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Manter a sala limpa era bonito, não era?

por Kruzes Kanhoto, em 30.11.08

Estremoz, Rossio Marquês de Pombal, dez e trinta da manhã, hora local. Uma residente na zona entreabre a porta, apenas o suficiente para permitir a rápida saída do lulu que, aflitinho, se precipita em direcção à calçada para fazer aquilo que a natureza o obriga. Enquanto isso, a dona aguarda - por acaso uma das poucas que não usa saco para recolher os “restos” - que o bichinho alivie a tripa e regresse ao conforto do lar. A dita senhora vai, entretanto, olhando de forma ameaçadora para mim e resmungando entre dentes qualquer coisa imperceptível mas que facilmente se adivinha.

Vezes sem conta já aqui escrevi sobre este tipo de comportamento tão vulgarizado entre nós. Hoje não o vou fazer. Não me apetece. Ficam apenas as imagens e a merda no pavimento da nossa praça nobre. A tal sala de visitas de que tanto nos orgulhamos.

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publicado às 12:58

Manter a sala limpa era bonito, não era?

por Kruzes Kanhoto, em 30.11.08
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Larica, viagens e tvcabo.

por Kruzes Kanhoto, em 29.11.08

A acção desenvolvida pelo Banco Alimentar é por demais reconhecida, pelo que nem vale a pena prolongar-me em considerandos acerca dela. O mesmo se aplica a todos os que, desinteressadamente, colaboram nas acções de recolha de alimentos, como a que este fim-de-semana decorre por todo o país, ou nas restantes actividades decorrentes de todo o processo de armazenamento, manutenção e distribuição dos produtos recolhidos.

Contribuir com alguma espécie de alimentos constitui por isso, para mim, quase uma obrigação que cumpro sempre de bom grado. Principalmente quando sei que a esmagadora maioria dos beneficiários dos bens recolhidos são idosos a quem a reforma não chega para pagar a conta da farmácia e famílias a quem o desemprego, ou outra contingência da vida, atirou para uma situação que era de todo improvável vir a ocorrer.

Nos últimos tempos, no entanto, tem surgido notícias na comunicação social que me causaram alguma inquietação e que, também, me fizeram ficar mais atento a certos sinais que, se não exteriores de riqueza, são pelo menos muito pouco compatíveis com a condição de alegado pobre e de alguém que necessite de recorrer à assistência alimentar prestada pelas instituições de solidariedade social a que se destinam os alimentos recolhidos em campanhas como a que está a decorrer.

Consta, são os próprios responsáveis que o admitem, que recorrem à ajuda alimentar cada vez mais pessoas que não pretendem abdicar de um estilo de vida dificilmente compatível com os rendimentos auferidos. Ou seja, pedem alimentos – via correio electrónico na maior parte dos casos – enquanto gastam o ordenado, ou o dinheiro proveniente de outras fontes de rendimento, em coisas tão essenciais como “viagens ou na Tvcabo”.

Outros, esses com evidentes sinais de pobreza, diariamente apoiados por instituições que se dedicam a estas causas, podem ser vistos a tomar o pequeno-almoço ou o lanche nas diversas pastelarias e cafés da cidade ou passeando e fumando o seu cigarrito enquanto a generalidade dos cidadãos trabalha. E, pior do que isso, roubando e achincalhando os que trabalham e contribuem para sustentar a sua existência.

O número de casos deste tipo, provavelmente, não será significativo. Mesmo que o seja não coloca em causa o trabalho destas instituições. Pode, eventualmente, é tirar a alguns a vontade de contribuir. E isso sim, é preocupante.

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publicado às 15:48

Larica, viagens e tvcabo.

por Kruzes Kanhoto, em 29.11.08
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Opções...

por Kruzes Kanhoto, em 27.11.08

Desde a entrada em vigor da nova lei das Finanças Locais, os municípios portugueses têm direito a uma participação até 5% da receita do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares pago pelos munícipes residentes na sua área territorial. O seu valor é fixado anualmente pelos órgãos autárquicos, que podem, inclusivamente, abdicar da totalidade desta receita garantindo assim um significativo benefício fiscal aos contribuintes.

