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KK

por Kruzes Kanhoto, em 31.07.09
Para aqueles - e também para aquelas porque eu não sou de discriminar ninguém – que pesquisam no Google, ou no Ask.com, que parece ser um motor de busca com alguma popularidade entre os comentadores deste espaço, fica mais uma vez o esclarecimento que o nome do blogue é KRUZES KANHOTO. Com dois Kapas.
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publicado às 23:41

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por Kruzes Kanhoto, em 31.07.09
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"Boom" só se fôr de promessas

por Kruzes Kanhoto, em 31.07.09
Ao contrário do que pensa o jovem comunista que revela dúvida quanto à democraticidade do regime que vigora na Coreia do Norte, acho uma boa ideia a intenção socialista de atribuir lá para 2011 um subsídio em forma de conta bancária a cada recém-nascido. Até porque, para quem já subsidia o aborto, esta medida mais não será do que repor um pouco de equidade na coisa. Pena, evidentemente, ser uma quantia irrisória. Mas como o dinheiro não chega para tudo há que ser rigoroso nas contas. Como é, aliás, apanágio deste governo.
Claro que esta medida não irá potenciar uma escalada de nascimentos, assim a modos que um baby-boom à portuguesa, porque a questão financeira não é o motivo principal que leva as pessoas a optarem por ter poucos filhos ou mesmo a não terem nenhum. Verifica-se aliás o inverso. A taxa de natalidade foi baixando na medida em que as condições de vida foram melhorando e, como é notório, é entre a população mais pobre que essa taxa é mais elevada. As pessoas não tem filhos porque são comodistas, egoístas talvez seja o termo mais apropriado, não querem ter chatices e cada vez mais encaram a paternidade como uma maçada. Começa inclusivamente a assistir-se ao surgimento de um fenómeno preocupante e altamente perturbador, em que presença de crianças em determinados espaços abertos ao público é encarada como prejudicial por algumas bestas que já se esqueceram que, em tempos, também foram crianças.
Seguramente que em matéria de incentivo à natalidade dever-se-á ir muito mais longe. Ainda que isso represente um significativo aumento da despesa pública, a subida do défice ou, até mesmo, um aumento de impostos. A começar, por exemplo, pela criação de um imposto sobre a posse de animais domésticos, sobre as viagens ao estrangeiro ou, como muito bem lembrou a dona Manela, sobre os iates. Claro que também podia sugerir o agravamento da carga fiscal sobre os casais que não tenham filhos, mas seria certamente acusado de promover a discriminação dos homossexuais ou, realmente grave, dos casais constituídos por pessoas normais que não conseguem assegurar descendência.
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publicado às 08:46

"Boom" só se fôr de promessas

por Kruzes Kanhoto, em 31.07.09
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A cegueira, a azia e outras parvoices

por Kruzes Kanhoto, em 30.07.09
Num comentário a este post um leitor aconselhava-me uma consulta de oftalmologia. Depois pensou melhor e recomendou-me os serviços da especialidade do Hospital de Santa Maria. Bem escolhido, sem dúvida. Embora receie que pouco possam fazer por mim dado o já avançado estado de cegueira que pareço evidenciar. É que junto aos triângulos ajardinados cujas fotos parecem ter estado na origem da recomendação que me é feita, existe ainda um terceiro espaço no qual eu não tinha reparado. Mas reparei agora. Depois de ver o comentário. Será que me fez bem à vista?!
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publicado às 19:52

