Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Prevaricar sai mais caro...

por Kruzes Kanhoto, em 31.08.12



Apesar da entrada fechadaa cadeado, do aviso de que o acesso ao espaço é expressamente proibido apessoas estranhas ao município e que a deposição de lixo no local não étolerada, ainda assim, nada parece demover quem, à socapa, se pretende livrar deresíduos indesejáveis. Dada a distância a que fotografia foi obtida -  do lado defora da cerca como é perfeitamente visível -  poderá não ser possível confirmar, mas,garanto, pneus, colchões e restos de automóveis são alguns objectosidentificáveis para quem passa no caminho que ladeia a propriedade municipal.
Será necessária umaelevada dose de descaramento, ignorância e parvoíce para efectuar despejos de resíduosdesta natureza e nestas circunstâncias. Nomeadamente quando o município dispõe deum serviço de recolha completamente gratuito e no concelho existe um ecocentrovocacionado para a recepção dos mesmos. Logo, para além de ilegal, sairásubstancialmente mais caro e dará muito mais trabalho carregar com o lixo atéeste descampado.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:30

Prevaricar sai mais caro...

por Kruzes Kanhoto, em 31.08.12
Prevaricar sai mais caro...
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:30

RTP a dar lucro? Só se for no facebook...

por Kruzes Kanhoto, em 30.08.12

Garantiam-nos ainda hápouco tempo que a RTP custava um milhão de euros por dia aos portugueses. Onúmero assustava, não faltando quem contra ele proclamasse a sua indignaçãoexigindo que se fizesse qualquer coisa que aliviasse desse fardo os pagantes deimpostos. Entretanto uma qualquer espécie de milagre, daqueles que com umaadmirável frequência acontecem por cá, deve ter acontecido e, para a mesmíssimaRTP, está anunciado um lucro de vinte milhões a verificar-se já no próximo exercício.Fabulástico. Algo melhor que fabuloso e para lá de fantástico.
Face a esta habilidadepara torturar os números, começo a ter esperança que sairemos em breve dacrise. O mesmo princípio, seja ele qual for, talvez possa ser aplicado ao país.Assessores, consultores, malta do facebook em geral, esforce-se lá mais um bocadinhoe vão ver que conseguem transformar o nosso défice num vistoso superavit.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:43

RTP a dar lucro? Só se for no facebook...

por Kruzes Kanhoto, em 30.08.12
RTP a dar lucro? Só se for no facebook...
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:43

Violadores

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.12

É provável que na sequênciade mais uma inspecção da troika à maneira como nos estamos a comportar emmatéria de cumprimento dos objectivos que acordámos cumprir sejamosconfrontados com mais medidas de austeridade. E é muito bem feito.  Andamos mesmo a pedi-las. Veja-se, apenas umentre muitos outros, o exemplo daquela autarquia que, deliberadamente, assumiuviolar a lei dos compromissos. A tal que, recorde-se, determina que osorganismos públicos apenas gastem até ao limite do que podem pagar nos noventadias seguintes e que, saliente-se igualmente, está enquanto princípio incluída noacordo de financiamento ao país.
Pode, naturalmente,discordar-se da dita lei. Podem os motivos para ultrapassar os seus limitesserem muito nobres. Curiosamente, no caso e sempre que os autarcas a contestam,estão em causa o fornecimento das refeições e transportes escolares. Nunca, não menos curiosamente, as despesas com festarolas,assessorias manhosas ou obras de utilidade duvidosa. Ainda assim é lei e,portanto, para cumprir. Nem que as criancinhas levem o almoço de casa e tenhamde ser levadas para a escola pelos pais. O que, diga-se, não me parece nada dooutro mundo. Bem pelo contrário. Certamente não faltarão municípios que vão imitarLeiria e decidir não cumprir a lei. Coisa aparentemente de herói e que decerteza cairá bem entre os seus eleitores. Nós, portugueses, cá estaremos parapagar a conta.
Argumentam os autarcas,como justificação para o seu espírito esbanjador, que o contributo dasautarquias para o défice não é mais do que umas décimas do seu valor. Talvez.Contudo a divida declarada do conjunto das autarquias ronda os dez mil milhõesde euros. Declarada, sublinho. Cinco anos de subsidio de férias e de natal,portanto.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:35