Este imposto, tal como o IMI, IMT e a Derrama, constitui uma importante fonte de financiamento autárquico. No entanto, apesar do seu peso nos orçamentos autárquicos ser menor que qualquer um dos outros impostos mencionados, a sua redução não tem constituído uma prioridade para a esmagadora maioria dos executivos municipais. Nem, estranhamente, para as oposições.

Embora a discussão acerca de impostos como o IMI ou a derrama seja mais ou menos frequente, e amiúde surjam opiniões contestando o elevado valor do primeiro ou a necessidade de não cobrar a segunda sob o pretexto de um pretenso apoio às empresas, nomeadamente a banca, gasolineiras ou as grandes cadeias de distribuição, já quanto à parte do IRS destinado aos municípios não tem surgido vozes a questionar o seu valor. Provavelmente por ignorância. Ou por se escaparem ao seu pagamento.

O impacto da percentagem do IRS destinado aos municípios, bem como qualquer alteração à taxa a aplicar, pode ser constatado pela apreciação do mapa seguinte. Para outros valores de colecta, como diria um tristemente célebre engenheiro – mais um – é fazer a conta.

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publicado às 23:33

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por Kruzes Kanhoto, em 27.11.08
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publicado às 23:33

O Zé, afinal, não faz falta

por Kruzes Kanhoto, em 26.11.08

O Bloco de Esquerda retirou a confiança política no seu único vereador na Câmara de Lisboa. Alega que José Sá Fernandes, o tal Zé que fazia falta, não passa cavaco ao partido e se está perfeitamente nas tintas para aquilo que o Bloco entende deve ser a politica a seguir pela edilidade da capital. Nada de estranho, se atendermos que todos os partidos, alguma vez em algum lugar, já passaram pelo mesmo.

A retórica do vereador em causa, quando instado a pronunciar-se acerca desta situação, é a mesma que todos usam nestas circunstâncias. E noutras, também. Entre os lugares comuns do costume sobressai o inevitável “Lisboa está acima do Bloco...”. Este desprendimento em relação a outras causas e a devoção - sempre presentes no discurso dos políticos - ao interesse das suas terras, no caso dos autarcas, ou ao interesse nacional no caso dos governantes, são comoventes. De ir às lágrimas, até. De riso, claro.

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publicado às 22:37

O Zé, afinal, não faz falta

por Kruzes Kanhoto, em 26.11.08
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publicado às 22:37

"O" 25 de Novembro

por Kruzes Kanhoto, em 25.11.08

O dia vinte cinco de Novembro constitui para mim uma referência incontornável. Foi o meu primeiro dia de trabalho. Faz, precisamente, vinte e oito anos.

O dia de amanhã – vinte seis de Novembro – também. Faz, precisamente, vinte e oito anos que recebi o meu primeiro ordenado. Bons tempos.

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publicado às 20:37

"O" 25 de Novembro

por Kruzes Kanhoto, em 25.11.08
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(N) as tais Festas

por Kruzes Kanhoto, em 24.11.08

O Natal é uma festa bonita. As festas de Natal também. Vai-se aproximando a época em que se sucedem as confraternizações promovidas pelas empresas dedicadas aos seus colaboradores e respectivas famílias. O que, sem dúvida, constitui um acto de boa gestão de recursos humanos na medida em proporciona um salutar convívio entre todos os que colaboram na empresa. (Ou seja laboram em colaboração na empresa, daí a designação de colaboradores. Bem visto! Só mesmo eu é que ainda não tinha percebido.)

Embora estes encontros anuais sejam enternecedores e todos reconheçamos a sua importância, não ficam nada baratos quando chega a hora de fazer a conta. Será, por isso, no mínimo questionável a oportunidade da sua realização em empresas onde os efeitos da crise se fazem sentir de forma mais acentuada e estão mesmo anunciadas dispensas de colaboradores – dito assim nem parece que vão para o desemprego - ou, noutros casos, paragens mais ou menos prolongadas na laboração. E também, claro, na colaboração.

Evidentemente que estas coisas, sendo do domínio privado das empresas, são lá com elas. Mas lá que dá para desconfiar que haja mais de cem mil euros para fazer uma festa e, simultaneamente se reclame ajuda do governo, lá isso dá…

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publicado às 20:10

(N) as tais Festas

por Kruzes Kanhoto, em 24.11.08
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O Magalhães do asfalto está a chegar

por Kruzes Kanhoto, em 23.11.08

José Sócrates continua a saga inovadora e a mostrar dotes invejáveis de vendedor. Primeiro foi o “Magalhães”, o computador português que todos os seus assessores usam para trabalhar, porque não precisam de outro, e que um dia chegará às mãos de todas as criancinhas portuguesas, venezuelanas e de outras nacionalidades que agora não vêm ao caso mas que de certeza serão muitas.

