destes dias.
Há, depois, aquestão dos princípios pelos quais nos regemos. Achamos, por exemplo, que odever está acima de tudo. Ao pagar ninguém dá importância nenhuma e, como todaa gente sabe, está na nossa escala de valores cá muito por baixo. Fazemos mesmogala em afirmar que pagar e morrer é a última coisa que se faz na vida. Temos,também, em elevada conta aqueles que morrem no cumprimento do dever. Dos quepagam, desses, nem reza a história. Repare-se igualmente como o pagamento estásempre associado a uma espécie de penitência. Já o dever é, em muitascircunstâncias, quase confundido com um direito. Podia continuar por mais umaslinhas a lembrar o quanto o dever é enaltecido entre nós em detrimento dopagamento. Mas não posso. O dever chama-me.
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publicado às 20:03

O dever acima de tudo

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.12
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Onde pára a equidade?!

por Kruzes Kanhoto, em 22.09.12


O governo vaidistribuir vacinas da gripe pelos portugueses com mais de sessenta e cinco anos.Apesar da clara discriminação para com os portugueses de sessenta e quatro anos,parece-me uma decisão acertada. O custo desta vacinação em massa será comcerteza bastante elevado mas, ainda assim, é provável que os ganhos decorrentesdesta medida profiláctica superem aqueles que resultariam da contracção dadoença.
O que já não meparece assim tão bem é que esta súbita generosidade governativa seja atribuída emfunção da idade e não, como seria de esperar, do rendimento. Poderá, até,tratar-se do grupo de maior risco. Fico, também, satisfeito pela diminuição donúmero de pessoas que vão andar por aí a tossir e a espirrar para cima de quemestá por perto. Mas – e isto não é pretender que eles faleçam por não lhes ser administrada– acho uma indecência e uma ofensa a quem trabalha, que gente com reformasacima daquilo que são os valores do salário médio em Portugal não pague estavacina. E depois venham para cá com histórias da carochinha acerca dos custosda saúde, da necessidade de austeridade e outras badalhoquices que uns quantosjavardolas insistem em nos impingir. Para sermos um país normal bastava-nosRIGOR. Infelizmente poucos sabem o que isso significa.

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publicado às 16:20

Onde pára a equidade?!

por Kruzes Kanhoto, em 22.09.12
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Há reformas e reformas...

por Kruzes Kanhoto, em 19.09.12


Tenho o maior respeito pelos reformados. Até porque,se outro motivo não houvesse, um dia destes – espero - serei um deles. Isso nãome impede de ficar com os nervos à flor da pele e com vontade de chamar nomesfeios, até esgotar o repertório, quando ouço a generalidade dos opinadoresdefenderem as pensões de reforma como intocáveis perante os cortes derendimento a que a generalidade dos portugueses têm vindo a ser alvo.
Naturalmente que pensões miseráveis, a maioria abaixodo salário mínimo, devem ser protegidas. Era mesmo o que mais faltava que assimnão fosse. Agora tratar todas os pensionistas por igual, excluindo-os aossacrifícios que nos estão a ser impostos tal como defendeu, entre outros,Manuela Ferreira Leite, é uma aberração tão grande como cortar aos que recebemmenos. É, pelo menos para mim, difícil de entender que quem ganha mil e cemeuros seja espoliado de 14% do vencimento e se defenda que quem tem uma reformade dois, três ou cinco mil euros deve continuar igual passando incólume poresta crise.
Talvez, digo eu assim de repente, estejamos antesperante uma reacção corporativa e de defensa de interesses pessoais. Seanalisarmos com atenção os diversos painéis de comentadores que enxameiam astelevisões, encontraremos com facilidade uma legião de ex-políticos que auferemchorudas pensões do Estado. Uma espécie de prémio por terem contribuído paraarruinar o país. Não me surpreende, portanto, que falem assim. Escusam é,apesar de já não estarem no activo, de continuar a querer fazer de nós parvos.
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publicado às 20:11

Há reformas e reformas...

