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Pinto da Costa gostava de ter jogado a final da taça de Portugal no Estádio da Luz. Nada mais acertado. Era bonito a final de tão importante competição realizar-se no maior estádio português e que é propriedade do maior clube nacional. A propósito recorde-se este célebre episódio em que aquele fulano quis – e conseguiu – jogar uma final da Taça em casa.
A 1 de Junho de 1983, com Benfica e FC Porto apurados para a Final da Taça de Portugal, após os "encarnados" vencerem o campeonato sai bomba da Assembleia Geral do clube das Antas: Pinto da Costa, com o apoio dos associados, anuncia que o FC Porto não comparecerá na final da Taça a ser disputada no Estádio Nacional, exigindo que a mesma seja disputada no Estádio das Antas. E, Pinto da Costa ainda disparou mais longe: "Vamos a ver se a FPF tem a coragem de nos mandar para a 2ª Divisão, pois é esse o desejo que os move, pois Lisboa quer continuar a colonizar o resto do País". Silva Resende, o presidente da FPF, limitou a sua resposta a um parco "os regulamentos serão religiosamente cumpridos".
A polémica prosseguiu e a 8 de Junho ficou a saber-se que a competição ficava adiada para uma nova data ainda desconhecida. Os jogadores do Benfica e do FC Porto partiam de férias, num dos momentos mais circenses de todos os tempos no futebol português. Fernando Martins, presidente do Benfica, mais tarde, viria a aceitar a final da Taça nas Antas, segundo ele, "em defesa do FC Porto e do prestígio do futebol".
A final ficava marcada para 21 de Agosto de 1983, fazendo-se a vontade de Jorge Nuno Pinto da Costa e José Maria Pedroto. O Benfica venceu a partida por 1-0, com um excelente golo de Carlos Manuel, num jogo em que ambas as equipas se apresentaram em 4-4-2, com meio campos muito preenchidos e dois avançados - Gomes e Jacques, no FC Porto, Nené e Filipovic, no Benfica.
No final da partida o habitual mau perder de Pedroto, a ver a sua estratégia e de Pinto da Costa sair furada: "O Benfica utilizou o seu poderio para não jogar na data marcada, pois estariam em muito má forma". Fernando Martins preferiu a diplomacia: "Fui eu que decidi que viessemos às Antas em defesa do futebol. A política de amizade entre o Benfica e o FC Porto não vai ser alterada, apesar desta polémica".
Fonte: “Terceiro Anel”
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publicado às 22:45

Pinto da Costa - A falta de memória do velhote gágá
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publicado às 22:45

Poesia

por Kruzes Kanhoto, em 31.05.09
Grande poeta é o povo... E por mais GB que contenha uma unidade de armazenamento de dados nela nunca caberá toda a sua sabedoria.
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publicado às 11:53

Poesia

por Kruzes Kanhoto, em 31.05.09
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publicado às 11:53

Vai cá uma agitação...

por Kruzes Kanhoto, em 30.05.09
Como se pode constatar pela imagem, captada hoje numa vila algures no Alentejo, a campanha eleitoral para o Parlamento Europeu está verdadeiramente emocionante. Diria que transborda de alegria, de entusiasmo e sente-se à distância a convicção com que os apoiantes das candidaturas fazem passar a mensagem dos candidatos.
Do lado dos eleitores o entusiasmo não é menor. Precipitam-se na direcção da comitiva, imploram por uma lembrança – que pode ser um saco plástico, um porta-chaves, um preservativo com a cor do respectivo partido e o sabor do fruto que o simboliza ou um rolo de papel higiénico com a cara do candidato – juram a fidelidade eterna do seu voto e elogiam toda e qualquer acção anteriormente realizada ou declaração proferida ultimamente. Seja ela qual for que, para o caso, não interessa nada.
Claro que há sempre aqueles que só sabem dizer mal. E escrever, também. E há, ainda, os outros. Os que sustentam convictamente que “são todos a mesma merda”, não passam de uma “cambada de chulos” e que o “que eles querem é tacho”. Ora isto não será propriamente dizer bem mas, concordemos, também não é dizer mal. Afinal quantos de nós não repetimos já milhentas vezes uma destas expressões?! Se isto é “negativismo”, “bota-abaixismo” ou outros “ismos” parvos, eu começo a pensar que "eles" estão como o pai do recruta da anedota. “O meu filho é o único com o passo certo…”
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publicado às 16:14

Vai cá uma agitação...

por Kruzes Kanhoto, em 30.05.09
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publicado às 16:14

