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Com oaproximar da época das intempéries é altura de tomar medidas que minorem osseus efeitos destrutivos, catastróficos ou, simplesmente, aborrecidos. Entre osquais podemos incluir as inundações, os alagamentos e outras situações queenvolvam excesso de água normalmente associadas a uma borrasca. Deve ter sidoisso que pensou o precavido cidadão que engendrou este esquema manhoso. Estaráassim, ele e o seu quintal, a salvo das consequências desagradáveis de algumtemporal que traga uma pluviosidade mais intensa. O mesmo não se pode dizer dequem por ali passe, não repare na canalização e se estatele no passeio. Mas,nada de alarmismos, se tal acontecer – e esperemos que não – haverá certamentealgum seguro ou alguma instituição pública que suportará os custos associadosao trambolhão. Tudo bem, portanto.
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publicado às 11:38

Homem prevenido vale por dois. Um não se afoga e outro não cai...
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publicado às 11:38

A bem da nação, dizem eles.

por Kruzes Kanhoto, em 28.10.11
Aos poucosestamos a ser preparados para perder definitivamente os subsídios de férias ede Natal. O saque começou pelos funcionários públicos mas de certeza que não tardaráa ser seguido pela generalidade dos patrões. E nem vale a pena termos a ilusãode que o seu valor será distribuído pelos doze meses do ano. Tal, a acontecer,representará na melhor das hipóteses uma ínfima parte do montante que até agoratemos vindo a receber.
Perante umcenário desta natureza nem sei como classificar alguns apelos, feitos porgovernantes e analistas do regime, à união e patriotismo dos portugueses paraque, com o contributo de todos, ultrapassemos este momento difícil. Isto oucoisa parecida que pretende dizer mais ou menos o mesmo. É, convenhamos,preciso ser possuidor de uma distintíssima lata para vir com esta conversafiada. Principalmente vinda da parte de quem cria divisões desnecessárias – e atéperigosas – entre os cidadãos.
Não tencionofazer greves nem andar por aí a partir montras ou a apedrejar policias. Mas,excepto quanto ao confisco que me fazem a parte significativa do meuvencimento, não contem comigo para ajudar seja no que for. Tudo, mas mesmotudo, farei para recuperar aquilo de que me esbulham. Seja a contornar o saquefiscal ou a comprar na economia paralela ou ali do outro lado da fronteira. Parao peditório do Estado ladrão só dou o que de todo não puder evitar. Que é comoquem diz, o que a ladroagem me rouba.
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publicado às 22:21

A bem da nação, dizem eles.

por Kruzes Kanhoto, em 28.10.11
A bem da nação, dizem eles.
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publicado às 22:21

Bicha molhada

por Kruzes Kanhoto, em 27.10.11

Mesmo com os combustíveisa preços proibitivos recusamo-nos a deixar o carro na garagem ou à porta decasa. Ainda que seja para percorrer as centenas de metros que distam de uma aoutra ponta da cidade. No caso que a imagem ilustra, nem se pode dizer que aculpa da enorme bicha – para as nossas dimensões - que se formou fosse por estar achover. Porque nós, pais extremosos, todos os dias causamos este pandemónio. Adiferença é que quando chove não há policia a controlar o trânsito. O que me parecemuitíssimo bem, não vá o senhor agente constipar-se e, por consequência,ausentar-se do seu posto durante um período de tempo mais alargado, deixando osautomobilistas entregues à sua sorte. Nestes dias talvez se devesse chamar aGNR. Diz que chuva civil não molha militar.
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publicado às 22:43

Bicha molhada

por Kruzes Kanhoto, em 27.10.11
Bicha molhada
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publicado às 22:43