Violadores

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.12
Violadores
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:35

Festas populares

por Kruzes Kanhoto, em 27.08.12

Nada tenho a obstar àrealização das tradicionais festas populares. Desde que sejam os populares quedelas usufruem a pagá-las. E, também, desde que não me incomodem. O pior é quea primeira condição raramente se cumpre e a segunda, com preocupantefrequência, também não. É que, apesar das autarquias portuguesas estarem paralá de falidas e com as finanças absolutamente rebentadas, são larguíssimos milhõesque se estouram em festividades de norte a sul do país. Para gáudio de muitosinconscientes e benefício de uns quantos que fazem profissão destas coisas.
A minha irritabilidadeatinge níveis pouco habituais quando, a meio de uma viagem, chegado a umalocalidade em festa e ainda a fazer contas a quanto é que aquilo pode tercustado em subsídios de férias e de natal, me deparo com a estrada nacional queatravessa a aldeola fechada ao trânsito. Para que os eleitores popularesdesfrutem da festinha descansados em trezentos metros de alcatrão, os incautos automobilistassão forçados a um desvio de meia dúzia de quilómetros por caminhos de cabras. Eisto – pasme-se - num Domingo, ao fim da tarde, quando o trânsito de regresso aLisboa tem uma intensidade bastante apreciável por, entre outras coisas, setratar de um acesso à ponte Vasco da Gama.
Reitero a minha simpatiapor este tipo de eventos de carácter popular. Revelam, se organizadosexclusivamente pelas comissões de festas, uma salutar vitalidade das aldeias,vilas e cidades que as organizam. Ou uma ingerência doentia naquilo quepertence à chamada sociedade civil quando é o poder politico a fazê-lo. Jácortar uma das mais movimentadas estradas nacionais, para mais em hora degrande intensidade de trânsito, é, para ser simpático, um bocado parvo.  
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:52

Festas populares

por Kruzes Kanhoto, em 27.08.12
Festas populares
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:52

Animais pouco estimáveis

por Kruzes Kanhoto, em 25.08.12

Tenho manifestadificuldade em perceber o que motiva alguém a ter cães dentro da própria casa ea coabitar com eles. Partilhar a habitação com animais parece-me algo assim aatirar, digamos, para o javardote. Cada coisa no seu lugar e, queiramos ou não,o lugar de um animal não é em casa. Pior ainda quando se trata de espaços exíguos,nomeadamente apartamentos ou vivendas sem logradouros, como acontecefrequentemente nas cidades.
Tratando-se de raçasperigosas, então, entramos já no domínio do deficit intelectual. Por maisrazões que possam invocar nada justifica a posse de animais desse tipo.Legalizados ou não, mais ou menos obedientes, melhor ou pior treinados,constituem sempre uma ameaça para os outros cidadãos. E, convenhamos, todostemos o direito à nossa tranquilidade sem nos estarmos a preocupar com a feraque algum deficiente mental resolveu adoptar como amiguinho de estimação.
 A recente sequência de acontecimentostrágicos, inclusivamente com várias mortes, vem evidenciar – como se tal aindafosse necessário – a urgente tomada de medidas para erradicar dos meios urbanoseste tipo de bicho. Mas, se calhar, tudo tem de começar pelas pessoas.Nomeadamente estabelecendo regras rígidas, em cada condomínio, que não permitama permanência destes animais no interior dos prédios. Depois, exigir que ogoverno legisle no mesmo sentido relativamente aos espaços públicos. Por mim,prefiro um fumador na mesa ao lado dentro de um café do que partilhar umaesplanada com um cão destas espécies. Mas isso sou eu, que devo ser dos poucos aachar que realmente importante é proteger as pessoas.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:19

Animais pouco estimáveis

por Kruzes Kanhoto, em 25.08.12
Animais pouco estimáveis
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:19

Nem tudo está a correr mal...