Gente séria

por Kruzes Kanhoto, em 29.05.09
Em tempos cheguei a pensar que, mais tarde ou mais cedo, ia acabar por ficar rico. Não que estivesse disposto a seguir o método de alguns ricaços mais ou menos conhecidos que trabalharam como mouro vinte cinco horas por dia e começaram a vida a carregar botijas ou vender atacadores. Até porque era capaz de ficar cansado nem, mais importante, não gosto de mouros. Mesmo a hipótese de ficar milionário através dos jogos de fortuna e azar nunca se me afigurou como provável porque, apesar de semanalmente investir “algum” nesta área, a esperança de ver engordar a conta bancária por esta via foi-se esfumando ao longo dos muitos anos de sucessivas apostas falhadas.
O processo de enriquecimento protagonizado por uns quantos personagens ultimamente muito em voga parece-me muito mais eficaz e, sobretudo, muito menos cansativo. É tão bom e tão genial que, ao que se diz, nem é preciso fazerem aquilo para que são pagos para, na mesma, lhe pagarem quantias verdadeiramente mirabolantes. Coisa para dez milhões de euros por seis meses de algo a que apenas com muito boa vontade podemos considerar trabalho.
Mas talvez a minha sorte esteja prestes a mudar. Um tal de Mr. Huang, a julgar pelo nome deve ser um gajo tão respeitável como outros que já nos governaram a nós e se governaram a eles, enviou-me hoje um e-mail onde me informava – se bem percebi no meu inglês quase técnico - que tinha 32,300,000.00 de dólares para depositar na minha conta. Para tanto basta que lhe comunique os meus dados pessoais e bancários. Genial. Porque raio não me lembrei disso antes?!
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publicado às 22:28

Gente séria

por Kruzes Kanhoto, em 29.05.09
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publicado às 22:28

O imposto europeu

por Kruzes Kanhoto, em 28.05.09
Anda meio mundo a malhar – eu sabia que esta expressão me ia dar jeito – no cabeça de lista do Partido Socialista às europeias por este ter manifestado intenção de, quando ocupar o seu lugar em Bruxelas, propor a criação de um imposto europeu. Ora Vital Moreira anunciou apenas uma inevitabilidade. Daquelas que até chateiam – e esta por maioria de razão – de tão inevitáveis que são. Mais tarde ou mais cedo nós, europeus, teremos de suportar directamente, porque indirectamente já agora o fazemos, seja através de um imposto sobre o consumo ou mais provavelmente sobre o rendimento, os custos de funcionamento das instituições europeias e do esforço de coesão de eventuais novos países membros. Ou da ajuda aos palestinianos. Que, como se sabe, morrem de amores por nós. Alguns, pelo menos.
Um imposto, como decorre do próprio nome, nunca constitui algo que as pessoas encarem com agrado. No entanto se o mesmo incidisse sobre a entrada de mercadorias no espaço europeu poderia eventualmente recolheria alguma simpatia por, de alguma forma, poder constituir um meio de protecção do emprego e do sector produtivo do velho continente. Será contudo impraticável a sua aplicação a curto ou médio prazo. Tal iria ao arrepio de tudo o que tem sido a politica das instituições e governos europeus ao longo das últimas dezenas de anos mas, ou muito me engano, constituirá a longo prazo mais uma das tais inevitabilidades se quisermos que a Europa, tal como a conhecemos, sobreviva. Isto, claro, se alguém estiver interessado nisso.
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publicado às 13:05

O imposto europeu

por Kruzes Kanhoto, em 28.05.09
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Preservativos, diplomas e outras utilidades

por Kruzes Kanhoto, em 27.05.09
Esta ideia de distribuir preservativos nas escolas parece-me ligeiramente esquisita. Não é que ache mal, mas também não se me afigura por aí além muito brilhante. Discordo em especial da parte em que se prevê que estes sejam distribuídos por profissionais de saúde em gabinetes a criar para o efeito. Teria um impacto muito maior e proporcionaria uma abordagem muito mais ampla quanto à divulgação desta iniciativa governamental se a distribuição deste…material, chamemos-lhe assim, fosse feita ao estilo da entrega de “Magalhães” ou de diplomas das “Novas Oportunidades”.
Já que o tema veio à baila, refira-se ser mais que justo os formandos desta iniciativa, juntamente com o diploma do nono ou do décimo segundo ano, receberem também uma embalagem de preservativos. Ou mais. Que essas coisas gastam-se num ápice.
Convém igualmente não esquecer os “alunos” das universidades seniores. Embora relativamente a estes não se afigure grande necessidade de distribuir as camisinhas, era capaz de ser simpático e de render alguns votos a distribuição de embalagens de viagra.
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publicado às 20:29

