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A força da mensagem

por Kruzes Kanhoto, em 31.08.08

No âmbito de um programa de luta contra a prostituição, o município de Sevilha lançou uma campanha publicitária diferente daquilo a que habitualmente se assiste quando se trata de combater esta actividade. Se terá algum efeito prático na diminuição da procura deste tipo de serviço só o tempo se encarregará de esclarecer, no entanto aos potenciais clientes a pergunta não deixará, certamente, de incomodar.

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publicado às 08:59

A força da mensagem

por Kruzes Kanhoto, em 31.08.08
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publicado às 08:59

Ah e tal é muita "cool"

por Kruzes Kanhoto, em 30.08.08

Para a comunicação social portuguesa apenas parece existir um candidato às eleições presidenciais norte-americanas. Barack Obama. Este é, desde há muito, o eleito de uma certa esquerda europeia e de alguns sectores da intelectualidade que parecem ver nele uma espécie de salvador do planeta e um mago da conversão da Estados Unidos a algo que não sabem muito bem explicar.

Não será assim. Ganhe quem ganhar, mesmo que seja o candidato Democrata, muito pouco mudará na política externa americana e, aqueles que agora suspiram pela vitória do Barraka Abana – só porque é cool os States terem um Presidente negro – serão os primeiros, tal como fazem agora com Bush, a dizer e a escrever dele o que Maomé nem se atreveu a pensar do toucinho.

Teria sido preferível eleger a Clinton. Pelo menos a esta os inimigos da América podiam, com relativa facilidade, denegrir a imagem.

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publicado às 08:59

Ah e tal é muita "cool"

por Kruzes Kanhoto, em 30.08.08
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publicado às 08:59

O silêncio dos culpados

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.08

As questões relacionadas com a segurança têm sido ultimamente objecto de reflexão aqui no KruzesKanhoto e na generalidade da blogosfera lusitana. Até porque o tema está na ordem do dia e, tal como os restantes portugueses também tenho direito a ter opinião sobre o assunto. Por mais irrelevante e não fundamentada que se revele.

Apesar da evidente preocupação da sociedade em relação a esta matéria, sobre a qual o Procurador-Geral e o Presidente da República já se manifestaram, para o governo “não passa nada”. Tal como noutras situações de crise – recorde-se o ainda relativamente recente bloqueio dos camionistas – o executivo desaparece misteriosamente e prefere que as coisas se resolvam por si a expor-se ao ridículo de vir junto da opinião pública anunciar medidas bacocas que, no actual quadro penal, não resolvem absolutamente nada. Nisso, tal como em muitas outras coisas, está em perfeita sintonia com a líder da oposição.

Talvez a solução para minorar o problema passe por chamar os representantes dos profissionais do mundo do crime e tentar fazer-lhes ver que esta situação não interessa a ninguém. Nem sequer aos verdadeiros profissionais do gamanço. É que, parece-me, esta onda de assaltos estará a ser perpetrada por gente nova no ramo, provavelmente ainda estagiários, ou por alguns biscateiros gananciosos que não terão a noção que este tipo de procedimento poderá levar num futuro não muito distante à morte da galinha dos ovos de ouro.

Sim, porque de duas coisas podemos estar certos: Este clima de insegurança vai, a continuar, levar à revisão das leis penais e em todas as actividades são os “pára-quedistas” que prejudicam a imagem e a carreira dos verdadeiros e honestos profissionais.

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publicado às 07:54

O silêncio dos culpados

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.08
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publicado às 07:54

A arma religiosa

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.08

Na sequência da rusga efectuada hoje pela polícia em alguns bairros sociais garantia uma moradora pertencente a uma etnia minoritária, após ter sido alvo de uma busca à sua residência, que por ali ninguém tinha qualquer espécie de armas. Nem ilegais nem de outras. O que tinha em casa, isso sim, era a Bíblia Sagrada.

Não será de espantar que mais dia, menos dia comecemos a assistir a assaltos em que a arma utilizada para coagir a vítima seja o livro sagrado. O que não deixa de ser perigoso, principalmente se o assaltado for muçulmano.