por Kruzes Kanhoto, em 19.09.12
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Eleições autárquicas

por Kruzes Kanhoto, em 17.09.12


A pouco mais de um ano das eleições para asautarquias locais é inevitável que apareça uma multidão de interessados em ocupara cadeira da presidência de uma qualquer Câmara Municipal. Seja pordesconhecimento da realidade autárquica por parte dos putativos candidatos, porvaidade ou pelo desejo de protagonismo, esse é um cargo cada vez mais desejado.Claro que, entre todos os que se vão apresentar a sufrágio, haverá tambémalguns com vontade de trabalhar em prol da população do seu concelho e decontribuir com o seu esforço para a melhoria da sua qualidade de vida. Masesses serão os que demonstram algum desprendimento em relação ao cumprimento dasleis que têm vindo a tentar moralizar a administração pública ou os que sepreocupam em gerir a coisa pública com o mesmo zelo com que gerem aquilo que éseu.
Igualmente inevitável é que, no primeirogrupo, surjam uns quantos nomes que primam pela originalidade e que, na maioriadas circunstâncias acaba por nem ir a votos. Entre esses nomes estará um indivíduo- não sei se este será o termo mais correcto, mas não encontro outro melhor -conhecido no mundo da futilidade como José Castelo Branco que pretenderácandidatar-se à presidência da Câmara Municipal de Sintra. A fazê-lo acreditoque a criatura possa até chegar a um lugar de vereador. O descrédito da classe políticaé de tal ordem que não me surpreende se esta versão urbana do Tiririca vier ater assento no próximo executivo municipal lá do sítio.
Luís Filipe Meneses anunciou também a suacandidatura à Câmara do Porto. Será, muito provavelmente, o próximo presidenteda invicta. O que representará, finalmente, uma vitória eleitoral autárquica dePinto da Costa.
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publicado às 22:47

Eleições autárquicas

por Kruzes Kanhoto, em 17.09.12
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Multiculturalismo de sentido único

por Kruzes Kanhoto, em 16.09.12


Também por estes dias o chamado mundomuçulmano tem andado entretido em manifestações e protestos. Mortos, muitosferidos e pancadaria da grossa são o resultado da fúria daquela malta emrelação a coisas que consideram importantes. O que, atendendo à qualidade devida do cidadão médio daquelas paragens, levará um observador menos atento einformado acerca do que se passa para aquelas bandas a pensar que o pessoal ládo sítio estará com vontade de viver melhor. Ou, simplesmente, reivindicará queas mulheres possam andar na rua vestidas como melhor lhes parecer, que possambeber umas cervejolas e comer uns coiratostranquilamente ou, até, que o profeta aumente o número de virgens à disposiçãodaqueles que se rebentam em seu nome.
Mas não. Nada disso. Refilamapenas porque não gostam de uma espécie de filme manhoso colocado nas redessociais por um qualquer palerma que não tinha mais nada para fazer e, derepente, se lembrou de filmar umas cenas a gozar com o Maomé. Coisa que nãoviola, porque feita num país ocidental e onde ainda vai havendo liberdade deexpressão, nenhuma lei. Mesmo assim aqueles malucos barbudos e com asprioridades notoriamente trocadas exigem a cabeça do homem.
O que mais me transtorna nãosão os protestos daquela cambada. Nem, sequer, que eles não entendam esseestranho conceito da liberdade individual. Ou, menos ainda, que por aqueleslados pareça inconcebível que a alguém seja permitido não ter religião e, atémesmo, fazer piadolas acerca de uma qualquer divindade. O que verdadeiramenteme inquieta é que por cá sejam muitos a admitir que, embora eu possa chamarfilho da puta ao primeiro-ministro do meu país, não tenha o direito de fazer omesmo relativamente a uma entidade imaginária que apenas existirá na cabeça deuns quantos fulanos mal apessoados que não conheço de lado nenhum.
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publicado às 20:20

Multiculturalismo de sentido único

por Kruzes Kanhoto, em 16.09.12
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Ainda que mal pergunte (V)

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12


Onde estavam os manifestantesque hoje – legítima e justificadamente perante uma governação desastrada,incompetente e que insiste em persistir no erro – protestaram nas ruas dasnossas cidades e alguns ainda o fazem junto ao parlamento, quando, por exemplo,se construíram estádios de futebol onde ninguém joga à bola, auto estradas ondenão passam ninguém, escolas onde não existem crianças e se atribuem subsídios paracineastas idiotas fazerem filmes que ninguém quer ver?!
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publicado às 22:46

