Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Portugueses felizes

por Kruzes Kanhoto, em 30.06.09
Um estudo recentemente divulgado assegura que os portugueses estão mais felizes. Mas nem era preciso virem uns quantos estudiosos dizerem-nos isso porque já quase todos o sabíamos. A felicidade está no ar, sente-se em cada esquina e é indesmentível esse sentimento generalizado que percorre a sociedade portuguesa. Para os mais cépticos que ainda manifestem alguma relutância em aceitar este facto inquestionável, aqui ficam algumas imagens de portugueses felizes.
Compartilhar no WhatsApp

Portugueses felizes

por Kruzes Kanhoto, em 30.06.09
Portugueses felizes
Compartilhar no WhatsApp

Confusões

por Kruzes Kanhoto, em 30.06.09
Sinto-me confuso. Baralhado, até. Não sei a quem culpar por ter tropeçado nesta fralda descartável que foi jogada fora em plena placa central do Rossio Marquês de Pombal. Longe de mim culpar uns quaisquer papás orgulhosos do cú que assim caga. Nem tal me passou pela cabeça, garanto. Mais rapidamente culparia uns quantos malandros que não estavam à hora certa, no local exacto e no momento oportuno, prontos para a recolher de imediato. Antes que a mesma caísse no chão, de preferência. Ou então a culpa é minha que não vejo onde ponho os pés.
Compartilhar no WhatsApp

Confusões

por Kruzes Kanhoto, em 30.06.09
Confusões
Compartilhar no WhatsApp

Pernas para que vos quero

por Kruzes Kanhoto, em 28.06.09
Os muitos forasteiros que aos sábados de manhã se deslocam a Estremoz contribuem para tornar ainda mais anárquico o estacionamento na cidade. Parece valer tudo para deixar o carrinho uns metros mais próximo do estabelecimento comercial onde se quer comprar qualquer coisa ou do café onde vão molhar o bico. Veja-se este exemplo de desenrascanço, tipicamente tuga, de quem se está nas tintas para o eventual incómodo que possa causar ao proprietário do carro branco que ficou ensanduichado entre os dois espertos. São por estas - e também outras, mas por agora fiquemo-nos apenas por estas – que são cada vez mais os que dizem: “Volta Sandokan que estás perdoado!”
Não faço, ainda, parte desse número mas, não gosto da forma como se abusa do automóvel na nossa cidade. Nem nas outras, embora aí me incomode bastante menos. Ninguém anda a pé – a não ser a passear o cão ou às voltas ao Rossio com a ilusão que isso contribuirá para reduzir o pneu ou as dimensões do rabo – estaciona-se em segunda em segunda fila e tenta-se entrar com o carrinho na loja de pronto-a-vestir, no café ou seja lá onde for.
Sendo esta uma cidade de excelência, seria excelente ver por aí mais pernas de um lado para o outro. E pernas – ainda – não faltam. Pena andarem sempre escondidas dentro de um automóvel. Que, por mais excelente que seja, nunca chegará aos calcanhares de umas pernas de excelência.
Compartilhar no WhatsApp

Pernas para que vos quero

por Kruzes Kanhoto, em 28.06.09
Pernas para que vos quero
Compartilhar no WhatsApp

Para que serve uma piscina olimpica?

por Kruzes Kanhoto, em 27.06.09
Piscinas de Vila Viçosa. Campeonato Regional de Clubes das Associações de Natação do Sul e do Interior Centro. Pode até nem ser uma coisa muito importante, daquelas que atraem grande assistência mas, ainda assim, há sempre uma ou duas dúzias de pais – o que por vezes até constitui assistência mais numerosa do que em certos jogos de futebol - que gostam de acompanhar de perto a actividade desportiva dos seus filhos e que marcam presença nas provas em que estes participam.
Pois aqui, de perto, é que não puderam acompanhar. Para o fazer teriam de adquirir o bilhete de “banhista”, despir a fatiota e envergar o fato de banho como qualquer utilizador daquele espaço. Ou, em alternativa, espreitar a prova por entre as arvores, a uma distância considerável, num espaço sem condições situado por baixo dos painéis solares.
Esta é a única piscina olímpica da zona dos mármores. No entanto quem a gere parece não saber – ou não querer - tirar grande partido disso porque se para o público as condições são as que descrevi, para os atletas também não são melhores. Repare-se, por exemplo, no fantástico pormenor de as pistas nem sequer terem numeração!
Compartilhar no WhatsApp

Para que serve uma piscina olimpica?

por Kruzes Kanhoto, em 27.06.09
Para que serve uma piscina olimpica?
Compartilhar no WhatsApp

