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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

A alegada vitima

por Kruzes Kanhoto, em 30.09.08

A programação televisiva matinal é particularmente deprimente. Toda a espécie de dramas, traições, tragédias e outras coisas que não interessam a ninguém são, durante esse período, analisadas e debatidas até ao mais ínfimo e sórdido dos pormenores. O caso de hoje dava especial enfoque a um desgraçado de ar suspeito – não sei ao certo de quê, mas lá tinha um aspecto suspeito de qualquer coisa, isso tinha – que se queixava de ter sido espancado, por engano, pela GNR.

Apesar de não ter dado muita atenção ao alegado problema do senhor, não posso deixar de considerar que se trata de uma questão assaz inquietante. É que a frase que dava titulo ao momento televisivo, “espancado por engano pela GNR”, não parece fazer sentido. Não consta que aquela – nem outra – força policial possa espancar alguém. Seja por engano ou não. Nem acredito que o faça. Ainda que indivíduos de ar alegadamente suspeito, como aquele, estejam mesmo a pedi-las.

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A alegada vitima

por Kruzes Kanhoto, em 30.09.08
A alegada vitima
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Diminuições e outras reduções

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.08

O mercado dos trapos já conheceu melhores dias. Vários factores, da mais variada índole, contribuirão para um cada vez maior afastamento dos consumidores deste género de comércio. O que, diga-se, não trará grande prejuízo à economia do concelho visto que a maior parte dos comerciantes que ali se deslocam são provenientes de outras localidades e, mesmo de entre os que residem aqui e efectuam no mercado algum tipo de negócio, certamente poucos serão os que pagam impostos.

Não sei se o mesmo fenómeno ocorrerá ou não noutras regiões do país. Agora o que se me afigura como verdadeiro é que, por cá, os mercados diminuem de importância na mesma proporção em que se reduzem as dimensões de algumas peças do vestuário intimo feminino.

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Diminuições e outras reduções

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.08
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A cor do voto

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.08

Ao contrário de muita gente, que anda entusiasmada com a perspectiva da maior potência mundial vir a ter um Presidente negro, as eleições americanas não me despertam um interesse por aí além. Assim como assim preferia a Cliton mas, não estando ela na corrida e caso tivesse direito de voto, era capaz de votar em branco.

Destas eleições aguardo apenas, com alguma expectativa, pelos índices de popularidade que Barak Obama terá daqui por um ano entre os europeus, caso seja eleito Presidente…

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A cor do voto

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.08
A cor do voto
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Separação de facto

por Kruzes Kanhoto, em 28.09.08

Joseph Ratzinger, um alemão celibatário que vive em Roma, gosta de dar conselhos sobre a forma de evitar o divórcio. Processo que, como é sabido, a Igreja abomina e rejeita liminarmente em qualquer circunstância. Embora não lhe seja conhecida qualquer experiência na matéria, o homem não se coíbe de sugerir soluções que levem os conjugues a prolongar a relação matrimonial até que a morte os separe. Embora isso me pareça, em muitos casos, um convite ao assassinato. Coisa que certamente não o incomodará, porque assim pelo menos um dos membros do casal irá para o céu enquanto que, caso consumassem a intenção de se divorciar, iriam os dois para o inferno.

Por cá, Cavaco Silva também não gosta de divórcios. A relação do Presidente com o governo, depois de anos de assolapada paixão, está a atravessar um mau momento precisamente por causa deste tema e das ideias contrárias que cada um tem relativamente a ele. Caso não sigam os ensinamentos do tal alemão, provavelmente a coisa ainda vai acabar em separação. De facto.

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Separação de facto

por Kruzes Kanhoto, em 28.09.08
Separação de facto
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Autarquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 27.09.08

“Fala mazé dos candidatos, que isso é que interessa ao pessoal”. Dizem-me insistentemente alguns frequentadores deste humilde lugarejo blogosférico, referindo-se às eleições autárquicas que ainda estão muito para lá do horizonte e aos putativos candidatos que se suspeita venham a apresentar-se ao eleitorado.

Embora não seja apreciador de posts a pedido, abro uma excepção para este tema até porque, como já ameacei em tempos, cá pelo Kruzes vamos prestar especial atenção a este acto eleitoral. Mas ninguém espere que aqui se escreva alguma coisa acerca de candidatos sérios, honestos e competentes. Nem mesmo sobre os que reúnam apenas uma das qualidades citadas. Nada disso. Aqui só têm lugar aqueles que por força do seu comportamento, ou das suas ideias “fora do anormal”, nos proporcionem momentos de risota. Ou mesmo de paródia. Nunca menos que um sorriso, ainda que amarelo.

Como amplamente demonstram os resultados eleitorais é deste tipo de candidatos que o povo gosta. E eu também. Assim sendo, tinha forçosamente de começar por Valentim Loureiro, Isaltino de Morais, Fátima Felgueiras e Avelino Ferreira Torres que tudo o indica, serão novamente protagonistas na próxima disputa autárquica a realizar lá para Outubro do próximo ano. E como quem disputa não mede bem as palavras, a coisa promete ser interessante. Principalmente se envolver protagonistas deste quilate.

Ainda relativamente aos nomes acima mencionados, fontes geralmente muito mal informadas garantem que pelo menos dois deles encabeçarão listas do Partido Socialista. Nada que surpreenda. Nem José Sócrates desdenharia ter a seu lado gente que evidencia capacidades inatas para distribuir "Magalhães", anunciar investimentos no estrangeiro e pôr funcionários públicos a trabalhar mais horas. Para além de alguém que exibe tão elegantemente umas mamocas capazes de cativar uma parte significativa do eleitorado.