Coisas da idade

por Kruzes Kanhoto, em 26.10.11
Aprimeira vez que tomei consciência de que estava a ficar velho foi quandocomeçaram a aparecer, nas principais equipas de futebol, jogadores mais novosdo que eu. Nada que suscite preocupação a quem quer que seja, convenhamos. Deveter sido por isso que não liguei. Ou, então, as alegrias que as novas geraçõesnos proporcionaram foram-me fazendo esquecer essa coisa do avançar da idade.
Poucosanos depois sucedeu o mesmo com os polícias. De repente, ou pelo menos assim mepareceu, um número significativo de agentes da autoridade tinha uma idade inferiorà minha. Confesso que, ao princípio, achei estranho. Mas depois habituei-me.Até porque são cada vez mais e, reconheça-se, contribuíram para melhorarsignificativamente a imagem da polícia.
De há umtempo para cá está a acontecer o mesmo com os políticos. Mas, no que dizrespeito a essa gente, estou com manifesta dificuldade em aceitar o facto como mesmo optimismo que o fiz em relação a polícias e futebolistas.  Deve ser – quero acreditar nisso – por não nosproporcionarem alegrias nem contribuírem para melhorar coisa nenhuma.
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publicado às 22:35

Coisas da idade

por Kruzes Kanhoto, em 26.10.11
Coisas da idade
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publicado às 22:35

Endividar para reinar

por Kruzes Kanhoto, em 24.10.11
A seraprovado tal como foi proposto, o orçamento de Estado para o próximo ano vaicolocar em excesso de endividamento - logo sujeitas a umas quantas penalizaçõesnada meigas – um número significativo de municípios. Entre eles alguns que,face à legislação ainda vigente, tem sido geridos de forma relativamenteprudente e com os seus dirigentes a revelarem, em matéria financeira, um bomsenso pouco habitual entre os autarcas.
Queixam-seos representantes autárquicos, no que são secundados por alguma imprensa, queas regras estão a ser mudadas a meio do jogo. Como se isso não fosse rotineirode alguns anos a esta parte em relação a quase todos os sectores da sociedade.Mas, no caso das autarquias, nem será esse o caso. As novas regras entram, a mereceraprovação, em vigor no primeiro dia do novo ano e, por consequência, aplicam-sea um exercício que então se inicia. Ano novo, exercício novo, regras novas. Nadade mais, portanto.
O desequilíbriofinanceiro das autarquias portuguesas devia constituir um caso de estudo. Deve-se,na maioria das circunstâncias, a investimentos inúteis, desnecessários ou quereplicam outros investimentos igualmente inúteis e desnecessários já existentesna autarquia vizinha. Mas não só. A atribuição de subsídios a colectividades fantasma- no sentido em que são mais negócios familiares e grupos de amigos do queassociações culturais ou desportivas – bem como uma pretensa agenda culturalque pretendem promover nos seus concelhos, tem igualmente contribuído para esteestado de calamidade a que urgia colocar ponto final. Coisas que, no dizer do Presidente da ANMP, ficam comprometidas. Oxalá falea sério.
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publicado às 22:38

Endividar para reinar

por Kruzes Kanhoto, em 24.10.11
Endividar para reinar
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publicado às 22:38

Os subsídios de alojamento que alguns políticos auferempelo facto de estarem deslocados da sua residência habitual poderão não passarde pintelhos. Mesmo quando vivem num alojamento perto do local de "trabalho" e que é igualmente seu. Também ossubsídios de deslocação que vereadores ou membros das Assembleias Municipaisauferem, quando se deslocam às reuniões dos respectivos órgãos, não terãogrande expressão orçamental nem motivarão especial inquietação. Ainda quesejam, por exemplo, pessoas que estudam ou trabalham em Lisboa e que, com ousem reunião, sempre se deslocariam a casa.   
Não está em causa a legalidade da marosca. Quemfaz as leis não é parvo e, obviamente, não deixou espaço para que a questão daeventual ilegalidade fosse suscitada. Mas lá que é imoral disso parecem nãosobejar dúvidas. Até porque o mesmo principio não se aplica à generalidade doscidadãos ou das profissões. É o que dá, nas restantes actividades, não serem ospróprios a fazer as leis pelas quais se vão reger.
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publicado às 15:21

Não será altura de começar a cortar os pintelhos?
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Para o ano não esquecer de pedir factura

por Kruzes Kanhoto, em 22.10.11
Se eu tivesse um pequeno comércio – ou mesmo quefosse apenas empregado de uma lojeca – numa pequena vila ou cidade de oito mil habitantes,não me regozijava com o facto de oitenta por cento dos meus potenciais clientesperderem uma parte significativa do seu poder de compra. A menos que estejafarto do negócio ou coloque a hipótese de emigrar.
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publicado às 13:28