"Obrar"

por Kruzes Kanhoto, em 26.06.09
Ainda estou em estado de choque com a notícia de mais um escândalo nacional revelada hoje ao país pela TVI. A intenção do governo avançar com a construção de uma terceira auto estrada a ligar Lisboa e o Porto!!!! Na actual alternativa à A1 circulam, segundo as contas da estação televisiva, o impressionante número de quatrocentas e quarenta viaturas em cada sessenta minutos. Isto em hora de ponta. Perante tão elevado volume de tráfego é preocupante que até agora ainda ninguém se tenha lembrado da urgência de uma nova via que permita descongestionar esta sobrecarregadíssima auto-estrada. Irresponsáveis! Ainda bem que temos um governo que se empenha em nos deixar, e às gerações futuras, verdadeiramente empenhados.
Já em Estremoz, pelo interior da cidade, junto às escolas, centro de saúde e outros equipamentos públicos passam em alguns períodos do dia, mesmo sem ser em hora de ponta, uma quantidade sensivelmente igual de viaturas. Mas nem isso apressa a construção da variante do IP2 à cidade. Verdade se diga que, neste caso, nem toda a culpa é do actual executivo. No entanto, ao contrário da obra anunciada pela TVI, aqui seriam apenas meia dúzia de quilómetros e o encargo para os cofres do Estado representaria apenas umas míseras migalhas do gigantesco bolo que é o anunciado investimento em vias rodoviárias. Tudo razões mais do que suficientes para que esta obra há muito tivesse saído do papel.
Ainda quanto à anunciada terceira ligação Lisboa-Porto por auto-estrada, espero que nos locais por onde está projectada existam muitas casinhas de novos-ricos urbano-deprimidos que detenham algum poder de influência nos corredores dos centros de decisão. Principalmente casinhas daqueles cujas actividades preferidas são contemplar florezinhas a desabrochar e caçar borboletas.
Compartilhar no WhatsApp

"Obrar"

por Kruzes Kanhoto, em 26.06.09
"Obrar"
Compartilhar no WhatsApp

O plano

por Kruzes Kanhoto, em 25.06.09
Sócrates convive mal com quem não o aprecia, não suporta a crítica, pretende livrar-se do José Eduardo Moniz, da Manuela Moura Guedes e influenciar a linha editorial da TVI para posições mais próximas da acção governativa e do Partido Socialista. Estes parecem ser os principais argumentos dos que consideram que a pretensa intenção da PT em comprar a TVI, tem mãozinha do engenheiro.
Não acredito nos argumentos utilizados. Não pode ser. Isso seria um plano demasiado simples para a genialidade, brilhantismo até, que todos reconhecemos ao excelentíssimo senhor Primeiro Ministro. Até porque o nosso primeiro, caso quisesse vingar-se do casal Moniz, era gajo para recorrer a outros meios. Não digo dar-lhes uma carga de porrada porque, lingrinhas como é, a coisa era capaz de não correr de modo muito favorável para o seu lado. Já desafiá-los para uma corrida em que os venceria de forma humilhante seria uma hipótese muito mais plausível.
Este negócio tem, quanto a mim, outros contornos que aqueles que estão permanentemente entretidos a urdir campanhas negras se recusam a ver. Sabe-se que o homem é benfiquista. Sofre com os desaires do seu clube do coração e congeminou um plano – como se sabe José Sócrates é óptimo a congeminar planos – para, sem dar muito nas vistas, ajudar o glorioso a sair da crise. A ideia será a PT comprar a TVI e a empresa detentora daquela estação televisiva, com o encaixe financeiro realizado, comprar o Benfica. Este, por sua vez, com dinheiro fresco, compra jogadores de qualidade, desata a ganhar títulos, os portugueses ficam felizes e deixam de dizer mal do Sócrates.
Pelo menos terá sido esta a ideia que o engenheiro sussurrou. Ou será que ouvi mal?
Compartilhar no WhatsApp

