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Kruzes Kanhoto

Ainda que todos, eu não!

Sinalização

por Kruzes Kanhoto, em 26.02.08
Enquanto alguma sinalização apenas serve para complicar a vida aos cidadãos, a opção por colocar sinais como este, pelo contrário, seria de extrema utilidade. Especialmente em zonas residenciais, onde os cães a deambular são seguramente mais que os automóveis a circular e onde é muito mais provável - e perigoso - cruzarmo-nos com uma bosta no passeio do que com um carro na rua.
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Sinalização

por Kruzes Kanhoto, em 26.02.08
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A importância da "Qualidade"

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.08
Desde 2004 a PT é uma empresa com certificado de qualidade. Algo que está na moda, dá muito dinheiro a ganhar e fica sempre bem. Ao que a própria PT anuncia a certificação resulta da implementação de um sistema de gestão da qualidade tendo como referência a Norma ISO 9001:2000 e representa a preocupação da empresa em melhorar continuamente a prestação de serviços aos seus clientes, constituindo um passo significativo no caminho da excelência.
Esta imagem - em Estremoz, mas podia ser em milhares de outros locais - é bem elucidativa disso mesmo. Apesar de obtida hoje, o poste e o respectivo "acrescento" já lá estão há vinte anos. O que revela a qualidade e a excelência da madeira de que são feitos.
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A importância da "Qualidade"

por Kruzes Kanhoto, em 24.02.08
A importância da "Qualidade"
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Diz que não...Diz que não...

por Kruzes Kanhoto, em 20.02.08

Esta distinção foi atribuida pelo blog Poeta da Fermelã . A Fermelã é uma freguesia do concelho de Estarreja e o seu autor é alguém interessado e preocupado com os problemas da sua terra e da região em que vive. É, sem dúvida, um blog a visitar. Quanto às minhas escolhas para este prémio são as seguintes:

José Maria Martins. Blog do conhecido advogado que dispara em todas as direcções. Leitura obrigatória.

Estremoz em Debate. Talvez o mais antigo blog de Estremoz e que, apesar de nos últimos tempos revelar baixos indices de actividade, continua a ser uma referência na blogosfera estremocense.

Alentejanices. Ser o melhor blog de Estremoz é justificação mais do que suficiente...

Alto da Praça. Blog bem informado e com muita informação acerca de Borba.

Estremoznet. Se tirar os "enfeites" que tornam o blog pesadissimo fica melhor...

CFE - Natação. Porque há coisas que merecem ser divulgadas.

O requerimento é idiota. Até pode ser. Mas o blog não é.

Regras: 1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários. 2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blogue”, deve escrever um post: Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blogue; A tag do prémio; As regras; E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio. 3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blogue, de preferência com um link para o post em que fala dele. 4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post.

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Diz que não...Diz que não...

por Kruzes Kanhoto, em 20.02.08
Diz que não...Diz que não...
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Um ano

por Kruzes Kanhoto, em 19.02.08
Esta versão do "KruzesKanhoto" completou hoje um ano. Ao longo destes 365 dias foram publicados 265 posts que foram vistos por 11.469 visitantes que, aproveitando a estadia, deram uma vista de olhos por 16.929 páginas. Que tenham recuperado plenamente e que da visita não guardem qualquer sequela é o que desejo a todos!
Para além destes números não faço qualquer outro tipo de balanço, nem promessas de continuar como até aqui ou, até mesmo, de tentar melhorar. Isso todos fazem e, normalmente, nenhum cumpre. Se continuar a marcar uma certa agenda, ou bloco se preferirem, já me dou por satisfeito.
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Um ano

por Kruzes Kanhoto, em 19.02.08
Um ano
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Ao fim da tarde