Para o ano não esquecer de pedir factura

por Kruzes Kanhoto, em 22.10.11
Para o ano não esquecer de pedir factura
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Antenas mal orientadas

por Kruzes Kanhoto, em 20.10.11
Apesar do ecoponto estar mesmo ali ao lado – dez metros,se tanto – constituiu para o munícipe que resolveu mudar de antena umadistância demasiado grande para o seu espírito cívico. Estaria, provavelmente,com pressa de testar a qualidade do som, a nitidez da imagem ou de dar umaúltima olhadela na sintonia dos canais.
É verdade que este local não prima pela limpeza.Nem, sequer, as condições circundantes são propícias a que a zona apresente umaspecto minimamente asseado. Mas a verdade é que podia – e devia – estar bastantemelhor. Pena que os moradores, uns mais que outros, diga-se, pouco contribuampara isso. Lamentável é que depois estas coisas nos saiam a todos do bolso.
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publicado às 22:37

Antenas mal orientadas

por Kruzes Kanhoto, em 20.10.11
Antenas mal orientadas
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publicado às 22:37

Está tudo a arder, mas eles não sabem.

por Kruzes Kanhoto, em 19.10.11
A julgar pelas reacções que se lêem nas caixas decomentários dos jornais on-line, blogues ou mesmo as que se vão ouvindo ao vivoe a cores, os portugueses ficaram bastante agradados com a proposta deorçamento para o próximo ano. Principalmente porque malha nos funcionáriospúblicos e isso, como se sabe, cai sempre bem na opinião pública. Melhor apenasse despedissem aos milhares deles. Nesse caso talvez lhes arranjassem “por lá”um lugarzinho. O pior é que não vai ser assim. Ainda que muitos saiam da funçãopública, não vai haver lugares para ninguém. Mesmo que peçam muito, muito,muito. Que é como quem diz, metam cunhas. Muitas cunhas. Está tudo no tal presupuestode que gostam tanto.
Apesar de nunca, nem em pequenino, ter ambicionadoser bombeiro, tenho por hábito colocar as minhas barbas de molho mal meapercebo que as do vizinho começam a ficar chamuscadas. Não me tenho dado malcom este princípio de vida e faz-me alguma confusão que outros – a maioria,como infelizmente a realidade parece demonstrar – continuem em festa quando acasa do lado está em chamas e o fogo há muito esturricou as barbas do dono. Enesta ocasião, como em muitas outras que aí virão, ninguém está a salvo.Espere-lhe pela pancada. Ou melhor, pela labareda.
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publicado às 21:56

Está tudo a arder, mas eles não sabem.

por Kruzes Kanhoto, em 19.10.11
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Fez-se luz

por Kruzes Kanhoto, em 18.10.11
Sinto-me envergonhado. Embora, simultaneamente,satisfeito por estar errado. Afinal, tudo o que aqui tenho andado a papaguearcontra as medidas anti-crise que têm vindo a ser tomadas nos últimos anos, nãopassam de alarvidades desprovidas de qualquer sentido. Uma vergonha, portanto. Aocontrário daquilo que tenho escrito, este, fez-se finalmente luz na minhamente, é o único caminho possível para evitar a recessão, melhorar o desempenhoda economia e promover o emprego. Só mesmo um cego é que não vê ou um burro éque não percebe. Dificilmente me perdoarei por ter demorado tanto tempo aabandonar a classe dos asnos ceguetas e a reconhecer a genialidade de gente queapenas quer o nosso bem. Pinócrates e Parvus Coelho, nomeadamente.
O plano será, basicamente, o seguinte. Com menosdinheiro os consumidores deixarão de comprar desenfreadamente, como fazemagora, nas grandes superfícies e vão passar a fazê-lo nas lojas de bairro. Istoporque nas primeiras não saem de lá – pelo menos a maioria – sem pagar,enquanto nas segundas, mesmo sem dinheiro, podem adquirir fiado os bens de quenecessitam. As pequenas mercearias multiplicar-se-ão e o emprego também.
Assistiremos igualmente à revitalização denegócios na área da reparação automóvel, dado que estes terão de durar muitomais tempo já que trocar de carro será coisa reservada apenas aos privilegiados,e vai generalizar-se o regresso de pequenos negócios como sapateiro, costureira,tricotadeira e muitíssimos outros que se julgavam definitivamente extintos.
Ou isso ou passar a comprar ainda mais coisas naslojas dos chineses.
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publicado às 21:44