Agora é o automóvel eléctrico. Também “made in” Portugal, pois claro. Que se saiba, este "Magalhães do asfalto”, ainda não tem nome nem consta que vá ser vendido a preços módicos, sequer relativamente módicos ou distribuído gratuitamente pelos mais carenciados. Terá, isso o nosso primeiro já garantiu, um importante incentivo fiscal que, no caso dos compradores, se traduzirá por deduções significativas no IRS ou IRC consoante se trate de particulares ou empresas. Este automóvel será também, assim que começar a ser produzido, o único meio de transporte ao dispor de todos os assessores do primeiro-ministro. Isto, claro, depois um crash-test a cargo do insuspeito Hugo Chavez. Mas isso sou só eu a dizer, que a maior parte das vezes até ando a pé.

Por mim tudo isto me parece bem. Se já achava excelente a ideia do “Magalhães” e de um computador para cada puto, ou putas que elas também necessitam de informatizar a escrita e manter um registo actualizado dos clientes, ainda gosto mais do rodinhas movido a electricidade. Ou a pilhas recarregáveis, tanto faz.

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publicado às 11:29

O Magalhães do asfalto está a chegar

por Kruzes Kanhoto, em 23.11.08
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Estigmatizados?! E daí?

por Kruzes Kanhoto, em 22.11.08

Causa-me perplexidade a anormal frequência com que na água da piscina municipal surgem fezes humanas. Os acidentes, porque é disso que se trata, acontecem, mas convenhamos, os desta natureza sucedem vezes em demasia. Tratando-se, como é o caso, de miúdos bastante pequenos terá de haver da parte de todos – pais, educadores e monitores – a iniciativa de educar e alertar as crianças para a maneira como se devem comportar e para os cuidados a ter quando utilizam aquele espaço público. E, caso nada disso resulte, que se imponha aos utilizadores desta faixa etária a obrigatoriedade do uso de fraldas ou outro equipamento adequado à prevenção destas situações. É preferível ter três ou quatro miúdos “estigmatizados” – para utilizar a expressão usada há meia dúzia de anos pelos defensores de que nada se devia fazer - do que largas dezenas de utentes com problemas de saúde provocados pela incontinência de outros.

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publicado às 08:00

Estigmatizados?! E daí?

por Kruzes Kanhoto, em 22.11.08
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Os insuspeitos do costume

por Kruzes Kanhoto, em 22.11.08

A propósito da entrevista de Dias Loureiro, ex-uma quantidade de coisas e actual ricaço, ocorreu-me que, se eu tivesse dinheiro suficiente para ter preocupações por causa dele e tivesse esse dinheiro depositado num banco que me suscitasse dúvidas quanto ao seu regular funcionamento ou à legalidade das suas operações, obviamente que mudava de banco. Mas isso sou eu, que não conheço ninguém no Banco de Portugal.

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publicado às 00:28

Os insuspeitos do costume

por Kruzes Kanhoto, em 22.11.08
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Justiça previsivel

por Kruzes Kanhoto, em 21.11.08

Desde há algum tempo que correm rumores ou, se preferirem, existem suspeitas que um tal José Oliveira e Costa terá feito umas quantas traquinices enquanto Presidente do BPN. De tal forma, que a policia foi buscar o homem ao recato do seu lar e transportou-o até ao Tribunal de Instrução Criminal para ser ouvido pelos gajos que percebem de leis e que têm a incumbência de, em nome do povo, as aplicar.