Ainda que mal pergunte (V)

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12
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Ainda que mal pergunte (IV)

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12


Onde estavam os manifestantesque hoje – legítima e justificadamente perante uma governação desastrada,incompetente e que insiste em persistir no erro – protestaram nas ruas dasnossas cidades e alguns ainda o fazem junto ao parlamento, quando, por exemplo,um governo qualquer se lembrou de comprar uns quantos submarinos?! Vá lá quedepois foram “só” dois…
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publicado às 22:25

Ainda que mal pergunte (IV)

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12
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publicado às 22:25

Ainda que mal pergunte (III)

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12


Onde estavam os manifestantesque hoje – legítima e justificadamente perante uma governação desastrada,incompetente e que insiste em persistir no erro – protestaram nas ruas dasnossas cidades e alguns ainda o fazem junto ao parlamento, durante, porexemplo, a festa da ParqueEscolar?!
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publicado às 22:08

Ainda que mal pergunte (III)

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12
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Ainda que mal pergunte (II)

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12


Onde estavamos manifestantes que hoje – legítima e justificadamente perante uma governaçãodesastrada, incompetente e que insiste em persistir no erro – protestaram nasruas das nossas cidades e alguns ainda o fazem junto ao parlamento, quando, por exemplo, o primeiro-ministro maisincompetente que o país já conheceu, duplicou – no curto prazo de umalegislatura – as transferências do orçamento de Estado para as CâmarasMunicipais?!
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publicado às 22:02

Ainda que mal pergunte (II)

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12
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publicado às 22:02

Ainda que mal pergunte

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12


Onde estavamos manifestantes que hoje – legítima e justificadamente perante uma governaçãodesastrada, incompetente e que insiste em persistir no erro – protestam nasruas das nossas cidades quando, por exemplo, o primeiro-ministro maisincompetente que o país já conheceu, promoveu a entrada – a maioria semconcurso – de dezenas de milhares de pessoas para a função pública?!
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publicado às 21:29

Ainda que mal pergunte

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.12
Ainda que mal pergunte
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Os outros que paguem a crise!

por Kruzes Kanhoto, em 14.09.12


Desde tempos imemoriais –devo ter começado por volta de 1329, mais coisa menos coisa – que escrevo, aquie noutros locais onde o assunto tem sido debatido, a minha convicção que baixarsalários é altamente prejudicial para a economia e especialmente nocivo para o equilíbriodas finanças públicas. Tenho-o feito com particular ênfase ao longo do últimoano em que, por força do roubo dos dois meses de vencimento aos funcionáriospúblicos, esta questão tem estado na ordem do dia. Não os contei mas devem tersido algumas dezenas os posts que publiquei no Kruzes e, seguramente, centenasos comentários que deixei em fóruns e blogues onde esta temática tem sidodiscutida.
A minha posição, como era de esperar, foi quasesempre ignorada e  raramente suscitou reacções de outrosintervenientes. Aqueles – poucos – que se deram ao trabalho de reagir aos meusdesabafos fizeram-no quase sempre para, os mais simpáticos, me chamar burro.Ou, os mais condescendentes para com a minha iliteracia económica, financeira,fiscal e ignorância de uma forma geral, para me esclarecer que não era bemassim e que a diminuição da despesa do Estado contribuiria para a melhoria dascontas públicas e que libertaria mais recursos que fariam a economia, um diadestes, começar um novo e promissor ciclo de crescimento.
Recordo ainda que, após oanúncio do corte dos subsídios de férias e de natal aos funcionários públicos,não faltaram os elogios a esta medida. Lembro-me até de algumas caras felizes coma notícia. Não esqueço igualmente os comentários de satisfação que encheram ascaixas de comentários dos jornais on-line e de outros sites e blogues onde se escreviasobre a novidade. Tal como parece que ainda estou a ver a generalidade doscomentadores de televisão regozijando-se com tão corajosa, tanto comonecessária, medida do governo.
Por tudo isso achoabsolutamente hipócrita as manifestações de indignação que hoje assolam o país.Se, antes, cortar dois salários era bom, dava gozo e ninguém – para além das vítimas- criticava, porque raio hoje cortar um ordenado já é mau e capaz de provocaresta histeria social?! Se tirar dois vencimentos aos funcionários era óptimo paraa economia, para as finanças e quem sabe até para a caspa, porque diabo tirarum mês aos restantes trabalhadores é assim tão dramático?! Os mesmos que antesas aplaudiam são agora os que berram contra as políticas do governo. Apenas esó, não encontro outro motivo para a súbita mudança de opinião, porque lhes vãoao bolso. E ainda têm a lata de chamar nomes aos políticos…
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publicado às 20:26