A cegueira, a azia e outras parvoices

por Kruzes Kanhoto, em 30.07.09
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Redes ditas sociais

por Kruzes Kanhoto, em 30.07.09
Como qualquer um que dedique a estas coisas dos blogues gosto de ter visitantes. Muitos de preferência. E para os obter nada melhor do que seguir as recomendações dos mais experientes nesta matéria que, entre outras maroscas, recomendam a utilização das chamadas rede sociais como meio de divulgação do blogue a promover. É essa experiência que hoje partilho com quem tem a paciência de me ler.
Comecei por criar o meu hi5. Por mau jeito, inexperiência ou outra coisa qualquer, daí não resultou nenhum - nem um único! – visitante para o Kruzes. Surgiu, isso sim, o pedido de “amizade”, que prontamente aceitei, vindo de um partido politico que se revela incondicional adepto das novas tecnologias mas cujo nome não será aqui mencionado. A propósito aproveito para enviar aos militantes, simpatizantes, apoiantes e apaniguados em geral do partido cujo nome não será aqui mencionado, um grande bem-haja. Ou um valente saravah, se preferirem. Ter que ler idiotices como as que por aqui vou escrevendo não deve ser tarefa agradável, mas sempre vai, ao contrário do hi5, contribuindo para animar o contador de visitas.
A minha permanência naquela rede social foi, no entanto de curtíssima duração. Após o estabelecimento da tal “amizade” começaram a surgir novas propostas de “amigos” e, principalmente, “amigas”. Curiosamente todos de peso. Bastante peso, até. Pelo menos a julgar pelas fotos. Mas esse revelou-se o menor de todos os males. O pior, mau mesmo, é que todos eles pertenciam a essa imensa maioria que não lê blogues. Em consequência dessa constatação apaguei o meu hi5 e criei um espaço no Orkut. Mas isso será objecto doutro post…
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publicado às 08:12

Redes ditas sociais

por Kruzes Kanhoto, em 30.07.09
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A "erva"

por Kruzes Kanhoto, em 29.07.09
O que têm em comum estas duas fotos? Aparentemente pouca coisa. Trata-se de dois pequenos recantos que, como tive ocasião de enaltecer neste blogue, foram recuperados pela Junta de Freguesia após anos de abandono e desleixo. No entanto cada um teve um destino bem diferente. Um deles é cuidadosamente tratado pelos moradores da casa que lhe fica mais próxima e, como pode constatar-se pela imagem, apresenta um aspecto limpo e digno. Ao outro está reservado o papel de parente pobre. As ervas não são arrancadas, o espaço não é limpo e parece ter sido votado ao desprezo por quem tem a obrigação de cuidar dele.
Mas afinal o que têm em comum estas duas fotos? Aparentemente pouca coisa. A não ser que, nem num nem noutro caso, o espaço é cuidado com a frequência que se impõe por quem tem obrigação de o fazer.
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publicado às 08:32

A "erva"

por Kruzes Kanhoto, em 29.07.09
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Os ricos que paguem a crise!

por Kruzes Kanhoto, em 28.07.09
Seja qual for o resultado das eleições de Setembro próximo não acredito que 2010 nos traga nada de bom. Provavelmente assistir-se-á ao congelamento de salários e a uma subida generalizada de impostos. Para já, Teixeira dos Santos prometeu apenas que não haveria diminuição da carga fiscal e que para as famílias com um rendimento mensal superior a cinco mil euros deixariam de existir alguns benefícios fiscais.
Com este tipo de anúncios o governo volta a fazer o que melhor sabe. Constituindo as famílias a quem a medida se aplicaria uma relativamente pequena percentagem dos agregados familiares portugueses é natural que a proposta seja do agrado dos restantes que são, por exclusão de partes, a imensa maioria. Desde o inicio do seu mandato que os sentimentos de inveja, coisa normal em qualquer ser humano, tem sido habilmente explorados pelo executivo, levados a extremos nunca anteriormente vistos entre nós e, com o aproximar da campanha eleitoral, a tendência seja para continuar.
Apesar disso – e de outras coisas também - mesmo sem saber que tipo de benefícios serão abolidos, esta parece-me uma medida acertada. Primeiro porque não sou abrangido por ela, segundo porque não creio que vá afectar significativamente – e é pena - o rendimento disponível das famílias em causa e finalmente porque gramo à brava ver, ouvir e ler as justificações de uns quantos figurões, pseudo-entendidos nestas coisas da fiscalidade e afins, garantindo que medidas deste género não servem de nada e bom, mas mesmo bom, seria reduzir os vencimentos dos funcionários públicos. Isso é que era. Só não vê quem não quer - ou é burro - que ordenados escandalosos de quinhentos ou setecentos euros são incomportáveis para o país.
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publicado às 19:55