por Kruzes Kanhoto, em 23.08.12

A cada mês que passaacentua-se o descalabro orçamental português. Nada de mais. Nem de surpreendente.Se exceptuarmos os apaniguados do partido no poder e os paineleiros dosprogramas de televisão, todos sabíamos que ia ser assim. Até o governo sabia.Sempre o soube. Fez, no entanto, esta opção ideológica. Nesse aspecto as coisasestão a correr-lhe de feição. Nesse e noutros. Por exemplo, a nível autárquico,uma das poucas receitas que estará a ter um comportamento positivo é a queenvolve a gestão dos cemitérios. Estarão, tudo  indica, a morrer mais pessoas do que em anosanteriores. Lamentavelmente este não tem sido um indicador devidamente valorizado pelosnossos brilhantes analistas de economia nem pelos não menos iluminados dirigentes políticos. Apenas por esquecimento, quero acreditar.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:47

Nem tudo está a correr mal...

por Kruzes Kanhoto, em 23.08.12
Nem tudo está a correr mal...
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:47

Amigos da onça

por Kruzes Kanhoto, em 22.08.12

A generosidade dospatrões portugueses continua a comover-me. A sua preocupação com o bem-estardos seus trabalhadores atinge níveis inusitados e que poucos suspeitariam ser possíveis.É verdade que querem mais liberdade para despedir. Não é menos certo que pretendemreduzir – ou mesmo extinguir – as indemnizações por despedimento. Estamosfartos de saber que pagam cada vez mais baixos salários e que tentam eximir-sea toda a espécie de obrigações. Mas, surpresa das surpresas, estão visceralmentecontra a aplicação de qualquer imposto sobre os subsídios de férias e de nataldos seus colaboradores. Que é como eles chamam agora à malta a quem não podem,por enquanto, por a trabalhar de borla nas suas empresas. São uns porreiraços,em suma.
Desconfio sempre dagenerosidade. E desta, vinda de quem vem, ainda desconfio mais. Quanto a mim ospatrões – recuso-me a considerá-los empresários – apenas estão contra aaplicação de um imposto aos subsídios dos seus criados porque teriam de entregarao Estado o imposto retido. Mais uma despesa, portanto. Nomeadamente paraaqueles que não fazem intenção de os pagar. Mas claro que fica sempre bem virpara as televisões explicar, como se fossemos muitos burros, que reduzir custosno Estado – leia-se vencimentos – é bom para a economia. Só se for para a deles,porque para a minha é péssimo. E para aqueles a quem eu “entregava” a parte queentretanto me foram roubando, também não me parece que esteja a sersuficientemente bom.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:19

Amigos da onça

por Kruzes Kanhoto, em 22.08.12
Amigos da onça
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:19

Olha a renda, Mexia, olha a renda!

por Kruzes Kanhoto, em 20.08.12

Já escrevi sobre istotantas vezes que, confesso, o assunto me aborrece. Mas declarações como a dosenhor Mexia ainda me causam um aborrecimento muito maior e fazem-me, ainda quea contra gosto, voltar ao tema. Garante o cavalheiro que mais impostos sobre osector privado não fazem sentido. Isto a propósito da eventual necessidade deestender os cortes nos subsídios de férias ou de natal à generalidade dostrabalhadores. Acrescentou ainda, embora a isso não tenha sido dado destaque,que o roubo dos subsídios aos funcionários públicos e reformados se trata deuma medida de contenção de custos e que isso é completamente diferente do quetaxar salários.
Será tudo o que elequiser. Agora o que os muitos “Mexias” deste país que defendem dever ser apenasquem trabalha para o Estado a ver o seu ordenado reduzido deviam explicar, pelomenos de forma a que um gajo de QI reduzido como eu perceba, é porque razãoalguém com um vencimento de mil e cem euros por mês deve ficar sem dois mesesde vencimento enquanto certas empresas privadas – assim de repente ocorre-melogo a EDP - continuam a receber muitos milhões do Estado. Ou, tantas outras, anão pagar impostos.
Ainda que todos tenhamdireito a emitir a sua opinião, indivíduos com a posição desta criatura eordenados para lá de obscenos deviam abster-se de mandar este tipo de postas depescada. O homem pode ser um génio da gestão, será até o melhor pau-mandado queos chineses podiam ter encontrado, mas não sabe o que é a vida real. Obviamenteque sobrecarregar ainda mais o trabalho – privado ou público - com impostos éerrado e só vai servir para agravar a tragédia que estamos a viver. Há, noentanto, muitas alternativas. Que o digam todos aqueles que já mandaram retiraros terminais de pagamento automático dos seus estabelecimentos …
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:32