Fez-se luz

por Kruzes Kanhoto, em 18.10.11
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Estranhos conceitos de patriotismo

por Kruzes Kanhoto, em 16.10.11

Acho piada aos que criticam quem, residindo pertoda fronteira, opta por fazer a maioria das suas compras em Espanha. A sério. A crítica,que normalmente envolve falta de patriotismo e outros epítetos verdadeiramenteofensivos, vem, maioritariamente, de quem vive mais perto do litoral e onde,por consequência, a despesa a suportar com a deslocação não seria compensadapor eventuais ganhos nas compras a preços menos elevados. Provavelmente muitosdos que censuram tem por hábito fazer férias no estrangeiro. Mas isso, secalhar, não é anti-patriótico. Talvez seja apenas uma espécie de novo-riquismo pedante.
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publicado às 16:35

Estranhos conceitos de patriotismo

por Kruzes Kanhoto, em 16.10.11
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Consumo minimo

por Kruzes Kanhoto, em 16.10.11
Não hádinheiro. Dizem eles. Não há dinheiro para a vida que queremos fazer, digo eu.Um princípio que gostaria de ver aplicado à vida pública – e já agora àprivada, também, mas aí depende da honestidade de cada um – é que não se faz,nem compra nada, para além do estritamente essencial, sem que tudo o quecomprámos, fizemos ou manda-mos fazer anteriormente, esteja pago. Continuar afazê-lo, sem antes liquidar as contas antigas ou não pagar ordenados, mesmo quesejam os chamados subsídios de férias e natal, é próprio de um qualquercaloteiro ou vigarista.
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publicado às 11:27

Consumo minimo

por Kruzes Kanhoto, em 16.10.11
Consumo minimo
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publicado às 11:27

Parvus Coelho dixit

por Kruzes Kanhoto, em 15.10.11

Alguém que me explique – de preferência muitodevagarinho e com alguns desenhos à mistura, a ver se eu percebo – porque razãoé que, segundo  PC, o corte do subsidiode natal e de férias dos trabalhadores do sector privado prejudicaria aeconomia e o mesmo corte aplicado aos funcionários públicos é benéfico para amesma. Então se as empresas não pagassem, não ficariam com mais dinheiro disponívelpara investir e criar novos empregos? Não seria uma ajuda, ainda que pequena, écerto, para a tão prometida desvalorização fiscal, em que se inseria a reduçãoda taxa social única e que se pretende obter com o acréscimo de meia hora detrabalho? E, finalmente, como é que o corte de metade do subsídio de nataldeste ano ajuda no défice e a totalidade no próximo não ajudaria nada?! Dasduas, uma: Ou Parvus Coelho anda baralhado ou quer-nos baralhar a nós…
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publicado às 18:10

Parvus Coelho dixit

por Kruzes Kanhoto, em 15.10.11
Parvus Coelho dixit
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Diz umas piadas giras, o gajo.

por Kruzes Kanhoto, em 15.10.11
Estou a contorcer-me de riso e já me começam adoer a barriga e os queixos de tanto rir. O motivo para esta incontrolávelrisota são as declarações, que acabo de ouvir, proferidas pelo primeiro-ministrodurante um encontro de autarcas social-democratas, em que o homem agradeceu oesforço dos eleitos locais na disciplina financeira que estes estão a implementarnas autarquias. Enalteceu mesmo a sua actuação, salientando inclusivamente quecomeçaram a tomar medidas nesse sentido ainda antes do Estado central o fazer.Um exemplo a seguir, considerou.
Não sei se PC falava a sério ou não. Se era a sérioo melhor que tem a fazer, antes que a coisa se agrave, é falar já com oministro da saúde e tentar arranjar uma consulta com a máxima urgência. Se erauma piada que tinha por objectivo fazer-nos rir, então, está de parabéns. Conseguiu.Eu é que ainda não consegui parar de rir.
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publicado às 13:25

Diz umas piadas giras, o gajo.

por Kruzes Kanhoto, em 15.10.11
Diz umas piadas giras, o gajo.
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publicado às 13:25

