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A alegada vitima

por Kruzes Kanhoto, em 30.09.08

A programação televisiva matinal é particularmente deprimente. Toda a espécie de dramas, traições, tragédias e outras coisas que não interessam a ninguém são, durante esse período, analisadas e debatidas até ao mais ínfimo e sórdido dos pormenores. O caso de hoje dava especial enfoque a um desgraçado de ar suspeito – não sei ao certo de quê, mas lá tinha um aspecto suspeito de qualquer coisa, isso tinha – que se queixava de ter sido espancado, por engano, pela GNR.

Apesar de não ter dado muita atenção ao alegado problema do senhor, não posso deixar de considerar que se trata de uma questão assaz inquietante. É que a frase que dava titulo ao momento televisivo, “espancado por engano pela GNR”, não parece fazer sentido. Não consta que aquela – nem outra – força policial possa espancar alguém. Seja por engano ou não. Nem acredito que o faça. Ainda que indivíduos de ar alegadamente suspeito, como aquele, estejam mesmo a pedi-las.

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publicado às 19:21

A alegada vitima

por Kruzes Kanhoto, em 30.09.08
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Diminuições e outras reduções

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.08

O mercado dos trapos já conheceu melhores dias. Vários factores, da mais variada índole, contribuirão para um cada vez maior afastamento dos consumidores deste género de comércio. O que, diga-se, não trará grande prejuízo à economia do concelho visto que a maior parte dos comerciantes que ali se deslocam são provenientes de outras localidades e, mesmo de entre os que residem aqui e efectuam no mercado algum tipo de negócio, certamente poucos serão os que pagam impostos.

Não sei se o mesmo fenómeno ocorrerá ou não noutras regiões do país. Agora o que se me afigura como verdadeiro é que, por cá, os mercados diminuem de importância na mesma proporção em que se reduzem as dimensões de algumas peças do vestuário intimo feminino.

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publicado às 19:13

Diminuições e outras reduções

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.08
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A cor do voto

por Kruzes Kanhoto, em 29.09.08

Ao contrário de muita gente, que anda entusiasmada com a perspectiva da maior potência mundial vir a ter um Presidente negro, as eleições americanas não me despertam um interesse por aí além. Assim como assim preferia a Cliton mas, não estando ela na corrida e caso tivesse direito de voto, era capaz de votar em branco.

Destas eleições aguardo apenas, com alguma expectativa, pelos índices de popularidade que Barak Obama terá daqui por um ano entre os europeus, caso seja eleito Presidente…

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publicado às 00:09

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por Kruzes Kanhoto, em 29.09.08
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Separação de facto

por Kruzes Kanhoto, em 28.09.08

Joseph Ratzinger, um alemão celibatário que vive em Roma, gosta de dar conselhos sobre a forma de evitar o divórcio. Processo que, como é sabido, a Igreja abomina e rejeita liminarmente em qualquer circunstância. Embora não lhe seja conhecida qualquer experiência na matéria, o homem não se coíbe de sugerir soluções que levem os conjugues a prolongar a relação matrimonial até que a morte os separe. Embora isso me pareça, em muitos casos, um convite ao assassinato. Coisa que certamente não o incomodará, porque assim pelo menos um dos membros do casal irá para o céu enquanto que, caso consumassem a intenção de se divorciar, iriam os dois para o inferno.

Por cá, Cavaco Silva também não gosta de divórcios. A relação do Presidente com o governo, depois de anos de assolapada paixão, está a atravessar um mau momento precisamente por causa deste tema e das ideias contrárias que cada um tem relativamente a ele. Caso não sigam os ensinamentos do tal alemão, provavelmente a coisa ainda vai acabar em separação. De facto.

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publicado às 20:02

Separação de facto

por Kruzes Kanhoto, em 28.09.08
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Autarquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 27.09.08

“Fala mazé dos candidatos, que isso é que interessa ao pessoal”. Dizem-me insistentemente alguns frequentadores deste humilde lugarejo blogosférico, referindo-se às eleições autárquicas que ainda estão muito para lá do horizonte e aos putativos candidatos que se suspeita venham a apresentar-se ao eleitorado.