Olha a renda, Mexia, olha a renda!

por Kruzes Kanhoto, em 20.08.12
Olha a renda, Mexia, olha a renda!
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:32

Solidariedade selectiva

por Kruzes Kanhoto, em 19.08.12

Ser solidário é uma coisabonita. E está na moda, também. Pena é que uma observação mais atenta dascausas que motivam verdadeiras ondas de solidariedade e, bem assim, daquelesque se apressam a manifestar o seu espírito solidário, constitua um exercício quepoucos fazem.
Repare-se no caso darecente condenação, pela justiça russa, das “Pussy Riot” por terem invadido umlocal de culto, alegadamente em protesto contra o governo lá do sítio,perturbando quem estava a fazer as suas rezas. Verdade que meter as mocitas nachoça durante dois anos, só por causa das cantorias manhosas num templo, queaborreceram umas quantas beatas e desagradaram aos manda chuva lá da terra é,convenhamos, um bocado exagerado. Por isso, ou por outra coisa qualquer, nãofalta gente a anunciar a sua solidariedade, pelas mais diversas formas, paracom as cantoras (!) e a manifestar a mais convicta reprovação pela actuação dasautoridades russas.
Parece-me no entanto –mas isso sou apenas eu a desconfiar - que caso o palco do protesto tivesse sidooutro, ainda que o objectivo exactamente o mesmo, a história teria contornos muitodiferentes. Nomeadamente ao nível do movimento solidário. Admitamos que asjovens teriam tido a coragem – isso sim, seria corajoso – de ir protestar parauma mesquita ou, apenas, para um local onde meia dúzia de muçulmanos estivessementretidos nas suas práticas religiosas. Se calhar, até pelos antecedentes quese conhecem, os mesmos que agora se solidarizam com as condenadas estariam ademonstrar a sua reprovação pela intolerável provocação que as mesmas teriamcometido. A solidariedade, quase de certeza, iria direitinha para a mourama eos cartazes anti-Putin, como da outra vez das caricaturas, seriam substituídos porpedidos de desculpa…
É por estas e por outrasque não suporto a gentalha dos movimentos de solidariedade. Nisto, bem comonoutras coisas, a coerência deve vir em primeiro lugar. Mas isso pareceimportar pouco àqueles que apenas querem é aparecer.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:23

Solidariedade selectiva

por Kruzes Kanhoto, em 19.08.12
Solidariedade selectiva
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:23

O rei dos javardos passou por aqui

por Kruzes Kanhoto, em 18.08.12

Mijar para a parede,ainda que constitua um acto reprovável, é do mais corriqueiro que há. Qualqueramigo das bjekas o sabe. Cagar em plena rua já não é assim tão comum e, tirandoos cães, são poucos os que o fazem. A menos que uma inconveniente trovoada intestinalse abata subitamente sobre um incauto cidadão e a casa de banho mais próxima seencontre a mais de um quilómetro de distância, não haverá motivos para arrear ocalhau em plena via pública. Já aliviar a tripa na rua, em direcção à parede –ainda para mais em pleno centro da cidade – constitui uma proeza digna de umverdadeiro contorcionista e é, por isso, um acontecimento muitíssimo mais rarodo que os anteriormente referidos. Digamos que, no âmbito da javardice e máeducação, o gajo – ou gaja, vá lá saber-se – que cometeu este feito notável, seráo supra sumo dos javardos e merecia um prémio daqueles à antiga. Assim tipolimpar aquilo com a língua.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:49

O rei dos javardos passou por aqui

por Kruzes Kanhoto, em 18.08.12
O rei dos javardos passou por aqui
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:49

A impunidade. Lá como cá.