Normalmente erro todas as previsões. Seja sobre o que for. Excepto quando o assunto a prever envolve a justiça. Mas acontece a praticamente o mesmo a quase todos os portugueses, pelo que o facto além de não ser grave não constitui nenhum feito digno de grande nota. É por isso que, começando já a especular, poucos acreditarão que o senhor possa vir a ser considerado culpado de alguma coisa. O mais provável é ainda exigir uma choruda indemnização ao Estado pelo transtorno causado. E ganhar. Porque, por estranho que pareça, nestas coisas o Estado perde sempre…

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publicado às 06:54

Justiça previsivel

por Kruzes Kanhoto, em 21.11.08
Justiça previsivel
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Generosidades

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.08

Entre outras – poucas – actividades o Banco de Portugal tem como missão fazer relatórios sobre coisas. E emitir opiniões, também. A maior parte das quais dotadas de uma lógica que foge à compreensão de qualquer mortal que, por norma, as acha completamente parvas.

Apesar de não ter dado conta das tramóias que ocorreram no BCP, nem do desaparecimento de algumas centenas de milhões de euros do BPN, a instituição liderada por Victor Constâncio, no último relatório que chegou ao conhecimento público, conseguiu vislumbrar uma magnânima generosidade na atribuição do subsídio de desemprego àqueles que ficaram sem o seu posto de trabalho. E isso constitui, garantem os magos da análise, uma das causas da crise e do elevado número de desempregados.

Provavelmente ninguém, nem mesmo os beneficiários desta prestação social, notaria a sua generosidade. Que seria de nós sem esta gente para nos elucidar sobre estas pequenas coisas?! Decididamente o governador do Banco de Portugal merece cada um dos muitíssimos euros que o país generosamente lhe paga.

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publicado às 10:01

Generosidades

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.08
Generosidades
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Prémio Dardos

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.08

Mais um "Prémio Dardos" atribuído a este blogue. Desta vez pelo Farmácia Central, um dos melhores blogues do panorama bloguistico nacional. Penso eu de que.

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publicado às 08:01

Prémio Dardos

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.08
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O seu a seu dono

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.08

São muitas as fotografias de dejectos de cão que tenho publicado ao longo destes três anos e meio de blogues. Tantas que dariam para fazer uma exposição sobre o tema. Esta é, quase de certeza, uma das melhores. Foi obtida ontem, numa rua do Bairro da Salsinha, relativamente perto da casa onde moram os donos do canito autor deste monumental monte de merda. Trata-se de um casal de velhotes, já reformados, com tempo mais do que suficiente para passear o bicho pelos terrenos circundantes ao bairro onde estas coisas não incomodam ninguém. Se não o fazem será porque, possivelmente, entretêm o seu tempo noutras coisas certamente muito mais importantes. Ou que lhes dão mais prazer.

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publicado às 00:05

O seu a seu dono

por Kruzes Kanhoto, em 20.11.08
O seu a seu dono
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publicado às 00:05

Que diferenças existem entre o discurso de Manuela Ferreira Leite e a prática governativa de José Sócrates? Nenhumas, diria eu. Sem ponta de ironia. Talvez a líder do PSD tenha o coração mais perto da boca, coisa de família a julgar pelo que se ouve todas as segundas à noite num canal televisivo, e diga em voz alta aquilo que o primeiro-ministro não permite que os seus lábios pronunciem.

Recorde-se, a propósito, o que o insuspeito socialista António Barreto escreveu no jornal “Público”, no inicio deste ano, acerca do seu camarada que ocupa o lugar de presidente do conselho de ministros.

"Não sei se Sócrates é fascista. Não me parece, mas, sinceramente, não sei. De qualquer modo, o importante não está aí. O que ele não suporta é a independência dos outros, das pessoas, das organizações, das empresas ou das instituições. Não tolera ser contrariado, nem admite que se pense de modo diferente daquele que organizou com as suas poderosas agências de intoxicação a que chama de comunicação. No seu ideal de vida, todos seriam submetidos ao Regime Disciplinar da Função Pública, revisto e reforçado pelo seu Governo. O primeiro-ministro José Sócrates é a mais séria ameaça contra a liberdade, contra a autonomia das iniciativas privadas e contra a independência pessoal que Portugal conheceu nas últimas três décadas.Temos de reconhecer: tão inquietante quanto esta tendência insaciável para o despotismo e a concentração de poder é a falta de reacção dos cidadãos. A passividade de tanta gente. Será anestesia? Resignação? Acordo? Só se for medo..."