Embora não seja apreciador de posts a pedido, abro uma excepção para este tema até porque, como já ameacei em tempos, cá pelo Kruzes vamos prestar especial atenção a este acto eleitoral. Mas ninguém espere que aqui se escreva alguma coisa acerca de candidatos sérios, honestos e competentes. Nem mesmo sobre os que reúnam apenas uma das qualidades citadas. Nada disso. Aqui só têm lugar aqueles que por força do seu comportamento, ou das suas ideias “fora do anormal”, nos proporcionem momentos de risota. Ou mesmo de paródia. Nunca menos que um sorriso, ainda que amarelo.

Como amplamente demonstram os resultados eleitorais é deste tipo de candidatos que o povo gosta. E eu também. Assim sendo, tinha forçosamente de começar por Valentim Loureiro, Isaltino de Morais, Fátima Felgueiras e Avelino Ferreira Torres que tudo o indica, serão novamente protagonistas na próxima disputa autárquica a realizar lá para Outubro do próximo ano. E como quem disputa não mede bem as palavras, a coisa promete ser interessante. Principalmente se envolver protagonistas deste quilate.

Ainda relativamente aos nomes acima mencionados, fontes geralmente muito mal informadas garantem que pelo menos dois deles encabeçarão listas do Partido Socialista. Nada que surpreenda. Nem José Sócrates desdenharia ter a seu lado gente que evidencia capacidades inatas para distribuir "Magalhães", anunciar investimentos no estrangeiro e pôr funcionários públicos a trabalhar mais horas. Para além de alguém que exibe tão elegantemente umas mamocas capazes de cativar uma parte significativa do eleitorado.

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publicado às 18:30

Autarquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 27.09.08
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publicado às 18:30

Apoiar caloteiros? Não, obrigado!

por Kruzes Kanhoto, em 26.09.08

Não comungo da ideia, que se tenta fazer passar para a opinião pública, segundo a qual as taxas de juros praticadas pelos bancos na concessão de créditos estão extraordinariamente elevadas. Nomeadamente no que diz respeito ao crédito à habitação.

Para além de lidarem mal com os números e revelarem uma notória dificuldade em fazer contas, os portugueses denotam uma falta de memória confrangedora. As taxas de juro nos anos oitenta, mesmo para compra de casa e já deduzidas de todas as bonificações que então o Estado concedia, escreviam-se com dois dígitos. O que, para quem tenha fracas noções de aritmética, significa que eram sensivelmente o dobro daquilo que são hoje.

Possivelmente, muitos daqueles que têm dificuldades para cumprir com o pagamento das prestações adquiriram casas de dimensões e preços desajustados do seu rendimento. Não contentes com isso terão recorrido ao crédito para comprar uns quantos bens, de que provavelmente nem necessitariam, ou apenas para satisfazer caprichos e futilidades.

Nestas circunstâncias, desagrada-me que alguns exijam do governo medidas de apoio a estas pessoas. Parece-me pouco sensato, e é seguramente injusto, ser agora o Estado, ou seja todos nós que não temos culpa nenhuma, a suportar os desvarios, vaidades e manias de uns quantos caloteiros que andaram durante anos – e alguns ainda continuam – a armar ao pingarelho.

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publicado às 10:30

Apoiar caloteiros? Não, obrigado!

por Kruzes Kanhoto, em 26.09.08
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C'um ...alho!

por Kruzes Kanhoto, em 25.09.08
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publicado às 22:48

Insegurança

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.08

Há determinados grupos de pessoas a quem a generalidade das leis da República não se lhes aplica ou, na melhor das hipóteses, beneficiam da indulgência das autoridades na sua aplicação.

Quando nenhuma dessas circunstâncias se verifica, e alguém pretende que um desses indivíduos seja responsabilizado pelo incumprimento de uma qualquer norma legal é ofendido e muitas vezes agredido pelos incumpridores e pela legião de familiares ou amigos que prontamente acorrem em sua defesa. Foi o que aconteceu a um polícia que, em Vila Real de Santo António, pretendia autuar uma família, pertencente a um desses grupos, que se fazia transportar no seu carrinho sem que nenhum dos ocupantes fizesse uso do cinto de segurança.