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.12
Não gosto de ladrões. De nenhuma espécie. Tenho, por isso, alguma dificuldade em compreender a entusiástica admiração que alguns, aparentemente pessoas honestas, vão manifestando relativamente aos roubos que têm vindo a ser perpetrados pelo presidente comunista de uma Câmara da Andaluzia. Uns poderão alegar que não será o único a fazê-lo e que, ao menos, este não o faz em proveito próprio. Outros acreditarão estar em presença de um acto revolucionário, onde os pretensos pobres se apropriam legitimamente dos bens a que têm direito de forma a garantir a sua subsistência.
Por mim o homem não passa de um ladrãozeco reles e cobardolas. Trata-se de um inimputável que, graças ao seu estatuto de político, pode fazer o que muito bem lhe dê na real gana. Isto porque, pasme-se, gozará de uma espécie de impunidade que o colocará a salvo de qualquer percalço de carácter jurídico. A criatura não difere em nada de um banal meliante que sabe estar fora do alcance da lei. Pena que pessoas mais ou menos inteligentes não percebam que neste comportamento não há nada de revolucionário, de construtivo, nem, sequer, de solidário. Só marginalidade. A revolução vai continuar adiada. Temos pena.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:20

A impunidade. Lá como cá.

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.12
A impunidade. Lá como cá.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:20

Sugestão I ( Ou II...ou mais, não sei ao certo)

por Kruzes Kanhoto, em 15.08.12

Escrevi outro dia sobre oinusitado número de associações que, parece, existem cá pela terrinha. De umaconversa acerca do assunto conclui que estou errado. Ainda não há assuficientes. Falta, entre outras, a Associação dos Amigos da Bjoka. Algo queincentive os seus associados e associadas, população em geral e residentes emparticular, à prática da beijoquice. Teria, de certeza, muito mais utilidade doque outras agremiações de carácter badalhoco que apenas existem por causadaquilo que quase todos sabemos. Fica a sugestão. E o incentivo, também.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:45

Sugestão I ( Ou II...ou mais, não sei ao certo)

por Kruzes Kanhoto, em 15.08.12
Sugestão I ( Ou II...ou mais, não sei ao certo)
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:45

O local perfeito para a festa certa.

por Kruzes Kanhoto, em 14.08.12

A mudança do local dafestarola que assinala aquilo a que se convencionou chamar a rentrée politicado PSD, do calçadão de Quarteira para o Aquashow, faz todo o sentido. O medodos assobios e de outros protestos mais ou menos ruidosos não terá tido, decerto, influência nenhuma na transferência do ponto de encontro dos veraneanteslaranjas. Até porque dificilmente os sociais-democratas encontrariam um sítiomais indicado para se reunirem em torno do seu líder. Num Pais afogado em dívidas,a escorregar em direcção ao abismo e com o governo a meter água, um parqueaquático é, de facto, o lugar apropriado para o chefe do partido do governogarantir que o caminho é frente. Contra o local escolhido apenas a concorrênciada vizinhança. Ali por perto habitam papagaios, araras e outras aves canoras, comum discurso muito mais coerente.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:09

O local perfeito para a festa certa.

por Kruzes Kanhoto, em 14.08.12
O local perfeito para a festa certa.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:09

Os do costume em primeiro lugar

por Kruzes Kanhoto, em 13.08.12

A imprensa noticiava hojeque os serviços competentes para apreciar o assunto estariam a demorar cerca detrinta dias para decidir os pedidos de aposentação apresentados pelos deputadosquando, para a restante plebe, o tempo médio de espera estará a demorar dozemeses. Não consigo encontrar nesta noticia nada de preocupante nemespecialmente perturbador ou criticável. Antes pelo contrário. É, isso sim, deelogiar a celeridade com que tal matéria é tratada. Pelo menos em relação aalguns. Mas também não se pode querer tudo. O esforço, louvável e revelador da dinâmicaactual da administração pública, ainda não será suficiente dar resposta àssolicitações de todos, mas demonstra, a ser verdade o que se publica, umaprática cada vez mais em uso no que diz respeito às prioridades no atendimento.Os ciganos, por exemplo, também são quase sempre atendidos em primeiro lugar nosespaços, públicos ou privados, onde não seja necessário tirar senha. Ecompreende-se porquê.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:12