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publicado às 13:08

O que os une é mais forte (muito mais) do que aquilo que os separa.
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publicado às 13:08

Reciprocidades. Ou não.

por Kruzes Kanhoto, em 19.11.08

A lista de sítios e blogues apresentada na coluna da direita diminuiu drasticamente nos últimos dias. Trata-se de aplicar o princípio da reciprocidade e de apenas divulgar os espaços que têm igual procedimento para com este blogue. Como é óbvio cada webmaster faz dos seus sites o que muito bem entende e divulga aquilo que melhor lhe parece ou adequa aos conteúdos que publica. Nesta conformidade entendi não continuar a publicitar quem não retribui com igual procedimento. As minhas desculpas, por isso, aos leitores que acediam a vários blogues, nomeadamente alentejanos, a partir daquela listagem.

Pronto, era só um leitor. Mas ainda assim desculpa lá o mau jeito.

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publicado às 00:09

Reciprocidades. Ou não.

por Kruzes Kanhoto, em 19.11.08
Reciprocidades. Ou não.
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publicado às 00:09

Esquemas manhosos para ganhar dinheiro

por Kruzes Kanhoto, em 18.11.08

Já toda a gente terá ouvido falar de esquemas mais ou menos fantásticos que prometem lucros fabulosos e rendimentos quase tão astronómicos que qualquer gestor, privado ou público, e até mesmo o governador do Banco de Portugal, ficariam envergonhados perante tanta fartura. O melhor da coisa é que tamanha fortuna se consegue, ao que garantem os promotores destes aliciantes programas de enriquecimento colectivo, de uma maneira fácil, rápida e principalmente sem ser necessário desenvolver um esforço significativo. O que serve para dar crédito ao que anunciam, porque as grandes fortunas que por aí existirão, também, ao que consta, terão aparecido sem trabalho que tivesse provocado algum tipo de cansaço.

Para além daquelas mensagens estúpidas, que nos enviam aqueles “powerpoints” parvos e umas quantas ladainhas idiotas, é de mensagens alusivas aos mais piramidais esquemas para ficar milionário que as minhas caixas de correio electrónicas têm estado repletas nos tempos mais recentes. Desde o jogo da bolha, ou algo vagamente parecido, até uma proposta, quase irrecusável diga-se, para depositar um (!) euro numas quantas contas e esperar que outros desgraçados façam o mesmo na minha, tenho recebido de quase tudo. Por isso que ninguém se admire se cá o “Je”, um destes dias, surgir à esquina montado num topo de gama, começar a visitar a ilha do tio Fidel ou, quem sabe, passar a vestir uma fatiota toda janota.

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publicado às 22:06

Esquemas manhosos para ganhar dinheiro

por Kruzes Kanhoto, em 18.11.08
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O Relvado (ao longe)

por Kruzes Kanhoto, em 17.11.08

A colocação do relvado sintético no estádio municipal parece estar quase pronta, constituindo um importante investimento que em muito irá valorizar aquela infra-estrutura e contribuirá para colocar à disposição de todos os praticantes um espaço de qualidade para a prática desportiva.

Agora, para a coisa ficar mesmo jeitosa, só falta acabar com aquele vazio imenso que não serve para nada a não ser manter os espectadores a vinte metros da linha lateral mais próxima. Esta distância torna a tarefa de acertar com qualquer coisa no árbitro assistente uma missão quase impossível e, caso o mesmo não disponha de um apurado sentido auditivo, faz com que chamar os impropérios da ordem ao cavalheiro da bandeirinha se revele algo praticamente inútil.

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publicado às 21:56

O Relvado (ao longe)

por Kruzes Kanhoto, em 17.11.08
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Melhorem a pontaria, porra!

por Kruzes Kanhoto, em 16.11.08

Talvez aproveitando a onda de protesto dos professores, também os alunos têm nos últimos dias manifestado a sua indignação contra as politicas educativas, nomeadamente o regime de faltas implementado no presente ano lectivo pelo Ministério da Educação. Independentemente da notória e mais que evidente idiotice que constitui o dito regime, a forma de luta adoptada por alguns estudantes parece-me tão desadequada como a pontaria evidenciada na tarefa de acertar nos alvos da sua ira. Até porque é sobejamente sabido que, por causa da estatística, no final do ano são raríssimos os que conseguem a fantástica proeza de chumbar,

O arremesso de ovos, tomates ou outros bens comestíveis que começa a generalizar-se, sempre que por perto está um responsável do Ministério da Educação, devia ser severamente punido. É uma falta de respeito. Principalmente por aqueles que nem para comer uma omeleta e uma saladinha têm dinheiro. É que sempre me ensinaram que com a comida não se brinca. Nem luta.