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publicado às 00:19

A arma religiosa

por Kruzes Kanhoto, em 29.08.08
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publicado às 00:19

Kruzeskanhoto "Memória"

por Kruzes Kanhoto, em 28.08.08

O Alberto reformou-se. Contudo, graças a estranhas e enigmáticas leis, vai continuar a fazer o que sempre fez mas com um significativo aumento na massa salarial” que no final de cada mês leva para casa.

A Fátinha está no Brasil. Atravessou o Atlântico quando as coisas lá pela terra começaram a dar para o torto. Não por culpa dela, claro, mas porque uns abelhudos resolveram meter o nariz num saco para o qual não eram chamados. Apesar de estar longe, o patrão continuou a pagar-lhe religiosamente o ordenado. É um patrão que se rege por estranhos princípios, o dela.

Contrariamente ao que se possa supor o Alberto e a Fátinha não são funcionários públicos. Nem, obviamente, os rendimentos de que desfrutam põem em causa a sustentabilidade das finanças do Estado. Esse papel está reservado a outros.

Post originalmente publicado em 31 de Maio de 2005 no outro Kruzes.
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publicado às 12:17

Kruzeskanhoto "Memória"

por Kruzes Kanhoto, em 28.08.08
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publicado às 12:17

O perigo que vem do céu

por Kruzes Kanhoto, em 28.08.08

Gosto de passarinhos. De avezinhas, se preferirem. Especialmente fritos. Agora o que não gosto é que me caguem em cima. E não se julgue que a probabilidade de um desses animais alados aliviarem a tripa no exacto momento em que o incauto transeunte circula na perpendicular do cú do pássaro não passa de uma hipótese remota pouco menos que negligenciável.

Veja-se o caso do Tribunal ou da entrada da Câmara. Qualquer destes locais, apesar de no segundo terem sido colocados picos no sentido de impedir que os bicharocos pousem ou construam o ninho, está infestado de passarada que caga todo o edifício. Quem tem necessidade de se deslocar a qualquer destas duas instituições públicas só por sorte não leva com uma descarga intestinal de um dos muitos passarões que por ali esvoaçam.

Podem alguns achar que “temos de proteger as espécies”, que “é muito bonito e as criancinhas ficam muito tristinhas se derrubarmos os ninhos” ou outras baboseiras do género. Até pode ser. No entanto é também uma javardice, prejudica a saúde e danifica os edifícios. Não perceber isso não é defender as ditas avezinhas. É apenas fazer com que muitos as odeiem.

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publicado às 04:58

O perigo que vem do céu

por Kruzes Kanhoto, em 28.08.08
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publicado às 04:58

Questões inquientantes

por Kruzes Kanhoto, em 27.08.08

A crescente facilidade com se tem acesso a armas de fogo e a ligeireza com que se faz uso delas, atirando a matar sobre outra pessoa, não pode deixar de preocupar quem tem responsabilidade na protecção e defesa dos cidadãos, da segurança e da liberdade individual e colectiva da sociedade.

Se todos parecem saber onde e a quem comprar armas, porque não se actua exercendo um controlo sério e repressivo sobre esses locais e essas pessoas?! Porque não incluir uma cláusula nas condições de atribuição do rendimento social de inserção em que se estabelecia que caso algum dos beneficiários fosse encontrado na posse de uma arma todo o agregado familiar perderia o direito ao subsídio? Quantos mais portugueses terão de morrer às mãos de gente subsidiada pelo Estado para que as autoridades comecem a pensar em tomar medidas sérias e a sério? Ou deverei antes questionar-me até quando estarão os portugueses dispostos a subsidiar quem os rouba, insulta ou assassina?