Os do costume em primeiro lugar

por Kruzes Kanhoto, em 13.08.12
Os do costume em primeiro lugar
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:12

A cultura da bjeka

por Kruzes Kanhoto, em 08.08.12

Discordo em absolutodaqueles que asseguram estar a sociedade portuguesa adormecida, apática e poucomotivada para participar em movimentos de carácter cívico ou social. Não possoestar mais em desacordo. Senão vejamos o caso de Estremoz. Apesar de se tratarde um concelho do interior, com uma população de catorze mil habitantesespalhada por treze freguesias, maioritariamente idosa e em acelerado ritmo dedesertificação, terá ainda assim, provavelmente, mais de uma centena deassociações dedicadas a tudo o que se possa imaginar.
Poderá discutir-se, emrelação à maioria delas, o mérito das suas actividades - muitas vezescircunscritas a comezainas – ou se a finalidade da sua constituição envolveráaspectos mais ou menos nebulosos. Pode, eventualmente, haver outras que terãotão poucos sócios que facilmente podiam reunir a assembleia-geral ao jantar e adirecção na cama. Haverá, até, algumas cuja existência será apenas doconhecimento daqueles que as constituíram e dirigem.  Ainda assim o número impressiona, quer face aoreduzido número de habitantes ou à diversidade das áreas a que ascolectividades alegam dedicar-se.
Não sei se a “Associação dosAmigos da Bjeka”, agremiação de índole cultural e recreativa com sede nestacidade, se inclui ou não nos itens atrás referidos. Presumo que contribua parao bem-estar dos seus sócios, desenvolva actividades e promova iniciativas. Tudorelacionado, espera-se, com o objecto alvo da sua predilecção. Apoios, estoudesconfiado, não hão-de faltar.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:22

A cultura da bjeka

por Kruzes Kanhoto, em 08.08.12
A cultura da bjeka
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:22

Haja quem corte nas gorduras!

por Kruzes Kanhoto, em 07.08.12

A acreditar na franquezados argumentos utilizados, a opção do Presidente da Câmara de Sousel deexonerar a sua chefe de gabinete revela-se do mais elementar bom senso. Em temposde crise - embora o dinheiro público devesse ser sempre gerido como se vivêssemosem permanente crise – se há cortes a fazer é precisamente por esse tipo decoisas que se deve começar. Para, se outra razão não houver, dar o exemplo. Oque constitui motivo mais do que suficiente para parabenizar o autarca que assimdecidiu.  
Refira-se, contudo, queno município em causa o gabinete de apoio pessoal custaria aos souselenses antes desta medida – a acreditarnos dados disponíveis no site da entidade - no total dos quatro anos demandato, bastante mais do que o valor do IMI pago num ano pelos proprietáriosde imóveis do concelho. Nada que, certamente, preocupe os pagantes desteimposto. Até porque poucos devem ser os que sabem disso.
Obviamente que ter um gabinete de apoio pessoal não setrata de nenhuma ilegalidade. Nem, sequer, algo de ilegítimo ou condenável a qualquer título. De certeza, também,que a população sairá amplamente beneficiada pelo desempenho das pessoas que o compõeme que em muito auxiliarão os eleitos a decidir melhor nas grandes – e pequenas –questões que diariamente se colocam a quem tem por missão gerir o município.Nada disso está em causa nem, tão-pouco, me interessa ou diz respeito se assimnão for. Acho apenas piada aos números. Que, por mais voltas que se lhes dê,não mentem.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:33

Haja quem corte nas gorduras!

por Kruzes Kanhoto, em 07.08.12
Haja quem corte nas gorduras!
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:33

Equidade ou lá o que é...