Os ricos que paguem a crise!

por Kruzes Kanhoto, em 28.07.09
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Requalificações

por Kruzes Kanhoto, em 27.07.09
Não sei se existe, terá chegado a existir ou está nos horizontes daqueles que lideram ou se propõem liderar os destinos do concelho, algum projecto para a requalificação de toda a zona envolvente às muralhas de Estremoz. O que quase tenho a certeza, a julgar pelos precedentes a que já nos habituaram, é que mesmo que exista – o projecto, a vontade ou ambas as coisas - as entidades responsáveis por aquilo que chamam a defesa do património dificilmente permitirão a construção de estruturas com a grandiosidade das que foram erigidas nas encostas deste castelo de uma vila do interior beirão.
Provavelmente os entendidos nestas matérias asseguram tratar-se de um crime paisagístico e um atentado ao património histórico edificado. Talvez seja. Afinal eles é que são os conhecedores da verdade absoluta e detentores do bom gosto no que às questões patrimoniais diz respeito. Felizmente de vez em quando alguém os manda passear, ou então apanha-os distraídos, e comete destes crimes que, pasme-se, os comuns mortais não se cansam de aplaudir. Ignorantes!
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publicado às 21:57

Requalificações

por Kruzes Kanhoto, em 27.07.09
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Direito à indignação

por Kruzes Kanhoto, em 26.07.09
Tal como tive ocasião de referir aqui, aqui e aqui as alterações ao trânsito implementadas nos bairros da Salsinha, Quinta das Oliveiras e Monte da Razão, nomeadamente a imposição de sentidos únicos em todas as ruas à excepção das que dão acessos aos ditos bairros, desagradou a grande parte dos residentes – pelo menos aos afectados por esta nova sinalização - que assim são obrigados a percorrer distâncias bastante superiores para entrar ou sair das suas residências, com todos os prejuízos de carácter ambiental e económico daí decorrentes. Como mencionei nos posts acima linkados não deixa de ser estranho que, contraindo a louvável acção governativa no sentido de implementar uma acentuada diminuição do consumo de combustíveis fósseis, se obrigue os condutores residentes nesta área a gastar mais.
A indignação é um direito que assiste a todos cidadãos, como é amplamente reconhecido, e a contestação a medidas que os afecta constitui um elementar direito de cidadania que deve ser exercido dentro da lei e no respeito pelas opiniões alheias. A forma como está a ser usada pelos moradores poderá considerar-se demasiado radical e eventualmente vir a ter consequências bastante desagradáveis para quem a pratica mas, no entanto, o que está errado é, manifestamente, o sinal.
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publicado às 12:33

Direito à indignação

por Kruzes Kanhoto, em 26.07.09
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A SENHORA NÃO SE VENDE

por Kruzes Kanhoto, em 25.07.09
A SENHORA NÃO SE VENDE

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A SENHORA NÃO SE VENDE

por Kruzes Kanhoto, em 25.07.09
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O regresso da esplanada CO2

por Kruzes Kanhoto, em 25.07.09
Tal como já tive ocasião de referir há sensivelmente um ano, mais coisa menos coisa, esta é uma das mais fantásticas esplanadas de Estremoz e, quase de certeza, dos arredores. Nela se podem inalar os gases expelidos pelos escapes das viaturas paradas no semáforo, sentir a brisa provocada pela deslocação do ar dos que aceleram assim que avistam o “laranja”, enquanto se saboreia um prato de caracóis e beberica umas mines. Tudo entre os carros que entretanto vão estacionando. Ou seja, em harmonia com a natureza e paisagens urbanas nas quais se integra na perfeição.
O único senão é a falta de protecção contra os raios ultra violeta que durante a manhã incidem no local. Urge, por isso, a colocação de um chapéu de sol!
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O regresso da esplanada CO2

por Kruzes Kanhoto, em 25.07.09
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Autárquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 24.07.09
É de Coimbra que, via O sexo e cidade, chega este exemplo de como por lá um candidato independente procura angariar assinaturas para a sua candidatura à presidência do Município. Não se sabe se a coisa resulta ou não, mas que anima a malta isso anima.
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publicado às 13:07

Autárquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 24.07.09
Autárquicas 2009
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Porra(s)!!!

por Kruzes Kanhoto, em 23.07.09
As coisas que certa gente come...
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Porra(s)!!!

por Kruzes Kanhoto, em 23.07.09
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Post de um fim anunciado

por Kruzes Kanhoto, em 22.07.09
Quem cria um blogue fá-lo com um objectivo. Seja ele qual for. Reconheço que o meu é, talvez, de todos o menos nobre. Este e os outros Kruzes Kanhoto, no nireblog que já apaguei ou no sapo que há muito está abandonado, visavam apenas o lucro relativamente fácil que advinha da publicidade neles inserida. O esquema foi proveitoso, gerou lucros razoáveis atendendo à visibilidade dos blogues, mas hoje acabou. Os gajos do Google deram pela tramóia que ao longo destes anos fui urdindo e cancelaram-me a conta com a consequente exclusão do programa. Logo agora que esperava receber mais um pagamento. Represento, dizem eles num lacónico email, “um perigo para os anunciantes a quem posso prejudicar financeiramente”. Patifes!
Seja como for a coisa não correu mal de todo. Durou e rendeu bastante mais do que aquilo que eu esperava. No entanto o final do negócio, chamemos-lhe assim, coloca em causa a continuidade deste espaço. Apesar de alternativas ao adsense não faltarem por aí penso que nenhuma delas apresentará o mesmo nível de rentabilidade e, a ser assim, o Kruzes terá os seus dias contados. Durante mais algumas semanas testarei programas alternativos, mas caso os ganhos não justifiquem minimamente o tempo dispendido na sua manutenção este blogue deixará de ser actualizado. Ou descontinuado, como agora se diz.
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publicado às 16:58

Post de um fim anunciado

por Kruzes Kanhoto, em 22.07.09
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Prestigiozinho...

por Kruzes Kanhoto, em 22.07.09
Mais uma distinção concedida a este blogue. Desta vez foi a Naná, do Arrifanasea, que vá lá saber-se porquê acha o Kruzes um blogue maneiro. Por acaso eu também acho. E tenho razões para isso. Num país, e em particular numa cidade, onde ninguém lê blogues ter uma média diária de cento e vinte visitantes únicos constitui um nível de audiência bastante interessante. Bem mais interessante que o próprio blogue, diga-se. De resto o Kruzes é líder destacadíssimo no segmento “merda de cão” e é dos mais vistos entre os blogues que não dizem mal – nem bem – da Câmara cá do sítio.
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Prestigiozinho...

por Kruzes Kanhoto, em 22.07.09
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Automóvel eléctrico

por Kruzes Kanhoto, em 21.07.09
Não. Não estou a pensar em comprar, pelo menos nos tempos mais próximos, um automóvel movido a electricidade. Mas lá que acho boa ideia e mais uma excelente iniciativa no âmbito da exploração das energias alternativas e da protecção do ambiente lá isso acho. Também me parece apropriado que a sua aquisição seja financiada pelo Estado, quer através de subsídios ou de benefícios fiscais a quem, particulares ou empresas, demonstre intenção em adquirir um veículo desta natureza.
Embora muito longe de algumas posições mais cépticas que já por aí se fazem ouvir estou, no entanto, ligeiramente apreensivo quanto ao impacto destas medidas. Nomeadamente no Orçamento de Estado e, por via disso, nos bolsos dos portugueses. É que certamente vai ser necessário compensar o aumento das despesas com a atribuição de subsídios bem como a diminuição da receita cobrada pela concessão de benefícios de índole fiscal. Diminuição que se acentuará ainda mais quando os níveis de venda de combustível começarem a baixar, com a consequente quebra nas receitas do iva e do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos. Por mim já tenho até uma ideia de onde o governo é capaz de ir cortar para poder equilibrar as contas. E é isso, precisamente isso, que não me deixa nada tranquilo.
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publicado às 15:43