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publicado às 07:14

Questões inquientantes

por Kruzes Kanhoto, em 27.08.08
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publicado às 07:14

Chinfrineira desagradável!

por Kruzes Kanhoto, em 26.08.08

Desde Janeiro desde ano que todas as ruas dos bairros da Salsinha, Monte da Razão e Quinta das Oliveiras têm sentido único. Não gosto desta solução e apontei, em devido tempo, os inconvenientes daqui resultantes para a esmagadora maioria dos moradores. A única vantagem desta alteração, pelo menos no que à minha rua diz respeito, é o facto do vizinho do fundo da rua já não a poder subir na sua motorizada barulhenta às sete da madrugada e, em dois tempos, acordar toda a gente. Nomeadamente a mim.

Agora são apenas os carros da recolha dos lixos recicláveis que têm a missão de me despertar. Se a Gesamb, empresa que presta este serviço, utilizasse viaturas equipadas com motores ecológicos que emitissem uns quantos decibéis a menos, o ambiente agradecia. E eu também.

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publicado às 13:01

Chinfrineira desagradável!

por Kruzes Kanhoto, em 26.08.08
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Don't call me!

por Kruzes Kanhoto, em 25.08.08
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publicado às 08:30

Mudanças

por Kruzes Kanhoto, em 24.08.08

Manter três blogues em actividade com actualizações praticamente diárias não tem sido tarefa fácil. Por isso, agora que foram atingidos os objectivos a que me propus com a criação destes espaços, é tempo de ponderar quanto ao futuro de cada um deles.

Apesar de não ser este o que tem mais visitantes, é de todos o que tem suscitado mais reacções negativas e recebidos os comentários mais desagradáveis. O que é bom e significa que quem o lê não fica indiferente. Coisa que lhe dá, em relação Kruzes no sapo e ao KontraFactos, uma inegável vantagem e a certeza da sua continuação, ainda que em moldes ligeiramente diferentes.

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publicado às 11:21

Mudanças

por Kruzes Kanhoto, em 24.08.08
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publicado às 11:21

Quase um ano depois...

por Kruzes Kanhoto, em 23.08.08

Ainda há coisas com uma actualidade do caraças.

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publicado às 08:09

Quase um ano depois...

por Kruzes Kanhoto, em 23.08.08
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(Im)posições

por Kruzes Kanhoto, em 22.08.08

Desde a entrada em vigor da nova Lei das Finanças Locais é permitido às autarquias baixar o IRS aos seus munícipes. Uma percentagem deste imposto constitui receita municipal e os municípios, se essa for a vontade dos seus órgãos, poderá prescindir dela parcialmente ou até mesmo na sua totalidade.

É o que fazem já mais de uma vintena de autarquias, a maior parte delas do interior do país, que tentam por esta forma conquistar para o seu espaço territorial mais habitantes que, atraídos por esta significativa benesse, ali queiram fixar a sua residência.

Sempre tenho defendido, escrevi-o várias vezes no blogue do sapo a propósito da baixa do IVA e da insistência - entretanto esquecida - para o governo reduzisse o ISP, que qualquer desagravamento fiscal deveria ser sempre feito em sede de IRS e nunca de qualquer outro imposto.

As razões que então apontei relativamente a esses impostos são igualmente válidas para outros. Nomeadamente para os impostos sobre as empresas. Baixar o IRC, que constitui receita do Estado, ou a derrama, que constitui receita dos Municípios, é um erro que, apesar de acerrimamente defendido por muitos, poucos são os que o têm cometido.

Quem o defende ou pratica era bom que explicasse aos portugueses porque não toma, propõe ou defende igual medida relativamente ao IRS. É que isto de estar sempre a privilegiar o capital – seja ele grande ou pequeno – e penalizar o trabalho já começa a chatear.