Que me desculpem os agentes da autoridade que porventura leiam este post, mas foi bem feito. Ainda devia até ter levado mais. Não usando o dispositivo de retenção essas criaturas tem uma probabilidade bastante maior de baterem a bota num acidente de viação mas, graças à desastrada intervenção dos agentes, a partir de agora poderão ser tentadas a usar cinto de segurança.

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publicado às 19:44

Insegurança

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.08
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Faz o que eu digo...

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.08

É do conhecimento público, são os próprios responsáveis que o afirmam, que a Câmara Municipal de Lisboa está financeiramente asfixiada. Por outras palavras, está afogada em dívidas ou, se preferirmos, gastou muito mais do que podia gastar e agora é uma grandessíssima chatice arranjar uns trocados para ir calando os credores.

Não obstante esse facto vai a dita edilidade estudar uma proposta apresentada pelos vereadores eleitos pela lista “Lisboa com Carmona” no sentido da autarquia criar uma estratégia própria para apoiar as famílias endividadas da capital. A ideia, parece, é prestar toda a informação necessária sobre o recurso ao crédito e evitar assim o sobre-endividamento. Não se sabe ainda se a proposta vai ou não ser aprovada, mas, a sê-lo, quase aposto que a ideia se irá propagar a muito mais autarquias, sempre prontas a aderir a iniciativas que permitam encaixar mais uma quanta rapaziada da cor. Seja ela qual for.

Mas, bem vistas as coisas, até faz sentido que a Câmara de Lisboa assuma este papel pedagógico junto dos seus munícipes. Tem uma vasta experiência em questões de endividamento e, por isso, poderá mostrar com o seu exemplo aquilo que qualquer cidadão não deve fazer.

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publicado às 10:08

Faz o que eu digo...

por Kruzes Kanhoto, em 24.09.08
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Magalhães e Túpac Amaru

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.08

Hoje foram distribuídos os primeiros “Magalhães”. Ainda é cedo para conhecer as reacções das criancinhas ao novo brinquedo tecnológico, mas quanto ao filho de Túpac Amaru já se sabe que ficou entusiasmado. Num programa de televisão onde é o protagonista o homem atirou o pequeno aparelho ao chão e, perante o facto de o mesmo não se ter estragado nem sequer desligado, garantiu estar em presença do melhor computador que alguma vez foi fabricado. “Aguenta um bombardeamento”, terá assegurado a quem o ouvia.

Hugo Chavez, é dele que se trata, ficou de tal forma entusiasmado que irá comprar um milhão de “Magalhães” para também ele distribui pelas escolas da Venezuela. Já quanto ao nome atribuído ao computador é que parece que o filho de Túpac Amaru não acha grande piada…

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publicado às 23:03

Magalhães e Túpac Amaru

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.08
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O relógio do chinês

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.08

Ciclicamente recorro a lojas de chineses para comprar aquelas inutilidades de que necessitamos quando menos se espera e não nos resta outra alternativa porque todos os estabelecimentos normais já encerraram. Foi assim quando precisei de um cronómetro e a chinesa me tentou impingir um “pito” ou quando, inesperadamente, os velhos chinelos entregaram a alma ao criador e, antes que os calos iniciassem uma jornada de protesto, comprei um par de calcantes de trazer por casa que exalavam um odor capaz de fazer parecer certa malta, daquela que passa o dia no Modelo por não querer fazer mais nada, cheirar bem.

Há poucos dias voltei a um destes espaços comerciais. A velha cebola deu por terminada a sua tarefa de medir o tempo e arrisquei experimentar um relógio de baixo preço e qualidade a condizer. Como quase tudo o que os comerciantes vindos da terra que já foi do Mao têm à venda. Ainda não me arrependi da compra e acho até que fiz um bom negócio. Aparentemente a máquina apenas tem um pequeníssimo defeito. Insignificante, quase. O ponteiro dos minutos demora trinta e um minutos a percorrer a distância entre o “6” e o “12”. Com certeza é de ser a subir. Felizmente a coisa não tem grande importância porque na descida, entre o “12” e o “6”, demora apenas vinte nove!