Automóvel eléctrico

por Kruzes Kanhoto, em 21.07.09
Automóvel eléctrico
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Autárquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 20.07.09
Porto
Se antes a tarefa de destronar Rui Rio da Câmara do Porto se revestia de elevado grau de dificuldade, depois das várias trapalhadas que envolveram a bi-candidata Elisa Ferreira a coisa tornou-se praticamente impossível e só alguém com uma visão muita próxima à dos três pastorinhos da Cova da Iria poderá equacionar a possibilidade da eurodeputada socialista obter uma vitória na Invicta.Para piorar ainda mais o cenário negro e triste para a candidatura socialista, Pinto da Costa resolveu vir a público declarar-lhe o seu apoio. Claro que se podem fazer uma quantidade de associações, qual delas mais interessante e com alguma piada, entre o dirigente portista, políticos de vários quadrantes e derrotas em tudo o que envolva o voto popular. Mas nem vale a pena. Porque vistas a coisas da perspectiva de Rui Rio quem tem inimigos assim nem precisa de amigos.
Valongo
Por aqui candidata-se Tino de Rans. O calceteiro-Presidente de Junta que ficou conhecido por quase esmagar várias costelas ao engenheiro Guterres num congresso do PS tenciona ir a votos como independente. Não se lhe conhecem ainda promessas extravagantes mas, mesmo assim, o homem é capaz de cativar algumas simpatias. Pelo menos a julgar por este comentário de um bloguista lá do sítio: “Voto nele! Pelo menos sei que não tem hábitos esbanjadores e os amigos que se lhe conhecem, não parecem representar grandes riscos para as carteiras dos Valonguenses...Além do mais, o homem é calceteiro carago! o que significa que esta "panca" dos presidentes de Autarquias rurais desatarem a alcatroar caminhos e vielas onde anteriormente podíamos ver calçada rústica, talvez possa acalmar um pouco por estas bandas! É que já começamos a estar fartos de sermos corridos a alcatrão! Venha de lá pois o calceteiro TINO! “
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Autárquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 20.07.09
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Criticas injustas

por Kruzes Kanhoto, em 19.07.09
Até a mim, e façam-me o favor de nesta matéria me considerarem acima de qualquer suspeita, parecem despropositadas certas criticas que vou ouvindo acerca de algumas politicas seguidas por José Sócrates. Nomeadamente no que se refere à atribuição de apoios sociais. Então o governo promove a distribuição maciça de subsídios de carácter social aos velhotes, às grávidas – ainda que acabadinhas de engravidar - aos putos em idade escolar - mesmo que burros como o caraças - a vadios de toda a espécie que nunca souberam o que é trabalhar - basta ver as estações dos correios de todo o país em certos dias do mês – e depois é acusado de descurar o apoio social?! Haverá milhentas razões para criticar o actual governo mas neste aspecto apenas se for por excesso de subsídio-dependência.
A propósito deste assunto recordo um diálogo, relativamente recente, entre uma conhecida cigana moradora em Estremoz que para além de acumular prestações sociais de diversa ordem é vendedora nos mercados dos trapos da região e uma funcionária da Segurança Social local a que, por mero acaso, assisti:
Cigana – Ai, preciso de ajuda. O denhero na me chega…
Funcionária – A senhora já recebe todos os apoios a que tem direito…
Cigana – O denhero na me dá pra nada! Gasta-se num’stante!
Funcionária – Olhe que a senhora recebe muito mais por mês do que aquilo que eu ganho a trabalhar…Tem é de o poupar mais.
E a coisa continuou…Ah ganda Sócras! lembro-me de então, tal como hoje, ter pensado.
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publicado às 23:16