Preservativos, diplomas e outras utilidades

por Kruzes Kanhoto, em 27.05.09
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Dia do vizinho

por Kruzes Kanhoto, em 26.05.09
Assinalou-se hoje o dia europeu do vizinho. Não consta que se tivessem verificado especiais festejos, existido comemorações merecedoras de destaque ou desenvolvida qualquer iniciativa destinada a assinalar a data. Salvo algumas excepções, a relação entre vizinhos é hoje muito diferente daquilo que era até há poucas dezenas de anos atrás e não parece justificar a existência de celebrações. São até mesmo de evitar. Tal como os vizinhos, acharão muitos.
Actualmente o vizinho é apenas aquele gajo que mal conhecemos, dono do cão que caga à nossa porta, que nos incomoda com a chinfrineira que faz ou que atira o lixo para o nosso quintal. O vizinho é, quase sempre, o chato do lado que até chateia de tão chato que é, que nos incomoda, aborrece e que mais valia ir morrer longe. Felizmente no meu bairro ainda não é assim. Por isso aproveito para deixar um grande bem-haja aos meus vizinhos. Excepto a um ou dois parvos que se reconhecerão nas características acima mencionadas.
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publicado às 22:17

Dia do vizinho

por Kruzes Kanhoto, em 26.05.09
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publicado às 22:17

O dever acima de tudo

por Kruzes Kanhoto, em 26.05.09
Foi recentemente divulgada a lista, actualizada ao final do mês de Abril, do prazo médio de pagamento dos municípios portugueses. A liderar o ranking surge o município açoriano de Vila Franca do Campo, onde as dividas são pagas a um espantoso prazo de oitocentos e setenta e oito dias!
Relativamente às autarquias alentejanas, em particular as do distrito de Évora, temos o Alandroal num desonroso oitavo lugar, com um prazo médio de pagamento das facturas de quatrocentos e sessenta e três dias. Nada menos que um ano e três meses! No top cinquenta dos maus pagadores constam ainda os municípios de Montemor-o-Novo, Évora e Borba, onde o tempo de espera por parte dos fornecedores é de trezentos e dez, duzentos e cinquenta e sete e duzentos e cinquenta e cinco dias, respectivamente.
No pólo oposto, o dos bons pagadores, está o Município de São Roque do Pique que paga no prazo de dois dias. Entre os que sabem honrar atempadamente os seus compromissos encontram-se também as Câmaras de Arraiolos, onde o prazo de pagamento é de trinta e um dias, e a de Portel onde ao fim de cinco dias as facturas são pagas.
Lamentavelmente estas coisas pouco dizem aos portugueses que, por norma, não valorizam quem tem preocupações com o equilíbrio financeiro das instituições. Nem destas nem de outras. O que, num país de caloteiros e de gente pouco dada ao rigor das boas contas, não constitui grande novidade.
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publicado às 10:00

O dever acima de tudo

por Kruzes Kanhoto, em 26.05.09
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Porque me apetece(u)

por Kruzes Kanhoto, em 25.05.09
Uma imagem vale mil por palavras. Ou mais. Depende das palavras e das imagens. E sim, estava mesmo tão bom quanto parece.
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publicado às 19:07

Porque me apetece(u)

por Kruzes Kanhoto, em 25.05.09
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As pitas, os enforcados e os outros

por Kruzes Kanhoto, em 24.05.09
A pesquisa da semana revela-se mais uma vez surpreendente e perturbadora, conforme o conteúdo da imagem ao lado permite constatar. Mas analisemos a coisa mais ao detalhe. Como, aliás, se devem analisar todas as coisas. Inclusivamente as pitas. Pita, segundo o dicionário Priberam de língua portuguesa, significa “Fibras das folhas da piteira”, “Trança feita com esses fios que se põe na ponta dos chicotes”, “ Piteira (planta) ” ou, em linguagem popular “ Galinha, franga”. Tyco poderá, ou não, ser uma conhecida empresa de produção de componentes electrónicos para a indústria automóvel.
Em função disso poder-se-á concluir, maldosamente é certo, que pela "Tico" poderão andar umas quantas pitas alvoraçadas e que alguém deverá ser enforcado. Mesmo não estando esclarecido o motivo para tão drástica punição, será legítimo pensar que possa haver alguma ligação entre a pita e o gajo a enforcar. Nada disto parece fazer grande sentido, como seria de esperar deste blogue, mas tendo sido Portugal o primeiro país europeu a abolir a pena de morte não deixa de ser estranho pretender-se, nos dias de hoje, enforcar alguém. E logo quem não terá culpa absolutamente nenhuma da situação em que o puseram. Embora, presume-se, possa ter contribuído para o estado de alvoroço de alguma pita. Ou de não ter feito nada para a serenar.
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publicado às 12:36