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publicado às 00:34

(Im)posições

por Kruzes Kanhoto, em 22.08.08
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publicado às 00:34

Vila Real dá o exemplo

por Kruzes Kanhoto, em 21.08.08

A partir de 1 de Setembro, quem depositar lixos na via pública, não fechar ou destruir contentores, não apanhar os dejectos dos animais ou despejar resíduos de construções nas bermas das estradas de Vila Real será multado com coimas entre os cinco e os 2.500euros.As novas regras visam ordenar a questão da deposição de resíduos, desde os resíduos urbanos normais, aos resíduos de jardins, de construção civil, electrodomésticos fora de uso e até dos dejectos caninos, sendo as multas agravadas caso haja reincidência, revelou o vereador da Câmara Municipal de Vila Real, Miguel Esteves, ao JN.Quem não fechar a tampa do contentor após o despejo de resíduos poderá ter de pagar de cinco a 25 euros, indica o também presidente da Empresa Municipal de Água e Resíduos (EMAR) daquela cidade transmontana.

O novo regulamento pretende ainda punir a destruição de contentores ou ecopontos, sendo que, neste caso, as multas poderão ir dos 100 aos 400 euros, além do pagamento da reparação ou substituição do bem destruído.

Multas entre 50 e 250 euros serão aplicadas aos muitos proprietários de animais que não se dão ao trabalho de recolher os dejectos deixados pelos seus cães na via pública, apesar de já estarem espalhados cerca de 40 porta-sacos e contentores para dejectos caninos no centro histórico da cidade.

A deposição de resíduos nos contentores sem acondicionamento em sacos de plástico ou o vazamento de resíduos líquidos será punível com coimas de 10 a 100 euros e quem deitar lixos no recipiente errado (por exemplo vidro no lugar dos plásticos) poderá ter de pagar de 25 a 100 euros.

As multas mais pesadas, e que poderão chegar aos 2.500 euros, serão aplicadas aos empreiteiros ou produtores de resíduos de construções e demolições que os larguem ou despejem fora de locais autorizados pelas autoridades competentes.

A fiscalização competirá à câmara, EMAR e autoridades policiais, sendo também a autarquia a responsável pela instauração dos processos de contra-ordenação.

Fonte: aeiou.pt

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publicado às 22:24

Vila Real dá o exemplo

por Kruzes Kanhoto, em 21.08.08
Vila Real dá o exemplo
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publicado às 22:24

Botellón

por Kruzes Kanhoto, em 18.08.08

Provavelmente ocorreu pelas redondezas um botellón, ou algo parecido. Menos mal que só beberam água…

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publicado às 01:07

Botellón

por Kruzes Kanhoto, em 18.08.08
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publicado às 01:07

Esplanada "CO2"

por Kruzes Kanhoto, em 17.08.08

No Verão surgem esplanadas nos locais mais improváveis. Até mesmo na faixa de rodagem de uma via pública, entre os automóveis – estacionados ou parados no semáforo – é possível encontrar um desses lugares onde calmamente se podem beberricar umas cervejolas, ou outra coisa qualquer, desfrutando do ar livre, da natureza e gozando a paisagem.

À semelhança do que acontece na Páscoa com o restante comércio, altura em que é promovido um concurso entre os estabelecimentos comerciais e são atribuídos prémios às melhores montras, teria algum interesse no Verão organizar idêntica iniciativa para premiar as melhores esplanadas da cidade. Seguramente esta seria uma das candidatas melhor posicionadas para arrecadar o troféu na categoria “CO2”.

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publicado às 12:56

Esplanada "CO2"

por Kruzes Kanhoto, em 17.08.08
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Coisas que impressionam pelo seu brilhantismo

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.08

Tal como assistimos a uma crescente deslocalização de indústrias para o leste da Europa e para a Ásia, atraídas pela mão-de-obra barata e outras condições incomparavelmente menos exigentes do que aquilo que se verifica nos países desenvolvidos, também por cá assistimos a um fenómeno curioso e que apresenta alguns contornos vagamente parecidos.

Na ânsia de atrair investimentos muitos municípios concedem benefícios fiscais às empresas. Nomeadamente não cobrando a derrama. Alvito, Barrancos, Mértola, Ourique e Vidigueira, no distrito de Beja, Borba, Portel e Redondo no distrito de Évora são os municípios que adoptaram esta brilhante medida para atrair empresas a investirem nos respectivos Concelhos.