Criticas injustas

por Kruzes Kanhoto, em 19.07.09
Criticas injustas
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Meteram água

por Kruzes Kanhoto, em 18.07.09
Há meia dúzia de anos que acompanho provas de natação. Ao longo deste período já vi em competição, seguramente alguns milhares de atletas em representação de clubes de todo o país e, também, de Espanha. No entanto nunca em nenhuma delas presenciei a exclusão de qualquer atleta ou equipa por motivos relacionados com o comportamento. Nos campeonatos nacionais realizados este fim-de-semana em Faro também não, mas só porque não estava lá. Como se pode ver na folha de resultados, uma equipa de estafetas foi desclassificada por comportamento anti-desportivo. Agora tentem adivinhar, mesmo antes de clicarem para aumentar a imagem, a que clube pertencia.
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publicado às 16:30

Meteram água

por Kruzes Kanhoto, em 18.07.09
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Pontapé na escrita

por Kruzes Kanhoto, em 17.07.09
Esta foto não foi objecto de qualquer tratamento com nenhum programa de fotografia. Tão verdade como não ser minha intenção zombar da pouca instrução de quem terá pintado a indicação de que aquela entrada dará acesso ao local onde, provavelmente, estará recolhido um veículo durante o tempo em que não anda aí a rodar. E essa parte, muito mais do que a escrita arrevesada, é que me inquieta. Quem assim escreve quase de certeza não lerá muito melhor e, mesmo que tenha uma “mão de volante” ao nível de uma qualquer estrela da fórmula um, o seu quase analfabetismo constituirá sempre um perigo para ele e para os outros utentes da via pública.
Quando apenas se questiona a maneira como são atribuídos diplomas do ensino secundário a pessoas praticamente iletradas, que daí não tiram nenhum proveito como é amplamente reconhecido, também não se devia ignorar, e não deixar de condenar com veemência, a forma como em Portugal são distribuídas - parece-me o termo mais indicado - as licenças de condução. A julgar por muita gente que se vê por aí agarrada a um volante não parece abusivo concluir que os exames para a sua obtenção apresentarão um grau de dificuldade muito semelhante aos exames nacionais promovidos pelo Ministério da Dona Lurdes.
Claro que também há muitos que nem perdem tempo com essas ninharias e começam logo a conduzir, mesmo sem estarem na posse do cartãozinho que legalmente os habilita a isso. Veja-se, por exemplo, o caso dos ciganos. Quase todos tem um automóvel, dos bons na sua maioria, e são pouco aqueles que são vistos a ter lições de condução nas escolas autorizadas para o efeito. Mas isso é outra história, sobre a qual nem convém alongar-me. Fazê-lo constituiria com certeza uma espécie de discriminação relativamente a uma minoria socialmente estigmatizada e uma falta de respeito perante tradições culturais fortemente enraizadas na comunidade que contribuem sobremaneira para a riqueza da nossa diversidade cultural e que urgem, por isso, preservar.
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publicado às 11:55

Pontapé na escrita

por Kruzes Kanhoto, em 17.07.09
Pontapé na escrita
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Uma questão retórica

por Kruzes Kanhoto, em 16.07.09
A propósito da polémica proposta de Alberto João Jardim no sentido de inscrever no texto constitucional a proibição do comunismo – já entretanto esclarecida pelo próprio que afinal não foi nada disso que disse nem sequer é nada parecido ao que ele pretendia dizer – alguém se questionava hoje na blogosfera nacional se Portugal correria ou não o risco de ainda um dia, não muito distante suponho, ver implantada uma ditadura teocrática ao estilo do Irão.
A questão é meramente retórica porque, pelo menos até “eles” nos vencerem pela demografia e isso é coisa para levar ainda umas largas dezenas de anos, tal perspectiva é uma absoluta impossibilidade. Até porque – e esta foi a resposta que deixei no blogue onde o assunto foi suscitado – o Sócras pode ser uma besta (e não estou a afirmar que o seja) mas não acredito que algum dia chegue a mullah. Antes disso passará de cavalo para burro.
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publicado às 22:17