As pitas, os enforcados e os outros

por Kruzes Kanhoto, em 24.05.09
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Promessas...de emprego.

por Kruzes Kanhoto, em 23.05.09
Como em tempos prometi – palavra que se revela adequada à época que se avizinha – este blogue vai estar atento às promessas eleitorais mais estranhas, pouco credíveis ou simplesmente parvas que vão sendo anunciadas pelas diversas candidaturas concorrentes às Câmaras e Juntas de Freguesia. De fora ficarão apenas um Município e treze Freguesias aos quais, por mais bizarras que possam ser as promessas dos candidatos a sufrágio, não será aqui feita qualquer referência. Por três motivos. Primeiro porque não quero, segundo porque os restantes trezentos e sete municípios e cerca de quatro mil duzentas e cinquenta freguesias devem dar material mais que suficiente e terceiro porque o blogue é meu e só refiro o que me dê na real gana. O que constitui o melhor de todos os motivos.
Para começar saliente-se a intenção inscrita no programa eleitoral do Bloco de Esquerda a uma autarquia do norte do país de, está lá com todas as letras, contratar para a área cultural “um programador credenciado que disponha de um orçamento e metas calendarizadas”. Mais adiante propõe ainda o Bloco a “Criação de um gabinete e um secretariado para vereadores sem pelouro atribuído.” Pelo menos valha a franqueza…
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publicado às 23:56

Promessas...de emprego.

por Kruzes Kanhoto, em 23.05.09
Promessas...de emprego.
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Vaias e insultos

por Kruzes Kanhoto, em 22.05.09
Uns quantos estudantes, devidamente instrumentalizados a soldo das forças mais reaccionárias, vaiaram o nosso primeiro – o querido, genial e estimado engenheiro - de uma forma completamente indecorosa. Chamaram-se, entre outras coisas, fascista. E também o insultaram. O que, convenhamos, não se faz.
Por mim acho mal, muito mal. Primeiro porque aquela rapaziada, provavelmente, não sabe o que foi o fascismo. Embora a culpa, quando a isso, não seja deles se atendermos ao que se passa nas aulas de história das nossas escolas. E, segundo, porque o homem é um democrata convicto, como demonstram as suas inigualáveis capacidades de diálogo, de convívio com a crítica e de aceitação de opiniões divergentes da sua.
Foi, garantirá amanhã o fiel Augusto, mais um episódio da celebérrima campanha negra. Ou, se for alguém mais politicamente correcto a tecer os comentários, da campanha de cor. Seja ela qual for. Excepto rosa.
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publicado às 23:32

Vaias e insultos

por Kruzes Kanhoto, em 22.05.09
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As ideias esquisitas do camarada deputado

por Kruzes Kanhoto, em 20.05.09
Há muita gente com ideias esquisitas. Coisa que é perfeitamente natural e que constitui um direito inalienável de qualquer cidadão. Pelo menos por enquanto. O pior é quando o cidadão que tem ideias esquisitas tem algum poder para levar a sua ideia esquisita avante, camarada. E digo camarada porque foi um deputado do Partido socialista que veio hoje a público com a necessidade de implementar medidas inovadoras – o nome que eles usam para justificar a idiotice das sua ideias – como por exemplo eliminar uns quantos feriados e acabar com aquilo a que se convencionou chamar “pontes”. Aqueles dias entre feriados e fins-de-semana em que a malta mete um dia a descontar nas férias mas que uma certa cambada de imbecis ainda não percebeu que é um dia que deixa de ser gozado noutra altura não aumentando por isso os dias em que se não trabalha.
Entre outros argumentos, garante o perspicaz representante do povo que tal medida representaria um ganho médio de dois por cento no Produto Interno Bruto, o que proporcionaria aos trabalhadores portugueses usufruírem de um salário mínimo substancialmente mais alto e aos pensionistas de reformas mais elevadas. Uma maravilha, portanto. Obviamente que o camarada deputado terá feito as contas, pelo menos de cabeça, antes de vir a público apresentar tal proposta. Outra coisa não seria de esperar de alguém que se quer sério, honesto e que está no lugar que ocupa para defender os interesses de quem o elegeu, ao serviço de quem coloca toda a sua inteligência e capacidade intelectual. Por mais reduzida que seja.
Certamente o homem terá chegado aos valores que divulgou ponderando o impacto que a eventual implementação desta ideia teria na indústria hoteleira e em todos os sectores ligados ao lazer e ao turismo, quer a nível de remunerações dos trabalhadores ou até mesmo da existência de muitos postos de trabalho no ramo. Igualmente não terá escapado à sua argúcia que o fim das chamadas “pontes” não representaria nem mais dia um trabalho, ou para produzir. Existiriam, isso sim, menos dias para consumir, coisa que outros pretendem que façamos.
Apetecia-me, por fim, manifestar a minha estranheza por ser um deputado a sugerir que os portugueses trabalhem mais - vindo de quem vem não deixa de ser irónico - mas não o faço, seria demagógico e pouco respeitoso para quem, como o pessoal lá do parlamento, já tem um horário semanal de trabalho tão prolongado. E também porque não tenho tempo. Amanhã é feriado cá na terra e no outro dia faço ponte.
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publicado às 19:47