por Kruzes Kanhoto, em 05.08.12

Em muitas circunstânciastenho, aqui no Kruzes, escrito acerca dos políticos em geral e dos autarcas em particular,o que Maomé não diria de um prato de couratos. Nomeadamente quando em causaestá a péssima gestão de recursos, financeiros e outros, a que essa malta nostem habituado. Mas, reconheço, nem todos são esbanjadores incorrigíveis. Um ououtro sabe gerir com prudência e dentro dos limites do rigor as finanças daentidade que governa.
Entre este pequeno grupoestará o Presidente da Câmara da Mealhada. O município não deve um cêntimo aninguém, tem uma situação financeira invejável e, por lá, não se embarca em loucurascomo as que se podem apreciar de uma à outra ponta do país. É por isso queagora está em condições de, em contra-ciclo com a esmagadora maioria das outrasautarquias, proceder a uma baixa generalizada dos impostos municipais.
Para o ano, quandorecebermos o aviso para pagar o IMI, a maioria dos portugueses terá umasurpresa capaz de lhes causar um ataque de brotoeja. Só então muitos irãoperceber que são eles que pagam todos os desvarios que nos últimos trinta anosas câmaras municipais têm vindo a cometer. Nessa altura não valerá a pena esganiçarem-se,nem desatar a gritar impropérios contra o respectivo presidente ou bramar pelafalta de equidade. Gostam de muito alcatrão, obras por todo o lado e de andarsempre em festa?!  Então paguem a conta enão refilem.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:00

Equidade ou lá o que é...

por Kruzes Kanhoto, em 05.08.12
Equidade ou lá o que é...
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:00

Já não alega mais nada...

por Kruzes Kanhoto, em 04.08.12

Um meliante terá sidohoje alegadamente morto. Ao que parece quando, alegadamente, fugia da PSP. Arazão para a fuga teria a ver com alegados roubos que o alegado morto acabara alegadamentede efectuar. O repórter no local informou-nos que o alegado criminoso terá,alegadamente, falecido na sequência de um balázio certeiro alegadamentedisparado por um alegado agente da alegada força policial. Isto porque,alegadamente, não terá parado quando o mandaram ficar quieto. Seria,alegadamente, um jovem muito irrequieto. Hiperactivo, até.
Em jeito de conclusão ojornalista que fazia a cobertura noticiosa do incidente lamentou a formatrágica como o mesmo terminou. Uma dúvida, de imediato, me assaltou o espírito.Ou melhor, uma alegada dúvida. É que isto quando envolve assaltos o melhor seráficarmos sempre no campo das alegações. Seja como for fiquei a cogitar –cogitar é bom, hão-de experimentar - se a tragédia não estaria antes no factode os outros quatro compinchas do alegado defunto ainda andarem por aí…
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:25

Já não alega mais nada...

por Kruzes Kanhoto, em 04.08.12
Já não alega mais nada...
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:25

...

por Kruzes Kanhoto, em 04.08.12

Com isto dos jogos olímpicose outros afazeres que não vêm ao caso – embora pudessem perfeitamente vir se paraisso fossem chamados, mas como não é o caso não vêm – o Kruzes tem andadonegligenciado. Uma negligência directamente proporcional ao meu nível dedesinformação. Não tenho visto notícias, não sei o que se passa em meu redor eisso desagrada-me profundamente. Presumo que o mundo não tenha mudado por aíalém, que os cães continuem a cagar em todo o lado, os autarcas a esturrardinheiro como se não houvesse amanhã e as eleições fossem hoje e que ageneralidade do pagode persista em não entender que estamos lixados com um F detodo o tamanho. Vou informar-me e depois digo mal de qualquer coisa. Motivos,desconfio, não devem faltar.
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:36

Os abrunhos da crise

por Kruzes Kanhoto, em 02.08.12

É, por esta altura, afruta da época lá pela propriedade. Já que a agricultura da crise se temrevelado ultimamente um verdadeiro fiasco cá pelo quintal, valha-me ao menos agenerosidade das árvores que vão tentando sobreviver na courela da família. Ou,quem sabe, a capacidade de antecipação relativamente aos fregueses do costume.  
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:35

Os abrunhos da crise

por Kruzes Kanhoto, em 02.08.12
Os abrunhos da crise
Compartilhar no WhatsApp

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:35



Mais sobre mim

foto do autor






Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D