O lobbie mau

por Kruzes Kanhoto, em 14.10.11
Eu sabia. Ou, pelo menos, desconfiava. Aexistência de um lobbie era mesmo dada como adquirida por quase toda a gente.Menos, claro está, pela entidade reguladora que, coitada, ao contrário do que onome sugere, não regula lá muito bem. Foi preciso vir outra entidade, desta vezda Europa e a regular ligeiramente melhor, para concluir aquilo que quase todossuspeitámos: Que andava por aí um alegado lobbie. Podemos, portanto, dormir muitomais descansados de agora em diante. Enquanto consumidores estaremos muito maisprotegidos. O lobbie foi descoberto, aniquilado e colocado um ponto final nassuas tenebrosas práticas pouco concorrenciais. Graças à autoridade que regulaligeiramente melhor do que a outra que não regula nada de jeito, o mercado dabanana vai passar funcionar como deve ser.
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publicado às 22:44

O lobbie mau

por Kruzes Kanhoto, em 14.10.11
O lobbie mau
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publicado às 22:44

Mesmo não tendo ficado abismado – é um bom termo,dadas as circunstâncias – com o discurso do primeiro-ministro, há certasquestões que me suscitam alguma perplexidade. Nomeadamente a afirmação de que,a curto prazo e se nada for feito, o país não terá dinheiro para pagar saláriose pensões. Sinceramente não sei se acredite. É que, a ser verdade, deviam tersido anunciadas medidas sancionatórias – pena de prisão, por exemplo – para quemanda a gastar em futilidades o dinheiro que não chega para o essencial.
Apesar do dramatismo da situação, o homemlimitou-se a anunciar cortes no rendimento dos portugueses. Podia, entre outrascoisas, proibir a realização de iluminações e das festas de natal que, de nortea sul, vão em breve custar muitos milhões aos cofres públicos. Ou em lugar decortar os subsídios de férias e de natal, apenas para os funcionários públicos,transformar o mesmo valor em imposto para toda a gente. Era coisa para resolvero problema das finanças mais depressa.
Finalmente o IVA do vinho. Baralha-me esta protecçãoescandalosa de que é alvo. e nem a justificação manhosa de que é para proteger aprodução nacional me comove. Por mim – e já que terei de fazer cortes - vou precisamentecortar no vinho. E não, não lhe vou misturar água.
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publicado às 22:31

"Há limites para os sacrificios que podem ser exigidos aos portugueses"
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publicado às 22:31

É só fumaça! As autoridades são serenas...

por Kruzes Kanhoto, em 12.10.11
Apesar de, por esta altura do ano, ainda serproibido fazer fogueiras, no resort das Quintinhas essa proibição éliminarmente ignorada e, quase todos os dias, é possível assistir a estecenário de nuvens de fumo negro a elevar-se nos céus da cidade. Nem desconfiose as autoridades competentes intervêm ou não quando detectam este tipo de ocorrência.Competentes é uma forma de dizer, porque, face à repetição dos fogaréus,competência é coisa que não revelam ter. Ou não lhes assiste, como diria ooutro. O mais provável é que lhes assista o que ao outro não assistia.
Não parece difícil de adivinhar o motivo daestranha tendência para o deflagrar de focos de incêndio naquele local. Qualquerparvo o sabe. Incluindo aqueles que tem responsabilidades nestas coisas. Deresto é para isso que, apesar de mal, são pagos. Não se percebe, por isso, arazão de não levantarem – todos - as peidas dos assentos e fazerem o trabalho quelhes compete.
Não tenho grandes dúvidas que, se por algumacaso, eu fosse queimar os restos da limpeza do terreno da família – ainda queperdido no meio de nenhures – me apareciam por lá uns valentes e heróicoszeladores da lei que não me perdoariam uma valente coima. Isto apesar de omaterial a queimar não incluir nenhuma espécie de metal. Ou, se calhar, porisso mesmo.
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publicado às 20:06

É só fumaça! As autoridades são serenas...

por Kruzes Kanhoto, em 12.10.11
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publicado às 20:06

Aqui é que mora o presidente da junta!