As ideias esquisitas do camarada deputado

por Kruzes Kanhoto, em 20.05.09
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Xixi no banho

por Kruzes Kanhoto, em 19.05.09
Os malucos do ambiente estão cada vez mais imaginativos quanto às sugestões que arranjam para nos tentar convencer a poupar água. Ou mais parvos. Ou, o que é mais provável, ambas as coisas. Uma campanha lançada recentemente no Brasil – o que significa que um destes dias chega cá – por uma organização de defesa do meio ambiente, sugere-nos que façamos a mijinha matinal enquanto tomamos duche. É que, argumentam eles, puxando o autoclismo menos uma vez por dia, ao fim do ano ter-se-ão poupado com este gesto (!) simples uma quantidade para lá de astronómica de litros de água. Prái uns quatro mil por pessoa. Ou mais. Isto, claro, para os que tomam banho todos os dias.
Hesito quanto ao que pensar acerca de tão ecológica recomendação. O melhor, se calhar, é não me alongar em dissertações relativamente ao que cada um deve ou não fazer para poupar os recursos do planeta, nomeadamente enquanto cuida da higiene. Não resisto, no entanto, a especular que um destes dias uma qualquer organização ecológico-ambientalista-protectora dos animais, dessa malta toda modernaça, nos aconselhará a não lavar as mãos argumentado que assim estaremos a contribuir para a poupança da água e, em simultâneo mas não menos importante, preservamos a vida de inúmeras espécies de bactérias que, tadinhas, também são organismos vivos e que sofrem uma morte dolorosa por afogamento sempre que lavamos as mãos.
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Xixi no banho

por Kruzes Kanhoto, em 19.05.09
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Os gurus

por Kruzes Kanhoto, em 18.05.09
“Nunca, como agora, tantos escreveram para tão poucos”. Pelo menos é o que garante um auto proclamado guru da blogosfera nacional referindo-se, de forma depreciativa, à quantidade de blogues que actualmente se publicam na internet. Não sei se o homem tem ou não razão. Nem é coisa que me interesse por aí além. Sei apenas que alguns blogues me impressionam pelo seu brilhantismo e comentários que por aí se vão vendo revelam que os que lêem podem não ser muitos mas são, (r)/(v)isivelmente, bons.
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publicado às 22:49

Os gurus

por Kruzes Kanhoto, em 18.05.09
Os gurus
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Dúvida atroz na pesquisa da semana

por Kruzes Kanhoto, em 17.05.09
A pesquisa da semana não podia ser outra. Provavelmente será mesmo a pesquisa do ano se me ocorrer fazer um post acerca da forma, mais ou menos estranha, como muitos vêm parar a ao KruzesKanhoto. O (a) leitor (a) ocasional que suscita a questão angustiante que pode ser vista na imagem está, é notório, perante um dilema. O (a) parceira, se é o quem tem, não colabora e o (a) pobre coitado (a) está indeciso (a) quanto à forma de resolver a coisa. Lamentavelmente não foi por aqui que encontrou a solução para o problema que a (o) atormenta, veio nitidamente ao engano, porque este blogue não é um espaço destinado a questões desta natureza, nem neste espaço existe nenhuma espécie de consultório que permita o esclarecimento de dúvidas de índole sexual.
No entanto, a dramática questão que o (a) leitor (a) ocasional suscita, não pode deixar de merecer de todos nós a mais profunda reflexão. Debatem-se muitos problemas dos mais idosos, desde as baixas pensões até à solidão em que muitos vivem, mas de algo realmente importante, como a abstinência forçada que os obriga a ponderar a tomada de medidas drásticas, ninguém fala. Tá mal.
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publicado às 12:54