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Autarquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 27.09.08
Autarquicas 2009
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Apoiar caloteiros? Não, obrigado!

por Kruzes Kanhoto, em 26.09.08

Não comungo da ideia, que se tenta fazer passar para a opinião pública, segundo a qual as taxas de juros praticadas pelos bancos na concessão de créditos estão extraordinariamente elevadas. Nomeadamente no que diz respeito ao crédito à habitação.

Para além de lidarem mal com os números e revelarem uma notória dificuldade em fazer contas, os portugueses denotam uma falta de memória confrangedora. As taxas de juro nos anos oitenta, mesmo para compra de casa e já deduzidas de todas as bonificações que então o Estado concedia, escreviam-se com dois dígitos. O que, para quem tenha fracas noções de aritmética, significa que eram sensivelmente o dobro daquilo que são hoje.

Possivelmente, muitos daqueles que têm dificuldades para cumprir com o pagamento das prestações adquiriram casas de dimensões e preços desajustados do seu rendimento. Não contentes com isso terão recorrido ao crédito para comprar uns quantos bens, de que provavelmente nem necessitariam, ou apenas para satisfazer caprichos e futilidades.

Nestas circunstâncias, desagrada-me que alguns exijam do governo medidas de apoio a estas pessoas. Parece-me pouco sensato, e é seguramente injusto, ser agora o Estado, ou seja todos nós que não temos culpa nenhuma, a suportar os desvarios, vaidades e manias de uns quantos caloteiros que andaram durante anos – e alguns ainda continuam – a armar ao pingarelho.

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Apoiar caloteiros? Não, obrigado!

por Kruzes Kanhoto, em 26.09.08
Apoiar caloteiros? Não, obrigado!
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C'um ...alho!

por Kruzes Kanhoto, em 25.09.08
C'um ...alho!
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Insegurança

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.08

Há determinados grupos de pessoas a quem a generalidade das leis da República não se lhes aplica ou, na melhor das hipóteses, beneficiam da indulgência das autoridades na sua aplicação.

Quando nenhuma dessas circunstâncias se verifica, e alguém pretende que um desses indivíduos seja responsabilizado pelo incumprimento de uma qualquer norma legal é ofendido e muitas vezes agredido pelos incumpridores e pela legião de familiares ou amigos que prontamente acorrem em sua defesa. Foi o que aconteceu a um polícia que, em Vila Real de Santo António, pretendia autuar uma família, pertencente a um desses grupos, que se fazia transportar no seu carrinho sem que nenhum dos ocupantes fizesse uso do cinto de segurança.

Que me desculpem os agentes da autoridade que porventura leiam este post, mas foi bem feito. Ainda devia até ter levado mais. Não usando o dispositivo de retenção essas criaturas tem uma probabilidade bastante maior de baterem a bota num acidente de viação mas, graças à desastrada intervenção dos agentes, a partir de agora poderão ser tentadas a usar cinto de segurança.

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Insegurança

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.08
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Faz o que eu digo...

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.08

É do conhecimento público, são os próprios responsáveis que o afirmam, que a Câmara Municipal de Lisboa está financeiramente asfixiada. Por outras palavras, está afogada em dívidas ou, se preferirmos, gastou muito mais do que podia gastar e agora é uma grandessíssima chatice arranjar uns trocados para ir calando os credores.

Não obstante esse facto vai a dita edilidade estudar uma proposta apresentada pelos vereadores eleitos pela lista “Lisboa com Carmona” no sentido da autarquia criar uma estratégia própria para apoiar as famílias endividadas da capital. A ideia, parece, é prestar toda a informação necessária sobre o recurso ao crédito e evitar assim o sobre-endividamento. Não se sabe ainda se a proposta vai ou não ser aprovada, mas, a sê-lo, quase aposto que a ideia se irá propagar a muito mais autarquias, sempre prontas a aderir a iniciativas que permitam encaixar mais uma quanta rapaziada da cor. Seja ela qual for.

Mas, bem vistas as coisas, até faz sentido que a Câmara de Lisboa assuma este papel pedagógico junto dos seus munícipes. Tem uma vasta experiência em questões de endividamento e, por isso, poderá mostrar com o seu exemplo aquilo que qualquer cidadão não deve fazer.

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Faz o que eu digo...

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.08
Faz o que eu digo...
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Magalhães e Túpac Amaru

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.08

Hoje foram distribuídos os primeiros “Magalhães”. Ainda é cedo para conhecer as reacções das criancinhas ao novo brinquedo tecnológico, mas quanto ao filho de Túpac Amaru já se sabe que ficou entusiasmado. Num programa de televisão onde é o protagonista o homem atirou o pequeno aparelho ao chão e, perante o facto de o mesmo não se ter estragado nem sequer desligado, garantiu estar em presença do melhor computador que alguma vez foi fabricado. “Aguenta um bombardeamento”, terá assegurado a quem o ouvia.

Hugo Chavez, é dele que se trata, ficou de tal forma entusiasmado que irá comprar um milhão de “Magalhães” para também ele distribui pelas escolas da Venezuela. Já quanto ao nome atribuído ao computador é que parece que o filho de Túpac Amaru não acha grande piada…

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Magalhães e Túpac Amaru

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.08
Magalhães e Túpac Amaru
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O relógio do chinês

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.08
O relógio do chinês
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