por Kruzes Kanhoto, em 10.10.11
Abro hoje uma excepção a tudo o que tenho ditoe escrito relativamente à merda de cão que se pode encontrar nos nossospasseios. Desta vez quero enaltecer a pontaria do canito – ou a perspicácia dodono, não interessa – na escolha do local onde foi deixar o presente. Nada maisnada menos que à porta do presidente da Junta de Freguesia. O que, pelas razõesóbvias que abordei no post de ontem, constitui a melhor localização para acanzoada aliviar a tripa.  
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publicado às 13:09

Aqui é que mora o presidente da junta!

por Kruzes Kanhoto, em 10.10.11
Aqui é que mora o presidente da junta!
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publicado às 13:09





A notoriedade desteblogue – a má fama, vá – deve-se, quase em exclusivo, à merda de cão. Sãoincontáveis os posts que dediquei ao assunto. Ainda assim muito menos do que oscagalhões que se podem encontrar diariamente pelos passeios de qualquer cidade.De nada, obviamente, tem servido. Os tugas javardolas não lêem blogues –preferem, por razões óbvias, o facebook – e mesmo que lessem estar-se-iam nastintas. Acham que o seu cão, se come com eles à mesa e dorme com eles na cama,terá também todo o direito a cagar onde muito bem lhe apetece.
Bem podem,portanto, as autoridades locais apelar ao civismo dos cidadãos. Não adianta. Ouos fazem sentir em termos pecuniários que são responsáveis por esta situação degradantee que coloca em causa a higiene e saúde pública ou, então, mais vale estaremsossegados e não gastarem tempo, papel e dinheiro. Porque, como dizia o outro,lavar a cabeça a burros é gastadouro de sabão. Parece evidente que a únicasensibilização que produz efeito no tuga é a que atinge a sua algibeira. Nestecontexto não se percebe muito bem a atitude passiva de quem de direitorelativamente a esta matéria. Ou melhor, até entende. Mas, como já escrevi noutraocasião, é bom que percebam que quem não gosta de ver as cidades, vilas ealdeias repletas de merda de cão também vota.
Se a repressão através da coima não será o meiomais apropriado, até porque seria quase impossível aplicá-lo, já um forteincremento no valor das taxas de licenciamento de canídeos e um eficaz controlo– esse muito fácil de realizar – dos animais registados, contribuiria paraminorar o problema. Primeiro porque diminuiria o número de cães e, segundo,contribuiria para um aumento de recursos financeiros que as entidades responsáveispodiam alocar à limpeza dos espaços urbanos. Mas isso, se calhar, é pedirdemais. Envolve essa coisa, chata e aborrecida, a que chamam trabalho.
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publicado às 16:29

Sujar a rua deve ser, também, um direito adquirido.
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publicado às 16:29

Economistas para quê?!

por Kruzes Kanhoto, em 08.10.11
A receita mágica da esmagadora maioria doseconomistas para combater o défice das contas públicas tem sido, desde há umror de anos, o corte de salários e daquilo a que chamam regalias dosfuncionários públicos. Os sucessivos governos têm seguido essa linha, atéporque é simpática para a generalidade da opinião pública, e os resultados sãoos que estão à vista. Que, diga-se, em pouco diferem daquilo que há mais deseis anos – desde que existe o Kruzes – não me tenho cansado de prever. E que,aliás, não revela qualquer espécie de genialidade da minha parte. Apenas ostolos – e os apaniguados de serviço ao regime, o que é quase a mesma coisa –não percebem que o caminho seguido nos conduzirá a uma tragédia de proporçõesépicas.
Tal como muitos outros, aufiro hoje, em termos líquidos,um rendimento mensal bastante inferior àquele de que dispunha em 2002. É aconsequência do congelamento salarial, aumento de impostos e diminuição ousupressão de prestações sociais. Ainda assim não consta que o défice do Estadoe a divida pública tenham baixado. Nem sequer em valor igual aos escassíssimos milharesde euros que deixei de receber. Antes pelo contrário. Significa, portanto, queo Estado gastou o meu dinheiro mal gasto. É, para além de ladrão, incompetente.Tanto como aqueles que defendem que esta politica é indispensável. Embora estesúltimos sejam também parvos.