Dúvida atroz na pesquisa da semana

por Kruzes Kanhoto, em 17.05.09
Dúvida atroz na pesquisa da semana
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Trogloditas e outros selvagens

por Kruzes Kanhoto, em 16.05.09
Este é mais um dos muitos canitos que são abandonados pelos seus donos quando perdem a graça, se fartam deles ou por não combinarem com a cor dos cortinados novos que a patroa comprou lá para casa. Normalmente são todos muito defensores dos animais, acham que estes não devem ser considerados como coisas e estão sempre prontos a considerar troglodita quem não pensa como eles, mas não se importam de proceder como verdadeiros selvagens abandonando um animal à sua sorte.
O “Benfica”, para mim todos os cães se chamam “Benfica”, vagueia pelo bairro há umas quantas semanas. Apareceu com evidentes sinais de maus tratos, mas tem sobrevivido e recuperado a forma graças às almas caridosas que o têm alimentado e protegido. Protecção que atinge um elevado grau de sofisticação e um patamar de estratégia digna de figurar nos compêndios onde se estuda a arte de enganar o próximo. Repare-se na coleira aparentemente nova que ostenta. Ter-lhe-á sido colocada com o intuito de ludibriar quem se dedica à recolha de animais vadios que, desta forma, não suspeitará tratar-se de um cão abandonado. Provavelmente só por isso é que ainda não foi parar ao congelador.
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publicado às 22:36

Trogloditas e outros selvagens

por Kruzes Kanhoto, em 16.05.09
Trogloditas e outros selvagens
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O “engenheiro” morreu

por Kruzes Kanhoto, em 15.05.09
Ohhhhh, choremos todos... Como nem Deus nem o Diabo estão interessados em o receber, para evitar um incidente entre as forças divinas e diabólicas de consequências imprevisíveis mas que se podem adivinhar quase tão catastróficas como as actividades terrenas do recém-falecido, pedem a mediação de um tribunal arbitral que decide de forma salomónica: alternará um mês no céu e outro no inferno.
No primeiro mês o homem vai para o Céu e Deus, coitado, não sabe o que fazer e quase é levado à loucura. O engenheiro maldiz de tudo, põe em causa todos os elementos de oração e da liturgia, dissolve o sistema de assessoria pessoal dos anjos, suborna as nuvens, transfere 1km quadrado do Céu para o inferno, nomeia arcanjos provisórios aos milhares, intervém nas comunicações aos Santos, troca as placas das portas de S. Pedro e, quando parecia que nada podia piorar mais, envia um projecto de lei aos apóstolos para reformular os Dez Mandamentos e amnistiar o Diabo.
O Céu transforma-se, obviamente, num caos. As pessoas não o suportam mais, promovem piquetes e invasões. Anjos-Magistrados, Anjos-Funcionários Judiciais, Anjos-Militares, Anjos-GNR, Anjos-PSP, Anjos-Bombeiros, Anjos-Médicos, Anjos-Enfermeiros, Anjos-Professores, Anjos-Funcionários Públicos, convocam greves, protestos, manifestações, vigílias, marchas... O descontentamento é geral e Deus passa a contar cada minuto até ao fim do mês para o mandar para o inferno. Quando finalmente o nosso engenheiro se vai, Deus respira de alívio.
Por volta do dia vinte do mês seguinte, começa a sofrer novamente pensando que dentro de dez dias tem que voltar a vê-lo. No entanto, maravilhosamente, ao primeiro dia do mês em que o traquina devia voltar nada acontece. No quinto dia, ainda sem notícias, Deus estava feliz mas começou a pensar que, tendo passado mais tempo no inferno, era provável que, para compensar, o engenheiro era gajo para querer passar dois meses seguidos no Paraíso... Horrorizado perante a mera hipótese, Deus decide contactar o inferno para perguntar ao Diabo o que estava a suceder. Foi atendido por um assessor ao qual Deus pergunta: "-Por favor, posso falar com o Diabo?" "-Qual dos dois?", responde o assessor, "o vermelho com cornos ou o "filho de uma senhora de reputação duvidosa"?!
Recebida por e-mail e adaptada por moi-mêmê.
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publicado às 19:30