Os outros que paguem a crise!

por Kruzes Kanhoto, em 14.09.12
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É "seista-feira"

por Kruzes Kanhoto, em 14.09.12


Espero que esteverdadeiro artista seja melhor a cantar, a tocar ou  lá o que for que a criatura faça, do que prometeo cartaz. O que, diga-se, não será difícil.
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publicado às 18:23

É "seista-feira"

por Kruzes Kanhoto, em 14.09.12
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publicado às 18:23

Subsidiodependência

por Kruzes Kanhoto, em 13.09.12


A Direcção-Geral dasArtes faz publicar hoje no Diário da República a listagem dos subsídios queatribuiu no primeiro semestre do corrente ano. A conta ultrapassa os seismilhões de euros. Seis milhões, repito. E apenas nos primeiros seis meses doano. O que significa mais de doze milhões até final do ano se a coisa continuara este ritmo. Os beneficiários – cerca de uma centena - deste esbanjar dedinheiro público são associações que se dedicam à música, ao teatro, à dança eactividades congéneres.
Entre elas podemosencontrar nomes verdadeiramente sugestivos e surpreendentes que, de certeza,muito contribuirão para o interesse geral do país. Temos, por exemplo, a “AssociaçãoCão Solteiro” contemplada com 35.111,90€, a “Associação Cultural As Boas RaparigasVão Para o Céu” a quem o Estado atribuiu 25.011,56€, a “Bomba Suicida” que viua sua conta reforçada, à nossa custa, em 24.465,85€ e a “Associação Zé dos Bois”agraciada com a simpática quantia de 50.000 euros. Mais sorte tiveram,entre outros, os “Artistas Unidos”, que se orientaram com 230.000€, a “Cooperativade Teatro de Animação O Bando”, com 240.000€, o “Teatro da Cornucópia", com175.000€ ou a “Associação Cultural e Recreativa de Tondela, que levou a módicaquantia de 110.490,06 euros.
Nenhuma das associaçõesbeneficiárias dos subsídios hoje divulgados se dedicam a apoiar desempregados,a ajudar criancinhas com fome, a mitigar as dificuldades de velhinhos combaixas reformas ou a promover qualquer forma de apoio social que o Estado nãocubra. Nada disso. São artistas. Uma actividade respeitável, sem dúvida, mas quese devia sustentar a si própria. Não sustentando, como parece ser o caso,podemos concluir que a arte produzida não será boa o suficiente para terrentabilidade e, por isso, necessita da mão protectora do Estado. Ou seja, quetodos nós a sustentemos.
Numa altura em que tantose protesta contra os cortes brutais nos salários – eu já me queixo há doisanos, mas parece que enquanto eram apenas os funcionários públicos não faziamal – não posso deixar de estranhar o silêncio acerca deste tipo de despesapública. Porra, seis milhões é muita coisa para esturrar em palhaçadas. Que,para precisarem de subsídios, nem devem ter grande piada.
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publicado às 19:26

Subsidiodependência

por Kruzes Kanhoto, em 13.09.12
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publicado às 19:26

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 12.09.12


Quando deparo comsituações como a que a foto ilustra não me espanta que, com este procedimento,alguém evidencie perante os outros o direito a reservar, na via pública, umlugar para o popó. Ou não fossemos nós um país de chicos espertos. Também nãome surpreende que os restantes automobilistas respeitem a “reserva” do lugar. Unssão gajos para achar que, nas mesmas circunstâncias, fariam o mesmo e outros,só para não arranjar chatices, preferem dar uma volta e procurar outro sítiopara estacionar. O que num casos destes verdadeiramente me inquieta éque ninguém leve a cadeira.
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publicado às 22:34