Nota - Imagem de autor desconhecido retidada da internet
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publicado às 20:05

Economistas para quê?!

por Kruzes Kanhoto, em 08.10.11
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publicado às 20:05

Bichinho do betão

por Kruzes Kanhoto, em 06.10.11
Alberto João Jardim já terá protagonizadoinúmeros momentos patéticos ao longo da sua extensíssima vida política. O dehoje, que os diversos canais nacionais acabam de nos proporcionar, aproxima-sedo surreal. Por momentos pensei que se tratariam de imagens de arquivo, de umaqualquer manifestação dos tempos do PREC, em que uns quantos malucos berravam“abaixo o fascismo” a propósito de coisa nenhuma, como era hábito naquelestempos. Mas não. Foi mesmo hoje. E, pelo menos até agora, ainda não há notíciasde ter havido internamentos. O que apenas pode ser justificado pelos cortes queestão a ser feitos no sector da saúde.
O homem não se cansa de inaugurar obras ridículas,que ainda não pagou e que nem faz a mínima ideia como ou quando irá pagar.Coisa que, no nosso país e para o povo que o habita, não é grave nemcensurável. Apesar da manifesta falta de cumprimento para com quem executa assuas ideias extravagantes – chamemos-lhes, simpaticamente, assim – a criaturainsurge-se contra aqueles que, suprema heresia, têm a distintíssima lata dereclamar o pagamento pelo trabalho que efectuaram. Pior. Segundo AJJ, apesar denão receberem o que lhes é devido, têm o desplante de andar a viver acima dassuas possibilidades. Uns fascistas, portanto.
Confesso que, perante tão eloquente conclusão dolíder madeirense, toldou-se-me o raciocínio e, desde então, a minha actividadecerebral encontra-se meio bloqueada. Este novo conceito de fascista e a teseacerca de quem tem vivido para além das suas posses, são tão inovadores queestou a revelar dificuldades pouco habituais em os assimilar. Mas, se bempercebo, a vingar esta teoria, pode-se afirmar com toda a segurança e semqualquer receio de errar que o país está cheio de fachos que, para além deficarem a arder com os calotes, andam a fazer vida de rico à custa dos que nãolhes pagam as dívidas.
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publicado às 22:19

Bichinho do betão

por Kruzes Kanhoto, em 06.10.11
Bichinho do betão
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publicado às 22:19

Simulador de irs de 2011 a pagar em 2012

por Kruzes Kanhoto, em 05.10.11
Embora a maior parte dos portugueses não tenha -ainda - dado conta, este foi um ano em que o IRS teve um aumento colossal. Semoutras palavras pelo meio que possam levar a concluir que estou a exagerar. Como aproximar do final do ano é altura de fazer contas à vida, pelo menos para osincautos que ainda não as fizeram, e tentar minimizar os estragos. Para oefeito sugiro o simulador de IRS sobre os rendimentos obtidos em 2011 a pagarem 2012, disponibilizado aqui. Está situado sensivelmente a meio da página,basta descarregar o ficheiro zipado, descompactar, abrir a folha de cálculo einserir os dados correspondentes aos rendimentos e despesas – não esquecendo oesbulho do subsídio de natal - para ficar a saber com o que pode contar.
O ficheiro é fiável, não instala nada nem contém vírus.Fica, no entanto e desde já, o aviso. Não me responsabilizo pelos danos que oresultado da simulação eventualmente possa causar ao bem-estar físico ouemocional dos que se atreverem a usar o simulador. Estão por vossa conta. Boasorte.
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publicado às 17:00

Simulador de irs de 2011 a pagar em 2012

por Kruzes Kanhoto, em 05.10.11
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A velha, o burlão e o burro

por Kruzes Kanhoto, em 04.10.11
De que o mundo mudou já alguns – por enquantoainda não muitos – se deram conta. A mudança foi para pior e, talvez por isso,a maioria se recuse a encarar a realidade. Não é o caso de uns quantos burlõesque abandonaram as arcaicas formas de enganar o próximo. Fraudes com casas,automóveis ou notas de euro pertencem já ao passado. Agora os tempos são outrose há, portanto, que optar por inovadoras e mais adequadas maneiras de ludibriaros mais incautos. Daí que dois arrojados e perspicazes mariolas tenham optadopelo burro como objecto privilegiado para o exercício da arte de burlar. Apesardo espírito de iniciativa demonstrado, falharam redondamente na escolha davítima. Uma velhota que, para azar dos meliantes, é entendida em jericos edotada de sólidos conhecidos no que se refere à avaliação da espécie em causa.Foi por isso que não conseguiram extorquir mais do que uns míseros quinhentoseuros pelo asno quando, segundo a imprensa que revela o caso, pretendiam sacardois mil. Um roubo, terá pensado a idosa. Que, mais teimosa que o quadrúpede, serecusou, para desespero dos malandrins, a adiantar mais um euro que fosse. Talvez, entre os burlões, surja um novo ditado. Assim qualquer coisa como "um olho no burro e outro na velha".
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publicado às 21:51