O “engenheiro” morreu

por Kruzes Kanhoto, em 15.05.09
O “engenheiro” morreu
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Coisas a que temos direito

por Kruzes Kanhoto, em 14.05.09
Os “direitos” dos animais são um tema da moda. Voltaram hoje a ter tempo de antena numa estação televisiva e, a julgar pelas declarações de alguns intervenientes, o debate estará para durar sendo mesmo provável que dentro em breve venhamos a assistir a importantes alterações legislativas quanto a essa matéria. O que não augura nada de bom. O meu pessimismo fundamenta-se nas opiniões expressas por alguns dos participantes que, entre outras coisas absolutamente fabulosas, defenderam que as despesas com a alimentação dos bichos deveriam ser dedutíveis no irs – as formigas cá de casa deram sumiço a um pacote de Nestum, será que isso conta? – e que a violência sobre os animais deveria ser punível com penas de prisão, coisa que, como se sabe, nem sempre acontece relativamente a crimes contra pessoas.
Revoltante também a forma depreciativa como se referiam aos caçadores, a “criancinhas” que puxariam caudas a cães, a policias pouco interessados em problemas que envolvam animais e a pessoas de uma forma geral. Para aquela gente o importante é mesmo a bicharada e os seus “direitos”, em particular para o insuportável fulano careca com aspecto de quem pega de empurrão, pela boca de quem ficámos hoje a saber que existem práticas reiteradas de abusos sexuais sobre animais. Uma vergonha, principalmente se as iguanas, tarântulas ou peixinhos vermelhos não tiverem ainda atingido a maioridade.
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publicado às 22:57

Coisas a que temos direito

por Kruzes Kanhoto, em 14.05.09
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Pergunta irrelevante do dia

por Kruzes Kanhoto, em 14.05.09
A maioria dos jovens - como é agora politicamente correcto dizer quando alguém se refere a meliantes e desordeiros - envolvidos em crimes e desacatos diversos, passaram parte significativa da sua curta existência em instituições de reinserção social. Tendo, estas, atribuições que visam a prevenção da delinquência e o desenvolvimento social das pessoas que têm à sua guarda, parece claro que qualquer coisa em todo o processo está a falhar. Para a esquerda e restante malta esquisita do “social” são, sem margem para qualquer dúvida”, as políticas sociais, de integração e de acompanhamento destes “jovens” as grandes responsáveis pelo seu comportamento criminoso. Provavelmente, também. Mas, porra, não pode ser simplesmente que os gajos prefiram levar uma vida no mundo do crime, onde é muito mais fácil arranjar de forma rápida e relativamente segura, face à impunidade e compreensão das nossas leis penais, uma quantidade de dinheiro que nenhum emprego lhes daria a ganhar?!
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publicado às 19:02

Pergunta irrelevante do dia

por Kruzes Kanhoto, em 14.05.09
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Notas de fim do dia

por Kruzes Kanhoto, em 13.05.09
Duas notas para o final do dia de hoje. A primeira, pela positiva, para o primeiro-ministro José Sócrates que esteve muitíssimo bem na resposta que deu no parlamento ao deputado Chico Louco, do Bloco dito de esquerda, acerca dos incidentes no bairro da Bela Vista.
A segunda, pela negativa, para a quantidade de blogues que insistem em dar música aos seus visitantes. É quase tão mau como fotos de merda de cão.
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publicado às 20:27

Notas de fim do dia

por Kruzes Kanhoto, em 13.05.09
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Figurões

por Kruzes Kanhoto, em 13.05.09
Associar os distúrbios do bairro da Bela Vista, ou a criminalidade em geral, ao fenómeno do desemprego, como estão a fazer alguns figurões da nossa opinião publicada, é uma falta de vergonha reveladora de um claro desrespeito para com os mais de quinhentos mil portugueses que estão desempregados. Pode mesmo considerar-se um insulto aos que estão a viver sérias dificuldades em virtude de terem perdido o seu posto de trabalho.
Obviamente haverá, por aquele bairro e por muitos outros situados nas periferias das grandes cidades, gente com vidas difíceis. Não é isso, no entanto, que os faz criminosos. Aqueles que as imagens televisivas mostraram, montados em “brutas” motos a acelerar e a fazer piões frente à esquadra da polícia do dito bairro, não parecem desgraçadinhos desesperados por um emprego ou um prato de sopa. É gente que jamais aceitará um trabalho de acordo com as suas qualificações, porque nunca lhe permitirá adquirir os mesmos bens que um assalto ou o tráfico de umas quantas doses de droga pode proporcionar.
O problema é de polícia e de ordem pública, sim. Não tem, contudo, solução fácil. A curto prazo, provavelmente, nem terá solução. Não neste regime de ditadura do politicamente correcto e de hipersensibilidade social onde o criminoso é tornado vitima perante a sociedade e elevado pelos seus ao estatuto de herói.
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publicado às 12:24