Uma questão retórica

por Kruzes Kanhoto, em 16.07.09
Uma questão retórica
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Paneleiros em Bloco

por Kruzes Kanhoto, em 16.07.09
Numa notícia colocada no seu site na internet, o Bloco de esquerda exulta com aquilo que considera ter sido o sucesso de uma manifestação de “Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgeneros”. Conhecidos agora como LGBT. Parece que os que são essas coisas tem orgulho nisso e o Bloco mostra-se orgulhoso deles. Parece até que essa malta é toda bloquista e que todos os bloquistas pertencem a essa malta. Pelo menos as cerca de mil “malucas” que marcharam orgulhosas da sua condição terão algumas simpatias pelas causas de esquerda porque, pode ler-se na referida noticia, elegeram como madrinha um dirigente daquela agremiação partidária.
Mas o intuito deste post não era dissertar sobre o Bloco, nem a esquerda, nem a orientação – ou desorientação – política ou outra, que cada um pretende seguir. Tinha antes a ver com a sigla LGBT. Que lésbicas são as fufas, gays os paneleiros e bissexuais aqueles e aquelas a quem tanto faz, já toda a gente sabe. Agora Transgeneros?! Mas que porra de nome foram arranjar para designar mais uma espécie de mariconços?! Como era tudo mais fácil quando os que abafavam a costeleta eram PANELEIROS e pronto!
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publicado às 08:34

Paneleiros em Bloco

por Kruzes Kanhoto, em 16.07.09
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publicado às 08:34

Autarca modelo?!

por Kruzes Kanhoto, em 15.07.09
Não, não é. Por maiores índices de desenvolvimento social e humano que ostente em todas as estatísticas ou por melhor que seja a qualidade de vida no Município a cujos destinos preside há uma porrada de anos, Isaltino Morais não é, seguramente, o autarca modelo. O que não falta é gente por este país fora que, com muito menos recursos e bastante mais humildade, tenha feito ou esteja a fazer obra tão ou mais meritória que o autarca actualmente a ser julgado por ilicitudes várias. Alegadas, por enquanto. De qualquer forma o “título” foi-lhe atribuído pelo seu advogado e isso é já motivo bastante para não ser levado a sério.
Relativamente a este senhor apenas me espanta que, sendo Oeiras o concelho do país com maior percentagem de licenciados entre os seus residentes, o homem consiga ser reeleito com uma “perna às costas”, mesmo sem contar com o apoio de qualquer partido e apesar de todas as noticias que dão conta do seu envolvimento em actividades que levantam dúvidas à Justiça. Provavelmente goza de toda a popularidade que é conhecida porque a mentalidade, ou a forma como é encarada a actividade política, é capaz de não variar muito entre um licenciado da linha e uma qualquer velhota analfabeta moradora em Felgueiras.
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publicado às 21:45

Autarca modelo?!

por Kruzes Kanhoto, em 15.07.09
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Pressão baixa

por Kruzes Kanhoto, em 14.07.09
Mais do que qualquer outro tema foi a merda de cão que contribuiu para a fama – pouca e má, reconheça-se – que este blogue conseguiu obter. É por isso natural que volta e meia o assunto seja abordado nestas páginas e fotografias de excrementos dos muitos cães que os estremocenses passeiam orgulhosos pela cidade sejam aqui publicadas. Esta, por exemplo, foi obtida à minha porta. Calculo que se trate de um local místico para a canzoada fazer a sua cagada dada a frequência com que estes resíduos urbanos, reveladores da pouca urbanidade dos seus donos, aparecem no passeio em frente à minha casa.
Provavelmente constituirá uma forma de pressão - ou retaliação, sei lá – por neste blogue condenar de forma veemente a falta de civismo que quanto a esta matéria, fecal no caso, grassa pela cidade. Sempre que publico um post versando esta temática surgem reacções de gente incomodada com o teor dos mesmos, como se os outros não tivessem o direito a viver longe dos bichos e das porcarias que lhes estão associadas.
Tenho também constatado algumas atitudes curiosas de certas pessoas que, provavelmente por apenas recentemente terem tido contacto com o blogue ou só agora saberem quem é o seu autor, manifestam um comportamento que, para ser simpático, apelidarei apenas de estranho. Atitude que relaciono com o que tenho escrito acerca do seu comportamento pouco civilizado. Seja como for nada me demoverá desta Kruzada. Não sou sensível a pressões, seja de que tipo for e venham elas de onde vieram, por isso continuarei a fotografar e a chamar javardos a todos os que contribuem para que imagens destas continuem a ser possíveis de captar nas ruas da minha cidade.
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publicado às 12:59