E o resultado, como não podia deixar de ser, não se fez esperar. Assiste-se hoje a um investimento maciço nestes concelhos em detrimento de outros, como Montemor-o-Novo, Vendas Novas, Évora, Reguengos, Beja, Aljustrel ou Moura, onde é aplicada a taxa máxima prevista para este imposto. Como todos sabem, ninguém investe nestes concelhos e assiste-se a um preocupante esvaziamento dos respectivos parques industriais motivado pela deslocalização das empresas, que partem para as terras vizinhas atraídas pela esmagadora vantagem de não pagarem derrama.

De resto, em consequência dessa politica suicida, tem-se verificado um crescente declínio das cidades e vilas que aplicam esse imposto injusto enquanto os concelhos que não o aplicam têm crescido exponencialmente. Vê-se.

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publicado às 13:01

Coisas que impressionam pelo seu brilhantismo

por Kruzes Kanhoto, em 16.08.08
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Coisas chatas, aborrecidas e desagradáveis

por Kruzes Kanhoto, em 12.08.08

Não é que goste, mas não me incomoda que alguns tenham casa, água e luz à borla. Apenas me escandaliza.

Não me chateia por aí além que os mesmos recebam de mão beijada quinhentos, setecentos ou mil euros só pelo facto de existirem. Digamos que só me desagrada.

Não me preocupa que uns quantos, apesar de receberem do Estado uma quantia generosa só por existirem, andem por aí a apropriarem-se de coisas que, nomeadamente, não lhes pertencem. Desde que eu não seja o proprietário dessas coisas, também nomeadamente. Assumo que fico apenas ligeiramente irritado.

Agora o que me deixa realmente fora de mim, pelo menos dois ou três metros, é ouvir alguém que tem casa, água e luz à borla, recebe só pelo facto de existir quinhentos, setecentos ou mil euros e se apropria de coisas que, nomeadamente, não são suas, guinchar estridentemente quando apanhado em flagrante delito, como única justificação para os seus crimes que “ai munto racismo…”. Não há ninguém que processe estes gajos?!

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publicado às 23:01

Coisas chatas, aborrecidas e desagradáveis

por Kruzes Kanhoto, em 12.08.08
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Cagalhões enormes!

por Kruzes Kanhoto, em 11.08.08

E nojentos também. Tal como os cidadãos - não sei se lhes deva chamar assim porque esta condição envolve um conceito de cidadania que manifestamente não está presente na sua formação cívica - que permitem que os seus animaizinhos de estimação façam coisas destas nas ruas por onde têm que circular as pessoas normais.

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publicado às 19:01

Cagalhões enormes!

por Kruzes Kanhoto, em 11.08.08
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Autárquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 10.08.08

Por todo o lado começam a ser conhecidos os candidatos autárquicos e, por estranho que pareça, alguns até apresentam ideias para a gestão do município a que se propõem presidir. Foi o caso do candidato do CDS/PP à Câmara de Abrantes. Segundo dá conta a edição on-line do “Mirante”, a primeira medida a tomar assim que ocupar a cadeira do poder será vender o automóvel oficial afecto à presidência recentemente adquirido pela autarquia.

Partindo do princípio que não vai passar a andar a pé e que trocará a presumível “bomba” por um carrito mais modesto, desconhece-se, ou pelo menos a mesma fonte não adianta, como pensa o putativo candidato aplicar o lucro gerado com a transacção. Sim, porque certamente a autarquia conseguirá vender a viatura por um valor superior ao que a adquiriu…

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publicado às 13:05

Autárquicas 2009

por Kruzes Kanhoto, em 10.08.08
Autárquicas 2009
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Porra!

por Kruzes Kanhoto, em 09.08.08

Não raras vezes o teor dos posts que aqui coloco não é entendido convenientemente por quem os lê. Evidentemente que a culpa é minha. Não me faço entender, tenho dificuldade em exprimir-me, escrevo de forma confusa ou, em última análise, penso numa coisa e publico outra.