por Kruzes Kanhoto, em 18.02.08
Infelizmente esta é a imagem tipica das nossas cidades ao final da tarde. Não têm filhos, aliás detestam crianças, e em alternativa passeiam o cãozinho que mija e caga nos locais onde outros cidadãos irão passar.
Será no entanto um amor de pouca dura. Quando crescer, deixar de ser carrocho e perder a graça, abandoná-lo-ão num lugar suficientemente longe de casa para que o bicharoco não tenha qualquer veleidade de voltar.
Tal como o animal que agora estimam, também eles serão abandonados quando já não tiverem utilidade nem para passear um cão.
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Ao fim da tarde

por Kruzes Kanhoto, em 18.02.08
Ao fim da tarde
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Desertificação dos centros urbanos

por Kruzes Kanhoto, em 17.02.08
Enquanto se assiste a um ritmo de construção de novas habitações quase alucinante na periferia das cidades, a desertificação dos centros urbanos é uma preocupante realidade. Muitos são os factores que têm contribuído para isso entre os quais se podem destacar, em minha opinião, os seguintes:- Legislação sobre o arrendamento, nomeadamente os sucessivos congelamentos das rendas, que não tem incentivado os proprietários dos prédios a investir na sua recuperação;- Juros historicamente baixos o que origina encargos com empréstimos bancários substancialmente mais baratos que os preços praticados pelo mercado de arrendamento;- Elevado número de prédios que não reúnem as condições de conforto e de salubridade para os potenciais candidatos a residentes;- Interesses diversos aliados a uma elevada especulação imobiliária que tem levado à aprovação de loteamentos nos locais mais improváveis em detrimento da recuperação das zonas históricas das cidades.
A construção e o crescimento urbano nas periferias, embora façam entrar nos cofres das autarquias receitas significativas provenientes do licenciamento e dos impostos relacionados com a construção civil e a habitação, tem associados custos não menos importantes para as contas públicas, pois embora a construção das infra-estruturas fundamentais seja geralmente da responsabilidade do promotor imobiliário, a sua posterior manutenção e conservação é da competência do Município respectivo. Tal como acontece com todos os equipamentos sociais que mais tarde acabam por ter de ser construídos para garantir as necessidades básicas dos novos habitantes. Escolas, centros de saúde, infantários, parques infantis ou jardins são apenas alguns exemplos.
Ora, normalmente, tudo isso existe no centro da cidade. No entanto por muitas razões, algumas das quais já apontadas nas linhas anteriores, a opção não tem passado pela aposta na valorização destes espaços cada vez mais desertos, degradados e em muitas cidades à beira da ruína. Pelo contrário. Nos últimos anos alguns municipios criaram taxas que penalizam a construção na malha urbana, cobrando valores astronómicos por aquilo que alegam ser a "utilização de infraestruturas já existentes". Penso que o caminho devia ser precisamente o inverso. É que nestas coisas deve-se sempre negociar de espirito aberto e de carteira fechada.
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Desertificação dos centros urbanos

por Kruzes Kanhoto, em 17.02.08
Desertificação dos centros urbanos
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Campismo selvagem

por Kruzes Kanhoto, em 13.02.08
Um acampamento de dimensões consideráveis foi erigido a escassos quilómetros de Estremoz, numa zona conhecida como Entre-Àguas, mesmo junto à Estrada Nacional 4. Como toda a gente sabe, inclusivé consta que a GNR também saberá, o campismo selvagem é proibido, pelo que armar barraca só é possivel nos espaços reservados para o efeito. O que não é o caso.
A coisa é tanto mais perigosa porque juntamente com as tendas vieram inúmeros animais, muitos deles com quatro patas, que se passeiam junto a uma via de trânsito intenso o que, obviamente, poderá causar algum acidente desagradável. Alguém ficar com o carro espatifado por exemplo, o que é sempre chato.
Lamentavelmente não posso documentar o post com uma foto do acontecimento. Duas fortes razões o impediram. A primeira porque passei no local ao "lusco fusco", que é uma hora pouco propícia para tirar fotografias e a segunda porque acabei de vir do dentista e não quero estragar já o servicinho que me tem custado os olhos da cara.
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Campismo selvagem