Figurões

por Kruzes Kanhoto, em 13.05.09
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Os filhos de Allah

por Kruzes Kanhoto, em 12.05.09
Apesar de ter publicado vários posts em que o teor dos textos pode ser associado à defesa do meio ambiente por neles manifestar descontentamento e reprovação relativamente a alguns comportamentos que considero menos correctos, importa esclarecer – não é que importe muito, mas esclareço na mesma – que me estou inteiramente nas tintas para os ecologistas e para as suas causas.
Vem isto a propósito do vídeo que acompanha este post que, não trazendo nada de novo ou não transmitindo nada que se não soubesse, ainda me faz ficar com menos vontade de preservar o planeta para as gerações futuras. Perante os factos, reais e incontornáveis que o pequeno filme relata, por mim o nível dos oceanos pode subir até cobrir os Himalaias e as reservas de água potável esgotarem-se até à última gota. Contribuir para que isso aconteça poderá até considerar-se um acto nobre por, muito provavelmente, ser a única forma de os vencer…
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publicado às 23:14

Os filhos de Allah

por Kruzes Kanhoto, em 12.05.09
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publicado às 23:14

Sinergias autárquicas

por Kruzes Kanhoto, em 12.05.09
O poder local é merecidamente reconhecido pelo dinamismo da sua actuação. As iniciativas sucedem-se a um ritmo quase frenético, criam-se medidas de apoio, incentivam-se coisas e estimulam-se sinergias. Tudo com muita imaginação e, faça-se justiça, em muitos casos mesmo antes de se vislumbrarem no horizonte sinais da crise que agora anda por aí ou das eleições se aproximarem. O que, como toda a gente sabe, é quase a mesma coisa quando se trata de apoiar, incentivar e estimular.
A capacidade imaginativa revela-se principalmente na escolha do nome. Ou, se calhar, apenas nisso. Mas é justo reconhecer que isto de criar um gabinete publicitado e divulgado aos munícipes lá do sítio com a sugestiva sigla de GAJA é, manifestamente, arrojado. E um bocadinho a atirar para o maroto, também.
Podia revelar o que significam as iniciais que formam o citado gabinete, mas não me apetece. Garanto apenas que o espaço criado na Câmara de Torres Vedras – é dela que se trata - não tem nada a ver com o tipo de apoios, estímulos ou sinergias que algumas mentes mais libidinosas possam estar já a pensar.
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publicado às 12:41

Sinergias autárquicas

por Kruzes Kanhoto, em 12.05.09
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publicado às 12:41

Se ampliarem e olharem com atenção para a foto vão vislumbrar ao longe dois putos – ao vivo pareceram-me três – a brincar com o “Magalhães”. Digam lá que não é uma imagem enternecedora ver as crianças entretidas, provavelmente entusiasmadas, com o seu pequeno computador a jogar um jogo educativo - ou a ver gajas nuas - em vez de jogar à bola ou, o que é muito mais salutar, andar à pancada umas com as outras.
Já afirmei vezes sem conta que considero esta iniciativa de distribuir computadores uma excelente medida. Principalmente porque não serviu apenas para os mais novos terem um brinquedo todo moderno. Contagiados por esse espírito tecnológico, os irmãos mais velhos depressa descobriram toda a potencialidade da pequena e genial caixinha e daí até lançarem-se nas ondas da internet foi um pequeno passo. Hoje é vê-los horas e horas a fio, todos os dias da semana, a navegar pela rede nos computadores do espaço internet. “Olha…. tanta gaja boazona…”, “aiiii….agora na posso…tou no chati…” são frases que amiúde se passaram a ouvir naquele local desde que a febre da informática atingiu uma comunidade até aqui excluída, também, do acesso às novas tecnologias. Pena que apenas “eles” tenham sido atingidos ou que a “elas” não seja concedida liberdade para fazer o mesmo.
Interrogar-se-ão vocês como é que eu sei destas coisas. É simples. De vez em quando – e também de quando em vez – dou por lá uma volta e aproveito para pôr a conversa em dia com o meu amigo Luís, que é gajo com uma paciência infinita para aturar aquela malta. Pena que, se fizer como eu que quando saio de lá estou cheiinho de comichões, o “obriguem” a gastar em água uma conta calada…
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publicado às 16:36

O Magalhães, a internet e as comichões...e também as gajas boas
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