O plano

por Kruzes Kanhoto, em 25.06.09
O plano
Compartilhar no WhatsApp

Minudências

por Kruzes Kanhoto, em 25.06.09
O ex-autarca do Porto, Nuno Cardoso, foi condenado pelo Tribunal a três anos de prisão por ter ordenado o arquivamento de processos de contra-ordenação ao Boavista. Com pena suspensa, claro, que isto não se mete ninguém na cadeia “por dá cá aquela palha” e ainda menos por “toma lá este favor”. À saída, terá manifestado intenção de recorrer da sentença e, bem assim, de regressar à vida política. Exemplar.
Já em Santarém o Tribunal local entendeu não haver matéria para levar a julgamento o ex-presidente da Câmara de Santarém, José Miguel Noras, mandando arquivar o inquérito levantado pelo Ministério Público na sequência de uma auditoria à autarquia ter detectado a existência de pequenas irregularidades. Ou, para ser mais exacto, de presumíveis irregularidades. Mas, ainda assim, pequenas. Nomeadamente a aquisição de moedas, medalhas, relógios e estatuetas, num valor aproximado de cinquenta mil euros, sem facturas ou outros documentos legais de suporte. Para o antigo autarca “a montanha nem um ratito terá chegado a parir”, considerou, referindo-se a todo o cenário maquiavélico que teria envolvido este caso.
Ainda pela capital ribatejana uns quantos meliantes – ou apenas um, mas isso não vem ao caso – furtaram a bicicleta a pedal do actual Presidente da Câmara, Moita Flores, que se encontrava estacionada nas imediações do edifício dos Paços do Concelho. Dado que se tratam de pessoas devidamente integradas socialmente e que o velocípede presidencial acabou por ser recuperado, a autarquia resolveu desistir do processo judicial entretanto instaurado. Fez bem. É que minudências como esta são capazes de atirar o mais honesto dos cidadãos para a cadeia.
Compartilhar no WhatsApp

Minudências

por Kruzes Kanhoto, em 25.06.09
Minudências
Compartilhar no WhatsApp

Metrossexual

por Kruzes Kanhoto, em 24.06.09
Cliquez pour regarder massage faciale
Metrossexual é um gajo que, entre outras coisas, faz uma massagem facial como esta?
Compartilhar no WhatsApp

Metrossexual

por Kruzes Kanhoto, em 24.06.09
Metrossexual
Compartilhar no WhatsApp

Multiculturalismos...

por Kruzes Kanhoto, em 24.06.09
Por mais que os multiculturalistas de pacotilha manifestem a sua indignação perante a proposta de Sarkozy no sentido de a fatiota islâmica que transforma qualquer mulher num saco de batatas ambulante vir a ser proibida em França, a verdade é que o homem está coberto de razão e tal medida já há muito que devia estar implementada, não só naquele país mas em toda a União Europeia.
Numa sociedade democrática este tipo de imposição pode causar um certo mal-estar e terá certamente uma forte resistência por parte dos muçulmanos e daqueles que acham que lhes devemos obediência. No entanto, embora não recorrendo aos mesmos métodos, espera-se que as autoridades tenham a mesma mão pesada que a Policia de Costumes teve lá para os lados das arábias para com uma cidadã portuguesa em viagem de turismo naquelas bandas. A senhora não se terá conseguido tapar convenientemente, uma madeixa de cabelo mais rebelde e um pedaço de perna desnudado terão sido o bastante para levar umas quantas chibatadas em plena rua. Coisas que os multiculturalistas compreendem na perfeição.
Compartilhar no WhatsApp

Multiculturalismos...

por Kruzes Kanhoto, em 24.06.09
Multiculturalismos...
Compartilhar no WhatsApp

Follow the leader

por Kruzes Kanhoto, em 23.06.09
Quando, no início da década de noventa do século passado, o Iraque invadiu o Kuwait e a televisão começou a mostrar ao Mundo o então Presidente do Iraque Saddam Hussein, nessa altura em plena forma e ostentando um farfalhudo bigode, causou-me alguma perplexidade constatar que todos os que o rodeavam, ministros e afins, exibiam uma igualmente vistosa bigodaça. Fácil me foi concluir que estaríamos perante uma evidente prova de culto do líder.
Em Portugal poucos anos depois caía o cavaquismo. António Guterres e a sua propensão para o diálogo iniciava um novo ciclo na vida política portuguesa em que o importante era dialogar. De preferência muito. Esta prática generalizou-se e não havia nem uma triste alma ligada a qualquer espécie de poder que não manifestasse, à semelhança do líder, um inusitado interesse em dialogar, mesmo que os interlocutores evidenciassem uma reduzida vontade de o fazer.
Sócrates, em 2005 chegou ao poder e impôs um novo estilo. Menos dialogo, mais acção, arrogância e um autoritarismo pouco visto em democracia são atributos do novo líder que depressa contagiou os seguidores que rapidamente abandonaram as tendências dialogantes que antes ostentavam e passaram a adoptar os comportamentos do chefe. Nada que se estranhe ou surpreenda se atentarmos nos antecedentes.
Com os novos comportamentos, socialmente cada vez mais aceites, não me surpreenderia se, à semelhança do que já acontece num ou noutro país, Portugal vier a ter num futuro não muito distante um primeiro-ministro paneleiro. Nem me causaria grande espanto que, a verificar-se essa circunstância, o seu exemplo fosse amplamente seguido pelos seus correligionários.
Compartilhar no WhatsApp

Follow the leader

por Kruzes Kanhoto, em 23.06.09
Follow the leader
Compartilhar no WhatsApp

Pág. 1/5