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publicado às 08:00

O relógio do chinês

por Kruzes Kanhoto, em 23.09.08
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Dia europeu com carros

por Kruzes Kanhoto, em 22.09.08

Embora nas deslocações diárias procure evitar ao máximo a utilização do automóvel e frequentemente me desloque a pé dentro da cidade, não sou adepto nem apreciador desse folclore a que resolveram chamar “Dia europeu sem carros”. E nem serei o único. Esta iniciativa tem vindo ano após ano a perder cidade aderentes e um destes dias limitar-se-á a uma ou duas terriolas onde o Presidente da Câmara tenha a mania das bicicletas. Que é uma mania que nem tem nada de mal, diga-se.

Felizmente em Estremoz nunca se deu especial importância a estas “comemorações”. A cidade não tem grandes condições para a circulação de bicicletas, possui amplos espaços para estacionamento em pleno centro urbano e não permitir a utilização do automóvel durante um dia não tem outro efeito que irritar os automobilistas e em nada contribui para alterar hábitos de muitos anos.

Iniciativas destas são, como diria o outro – seguramente a personagem mais citada neste blogue – mais uma idiotice de uma certa intelectualidade trotinete.

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publicado às 19:13

Dia europeu com carros

por Kruzes Kanhoto, em 22.09.08
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Encontro de blogues

por Kruzes Kanhoto, em 22.09.08

“A primeira vez que se falou da realização dum encontro de blogues foi numa conversa com http://alentejanices.blogs.sapo.pt/. Ele achou uma boa ideia e disse que provavelmente o http://altodapraca.blogspot.com/também não faltaria. Quando falei nisto ao http://josegoncalez.wordpress.com/ vi nele o mesmo entusiasmo. Depois falámos com o http://estremozdebate.blogspot.com/ e com o http://estremosoeiro.blogspot.com/ e chegámos à conclusão que a ideia de nos sentarmos à mesa para beber um copo e partilhar experiências poderia ser interessante.A partir daí foi dar vasão à imaginação.·

Pensámos que o dia 28 de Setembro, ou seja no próximo domingo seria boa altura para nos juntarmos à hora de almoço. Local? Ainda está por definir. E está por definir porque nunca se sabe se não aparecerá algum empresário mais astuto que queira patrocinar o evento.

Está feito o desafio (não é um convite) para partilhar experiências, dificuldades, novas ideias ou simplesmente almoçar em conjunto. A partir daqui todos os que vierem serão benvindos.

Confirmem a vossa presença e divulguem através dos blogues.”

Apesar de motivos de organização - talvez seja mais adequado chamar-lhe desorganização - da minha “agenda”, não permitirem estar disponível no próximo Domingo, fica a divulgação bem como os votos de um bom almoço.

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publicado às 00:14

Encontro de blogues

por Kruzes Kanhoto, em 22.09.08
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Falta de liquidez

por Kruzes Kanhoto, em 21.09.08

Plasmas, computadores portáteis ou máquinas fotográficas digitais e outros aparelhos de alta tecnologia constituíam até há pouco tempo o alvo preferencial da gatunagem. A sua vulgarização junto dos consumidores e a consequente queda dos preços fez com que este mercado deixasse de ser atractivo para os amigos do alheio que, também eles afectados pela falta de liquidez, tiveram necessidade de virar as suas atenções para outros ramos de negócio. Nomeadamente para aqueles que lhes proporcionem a angariação rápida de dinheiro vivo.

Embora alguns continuem a preferir artigos de valor intemporal – veja-se o número de assaltos a ourivesarias – a maior parte prefere a rentabilidade imediata. Daí sucederem-se os assaltos a bancos, bombas de abastecimento de combustíveis, carrinhas de transporte de valores e, mais recentemente, até a repartições de finanças.

Não se percebe por isso a razão de não ser ainda mais estimulado o uso do cartão multibanco como meio de pagamento, retirando assim muito “papel” das caixas. Multibanco, registadoras e outras.

Ou será que “eles” não se importam de ser assaltados porque as verdadeiras vítimas da ladroagem – de toda a espécie - somos sempre “nós”?!