Claro que visto de outra forma é legítimo – concedam-me esse direito - que pense haver da parte de quem me lê, uma tendência manifestamente exagerada para acreditar que estou permanentemente a dirigir-me a alguém ou, como sói dizer-se, a escrever nas entrelinhas. Não é verdade. E, para que conste, o post de ontem – o pensamento de Lisa Simpson – NÃO É NENHUM RECADO DIRIGIDO A NINGUÉM. Nem mesmo aos cinco leitores que se sentiram atingidos.

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publicado às 00:05

Porra!

por Kruzes Kanhoto, em 09.08.08
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Frase irrelevante do dia

por Kruzes Kanhoto, em 08.08.08
"Mais vale ficar calado e parecer estúpido que abrir a boca e confirmar as suspeitas".Lisa Simpson
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publicado às 07:54

Frase irrelevante do dia

por Kruzes Kanhoto, em 08.08.08
Frase irrelevante do dia
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publicado às 07:54

Anónimos...ou talvez não.

por Kruzes Kanhoto, em 05.08.08

Para o bem e para o mal Estremoz é uma cidade pequena, com poucos habitantes e onde todos se conhecem. Por consequência os utilizadores da internet são igualmente em número reduzido e, entre esses, os que se dedicam a esta coisa da blogoesfera ainda menos. Seja como autores, comentadores ou simples visitantes regulares destes espaços.

Olhando para os contadores de visitas dos diversos blogues da cidade, facilmente se conclui que neste universo não se incluirão mais que umas escassas centenas de pessoas. Assim sendo, o pretenso anonimato de que uns e outros – autores e comentadores – pensam gozar é muito relativo e dificilmente consegue resistir a meia dúzia de cruzamentos de dados.

Por mim não tenho especial curiosidade em saber a quem pertence este ou aquele blogue nem quem escreveu isto ou aquilo num comentário. Até porque ainda era capaz de ter uma surpresa desagradável. Ou então não…

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publicado às 18:33

Anónimos...ou talvez não.

por Kruzes Kanhoto, em 05.08.08
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publicado às 18:33

Receios de casa?!

por Kruzes Kanhoto, em 04.08.08

Tal como já escrevi em diversas ocasiões, nomeadamente neste post, não é minha intenção "mangar" com ninguém ao publicar este tipo de fotografias. Até porque pode nem existir aqui qualquer erro ortográfico. Quem sabe se afinal o que se pretende promover é a venda de fantasmas...

Este anúncio pode ser apreciado ao vivo no placard existente no antigo posto de turismo do Rossio Marquês de Pombal.

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publicado às 23:25

Receios de casa?!

por Kruzes Kanhoto, em 04.08.08
Receios de casa?!
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publicado às 23:25

O exemplo que vem de fora

por Kruzes Kanhoto, em 02.08.08

Voltemos à temática da merda de cão. Sempre actual e sempre presente quer neste blogue quer na(s) cidade(s) em geral. Hoje quero salientar o exemplo, que infelizmente não tive ocasião de documentar em fotografia, de uma senhora – turista e estrangeira – que depois de o seu canito ter evacuado na via pública procedeu à recolha dos dejectos e depositou-os na “papeleira” mais próxima. Algo impensável para a maioria dos que dão voltas e voltinhas ao Rossio acompanhados do seu cãozinho, que vai cagando livremente pela relva sem que os donos recolham a merda que, por direito, lhes pertence.

Temos em Estremoz pormenores magníficos nas nossas calçadas. Mas, infelizmente quase todos “decorados” com merda! Enquanto nos bairros da cidade os residentes deixarem os seus amiguinhos de quatro patas deambularem tranquilamente pelas ruas – que tem para eles a grande vantagem de não lhes cagarem no quintal – este é o triste cenário com que todos os dias os transeuntes se deparam. Mas porque é que ninguém faz nada, porra?! Será que gostam de viver no meio da porcaria?!

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publicado às 11:49

O exemplo que vem de fora

por Kruzes Kanhoto, em 02.08.08
O exemplo que vem de fora
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publicado às 11:49



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