Ao menos melhorem a pontaria e para a próxima vejam lá se acertam.

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publicado às 22:01

Melhorem a pontaria, porra!

por Kruzes Kanhoto, em 16.11.08
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publicado às 22:01

Bota abaixo!

por Kruzes Kanhoto, em 15.11.08

Muitos municípios estão a optar por agravar a taxa de IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis – para os prédios devolutos e/ou degradados dos centros urbanos. O que em teoria parece uma medida sensata, pois supostamente visará penalizar os proprietários que não colocam os prédios no mercado de arrendamento nem promovem a sua recuperação, pode não passar apenas de um descarado aumento da carga fiscal sobre o património. Provavelmente a melhor solução para muitos desses edifícios – os degradados, evidentemente - seria a sua demolição e a requalificação do espaço por eles ocupado.

Estremoz não é uma cidade, pelo menos por comparação com outras, onde esta questão seja demasiado preocupante. Embora existam situações pontuais, merecedores de alguma atenção, nomeadamente a Rua Magalhães de Lima. A demolição dos prédios em ruína junto ao largo do Espírito Santo e o aproveitamento do terreno entretanto liberto poderia constituir uma mais-valia para a zona, aproveitando o espaço para outro tipo de infra-estrutura. Até porque, face à acentuada diminuição de população, a construção de novas habitações não se afigura como prioritária.

Outro exemplo apontado com frequência é o da antiga casa da Câmara junto ao Arco de Santarém. Embora muitos idealizem a reconstrução do edifício, para ali instalar qualquer coisa relacionada com actividades culturais manhosas, daquelas que nos dias bons atraem o interesse de quatro gatos-pingados, a melhor solução passaria, também, pela sua demolição. Poupar-se-iam ao erário público alguns milhões de euros em estudos, pareceres, projectos, construção, manutenção e custos de funcionamento enquanto a cidade ganharia um amplo espaço, no centro histórico, onde podia, por exemplo, ser construído um jardim. Ou na falta de ideias melhores, um parque de estacionamento.

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publicado às 19:12

Bota abaixo!

por Kruzes Kanhoto, em 15.11.08
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publicado às 19:12

Não regulam bem...

por Kruzes Kanhoto, em 14.11.08

Nos últimos tempos a actividade de regulador tem estado em foco, quase sempre, pelas piores razões. Embora muitos, agora, a entendam como essencial e exijam cada vez mais regulação para tudo e mais alguma coisa, não creio que esse seja o caminho. Quando as coisas dão para o torto, ou correm mal o que é quase o mesmo, é aos tribunais que compete fazer com que os prevaricadores paguem pelos seus actos, enquanto quem cumpre vai continuando a fazer a sua vidinha sem necessidade que venham uns quantos figurões, de uma alta autoridade qualquer, armar-se em reguladores.

Aplicado a tudo o que envolva comunicação, seja qual for o meio, o conceito de regulação será sempre confundido com censura ou, no mínimo, como algo condicionador da liberdade de opinião. Incluo aqui os blogues. As regras são impostas pelas empresas que disponibilizam as plataformas de alojamento, com as quais se concorda ou não e não concordando procura-se outro serviço, e os conteúdos aqueles que os seus autores entenderem como mais apropriados ao fins que procuram atingir com a sua criação. Matérias como inclusão de propaganda política, publicidade ou qualquer outro tipo de mensagens terão de, forçosamente, ficar ao critério de cada autor desde que respeite os termos de utilização do serviço de alojamento.

Tentar regular a blogosfera é contra a essência do que são os blogues e dar o primeiro passo para o seu fim. E, se calhar, para o fim de outras coisas que hoje damos por garantidas.

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publicado às 08:04

Não regulam bem...

por Kruzes Kanhoto, em 14.11.08
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publicado às 08:04

O post pode esperar

por Kruzes Kanhoto, em 13.11.08

Aborrecido, chato, desagradável ou ligeiramente irritante é como qualifico o desaparecimento do texto que tinha preparado para hoje. Ou melhor para amanhã dado que estou a escrever hoje, ou seja o meu hoje não é o mesmo hoje – e ainda menos o mesmo amanhã - de quem tem o azar de me estar a ler.