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publicado às 12:19

Falta de liquidez

por Kruzes Kanhoto, em 21.09.08
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Pesquisando

por Kruzes Kanhoto, em 20.09.08

Mais do que saber quem são os visitantes suscita-me uma maior curiosidade descobrir como chegaram até aqui, nomeadamente que palavra ou expressão introduzida num qualquer motor de busca os conduziu até àquilo que escrevi. Embora exista necessariamente uma relação entre os resultados produzidos pela pesquisa e o conteúdo do site, ou blogue neste caso, não deixo de me surpreender com o tipo de temas que são objecto da curiosidade dos internautas.

Hoje, na falta de melhor ou até mesmo de pior, deixo uma pequena lista das palavras e expressões mais curiosas pesquisadas no google pelos visitantes deste e dos outros blogues que esporadicamente ainda vou mantendo. Algumas deixam-me verdadeiramente incrédulo. E ligeiramente inquieto, também.

“Gajas nuas”; “Gajas mesmo nuas”; “Mamocas”; “Xexo”; “Xixi”; “Velhas fufas”; “Velhas badalhocas”; “Apalpões”; “Apalpões na vagina”; “Histórias do Zézé Camarinha”; “O dia de um cão mimado”; “Frases para muros”; “Gatos no cio”; “Mijadelas na boca” e, as minhas preferidas, “Gaijas nuas” e “Gaijas mesmo boas”.

E o maluco sou eu?!

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publicado às 15:50

Pesquisando

por Kruzes Kanhoto, em 20.09.08
Pesquisando
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Coisas modernaças

por Kruzes Kanhoto, em 19.09.08

Enquanto o mundo atravessa uma crise financeira de proporções que há poucas semanas constituiriam um cenário em que poucos acreditariam e cujas consequências estamos ainda muito longe de conseguir imaginar, por cá discutem-se coisas realmente importantes. Veja-se o caso deste blogue, onde se discute merda de cão, ou da Assembleia da República onde o tema de actualidade e a merecer acesa discussão é o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo.

Não é que esteja contra o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Nem tão pouco a favor da merda de cão. Nem mesmo do contrário. Ainda assim insisto em dar – vejam como sou magnânimo – a minha opinião, por mais irrelevante e pouco fundamentada que se revele.

Se essa malta a quem chamam “homossexuais” pretende casar, para ser lixada em termos fiscais e passar a pagar muito mais impostos, é lá com eles. Que isto há gente para tudo. Agora pretender restringir esse direito a apenas duas pessoas é que me parece uma tremenda injustiça. Um atentado, até mesmo. Porquê limitar o casamento apenas a dois seres, sejam lá de que sexos e de espécie forem?! Porque não permitir o casamento, por exemplo, entre oito homens, três cabras, dez mulheres e quatro cães, tudo em simultâneo, e eles depois que se organizem?! Parece-me uma limitação grave da liberdade individual - e colectiva também - e uma intolerável ingerência do Estado na vida dos cidadãos não reconhecer a legalidade de todas as uniões. Por mais estranhas e bizarras que elas pareçam àqueles que pensam que ainda vivem no século XVII. Ou noutro qualquer, mas este parece-me suficientemente ofensivo para os bota-de-elástico que são contra estas coisas todas modernaças.

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publicado às 19:20

Coisas modernaças

por Kruzes Kanhoto, em 19.09.08
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Moda javardola

por Kruzes Kanhoto, em 18.09.08

A maneira de vestir de uma certa rapaziada é assaz estranha. Quase tão estranha quanto a própria rapaziada. A menos que estejam afectados por uma qualquer doença mental, ou sejam paneleiros – e nenhuma das hipóteses me parece de excluir - não descortino mais nenhum motivo para alguém sair à rua neste preparo.

Que as moçoilas, e até mesmo algumas mais entradotas, revelem um palmo de banhas em redor da cintura ainda é relativamente tolerável, agora esta nova classe de javardolas andar por aí a exibir o revestimento da peida, é verdadeiramente asqueroso.