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 12.09.12
Estacionamento tuga
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publicado às 22:34

Biife!

por Kruzes Kanhoto, em 10.09.12


Há matriculas a atirarpara o esquisito. Esta, nomeadamente. Assim, amodos que, com uma estranha derivação da pronúncia do norte…
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publicado às 23:02

Biife!

por Kruzes Kanhoto, em 10.09.12
Biife!
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publicado às 23:02

Mal-cheirosos

por Kruzes Kanhoto, em 09.09.12


Embora não adiantassegrande coisa – não adiantava mesmo nada – apetecia-me chamar nomes, com tantode original como de feios, aos gajos que nos andam a tramar. Aqueles que sepreparam para, a juntar aos três meses de vencimento em cada ano que já meroubaram desde 2011, se preparam agora para, entre aumento colossal de descontose reformulação dos escalões do IRS, sacar mais um. Apetecia. Mas não chamo.Estou com dificuldade em ser original. Lamento apenas o mau cheiro que exaladesta gente, desta politica e das consequências que provocam. Cheiram mal e nãoé apenas dos cascos.
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publicado às 16:04

Mal-cheirosos

por Kruzes Kanhoto, em 09.09.12
Mal-cheirosos
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publicado às 16:04

Automatismos

por Kruzes Kanhoto, em 08.09.12


Nos últimos sete dias – enoites, também – o Kruzes Kanhoto esteve, por assim dizer, em piloto automático.Ou seja, por durante esse período de tempo ter estado voluntariamente afastadode qualquer coisa vagamente parecida com um computador, os posts entretantopublicados foram previamente agendados. Daí que os comentários que os mesmosmereceram apenas hoje estejam visíveis. Fica a explicação e o pedido dedesculpas a quem comentou.
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publicado às 22:23

Automatismos

por Kruzes Kanhoto, em 08.09.12
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Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 07.09.12




Outra vez o LIDL. Estecasal de tugas estacionou o seu pequeno bólide – à sombra, não fosse derreter -e foi às compras. Estacionou será uma forma de dizer mais ou menos simpática.Abandonou em pleno parque de estacionamento é capaz de ser mais apropriado. Omesmo procedimento adoptaram quando, após acomodarem na viatura os bensadquiridos na superfície comercial, deixaram por ali – fora do local adequadopara o efeito – os carrinhos do supermercado.
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Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 07.09.12
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publicado às 09:30

(H)A muitas assim...

por Kruzes Kanhoto, em 06.09.12

Durante a maior parte dasvinte e quatro horas do dia este é o cenário da A6 em praticamente toda a suaextensão. Será, provavelmente, por causa do elevado preço das portagens – ou,quiçá, das bifanas de Vendas Novas - que quase todos preferem a velhinhaEstrada Nacional 4. O que não deixa de ser curioso. Sui generis, até. O paísendividou-se para construir auto-estradas onde ninguém passa, não tem recursos para pagar essas dívidase os automobilistas não circulam nelas porque não têm dinheiro para pagar asportagens. Será uma pergunta parva mas, porra, parque raio é que as construíram?!Presumo que os acérrimos defensores do investimento público tenham uma boaresposta.
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(H)A muitas assim...

por Kruzes Kanhoto, em 06.09.12
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Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 04.09.12

Este é um clássico. O bomdo tuga vai lá desaproveitar a possibilidade de deixar o seu tugamóbil àsombra, protegendo-o do inclemente sol alentejano, só para não ocupar doislugares?! Ná…Isso não é para ele. Os outros? Que se lixem!

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Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 04.09.12
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Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 02.09.12

A qualquer hora e emqualquer dia o estacionamento destinado a viaturas conduzidas por pessoas com deficiência,no supermercado Lidl cá do sítio, tem sempre clientela. E, raramente, daquela paraquem o espaço está reservado. Mas o tuga não se importa de passar pordeficiente. Nomeadamente quando estaciona ou faz a declaração de IRS.
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publicado às 10:00

Estacionamento tuga

por Kruzes Kanhoto, em 02.09.12
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