Pior ainda. Com o dito texto sumiram-se mais uns quantos escritos que, num raro momento de inspiração, tinha preparado e que pensava publicar ao longo dos próximos dias. Talvez, se a memória ajudar e me conseguir lembrar das alarvidades que escrevi, possa recuperar alguma coisa. Caso contrário não se perde nada de muito especial. A manifestação de regozijo pela quase absolvição de Fátima Felgueiras, essa padroeira da capital do calçado a quem alguns queriam dar com os pés, pode esperar.

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publicado às 08:15

O post pode esperar

por Kruzes Kanhoto, em 13.11.08
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publicado às 08:15

Dona Milú, as quase beijocas e os ovos.

por Kruzes Kanhoto, em 12.11.08

Não tenho qualquer espécie de admiração pela Ministra da Educação, nem devo ser o único a achar que a senhora, com ares de uma respeitável e preocupada dona de casa, que doravante será mencionada neste texto como Dona Milú, nada deve ao bom aspecto, à simpatia e, sobretudo, ao tacto político.

Esta quase antipatia não tem, no entanto, a ver com as questiúnculas em que a senhora tem estado envolvida nos últimos tempos. Que é como quem diz desde que chegou ao governo. Data do inicio deste ano, quando numa cerimónia realizada em Évora me preparava para a cumprimentar, arrefindado-lhe duas beijocas – com todo o respeito que a senhora e o cargo que exerce me merecem – e a Dona Milú me estendeu secamente a ministerial mão. Não é, obviamente, pela beleza, mas porra nunca beijei uma ministra e quando tenho oportunidade de cumprimentar uma ela estende-me a mão! Não lhe perdoo.

Ainda assim não gostei da recepção, direi mesmo que foi deplorável, que uns quantos alunos fizeram ontem quando a senhora ministra se preparava para distribuir mais uns quantos diplomas. Atirar ovos acima de alguém é de um mau gosto atroz e de uma falta de educação quase ao nível do ministério da dita. Em consequência disso a Dona Milú deu às de vila Diogo e ninguém mais lhe pôs a vista em cima. Nem mesmo aqueles que só lhe queriam dar uma beijoca. Tá mal, pá!

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publicado às 08:09

Dona Milú, as quase beijocas e os ovos.

por Kruzes Kanhoto, em 12.11.08
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publicado às 08:09

Ostentações de merda

por Kruzes Kanhoto, em 11.11.08
Bairro da Salsinha à porta de quem não tem cão
Bairro da Salsinha junto ao infantário "Os Fofinhos"
Monte da Razão junto ao lar da Cerciestremoz

No último número de um dos jornais cá da terra, no caso o “Ecos”, são entrevistados vários cidadãos que têm em comum o facto de serem donos de cães. Instados a pronunciarem-se sobre o que fazem aos dejectos dos respectivos animais de estimação quando os levam a passear, todos garantem que os recolhem com um saco plástico e os depositam no lixo. Obviamente que, quanto aos cidadãos em causa, não tenho a mais pequena razão para duvidar que assim procedam. Diria mesmo que deles nem esperaria outra coisa.

Pena que o seu exemplo não seja seguido por outros habitantes, nomeadamente pelos moradores dos bairros da Salsinha, Quinta das Oliveiras ou Monte da Razão. Mesmo não querendo generalizar - as generalizações são sempre perigosas - muitos dos que por aqui moram não têm igual cuidado com os seus animais. A prática corrente é soltá-los ou conduzi-los pela trela, para que estes façam as necessidades fisiológicas longe das suas casas ou quintais, preferencialmente à porta ou até mesmo no quintal dos outros, sem qualquer preocupação pela limpeza das ruas nem com a saúde de quem por ali circula.

Muitos dos que tem estas atitudes são pessoas com instrução acima da média, algumas com responsabilidade nas áreas da formação e da educação de crianças, pelo que este tipo de comportamento lhes fica ainda pior. Gostava de acreditar no contrário mas, infelizmente, não creio que os exemplos oportunamente divulgados venham a ter eco junto de gente que ostenta tudo menos consciência cívica.