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publicado às 23:11

Moda javardola

por Kruzes Kanhoto, em 18.09.08
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Indignação na região dos porcos

por Kruzes Kanhoto, em 17.09.08

Uma mãe indignada – as mães indignam-se com relativa facilidade – manifestava um destes dias a sua indignação por a escola frequentada pelo seu rebento se encontrar em obras. Pior ainda, em obras daquelas que demoram muito tempo e são vulgarmente conhecidas como obras de Santa Engrácia. A indignação da criatura, captada como convém por uma câmara de televisão e mostrada ao país em pleno telejornal do horário nobre, levou-a a declarar peremptoriamente que o atraso nas obras era injustificado e injustificável. Afinal “aquilo não era o Alentejo” onde, segundo o que a mentecapta senhora pretenderia insinuar, são todos uma cambada de malandros e tudo é feito devagar.

Não sei se a extremosa e preocupada mãe, habitante da região de Leiria, conhece o Alentejo e os alentejanos. Provavelmente não. Será apenas alguém com um sentido de humor quase tão lixado como o meu. Tão lixado que tenho já em “stock” umas quantas graçolas sobre ribeiras poluídas, milagres e porcos, para proferir da próxima vez que me indigne.

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publicado às 23:10

Indignação na região dos porcos

por Kruzes Kanhoto, em 17.09.08
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Vamos lá subir as taxazinhas...

por Kruzes Kanhoto, em 16.09.08

Este é o cenário que diariamente se depara aos moradores do Bairro da Salsinha, Quinta das Oliveiras ou Monte da Razão. Quem tem cão provavelmente considera que se trata de uma situação perfeitamente normal. Divertida até. Afinal o seu canito terá de cagar em algum sítio, desde esse lugar não seja a sua casa, o seu quintal ou em frente à sua porta. Para outros será uma inevitabilidade. Está na moda ter cão, o seu número não pára de aumentar e as fracas noções de cidadania da maioria dos donos não permitirão que este estado de coisas se altere. São, como diria o outro, “uns porcos javardos de merda” e, quanto a isso, pouco haverá a fazer.

Tal como já escrevi relativamente às questões relacionadas com o lixo, também aqui não considero que a culpa seja das entidades responsáveis pela limpeza urbana. A mesma inocência não atribuo, no entanto, às Juntas de Freguesia. Não percebo porque razão os valores das taxas pelo licenciamento de canídeos são ridiculamente baixos, quando são estas autarquias as entidades deles beneficiárias e se queixam permanentemente da falta de recursos financeiros. É que não percebo mesmo. Vamos ver se até às eleições alguém me esclarece.

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publicado às 22:23

Vamos lá subir as taxazinhas...

por Kruzes Kanhoto, em 16.09.08
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Especulações

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.08

Ao contrário do que a foto possa sugerir, tal como já escrevi aqui, reafirmo que não está prevista qualquer espécie de cooperação – institucional ou de qualquer outro tipo – entre este blogue e uma auto intitulada loja do sexo. Isto pretende-se um espaço sério, respeitador da moral e bons costumes, portanto nada de tirar conclusões precipitadas. Digamos que tudo não passa de uma campanha promocional mais agressiva. Ou apenas relativamente idiota.

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publicado às 18:55

Especulações

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.08
Especulações
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O País do deputado

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.08

Para os políticos que chegam ao poder a realidade torna-se algo distante e assume contornos dificilmente comparáveis com aquilo que vê e sente o cidadão comum. Vejam-se as declarações de um dirigente da bancada parlamentar do Partido Socialista a propósito do Código Penal e da insistência manifestada por alguns sectores que pretendem uma alteração às suas disposições, visando nomeadamente alargar os casos em que seja aplicada a prisão preventiva. Manifestava o dito senhor a intenção do seu partido em manter o Código tal como está pois, garantia, “ainda há um ano o país se unia na indignação contra o excesso de prisão preventiva”.

Dificilmente os portugueses perceberão a que país o ilustre deputado se refere. Ao nosso não é certamente. O que deixa a generalidade dos cidadãos indignados é a facilidade com que a justiça coloca em liberdade criminosos, muitos detidos em flagrante delito, que atentam contra os bens e a vida de quem vota em tão ilustres políticos.