por Kruzes Kanhoto, em 13.02.08
Campismo selvagem
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Tradições

por Kruzes Kanhoto, em 12.02.08
Nos jornais locais leio sempre com especial antenção as diversas colunas de opinião. São, por norma, textos interessantes com os quais nem sempre me identifico mas que gosto de ler pela clarividência e desassombro com que os autores transmitem as suas ideias.
Um destes colunistas, no último número do Brados do Alentejo, relativamente ao bairro das Quintinhas em Estremoz, manifestava a sua mágoa por os cidadãos que ali habitam levarem uma vida de ócio, subsidiada pelo Estado e de nem sequer aproveitarem a água em abundância, que tal como a electricidade lhes é fornecida gratuitamente pela autarquia, para cultivarem o terreno circundante à sua "habitação".
É, de facto, lamentável que recursos de toda ordem, energéticos, financeiros e humanos, estejam ali a ser desbaratados. No entanto o povo cigano tem uma relação inconciliável com o trabalho. A aversão ao trabalho faz mesmo parte da sua cultura, das suas tradições. E as tradições devem, a todo o custo, ser preservadas. Coisa em que o país investe anualmente muitos e muitos milhões de euros. Basta lembrar a tradição de proteger o lince da Serra da Malcata...
Por mais bucólica que se afigure a imagem de uma familia cigana a plantar couves ou a sachar batatas, a perda da sua identidade cultural teria consequências bem piores. Para além de toda a criação artistica que a figura do cigano preguiçoso inspira, intelectuais de esquerda e assistentes sociais perderiam a sua principal referência...
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Tradições

por Kruzes Kanhoto, em 12.02.08
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Ratomóbil II

por Kruzes Kanhoto, em 09.02.08
Leitor atento, esclarecido e igualmente informado, esclarece-nos e informa-nos que o "ratomóbil" não é mais que uma viatura de uma empresa que, desta forma original, publicita os seus serviços. Publicidade que, convenhamos, não faz sentido nenhum. Se a ideia é exterminar pragas, ratos por exemplo, não faria mais sentido algo que lembrasse um gato?!
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Ratomóbil II

por Kruzes Kanhoto, em 09.02.08
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Coisas com sentido

por Kruzes Kanhoto, em 09.02.08
A propósito da nova sinalização dos Bairros da Salsinha, Monte da Razão e Quinta das Oliveiras em Estremoz, lamentava-me eu, alarvemente, sobre a inusitada profusão de sinais de sentido único - todas as ruas têm um - quando o único morador satisfeito com a nova sinalética me chamou a atenção para a genialidade da coisa, rebatendo um a um todos os meus argumentos e acrescentado novas e insuspeitas vantagens às recentes normas de circulação.
Vejamos os argumentos contra, os meus, e pró, os do único morador satisfeito.
Contra - As muitas centenas de metros que a maioria dos residentes tem agora de percorrer em cada deslocação para chegar ao mesmo local;
Pró - Possibilidade de gastar mais gasolina e, assim, ir ainda mais vezes a Espanha encher o depósito e aproveitar para fazer as restantes compras no Carrefour;
Contra - Andar desnecessariamente, armado em parvo, às voltas pelo bairro;Pró - Ir cumprimentar os vizinhos, coisa que raramente temos ocasião de fazer;Contra - Inexistência de acidentes, ou sequer pequenos toques, nestes locais;Pró - Há que inverter este estado de coisas;Contra - Ruas com 6,70 metros de largura com trânsito num só sentido?!Hum...Pró - Só?! Vou já propor o sentido único à volta do Rossio.Contra - Mais um motivo para as pessoas dizerem mal...Pró - Excelente ocasião para exercitar o vocabulário de impropérios.Perante tão eloquentes argumentos fiquei convencido da qualidade desta alteração. Garanto que já nem estou sentido com ela. Afinal tudo passa. Nem que seja em sentido contrário.
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Coisas com sentido

por Kruzes Kanhoto, em 09.02.08
Coisas com sentido
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