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Ostentações de merda

por Kruzes Kanhoto, em 11.11.08
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O Ranking

por Kruzes Kanhoto, em 10.11.08

O ranking das escolas, recentemente divulgado pela comunicação social, tem provocado as mais espantosas reacções. Desde o governo até aos responsáveis pelas escolas que ficaram classificadas nos últimos lugares, passando por teóricos alegadamente especialistas nas mais variadas coisas, todos, ou quase todos, têm opinado contra a comparação que, inevitavelmente, é feita entre os resultados obtidos pelos alunos que frequentam a escola pública e os que estudam em instituições privadas. Também a comparação entre os resultados obtidos em escolas do litoral desenvolvido e as do interior deprimido, merece a reprovação dessa malta que se dedica a teorizar acerca do aproveitamento escolar da nossa rapaziada.

Por mim estou-me perfeitamente nas tintas para todos esses analistas. Resultados são resultados, ainda mais quando, como foi o caso, obtidos na realização de provas de igual dificuldade (?!) para todos. Portanto, como em tudo na vida terá de haver uns melhores e outros piores. Normalmente os melhores são-no porque têm mais capacidades intelectuais ou, na maior parte das vezes, porque trabalharam mais ou melhor. Ou ambas as coisas. Tentar branquear os maus resultados de alguns com desculpas de mau pagador é, antes mais, menosprezar o fruto do trabalho desenvolvido por quem quis trabalhar e se empenhou em obter boas notas. São risíveis alguns argumentos que tentam justificar os piores resultados de escolas do interior, nomeadamente no Alentejo, por, dizem eles, não terem os alunos do interior acesso ao mesmo nível de informação que têm os seus colegas do litoral. Como se, nos dias de hoje, isso fosse possível.

As causas são bem mais simples e só não estão à vista de quem as não quer ver. Reportagens publicadas em alguns órgãos de comunicação social, que nas escolas classificadas no final do ranking procuraram justificações para o insucesso ouvindo alguns dos alunos que as frequentam, não podiam ser mais esclarecedoras. “Nós estudamos pouco, é verdade, mas não merecíamos este resultado”, “O problema é dos alunos que não têm, nem estão interessados em ter um método de estudo” foram, talvez, as respostas mais elaboradas. A maior parte terá respondido que “estudar é bué da chato”, “a escola não é nada cool” e outras coisas difíceis de decifrar.

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O Ranking

por Kruzes Kanhoto, em 10.11.08
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Quanto custa avaliar?

por Kruzes Kanhoto, em 09.11.08

Não simpatizo por aí além com as lutas dos professores. Estranho mesmo que nos últimos vinte anos se tenham sucedido manifestações e greves contra todas as politicas educativas. Entre outras coisas, parece que a classe docente está permanentemente contra tudo e contra todos. O que não deixa de ser surpreendente porque, ao longo destes anos, tem sido maioritariamente gente saída da área da docência quem tem dirigido o sector em Portugal.

No entanto, relativamente ao processo de avaliação alvo de contestação, considero que toda a razão está do seu lado. Não sei se fará algum sentido a existência de “avaliação” e de “objectivos” na administração pública – professores incluídos – parece evidente que o modelo implementado não passa de mais um aborto legislativo que visa, unicamente, evitar que professores e demais funcionários públicos progridam nas suas carreiras.

É legitimo perguntar o que já ganharam os portugueses, em prol de quem trabalham todos os que são pagos pelo Estado, com a implementação do conceito de avaliação da função pública. A resposta a esta e a outras questões, provavelmente, apenas será conhecida quando todos os organismos oficiais dispuserem de um sistema contabilístico que permita apurar, de forma fiável, os custos de todos os seus serviços. Aí ficaremos a saber quanto custam aos cofres do Estado, portanto a todos nós, ter dez ou vinte professores no caso das escolas, ou outros tantos técnicos superiores quanto se trata de outros organismos - o que quer dizer gente relativamente bem remunerada - reunida numa sala durante cinco ou seis horas por dia, várias vezes por mês, em lugar de estar a fazer o trabalho para o qual foi contratada.

Desconheço que modelo de avaliação existe numa empresa privada, mas não tenho dúvidas que terá de ser incomparavelmente mais barato. E mais eficaz, também.

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Quanto custa avaliar?

por Kruzes Kanhoto, em 09.11.08
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