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publicado às 13:12

O País do deputado

por Kruzes Kanhoto, em 15.09.08
O País do deputado
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Uma questão de arrumação

por Kruzes Kanhoto, em 13.09.08

Apesar da existência de muitas opiniões em contrário mantenho, como em múltiplas ocasiões já escrevi neste blogue, que os principais responsáveis pela limpeza de uma localidade, seja ela qual for, são os seus habitantes.

Os serviços ou empresas responsáveis pela limpeza urbana podem ter uma gestão de excelência e os respectivos funcionários serem altamente diligentes no cumprimento da sua missão que enquanto houver da parte dos cidadãos práticas que resultam em situações como a que as imagens demonstram, nunca teremos uma cidade – qualquer que ela seja – tão limpa quanto gostaríamos.

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publicado às 22:55

Uma questão de arrumação

por Kruzes Kanhoto, em 13.09.08
Uma questão de arrumação
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publicado às 22:55

O demérito da esquerda

por Kruzes Kanhoto, em 12.09.08

Este ano, pela primeira vez em democracia e depois da extinção do “quadro de honra” pela Abrilada, os melhores alunos estão finalmente a ser premiados, vendo reconhecido o seu esforço com um prémio no valor simbólico de quinhentos euros. Depois de anos consecutivos – incluindo este, basta consultar os últimos dados estatísticos - a premiar muitos e muitos burros, é justíssimo que aos melhores seja feito este reconhecimento.

A esquerda, obviamente, contesta. Lida mal com o mérito e não suporta que quem é bom e se distingue pela sua inteligência e capacidade de trabalho seja premiado por isso. Também muita pseudo-intelectualidade com suposta consciência social que por aí pulula, não suporta este tipo de iniciativa. Ambas preferem esbanjar anualmente muitos milhões de euros em subsídios variados destinados a alunos que apenas o são para a estatística, ou para os pais receberem o RSI, e que certamente seriam muito mais úteis ao país aplicados naqueles que de facto pretendem estudar.

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publicado às 15:49

O demérito da esquerda

por Kruzes Kanhoto, em 12.09.08
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publicado às 15:49

Tolerancias da treta

por Kruzes Kanhoto, em 11.09.08

Pelo facto de ter sido baptizado sou considerado, pelo menos estatisticamente, como católico. Não praticante no caso. Isso, contudo, não invalida que me preocupe a crescente tendência que se verifica no ocidente de apagar os símbolos do cristianismo, renegando aquilo que foram as origens das sociedades ocidentais, nomeadamente a europeia. Mais revoltante ainda é a tolerância manifestada por largos sectores, aprisionados à moral politicamente correcta que faz escola nos tempos que vivemos, para com o acelerado crescimento e implantação de outras religiões no espaço europeu e às quais fazemos continuamente cedências. Chega-se inclusivamente ao ridículo de tentar criminalizar aquilo a que chamam “islamofobia” enquanto se valoriza e promove a “cristianofobia”*.

Num dia em que passam sete anos sobre um acontecimento terrível – celebrado com júbilo em grande parte do mundo árabe – que veio trazer à tona todo o ódio pelos valores ocidentais, é bom que se reflicta acerca de quem são os nossos verdadeiros inimigos. Respeito e tolerância para com outras convicções políticas, religiosas e culturais, praticadas por quem tem como objectivo de vida destruir as nossas são, como diz um conhecido treinador de futebol acerca do fair-play, uma treta.

*”Cristianofobia” nada tem a ver com o Cristiano Ronaldo.

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publicado às 16:05

Tolerancias da treta

por Kruzes Kanhoto, em 11.09.08
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publicado às 16:05

Erro grosseiro

por Kruzes Kanhoto, em 11.09.08

Lamentavelmente dois comentários, de autores devidamente identificados, foram por mim recusados quando a intenção era aprovar. Peço desculpa aos comentadores pelo lapso e prometo ter mais cuidado da próxima vez. Caso os queiram reenviar estão, obviamente, à vontade para o fazer.

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publicado às 14:59

Erro grosseiro

por Kruzes Kanhoto, em 11.09.08
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publicado às 14:59

Atentado "elegante"

por Kruzes Kanhoto, em 11.09.08
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publicado às 09:52


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