Pressão baixa

por Kruzes Kanhoto, em 14.07.09
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Campismo. Selvagem ou não conforme quem o pratica

por Kruzes Kanhoto, em 13.07.09
"Campismo selvagem proibido". A busca por esta expressão ou outras com a mesma finalidade tem trazido nos últimos dias alguns visitantes e, só hoje, três leitores vieram parar aqui ao estáminé após efectuarem pesquisas no Google acerca da legalidade ou não do campismo dito selvagem. Pretendiam saber se é legalmente possível, ou se incorrem em qualquer infracção caso o façam, acampar em lugares não especificamente autorizados para o efeito, vulgo parques de campismo. A resposta é óbvia. Podem se forem ciganos. Não pertencendo aquele grupo de cidadãos ser-lhes-á aplicada uma coima e correm o risco de ver o material apreendido ou destruído pelos bravos agentes da autoridade a quem a missão de mandar a barraca abaixo e autuar os perigosos prevaricadores tenha sido confiada.
Quanto à tal minoria étnica a lei, tal como outras, parece não se lhes aplicar. Pelo menos é o que podemos concluir face à realização nos tempos mais recentes de múltiplos acampamentos-convivio nos olivais em redor da cidade.
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publicado às 22:38

Campismo. Selvagem ou não conforme quem o pratica

por Kruzes Kanhoto, em 13.07.09
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Coincidências...ou talvez não!

por Kruzes Kanhoto, em 13.07.09
Em Estremoz nada acontece por acaso. Se calhar nas outras terras também não mas isso não releva para o caso, por isso centremo-nos nas coisas cá do burgo. Não deve ser por mero capricho dos pensadores da cidade, passados no caso, que o monumento aos combatentes se situa a escassos metros do quartel militar. Ou que o Tribunal foi erigido mesmo em frente ao Pelourinho. Tão pouco deve ter sido obra do destino que, mais recentemente, a estátua que pretende homenagear os soldados da paz tenha sido colocada do outro lado da rua onde fica o quartel dos bombeiros. Como se vê, aparentemente, tudo obedece a uma certa lógica que parece por demais evidente.
Neste contexto não admira que este dinossauro, peça integrante do “Ciência na rua” deste ano, tenha sido colocado mesmo junto ao local onde se realiza semanalmente a feira das velharias. Apesar do risco que a aposta acarreta para a segurança do fóssil, o lugar foi muitíssimo bem escolhido. Nada como os restos de um ser de outros tempos ter como vizinhos, ainda que temporários, objectos que também eles pertencem ao passado. Mesmo que de origem mais duvidosa que a do jurássico objecto.
Para completar esta série de coincidências atente-se na foto e no objecto assinalado que paira sobre o dinossauro. Não tenho certezas absolutas acerca da sua origem, nem quanto ao que faz por ali – e mesmo que tenha prefiro ignora-las – mas quero acreditar – e cada um acredita no que quer - que se trata de um OVNI. Que melhor altura para os visitantes de outros planetas virem até Estremoz do que o fim-de-semana em que a ciência saiu à rua?!
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publicado às 04:20

Coincidências...ou talvez não!

por Kruzes Kanhoto, em 13.07.09
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