A velha, o burlão e o burro

por Kruzes Kanhoto, em 04.10.11
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publicado às 21:51

Ladroagem

por Kruzes Kanhoto, em 02.10.11

Ontem, pela tardinha, desloquei-me a um terreno agrícola– uma courela, vá – propriedade da família, com a intenção de apanhar os frutosda época que as árvores por lá existentes vão insistindo em produzir. Adeambular pelo local encontrei um indivíduo todo vestido de preto, barbudo, dechapéu igualmente preto enfiado pela cabeça, acompanhado da sua prole e dois outrês cães que, provavelmente, fariam igualmente parte do agregado familiar. Questionadoacerca dos motivos da sua presença numa propriedade privada, isolada e completamentefora de qualquer rota, justificou-se com uma alegada caçada aos ouriços. Ou, nasua linguagem, “aiiiii….andemos aos ouriçuuussss”. Bichos que, diga-se, nuncavi por ali. Deve ser porque os gajos os caçam todos.
De referir que não foi necessária grande insistênciapara que o cavalheiro e seus acompanhantes, de duas e quatro patas, se pusessemao fresco. Tal como não foi preciso muito tempo para constatar que frutos eramcoisa que já não existia nas árvores. Não sei se deva relacionar a visita – estaou outras que notoriamente ocorreram antes – com a ausência das nozes, marmelosou romãs que esperava colher. Se calhar será abusivo da minha parte sugerir quegente vestida de preto, barbuda e de chapéu me anda a assaltar a propriedade. Atéporque nem todos os ladrões estão de luto.  É bem capaz de outros, que se vestem de coresmais garridas e se deslocam em furgões brancos, também irem lá de vez em quandodar uma mãozinha. Pena que não lhe dê para cortar as silvas que, muito mais doque os frutos, vão crescendo a um ritmo alucinante.
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publicado às 11:58

Ladroagem

por Kruzes Kanhoto, em 02.10.11
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Touradas

por Kruzes Kanhoto, em 01.10.11
Mesmo levando em consideração a clara afronta políticaao estado espanhol que envolve a decisão do governo da Catalunha de proibir astouradas na região, tudo indica que, mais ano ou menos ano, este tipo de tomadade posição vai generalizar-se e a proibição daquele tipo de espectáculoestender-se-á a todo o mundo civilizado.* Gostemos ou não, discorde-se ouaplauda-se, o futuro será assim. Todas as coisas tem o seu tempo e o dastouradas parece estar a chegar ao fim. É a vida, como dizia o outro.
Por mim, devo dizer, acho mal. Não souapreciador do espectáculo, não se me afigura que constitua uma tradição imprescindívelde manter e, caso acabasse, não me parece que viesse grande mal ao mundo.Desagrada-me, no entanto, que o seu fim seja anunciado por decreto, motivandodesta forma o despertar de ódios e paixões absolutamente desnecessários. Maisainda me aborrece por o terminar desta actividade acontecer por força de uminsuportável politicamente correcto. Quando acabar que seja por mais ninguémligar àquilo, por não ter mercado, não ser rentável e jamais por causa deargumentos absolutamente badalhocos de uns quantos alegados defensores dosanimais. De resto tem sido esta malta que, nomeadamente em Portugal, com assuas iniciativas patéticas, mais terá contribuído para evitar um ainda maisacentuado declínio da chamada festa brava.

*O termo civilizado não envolve qualquer críticapejorativa aos amantes das touradas. Até porque elas não existem no mundo que usualmentenão consideramos como civilizado. Aí não precisam de torturar touros porque,para o efeito de tortura, podem usar pessoas.
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publicado às 15:27

Touradas

por Kruzes Kanhoto, em 01.10.11
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